A apreensão ocorreu por volta das 23hrs desta sexta dia 22, na BR 369.
Um veículo Corolla desobedeceu ordem de parada no km 515 da BR 369 (próximo ao Lago Azul) e iniciou fuga sentido Ubiratã.
Após aproximadamente 37 km de fuga, no km 478 (próximo ao trevo de acesso a Anahy), o condutor do Corolla perdeu o controle da direção e capotou em um milharal. O condutor fugiu e não foi localizado.
No interior do Corolla, que portava placas falsas e havia sido furtado no dia 23/04/2020 em Nhandeara-SP, havia 714 quilos de maconha.
Durante a fuga o condutor do Corolla realizou diversas manobras perigosas e transitou em alta velocidade, utilizado-se de um dispositivo de emissão de fumaça na tentativa de prejudicar a visibilidade da viatura policial.
Ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil de Cascavel.
A Polícia Rodoviária Federal de Irati atendeu um acidente com morte na manhã desta sexta dia 22, na BR-277.
De acordo com a PRF, às 7h20 os policiais foram acionados pela concessionária Caminhos do Paraná, que administra o trecho da rodovia, para prestar atendimento a um acidente.
Conforme a polícia rodoviária, a saída de pista ocorreu no Km 195 da rodovia, já no município de Palmeira. Entretanto, de acordo com a PRF, o acidente envolvendo o Peugeot 206 com placas de Pinhais, ocorreu próximo das 22h30 da noite dessa quinta (21). O motorista de 42 anos morreu.
O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa. (Com RSN).
Um caminhão tanque carregado com óleo vegetal tombou na tarde desta sexta dia 22, no Km 307 da BR-277, no trecho da Serra da Esperança em Guarapuava.
Devido ao tombamento, a carga de óleo vazou e chegou a se espalhar por parte da pista.
Equipes do Corpo de Bombeiros de Guarapuava além da PRF, e a concessionária que administra o trecho estão no local para eliminar riscos de derrapagem e de contaminação de mananciais de água nas proximidades.
Não se tem informações do condutor do caminhão.
Até a publicação desta reportagem, o caminhão ainda não havia sido retirado do local.
A Caminhos do Paraná informou que a pista está totalmente interditada e não há previsão para liberação.(Com E103).
São mais de 350 nascimentos e 900 internamentos por mês no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop). Além do número chamativo, o hospital também é referência no atendimento de alta complexidade na região, que abrange cerca de 2 milhões de habitantes. “O que não mudou em todos esses anos foi a qualidade. O nosso atendimento é adequado e é por isso, que temos um quantitativo grande de pacientes e por muitas vezes estamos lotados”, afirma o ginecologista do Huop, Marcos Tomasetto.
Mas nem sempre o Centro Obstétrico foi assim, com um número chamativo. Apesar da qualidade do atendimento, quando recém-inaugurado, ainda na época do antigo Hospital Regional, o médico conta que foi necessário buscar os pacientes para que conhecessem a estrutura. “Ninguém queria vir quando abriu. Rezávamos para ter pacientes. Então fizemos o trabalho de formiguinha, de trazê-los em uma kombi para que pudessem conhecer e desmistificar a informação de que não éramos bons. Agora sempre estamos com a capacidade máxima e somos a preferência dos pacientes”, diz o médico.
Uma das mudanças importantes para o setor nos últimos anos foi a humanização do atendimento. De acordo com a coordenadora da Enfermagem do Centro Obstétrico, Nagmara Engel, a grande conquista foi o direito a acompanhante. “Sabemos que quando os pacientes estão felizes, isso ajuda muito a passar pela dor. Então o acompanhante veio para trazer inúmeros benefícios, para que elas se sintam à vontade, e torne isso mais alegre e o parto mais emocionante”, comenta.
Além desse direito, alguns outros detalhes também indicam conquistas para as parturientes. “Hoje temos a possibilidade de movimentação, elas podem escolher a posição de parto para facilitar o nascimento; tem o incentivo à alimentação, que antes era proibido; e a primeira hora de vida do bebê não tem nenhuma intervenção, apenas tem o incentivo da amamentação. Ou seja, bebê não tem mais aquele banho imediato, ele fica com a mãe e esses detalhes trazem inúmeros benefícios”, explica.
E para garantir esse cuidado humanizado é necessário também a paixão pela profissão, de acordo com a enfermeira do Centro Obstétrico, Tatiana Terci. “Sabemos que quando damos atenção, elas nos querem ainda mais por perto e do lado delas. Assim fazemos com que o parto seja melhor, e elas se sentem melhor. Se eu pudesse eu pegava até mesmo no colo algumas mães, pois tem muitas situações e muitos partos que me emocionam até hoje”, comenta.
