WhatsApp vai deixar você esconder que está 'online'; veja como fazer

O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (9) um recurso que permite esconder o "online" que aparece nas contas, uma opção esperada há bastante tempo por muitos usuários. Ele será liberado aos poucos e estará disponível para todos ainda este mês.

O aplicativo também vai permitir deixar grupos sem que todos fiquem sabendo e bloquear capturas de tela (print screen) em mensagens de visualização única. Essas mudanças serão ativadas automaticamente e não será preciso mudar configurações da conta.

 

Como esconder 'online' e 'visto por último' no WhatsApp

Até então, não era possível tirar o status "online" do WhatsApp: se você abrisse o aplicativo, o aviso aparecia para todos os seus contatos. Agora será possível decidir quem pode ver esse status.

 

Veja como ocultar o "online" da sua conta do WhatsApp:

  1. Nas configurações, selecione "Conta";
  2. Selecione "Privacidade";
  3. Clique em "Visto por último e online";
  4. Escolha quem pode ver o "visto por último" ("Todos", "Meus contatos", "Meus contatos, exceto..." e "Ninguém");
  5. Escolha quem pode ver o "online" (todos ou a mesma opção escolhida no "visto por último").

Ao esconder o "online" e o "visto por último" de sua conta, você também não conseguirá ver essas informações nas contas de outras pessoas.

 

Saída silenciosa de grupos

Muitos usuários também esperavam um recurso que permita sair discretamente de grupos. Com a atualização do WhatsApp, o aviso de que alguém deixou a conversa será exibido somente para os administradores do grupo.

A mudança será liberada a partir desta terça-feira (9) e poderá ser observada no aviso que o aplicativo mostra antes de você sair de um grupo.

Se a novidade não chegou para você, o aplicativo perguntará apenas se você realmente deseja deixar a conversa. Caso ela esteja disponível, será exibida uma janela avisando que "somente os admins serão notificados quando você sair do grupo".

 

Bloqueio de print em mensagens de visualização única

O WhatsApp anunciou ainda que está testando um bloqueio da captura de tela em mensagens de visualização única, incluindo fotos e vídeos.

A ideia é oferecer mais uma camada de proteção para usuários compartilharem registros quando não querem que eles fiquem disponíveis para sempre aos seus contatos. A funcionalidade será liberada para todos em breve.

 

Por que não aparece para mim?

O WhatsApp costuma liberar novos recursos aos poucos e, por isso, é possível que as novidades não estejam disponíveis para você assim que são anunciadas.

Uma boa prática para receber novos recursos é manter o aplicativo atualizado. Isso não garante que as mudanças aparecerão mais rapidamente, e sim que você terá uma versão mais recente, que está apta a receber a nova funcionalidade.

Veja como atualizar o WhatsApp:

 

  1. Acesse a Play Store (Android) ou App Store (Apple) e busque por "WhatsApp";
  2. Na página do aplicativo, veja se há um botão com o título "Atualizar";
  3. Clique em "Atualizar" e aguarde o download;
  4. O aplicativo vai reiniciar e estará atualizado.

 

Importante: se em vez de "Atualizar", o botão estiver com a mensagem "Abrir", o aplicativo já está na versão mais recente disponível.

 

 

 

 

 

 

Por - G1

'Cafezinho' custa 10% do valor de uma refeição completa no Brasil em 2022

Um novo estudo aponta que, para os brasileiros, o cafezinho após o almoço custa 10% do valor total de uma refeição completa em 2022 (em média, de R$ 40,64).

O cálculo foi feito com base no combo que inclui prato, bebida e sobremesa. O dado é da Pesquisa +Valor, realizada pela Ticket, marca de benefícios de alimentação e refeição da Edenred Brasil, com cerca de 4,5 mil estabelecimentos alimentícios nas cinco regiões do país.

Segundo a média nacional, a bebida tem sido encontrada a um preço médio de R$ 4,23, um aumento de 24% em comparação com o valor de cinco anos atrás. Em 2018, a xícara de café custava em torno de R$ 3,40.

Mesmo com o incremento, o valor da bebida cresceu abaixo da inflação. O preço de cinco anos atrás corrigido, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), seria de R$ 5,91. Esse avanço nos gastos acompanha as altas do setor cafeeiro. Ainda segundo o IPCA, os preços do café moído subiram 56,87% para o consumidor no acumulado de 12 meses até janeiro deste ano. 

