A Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu, nas regiões metropolitana de Curitiba (PR) e na região oeste do Paraná, durante o último final de semana, mais de R$ 3 milhões em cigarros contrabandeados do Paraguai, além de drogas, celulares e agrotóxicos.
Na sexta (17), por volta das 21 horas, agentes da PRF abordaram um caminhão, que era conduzido por um homem de 39 anos, morador de Umuarama (PR), na BR-277, em Balsa Nova (PR). Durante a vistoria, os policiais encontraram cerca de 150 mil carteiras cigarros contrabandeados do Paraguai. O motorista havia dito que o caminhão estava vazio. Diante dos fatos, ele, o caminhão e os cigarros foram encaminhados para a Polícia Federal em Curitiba, para o registro do crime de contrabando.
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No início da madrugada de sábado (18), na BR-467, em Toledo (PR), agentes da PRF visualizaram que um comboio de carros, realizaram manobras bruscas, no momento em que visualizaram a viatura da PRF. Após perseguição, os policiais conseguiram um motorista de um Ford Focus, de 30 anos, morador de Londrina (PR). Durante a vistoria, foram verificados cerca de duas mil carteiras de cigarros, além de 300 quilos de agrotóxicos e um rádio comunicador. O motorista foi preso e conduzido para a Polícia Federal de Cascavel (PR), para o registro do crime de contrabando e telecomunicação clandestina. O carro e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Receita Federal em Cascavel.
Mais tarde, por volta das 3h30, ainda na BR-467, em Toledo, agentes da PRF abordaram um Fiat Uno, ocupado por dois homens, um de 50 anos, morador de Patos de Minas (MG) e outro de 35 anos, morador de João Pinheiro (MG). Diante do nervosismo dos ocupantes, os policiais intensificaram as buscas e encontraram 38 celulares importados irregularmente, escondidos dentro da lataria do carro e no bagageiro. Diante dos fatos, os produtos foram encaminhados para Receita Federal em Cascavel e os dois homens, apresentados na Polícia Federal. Um dos ocupantes foram presos em flagrante pelo fato de ser reincidente no crime de descaminho.
Na tarde de sábado (18), na BR-163 em Guaíra (PR), por volta das 18 horas, agentes da PRF abordaram um ônibus, onde cinco bolivianos (três homens e duas mulheres), moradores de Santa Cruz de La Sierra, transportavam cocaína, que após pesadas, totalizaram 17,5 quilos da droga. A droga iria para Carazinho (RS). Os cinco foram presos em flagrante e conduzidos para a Polícia Federal em Guaíra para o registro do crime de tráfico e associação para o tráfico de drogas.
Na madrugada de domingo (19), agentes da PRF deram ordem de parada a um motorista de caminhão de 47 anos, na BR-163, em Guaíra. O motorista não tinha documentos pessoais nem da carga e apresentava-se muito nervoso. Durante a vistoria, os agentes encontraram cerca de 500 mil carteiras de cigarros contrabandeados, avaliados em cerca de R$ 2,5 milhões. O motorista, que foi preso, disse aos policiais que retirou o caminhão em Eldorado (MS) e o entregaria em São Paulo (SP). Ainda, no veículo, os policiais encontraram diversas placas, uma vez que o caminhão utilizava placas falsas, para despistar a fiscalização. Ele foi conduzido para a Polícia Federal em Guaíra para o registro dos crimes de contrabando e adulteração de sinal identificador de veículo.(Com PRF).
Superado o ápice da crise econômica que desde 2014 assola o Brasil, o comércio do Paraná ainda se recupera, embora de forma lenta. De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre janeiro e novembro do ano passado as vendas no varejo paranaense tiveram crescimento de 3% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
A boa notícia é que, pelo terceiro ano consecutivo, o comércio paranaense deve fechar o ano com mais vendas que no ano anterior. Por outro lado, esse crescimento deve ser mais tímido que o verificado em 2017 e 2018.
Nesses dois anos, o varejo havia crescido, respectivamente, 3,4% e 4,5% nos 11 primeiros meses do ano.
Os principais destaques do Paraná foram “outros artigos de uso pessoal e doméstico”, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos, etc., e material de construção. O primeiro teve alta de 17% no estado, segundo melhor resultado de todo o país, atrás de Goiás (22,0%). Já o segundo registrou variação positiva de 10,1%, sendo que apenas Santa Catarina (12,8%) e Ceará (12,3%) tiveram melhor desempenho.
No Brasil inteiro, os estados que registraram crescimento mais expressivo do varejo entre janeiro e novembro do ano passado foram o Amapá (19,2%), Santa Catarina (9,9%), Mato Grosso (6,6%) e São Paulo (5,3%). Já os únicos estados que viram o comércio reduzir o volume de vendas foram o Sergipe (-0,6%), a Paraíba (-2,1%) e o Piauí (-3,9%). (Com Bem Paraná)
Desde o ano passado, o Sindicato dos Leiloeiros do Paraná já identificou pelo menos 300 sites falsos de leilões. São sites que ofertam imóveis, terrenos, veículos, quase sempre a preços “irresistíveis”, mas no final se tratam de estelionato. “Estes sites ficam por pouco tempo no ar, cerca de cinco dias, mas são suficientes para causar estrago”, diz o vice-presidente do Sindicato dos Leiloeiros, Helcio Kronberg.