E quem confirma essa diferença e humanização, é a mãe Débora Cristiana Alves Gonçalves. Ela teve o primeiro filho há 8 anos, o segundo há 3 anos, e a terceira nasceu no último dia 14 de maio, sendo todos os partos no Huop. “No primeiro filho não podíamos receber visitas, e agora percebemos uma diferença bem grande com relação a isso. Não tem comparação de tudo que mudou de 8 anos para agora. Mas em todas às vezes fui bem atendida e não tive do que reclamar das equipes”, ressalta.
COVID-19
Débora recebeu o filho durante a pandemia da Covid-19, em um momento em que houve a necessidade de realizar mudanças no fluxo interno hospitalar e por conta do espaço restrito do Centro Obstétrico, os acompanhantes não foram permitidos, visando a não proliferação do vírus e a segurança das demais gestantes/puérperas e respectivos recém-nascidos. “Senti um pouco de medo e angústia quando cheguei por conta disso, mas a equipe que me atendeu me ajudou muito e eu fiquei mais tranquila”, diz Débora.
Dessa forma, a Enfermagem tem auxiliado para tentar suprir a falta do acompanhante e amenizar as angústias. “A equipe permanece perto do leito o máximo de tempo possível para tentar suprir essa falta e para que elas não fiquem sozinhas. Depois do parto também ajudamos a ligar para os familiares, mandamos fotos, e auxiliamos no que é possível”, enfatiza Nagmara. (Com Assessoria H.U Cascavel).
A humanização no ambiente hospitalar é essencial para amenizar o medo e as angústias dos pacientes. No Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), desde 2009, a Comissão de Humanização garante o acolhimento e internamento de forma humanizada. “É necessário respeitar as particularidades e necessidades de cada paciente. Para isso, também realizamos uma educação continuada às pessoas que fazem essa recepção e atendem diretamente os pacientes”, explica a coordenadora da Comissão de Humanização, Luciana Wille Kawakami.
A Comissão é obrigatória no ambiente hospitalar, conforme o Ministério da Saúde, e além do acolhimento, também garante bem-estar dos funcionários. Para isso, representantes de vários setores são membros do grupo e participam de reuniões para colocar em prática projetos, que auxiliam na recuperação de pacientes. “Organizamos diversas atividades, até mesmo lembranças para entregar em datas comemorativas. Sabemos que isso conforta o paciente, traz um bem-estar e uma alegria imensurável para eles em um momento tão complicado”, comenta Luciana.
Quem também tem o olhar voltado para a recuperação do paciente é o Serviço Social, que avalia as necessidades e particularidades de forma individual. “Sabemos que muitas questões influenciam. É preciso olhar o que acontece no entorno, as relações familiares, se possuem família, e principalmente para onde vão após a alta, para que possam continuar se recuperando. Em muitos casos auxiliamos também nos benefícios sociais e buscamos ajuda para que tenham uma reabilitação completa”, explica a assistente social, Cristiane de Godoy Sartori Zimmer.
HUOP REFORÇA HUMANIZAÇÃO DURANTE A PANDEMIA
Nessa época da pandemia da Covid-19, alguns cuidados precisaram ser tomados a fim de evitar a proliferação do vírus, como a mudança no fluxo interno e a restrição de visitas e acompanhantes. “Recebíamos muitos voluntários que realizavam apresentações e entregavam lembranças. No momento, como estão restritas essas visitas, eles se solidarizaram na entrega de doações. Isso tem sido muito gratificante para nós, para que consigamos proporcionar um acolhimento para esses pacientes, que muitas vezes estão sem contato com a família”, diz a coordenadora da Comissão, Luciana.
Para ajudar nesse contato com a família, o Serviço Social também tem sido extremamente importante. É através do Call Center, que o familiar referenciado pelo paciente, recebe a informação do estado de saúde. “Quem está conseguindo conversar incentivamos a ficar com o celular, mas sempre perguntamos e entramos em contato para saber como está o paciente e se podemos ajudar com isso”, diz a assistente social, Daniela Prochnow Gund. “Está sendo bem desafiador, pois ouvimos muitas dúvidas, angústias, medos. Procuramos auxiliar por telefone, mas temos muita vontade de acolher e trazer pessoalmente como fazíamos antes”, complementa Daniela.
As dificuldades, durante a pandemia, aumentaram ainda mais, principalmente com relação ao financeiro. “Percebemos a dificuldade em vários setores, e não apenas na Ala Covid-19, pois sabemos que agora o momento é mais complicado. Tentamos sempre alguma ajuda, como o auxílio emergencial, porém alguns casos necessitam encaminhamentos, o que também sentimos a dificuldade pela falta de atendimento presencial”, finaliza Daniela.
No próximo dia 31 de Maio, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná - Huop, completa 31 anos de história. Neste período, o hospital cresceu muito, se desenvolveu, transformou-se de Regional para Universitário, e com muito trabalho e responsabilidade, é considerado um dos maiores e melhores hospitais públicos do Paraná, atendendo atualmente uma área de 2 milhões de habitantes. Essa matéria faz parte de uma série de reportagens sobre a importância da assistência, ensino e pesquisa no Huop, essencial na vida dos paranaenses. (Com Assessoria H.U Cascavel).