Tabela mostra o preço médio do cafezinho em cada região do Brasil em 2022 (Foto: Ticket / Edenred Brasil / Divulgação)

Tabela mostra o preço médio do "cafezinho" em cada região do Brasil em 2022 (Foto: Ticket / Edenred Brasil / Divulgação)

Na análise por região, o Norte se destaca com a maior participação do café no valor total da refeição (R$ 36,14): 13%, com a bebida a um preço médio de R$ 4,71. Na sequência, o Sul tem o cafezinho a R$ 4,08, que corresponde a 11% do valor do prato a R$ 36,97.

Em terceiro lugar, o Nordeste apresenta a bebida a um valor médio de R$ 4,30, ou 10,6% do preço da refeição, que está em R$ 40,28. O café no Sudeste, por sua vez, corresponde a 10% do valor total: R$ 4,34 de R$ 42,83. Por fim, o Centro-Oeste é a região em que a bebida tem a menor participação no preço da refeição completa (R$ 34,20): 8.8%, a um valor médio de R$ 3,03. 

Gráfico indica o preço médio do cafezinho por tipo de serviço no Brasil em 2022 (Foto: Ticket / Edenred Brasil / Divulgação)

Gráfico indica o preço médio do "cafezinho" por tipo de serviço no Brasil em 2022 (Foto: Ticket / Edenred Brasil / Divulgação)

Quando o estudo é realizado por tipo de serviço, o cafezinho que completa o prato Comercial, a R$ 3,94 é o que apresenta maior participação (12.8%) no valor total da refeição, com preço médio de R$ 30,59.

Já no Autosserviço, cujo prato custa, em média, R$ 35,91, a bebida corresponde a 12.3% do valor (R$ 4,43). No A La Carte, com preço médio de R$ 64,83, o café representa uma fatia de 8.7%, a um custo de R$ 5,66. No prato Executivo, por sua vez, que apresenta o valor médio de R$ 50,23, a bebida corresponde a 8.1%, com o preço de R$ 5,08.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Casa e Jardim

Entenda o que é a entrega voluntária de crianças

Ainda pouco conhecida da população, a entrega voluntária de crianças recém-nascidas para adoção é um procedimento legal, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criado para oferecer alternativa ao simples abandono ou até mesmo a esquemas irregulares de adoção.

O tema ganhou destaque depois que a atriz Klara Castanho, de 21 anos, revelou no mês de junho, em rede social, ter aderido ao procedimento após ter sido vítima de estupro. O caso foi divulgado por colunistas sociais.

A lei, contudo, garante o sigilo total à mulher grávida que faça a entrega voluntária, incluindo o segredo sobre o próprio nascimento da criança. A ideia é proteger a gestante que não possa ou não queira ficar com o bebê, garantindo que ela depois não será responsabilizada.

Ao manifestar em qualquer hospital público, posto de atendimento, conselho tutelar ou outra instituição do sistema de proteção à infância a vontade de fazer a entrega, a gestante deve ser obrigatoriamente encaminhada ao Poder Judiciário. Tudo deve ser supervisionado por uma Vara da Infância e acompanhado pelo Ministério Público.

A legislação prevê que, nesses casos, a mulher deve ser atendida por uma equipe técnica multidisciplinar, composta por profissionais de assistência social e psicologia. A equipe produzirá um parecer para o juiz, que em audiência com a gestante dará a palavra final sobre a entrega.

Caso haja concordância de todos, a criança é encaminhada para acolhimento imediato por família apta, que esteja inscrita no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA). A mãe biológica tem dez dias para manifestar arrependimento. Depois desse prazo, perde os direitos familiares sobre a criança.

Todo o procedimento foi inserido no ECA pela Lei 13.509/2017. Neste semana, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que está em fase final de elaboração norma destinada a detalhar ainda mais os procedimentos para a entrega voluntária no âmbito dos tribunais de Justiça.

Segundo dados do SNA, a procura pelo mecanismo tem crescido nos últimos anos. Em 2020, foram registradas 1.012 entregas voluntárias no país, número que subiu para 1.238 em 2021. Neste ano, 484 crianças foram recebidas para adoção até o momento.

Registrar o filho de outra pessoa como seu, atribuir o parto alheio como próprio ou ocultar criança para que não seja registrada são crimes previstos no Código Penal, com pena de dois a seis anos de reclusão.

Também é crime prometer ou efetivar a entrega de criança mediante pagamento ou recompensa, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão, mais multa. Incide na mesma pena quem recebe o menor. O abandono de incapaz e de recém-nascido também é crime previsto no Código Penal.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência bRasil

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Saiba o que é preciso para acessar a rede 5G

Expansão da rede 5G – que chegou a São Paulo nesta semana, quinta capital a receber o sinal, aumenta a expectativa dos usuários de dispositivos móveis por um serviço com maior rapidez.