O sindicato começou esse levantamento depois de receber denúncias de pessoas lesadas pelo esquema. “Todos os dias temos denúncia de gente que caiu no golpe”, conta. O sindicato repassou a denúncia para a polícia do Paraná, para a Polícia Federal e também para os tribunais de Justiça.
Segundo Kronberg, para poder aproveitar as oportunidades oferecidas em leilões — com lances iniciais que muitas vezes podem chegar a 50% do valor de mercado —, os participantes precisam conferir, com calma e segurança, alguns detalhes importantes.
“Primeiramente é importante que o interessado confira no site do leiloeiro e no site da Junta Comercial qual o verdadeiro telefone de contato do leiloeiro, pois os falsários contam com um bom sistema de atendimento por WhatsApp ou por outros meios virtuais. Também é importante conferir o número de telefone da leiloaria na Junta Comercial e ligar, para verificar se o escritório tem mesmo uma estrutura física e atendimento de verdade. Desconfie também de preços muito abaixo da realidade”, explica. (Com Bem Paraná)
Para acessar o site da Junta Comercial, basta entrar no site da instituição, clicar no item Serviços e procurar no menu Leiloeiros Oficiais.
Ainda de acordo com Kronberg, os falsários têm feito anúncios no Google e outros sites de busca, geralmente com domínios terminados em .com ou .org. “Procure sempre sites de leilões terminados em .com.br, além de preferir leiloeiros conhecidos que divulguem por outros meios que não apenas no Google. Também é bom checar há quanto tempo o site está no ar. Se for recente, desconfie. Basta colar a URL no site em www.registro.br. Outra dica é que quando se tratar de leilões judiciais, procurar os editais publicados no Diário da Justiça para verificar se aquele bem anunciado está correto”, aconselha.
Mais um conselho importante é acessar o site Fraude em Leilões, criado por leiloeiros e empresas do setor com o objetivo de prevenir golpes. “Há uma lista de sites verdadeiros e falsos para consulta. Para averiguar, basta informar o nome ou parte do nome na busca. Se o site que gerou dúvidas não está presente, a pessoa pode fazer uma denúncia na própria Junta Comercial, pois será averiguado”, garante.
No Paraná são cerca de 70 leiloeiros oficiais, embora sejam apenas cerca de 15 atuando no momento, informa Kronberg.
Ainda de acordo com as testemunhas, o animalzinho agonizou até a morte. Não bastasse a violência, diversas crianças presenciaram o fato. A lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que trata sobre Crimes Ambientais, prevê, em seu artigo 32, possíveis consequências penais para atos semelhantes aos praticados com o gato, confira:
“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
Diante disso, os moradores pedem providências às autoridades para que o autor seja responsabilizado. (Com Click3)
A Polícia Civil de Cascavel, apresentou na manhã de sexta dia 17, os resultados das ações policiais da 15ª SDP (Subdivisão Policial) do ano de 2019.
Participaram da coletiva, Dra. Anna Karyne Turbay que responde interinamente pela 15ª SDP; Dr. Thiago da Silva Teixeira, Delegado do Grupo de Diligências Espeiciais; e a Dra. Raíssa de Vargas Scariot, Delegada da Delegacia de Homicídios.
O número de homicídios teve destaque no ano passado. Houve redução significativa desde o início da criação da Delegacia de Homicídios em 2012, quando o dado era de 151 crimes contra a vida e agora caiu para 35 em 2019.
"Brigas momentâneas, motivos fúteis foram as principais causas que motivaram homicídios na cidade e para 2020 vamos trabalhar nas prevenções e se aproximar ainda mais da população para continuar reduzindo esse número", disse a Dra. Raíssa de Vargas Scariot.
Destes crimes, cerca de 85,11% foram elucidados, número superior ao de 2018 que foi de 84,91%. "Estamos superior a média nacional de elucidação e podemos comparar aos homicídios de primeiro mundo, como dos Estados Unidos por exemplo", citou a Delegada de Homicídios.
Em contrapartida os casos de feminicídios aumentaram em 2019, sendo seis consumados e sete tentativas, contra três feminicídios registrados em 2018.
O número de prisões em Cascavel foi outro destaque do balanço, sendo 651 pessoas presas, o que corresponde a média de 12 pessoas presas por semana. O GDE foi responsável por 47% dessas prisões.
A Polícia Civil também anunciou o leilão de 1.685 veículos que estão apreendidos no pátio, divididos em sucatas, venda de peças e em condições de circulação.(Com CATVE).







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