Mesmo diante da grave crise sanitária causada pela pandemia de coronavírus que assola o mundo, o Paraná mantém a programação em dia para conquistar o status de Estado Livre de Febre Aftosa, Sem Vacinação. O título permitirá ao setor agropecuário paranaense ampliar mercados e é considerada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior como essencial para impulsionar a retomada econômica pós-Covid-19.
A expectativa é que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) chancele a nova condição paranaense em maio de 2021, em um evento em Paris, na sede da entidade. “Tenho certeza de que esse reconhecimento vai resultar na criação de muitos empregos, já que os produtores do Paraná terão condições de acessar mercados mais disputados. Isso fortalece a nossa indústria e também o comércio exterior”, afirmou o governador.
De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), 50.739 cargas foram fiscalizadas nos 33 postos de trânsito agropecuário nas divisas com os estados de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e São Paulo até a primeira quinzena de maio, mesmo com a confirmação da circulação do vírus no Estado.
Do total de averiguações, cerca de 20% (10.102) foram em carregamentos de animais. A medida atende a Instrução Normativa 37, da Secretaria de Defesa Agropecuária, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que determinou a proibição de ingresso e incorporação de animais vacinados contra a febre aftosa no Estado do Paraná. O texto foi publicado em 30 de dezembro do ano passado.
Como parte do protocolo, o Paraná já foi dispensado da vacinação, que normalmente ocorria em novembro. Também por determinação do Ministério da Agricultura foi proibida a manutenção e uso de vacina em território paranaense.
PLANEJAMENTO – O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, explicou que o número de fiscalizações se manteve estável mesmo nos meses de maior incidência do coronavírus no Paraná, como março e abril. “Apesar da pandemia, estamos mantendo tudo o que foi planejado com o foco daqui a um ano, na conquista deste título”, disse. “É um passaporte que o Paraná terá em mãos para entrar em muitos mercados”, afirmou.
Ele ressaltou que a abertura de novas frentes de negociação vai significar investimentos diretos no Estado, como a instalação e ampliação de indústrias e cooperativas. Para Ortigara, há um potencial enorme de crescimento nas cadeias de suínos, peixe, frango, leite e pecuária bovina de corte.
“O status aliado a um bom produto, estratégia comercial e preços competitivos farão toda a diferença. Sem esse título você não bate na porta dos bons mercados compradores”, destacou o secretário. “E tudo isso ajudará o Paraná a se recuperar mais rapidamente deste momento econômico. O potencial é enorme”, acrescentou.
Ortigara lembrou ainda que o último foco de febre aftosa no Paraná foi em 2006. De lá para cá, não houve mais circulação viral, em razão dos esforços de vários setores, entre eles o governo estadual que estruturou a Adapar para garantir o serviço de fiscalização e vigilância animal.
ADAPTAÇÃO – O vírus não mexeu no cronograma de fiscalização, mas fez com que a estrutura da agência tivesse de se adaptar para combater a circulação da doença.
Gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias disse que todos os profissionais que estão em campo trabalhando na conclusão do inquérito soro-epidemiológico do rebanho bovino do Estado estão devidamente protegidos por equipamentos validados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), além de seguir as regras de distanciamento social. O mesmo vale para os produtores.
A Adapar começou o monitoramento na segunda-feira (18). Serão coletadas amostras do sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais espalhadas pelo Paraná. “Diminuímos outras rotinas para priorizar essa ação, sempre com muita responsabilidade e tomando todos os cuidados necessários, seja em relação aos nossos servidores ou aos produtores”, afirmou Rafael.
“Somos um serviço essencial porque o Paraná não pode parar de produzir alimentos, abastecer o Brasil e o mundo. Com a pandemia, adaptamos e melhoramos os procedimentos de segurança que já existiam”, acrescentou o gerente de Trânsito Agropecuário da Adapar, Muriel Moreschi.
SAÚDE – Além disso, 13 dos 33 postos de trânsito agropecuário estão servindo de apoio à Secretaria de Estado da Saúde no combate à circulação do coronavírus. Nos locais, um grupo de até três profissionais da área faz uma triagem prévia das pessoas que entram no Paraná.
O trabalho é orientativo, com explicações sobre como agir para evitar a proliferação da doença. Também são indicados locais especializados para o tratamento da doença caso algum sintoma seja verificado. O paciente fica em isolamento durante o período.
“São ações direcionadas e informativas, que ajudam a conter a proliferação do vírus. É uma grande parceria da Saúde, Segurança Pública e Adapar para monitorar os principais acessos ao Paraná”, explicou o assessor da diretoria-geral da Secretaria de Estado da Saúde, Eduardo Rebonato. (Com Ag. Estadual de Notícias).







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