Do envio de arquivos, como vídeos, a funcionalidades práticas na casa conectada ou em aplicações industriais e da área médica, a esperada tecnologia de quinta geração ainda engatinha no Brasil.

É que boa parte dos aparelhos nas mãos dos usuários não têm acesso ao sinal homologado pela Anatel.

Além da rede para geração do sinal, os equipamentos precisam tem ao menos um dos tipos de conexão para recepção: standalone – na sigla SA , que é o sinal puro – ou non-standlone – NSA, a mais comum.

Até o momento, cerca de 70 modelos de celulares foram homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações para receber o 5G.

Mas há ainda alguns passos para que a tecnologia chegue, de fato.

Algumas operadoras têm exigências próprias para fornecer o sinal, que incluem troca de chip, como informou a Vivo; ou de plano, situação prevista pela operadora TIM, sem necessidade de mudar o chip.

Outras, precisam fazer atualizações, como é o caso do sistema operacional da Apple, previstas para novembro deste ano.

Isso para acesso ao 5G puro.

Na modalidade “non-standalone” todas as operadoras disseram que o chip que acessa a rede 4G é suficiente.

 

 

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Cientistas desenvolvem embriões sintéticos sem espermatozóides, óvulos ou fertilização

Pesquisadores de células-tronco afirmam ter criado pela primeira vez "embriões sintéticos" sem espermatozóides, óvulos ou fertilização.

O experimento foi realizado por cientistas do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e publicado nesta semana na revista científica Cell. O recente avanço foi realizado com camundongos e demonstrou resultados sem precedentes no desenvolvimento da técnica. No entanto, a perspectiva para implementá-la no desenvolvimento de órgãos humanos permanece distante e polêmica.

 

“Os embriões sintéticos se formaram sozinhos, a partir de células-tronco colocadas fora do útero", resume o trabalho publicado numa das maiores revistas científicas de biologia. A pesquisa buscou desenvolver estruturas próximas ao embrião em laboratório, extraindo células simples de um animal e agindo sobre elas sem nenhum procedimento de fertilização.

Os cientistas conseguiram desenvolver estruturas semelhantes a um embrião de camundongo de oito dias, ou seja, um terço da gestação, momento em que os órgãos começam a se diferenciar. Para isso, extraíram células da pele dos camundongos e depois as reverteram artificialmente ao estado de células-tronco, que são unidades capazes de se transformarem em qualquer célula do corpo e, portanto, de formar diferentes órgãos. 

Elas foram colocadas em um banho de nutrientes, constantemente agitadas e alimentadas com oxigênio para reproduzir o mais próximo possível as condições de um útero materno. Como resultado, uma pequena parte das células se organizaram, a partir de informações próprias, para formar órgãos.

É um avanço nunca visto, mas não se trata da descoberta da vida artificial. Na maioria dos casos, a experiência não deu certo e, mesmo quando foi bem-sucedida, o resultado foi um conjunto malformado demais para ser confundido com um embrião verdadeiro. Alguns cientistas nem mesmo aprovam o termo "embrião sintético".

— Não são embriões. Até que se prove o contrário, eles não produzem um indivíduo viável capaz de se reproduzir — diz o pesquisador francês Laurent David, especialista em desenvolvimento de células-tronco. 

O pesquisador, que prefere o termo “embrioides”, destacando que eles apresentam apenas "esboços" de órgãos. No entanto, elogia o trabalho "novo e muito atraente", com potencial para realizar experimentos para entender melhor como os órgãos se desenvolvem.

Esses experimentos são cruciais para que as células-tronco possam um dia se desenvolver e formar membros do corpo humano que possam ser transplantados sem ter que precisar retirá-los de um doador. Não se trata mais apenas de uma possibilidade teórica, defendem os pesquisadores.

Há anos, cientistas conseguiram desenvolver um intestino artificial em laboratório que funcionou uma vez implantado em um camundongo. Em humanos, essa perspectiva continua sendo ficção científica, embora Jacob Hanna, responsável pelo novo estudo, acredite que sua pesquisa abre o caminho diretamente para esse avanço. E, para isso, fundou uma startup, a Renewal. 

Outros investigadores consideram que ainda é cedo para pensar em avanços terapêuticos, embora admitam que esta investigação constitui um tijolo importante nesta construção. Mas alertam que o próximo passo lógico será obter resultados semelhantes a partir de células humanas, abrindo caminho para questões éticas sobre o status que deve ser dado a esses "embrioides".

