Novas imagens mostram dimensão da tragédia com três mortos na BR 277

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) divulgou novas imagens que mostram a dimensão da tragédia que deixou três pessoas mortas na BR 277 no trecho conhecido como Serra da Esperança, em Guarapuava. O acidente foi na tarde de quarta dia 22.

 

A batida foi entre a Ford Ranger - com placas de Cascavel, o Pálio Weekend e um bitrem.

 

A PRF informou que o bitrem sem freio invadiu a pista contrária sem freio e bateu contra o Pálio e depois contra a Ranger. A carreta ainda atingiu o barranco e desceu cerca de 100 metros em uma ribanceira às margens da rodovia.

 

Os carros foram esmagados, as latarias dos automóveis de passeio ficaram retorcidas. O condutor da Ranger, um homem de 53 anos, morreu no local. As outras duas vítimas fatais são o motorista do Palio e a passageira, de 57 e 18 anos, respectivamente. Os corpos foram encaminhados ao IML (Instituto Médico-Legal) de Guarapuava.

 

O acidente ainda deixou duas pessoas gravemente feridas: a passageira da caminhonete, uma mulher de 57 anos, e outra passageira do Palio, uma jovem de 18. Ambas foram encaminhadas a hospitais de Guarapuava, assim como o condutor do bitrem, de 44 anos, que sofreu apenas ferimentos leves. (Com Catve)

 

 

 

 

 

 

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Inscrições para PSS do Consamu encerram nesta sexta dia 24

Nesta sexta dia 24, é o último dia para realizar as inscrições do Processo Seletivo Simplificado (PSS) do CONSAMU (Consórcio Intermunicipal Samu Oeste).

 

Interessados devem comparecer no Setor de Recursos Humanos do órgão, na Rua Uruguai, 283, Bairro Alto Alegre em Cascavel.

 

O atendimento é feito das 8h30 às 11h30 e 14h às 17h. O critério utilizado para a escolha dos candidatos é a análise de currículo.

 

O edital prevê vagas para médicos, com lotação inicial na Unidade de Pronto Atendimento - UPA, na cidade de Guaíra.

 

Mais informações nos telefones (45) 3036-7105 e 3036-7106. (Com Catve)

 

 

 

 

 

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Testemunhas de acidente de Maria Eduarda serão ouvidas nos próximos dias

A Polícia Civil deve ouvir mais testemunhas do acidente que matou a pequena Maria Eduarda Mendes de 7 anos, que morreu atropelada na noite do dia 18 de janeiro, no Conjunto Melissa - região Norte de Cascavel.

A menina foi atropelada pelo condutor do Fiat Uno que seguia pela Rua Nogueira quando atingiu a menina. Câmeras de segurança mostram que a vítima foi arremessada metros à frente após o choque. Maria Eduarda chegou a ser atendida pela equipe do Siate, mas morreu antes do deslocamento ao hospital.

O condutor do carro que não tem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) foi agredido por populares logos após o acidente e foi encaminhado em estado grave ao hospital.

 

Ele só prestou depoimento quatro dias após o acidente na delegacia de Quedas do Iguaçu.

 

Oitivas serão realizadas nos próximos dias e a prisão preventiva deve ser solicitada. (Com CATVE). 

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IML identifica pai e filha mortos em acidente na BR-376

O Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa divulgou oficialmente a identidade de pai e filha que morreram num acidente de trânsito no fim da tarde desta quarta dia 22, em Ponta Grossa. José Nilson Ferreira, de 58 anos, e Aline Roani Ferreira, de 18 anos, estavam no Celta que saiu da pista e bateu contra uma árvore no quilômetro 464 da rodovia, no trecho que liga o trevo Caetano ao bairro Pinheiro, saída para o norte da cidade.

 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia muitas sacolas de compras dentro do automóvel da família, o que indica que possivelmente eles tenham seguido para a cidade para fazer compras e estavam voltando para Reserva no momento da tragédia.

 

Chovia no momento da batida, que mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, PRF e da Polícia Científica para fazer a perícia no local. O velório dos corpos acontece no município de Reserva e o sepultamento está agendado para as 17h desta quinta dia 23, também na cidade onde a família morava. (Com A Rede). 

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Família de menina morta em acidente pede justiça; PM desmontou bloqueio

Durou aproximadamente 18 horas o protesto de familiares de Maria Eduarda na Avenida Piquiri, Bairro Brasmadeira em Cascavel.

               

Parentes e amigos bloquearam a via ainda na tarde de terça dia 21, num pedido de justiça.

 

 Eles queimaram pneus, estenderam cartazes e colocaram cones para impedir passagem de veículos.

 

Apenas ambulâncias e pessoas que trabalhavam em locais próximos foram liberadas para passar, além de pedestres, durante esse período.

 

Os manifestantes pediam a presença da Polícia Civil ou de juízes, que acompanham a investigação sobre a morte da menina, que não resistiu após ser atropelada na noite do último sábado dia 18.

 

A mãe da criança, Gisele Mendes, disse que quer o culpado pela morte de Maria Eduarda preso.

 

E questiona porque a polícia não fez a prisão em flagrante do condutor do veículo.

 

A família só saiu do local porque a Polícia Militar interviu.

 

Duas viaturas da PM foram até o local, e os militares retiraram o bloqueio, liberando para o trânsito. O major Cícero Tenório foi quem conversou com familiares.

 

Segundo o Major, a intervenção foi necessária porque a via é um trajeto importante para toda a região norte da cidade e o protesto estava gerando transtornos.

 

A Polícia Civil, em nota, disse que já se manifestou de forma detalhada sobre a investigação e que neste momento atua com foco em acelerar o andamento do inquérito.

 

A Polícia diz que não coube a simples liberação do investigado, porque não foi possível a apresentação dele à autoridade policial. Isso ocorreu, segundo a polícia, em razão das agressões físicas contra o investigado, que precisou ficar em internamento hospitalar.

 

A Polícia diz que, a ação dos populares em linchar o acusado acabou por prejudicar uma possível autuação em flagrante. A polícia considera o protesto um direito da família e ressalta que trabalha com afinco no caso.

 

 

O promotor de Justiça de Cascavel, Alex Fadel, acompanha o caso. Segundo ele, a razão de o acusado não ter sido preso em flagrante deve ser levantada junto à delegacia de Polícia Civil. Mas, a regra geral é que haja prisão em flagrante, ainda que o acusado fique custodiado no hospital, o que não ocorreu.

 

Caso o motorista fosse preso, possivelmente seria liberado mediante pagamento de fiança ou cumprimento de outra medida cautelar, já que raramente uma pessoa fica presa por crime de trânsito.

 

Agora, as providências são investigar, como ouvir testemunhas, o condutor do carro, perícias no veículo automotor e câmeras de segurança que comprovem o atropelamento.

 

Essas informações serão acrescentadas em inquérito policial e encaminhadas ao Ministério Público, para aí sim determinar o tipo de crime cometido.(Com CBN). 

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