Ocultar arquivos e informações pessoais no celular são ações úteis para ter mais privacidade, e que podem ser feitas por meio de recursos nativos ou aplicativos para Android e iPhone (iOS).
Dessa forma, mesmo que terceiros tenham acesso ao seu smartphone, dados e documentos sigilosos ficarão inacessíveis se não houver consentimento, pois estarão protegidos por senha, ou ainda escondidos. Por isso, confira, a seguir, cinco funcionalidades que podem deixar documentos, mídias e informações armazenados com mais segurança no telefone.
1. Esconda fotos e vídeos da galeria do celular
Algumas fotos e vídeos podem apresentar conteúdo sigiloso, mas, em algumas situações, excluir esses arquivos simplesmente não é uma alternativa. Por isso, escondê-los em pastas ocultas pode ser uma boa opção, já que, mesmo que outra pessoa tenha acesso ao aparelho, apenas o dono conseguirá visualizá-los.
No Android, essa ação pode ser feita no Google Fotos, por meio da função “Pasta trancada”. Para usá-la, abra o app e toque em “Biblioteca” > “Gerenciamento” > “Pasta trancada”. A mesma senha utilizada na tela de bloqueio será solicitada para abrir a pasta. Insira-a e, depois, toque em “Mover” para transferir os arquivos desejados para ela.
No iPhone, o processo pode ser feito no aplicativo “Fotos”. Para isso, basta tocar na imagem ou vídeo que deseja ocultar e, em seguida, ir até “Compartilhar” > “Ocultar” > “Ocultar foto” ou “Ocultar vídeo”. Outra opção é o aplicativo Keep Safe, disponível tanto para Android quanto para iPhone (iOS). Com ele, é possível salvar conteúdos em pastas protegidas com senhas e até fotografar possíveis invasores.
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Google Fotos tem pasta que oculta fotos e vídeos — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes
2. Remova app da Tela de Início
Ocultar aplicativos para evitar que outras pessoas os vejam pode ser útil para ter mais privacidade e segurança. No Android, isso é possível através do Hidder App. A plataforma exclui o aplicativo que o usuário deseja ocultar da tela inicial e o mantém escondido dentro do próprio Hidder App. Para usá-lo, basta fazer o download, abrir o serviço e, então, tocar em “(+)”. Aí, é só selecionar o app que deseja esconder e pressionar “Importar”.
Já no iPhone, isso pode ser feito de forma nativa a partir da tela inicial. Basta tocar e pressionar o app que deseja ocultar e, em seguida, apertar em “Remover aplicativo” > “Remover da tela inicial”. Dessa forma, o serviço será ocultado, mas ainda estará disponível na biblioteca de aplicativos, ao deslizar para a esquerda até a última tela.
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App Hidder App oculta aplicativos da tela inicial — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes
3. Ocultar conteúdo de notificações de apps
Esconder o conteúdo das notificações evita que o que foi recebido em aplicativos seja exibido na tela de bloqueio. O recuso impede, por exemplo, que alguém consiga ler mensagens do WhatsApp ao ligar a tela do celular. Dessa forma, quando uma plataforma te notifica, o alerta apenas exibe o ícone do app, mas não o conteúdo.
Para ativar a função no Android, vá em “Configurações” > “Tela de bloqueio” > “Notificações” > “Só ícone”. No iPhone, a função pode ser obtida ao ir em “Ajustes” > “Notificações” > “Estilo de notificação”. Então, escolha o app desejado e selecione “Mostrar visualizações” como “Nunca”.
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Esconder o conteúdo das notificações na tela de bloqueio ajuda a ter mais privacidade — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes
4. Tranque as Notas do celular
As notas do celular podem conter conteúdos e arquivos que o usuário quer manter privado. Por isso, adicionar uma senha de acesso pode ser um procedimento útil. No Android, o app ColorNote permite usar esse recurso. Para isso, basta selecionar um arquivo, pressioná-lo por alguns segundos e, então, apertar nas três bolinhas verticais. Feito isso, toque em “Proteger” e insira uma senha.
Já no iPhone, o recurso pode ser usado no app nativo do sistema. Para ativá-lo, abra “Ajustes” > “Notas” > “Senha”. Selecione a conta que deseja configurar e, em seguida, insira o código. Depois, é possível escolher se deseja bloquear o app por senha alfanumérica, Face ID ou Touch ID.
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Guarde notas com senhas e proteja dados — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes
5. Use o navegador em modo anônimo/privado
Usar o modo de navegação privado impede que o histórico de sites e buscas fiquem salvos no celular. Assim, ao ativá-lo, outras pessoas não poderão ver as páginas visitadas ou as pesquisas feitas. Por isso, para usar o modo anônimo no Chrome, basta abrir o app e tocar nas três bolinhas, localizadas na parte superior da tela. Em seguida, pressione “Nova guia anônima”.
Já no Safari, o recurso pode ser habilitado ao pressionar o botão “Tabs”, no canto inferior direito. Em seguida, aperte “Start page” > “Privado” > “(+)”.
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Use o modo de navegação anônima se deseja que seu histórico não fique visível — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes
Por - Agência Brasil
Milhares de pessoas jogaram tomates uns nos outros nesta quarta-feira (31), quando a famosa luta de tomate de rua "Tomatina" da Espanha ocorreu após uma suspensão de dois anos por causa da pandemia da Covid-19.