— Embora ainda estejamos longe da perspectiva dos embriões humanos sintéticos, será fundamental realizar amplos debates sobre as implicações legais e éticas dessa pesquisa — resume o pesquisador britânico James Briscoe, especialista em desenvolvimento embrionário do Science Media Center.

 

 

 

 

 

Por - O Globo

Instagram: veja como 'consertar' seu feed e se livrar de posts sugeridos

Após uma série de críticas, o Instagram anunciou que ia pausar os testes do feed em tela cheia e diminuir a quantidade de publicações recomendadas.

Ainda assim, muitos usuários permanecem incomodados com os novos recursos da rede social. Os vídeos em formato de Reels têm irritado boa parte do público, que diz que o Instagram está se tornando o TikTok. Além disso, os posts sugeridos, que existem desde 2011, passaram a ser veiculados com exagero nos últimos tempos, fazendo com que pessoas desconhecidas sejam exibidas durante a navegação do feed. 

Pensando nisso, o TechTudo reuniu uma série de alternativas para diminuir as sugestões no feed e tornar a navegação no app mais limpa. Confira, na lista a seguir, cinco dicas para remover sugestões do feed do Instagram.

 
 

1. Use o feed cronológico

Recentemente, o Instagram trouxe de volta o feed cronológico, que mostra os posts mais recentes das pessoas que o usuário segue, por ordem de publicação. Esse formato é exibido de forma paralela e não tem interferência de sugestões de algoritmos ou anúncios de publicidade, mostrando apenas aquilo que o usuário quer ver. Para acessar o feed cronológico, basta tocar no logo do Instagram, no canto superior esquerdo da tela, e selecionar a opção “Seguindo”. Você também pode ativar o feed especial “Favoritos”. Nele aparecem apenas publicações de pessoas selecionadas.

 
Instagram mostra posts em ordem de publicação na aba "Seguindo" — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Instagram mostra posts em ordem de publicação na aba "Seguindo" — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

 

2. Bloqueie posts sugeridos

Outra maneira de se livrar das sugestões do Instagram é bloqueando os posts sugeridos do feed. Essa opção faz com que a rede social deixe de mostrar fotos e vídeos de pessoas desconhecidas no meio da navegação. Para ativar o bloqueio, basta localizar uma sugestão no feed e tocar no ícone de “x”, no canto superior direito do post. Depois, é só escolher “Ativar modo Soneca”.

 
Saiba como desativar publicações sugeridas no Instagram e ativar o Modo Soneca por 30 dias — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Saiba como desativar publicações sugeridas no Instagram e ativar o Modo Soneca por 30 dias — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Vale destacar que esse bloqueio é temporário e só dura 30 dias. Ou seja, após esse prazo, as sugestões voltarão automaticamente para o feed, sendo necessário repetir o procedimento para renovar o bloqueio.

 

 

3. Mostre ao algoritmo o conteúdo de que você não gosta

O Instagram também permite que você “ensine” aos algoritmos aquilo de que você não gosta, para que eles não mostrem novamente sugestões parecidas com o conteúdo em questão. Para isso, basta localizar uma sugestão e tocar no ícone de “x”. Depois, é só selecionar “Não sugerir publicações relacionadas”. Assim, os robôs entenderão que aquele tipo de perfil e conteúdo não são interessantes para você. Também é possível fazer esse tipo de sinalização no menu “Explorar”. Nesse caso, basta tocar nos três pontinhos do post indesejado e selecionar a opção “Não tenho interesse”.

Veja como sinalizar para algoritmo do Instagram que você não gosta daquele conteúdo e não acha interessante — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Veja como sinalizar para algoritmo do Instagram que você não gosta daquele conteúdo e não acha interessante — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

 

4. Use a versão web

O Instagram Web não exibe anúncios nem sugestões de desconhecidos no feed. Desta forma, você pode navegar à vontade pela rede social, visualizando apenas fotos e vídeos publicados pelos seus amigos, sem a interferência de publicidades ou sugestões de algoritmos intercalando os posts. Para acessar o Instagram Web, basta acessar o endereço "instagram.com" (sem aspas) diretamente no seu navegador e fazer login com a sua conta.

 

5. Saia do Instagram

Caso nenhuma das alternativas anteriores torne a utilização do Instagram satisfatória, talvez seja o momento de dar um tempo do aplicativo e explorar conteúdos interessantes em outras redes sociais, ou até mesmo fora delas.

 

 

 

 

 

Por - TechTudo

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