Caminhões levaram 130 toneladas de tomates que passaram do ponto para os participantes usarem na “batalha”, deixando a rua principal da cidade de Buñol encharcada de polpa vermelha.
Segundo os organizadores, até 20.000 pessoas participaram do festival que cobrou um ingresso de 12 euros (aproximadamente R$ 60). As ruas da cidade ficaram fechadas e os foliões tinham direito a uma hora de batalha de tomate e um banho de mangueira no final.
A atenção da mídia na década de 1980 transformou-o em um evento internacional, atraindo participantes de todos os cantos do mundo.
Autoridades locais disseram que esperavam menos visitantes estrangeiros este ano, principalmente devido aos temores contínuos sobre a Covid-19 nos países asiáticos.
Os participantes usam óculos de natação para proteger os olhos enquanto suas roupas, tipicamente camisetas e shorts, ficam cobertas de polpa.
Além de ser a primeira batalha desde antes da pandemia começar em 2020 na Espanha, a celebração deste ano teve o incentivo adicional de ser o 75º aniversário do evento e 20 anos desde que o festival foi declarado pela Espanha como uma atração turística internacional. Ele é tradicionalmente realizado na última quarta-feira do mês de agosto.
Por - G1
Organizar o álbum da Copa 2022 é possível por meio do aplicativo "Figurinhas Copa Qatar 2022", disponível para celulares Android.
Através da plataforma, usuários podem registrar os adesivos que já possuem, checar um gráfico para ver quantos faltam e até fazer arrumações por ordem alfabética. Além disso, também é possível criar listas com itens repetidos ou faltantes e compartilhar com amigos para fazer trocas. Confira, a seguir, tudo sobre o app de "álbum virtual" e como utilizar os recursos que ele oferece.
Como organizar figurinhas com o app “Figurinhas Copa QATAR 2022”
Passo 1. Abra o aplicativo “Figurinhas Copa QATAR 2022”. Na página inicial, é possível visualizar diferentes grupos de figurinhas, como “Estádios”, “Museu da FIFA”, países do “Grupo A”, “Grupo B” e assim sucessivamente. Para fazer o registro de uma figurinha que já possui, é necessário localizá-la entre os agrupamentos, tocar sobre ela e, então, selecionar o botão “Adicionar”;
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Para registrar uma nova figurinha dentro do app “Figurinhas Copa QATAR 2022”, basta localizá-la, clicar sobre ela selecionar o botão “Adicionar” — Foto: Reprodução/Mariana Tralback
Passo 2. As figurinhas registradas passarão a ter a cor cinza, enquanto as faltantes seguirão na cor amarela. Na seção ao lado, representada pelo ícone de gráfico, é possível ter mais controle sobre a coleção a partir de um percentual - ou seja, o usuário pode visualizar quantas figurinhas estão disponíveis e quantas ele já possui;
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Gráfico do app mostra total de figurinhas disponíveis e quantas delas o usuário já tem — Foto: Reprodução/Mariana Tralback
Passo 3. Na seção de configurações, localizada na parte superior direta da tela, estão disponíveis ferramentas para otimizar o uso do app. O usuário pode ativar a opção de ocultar as figurinhas que já possui, registrar figurinhas com um toque (sem precisar fazer a confirmação na caixa de diálogo) e até organizá-las em ordem alfabética. Também existe a opção “Excluir todas as figurinhas”, que zera o “álbum” virtual, e há a possibilidade de compartilhar listas de itens faltantes ou repetidos. Para isso, basta tocar “Compartilhar” e selecionar um contato ou rede social.
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Aplicativo permite que usuários compartilhem com seus contatos uma lista com figurinhas faltantes ou repetidas, com o objetivo de trocá-las — Foto: Reprodução/Mariana Tralback
Por - TechTudo
Na década passada, antes da pandemia, o Brasil atraiu a atenção do mundo como palco de competições mundiais como Copa do Mundo, Olimpíadas e Paraolimpíadas. Agora, um novo tipo de evento esportivo aquece a retomada: os campeonatos presenciais de eSports.
A chegada do 5G, a nova geração de internet móvel, há pouco mais de um mês, aumenta o otimismo do setor de jogos eletrônicos no país e reforça a vocação brasileira para transformar experiências virtuais em grandes celebrações reais.
Em 2021, a indústria de games faturou mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões) no país, alta de 14,5% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da consultoria especializada NewZoo. A expectativa do setor, com o 5G chegando em quase todas as capitais até outubro, é de um avanço ainda maior neste ano.
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Maior parte dos participantes ainda é do sexo masculino. — Foto: Infoglobo
Pesquisa recente da International Data Corporation (IDC) projeta que o setor como um todo alcance US$ 2,2 bilhões em faturamento até o fim de 2022, impulsionado pela internet móvel de altíssima velocidade e baixa latência (demora entre o envio e o recebimento de uma informação) e o aumento das competições virtuais e presenciais no país, que atraem grandes audiências nas arenas e on-line e movimentam serviços, turismo e patrocínios com orçamentos milionários.
5G promete revolução
Luciano Saboia, gerente de Pesquisa e Consultoria de Telecomunicações da IDC Brasil, diz que o 5G deve revolucionar a maneira como os usuários e competidores usam consoles tradicionais como Playstation e Xbox. Na visão do especialista, os dispositivos móveis vão ganhar mais espaço nos grandes campeonatos on-line:
— Aqueles que acompanham e comentam vídeo streaming, que é a transmissão (das partidas), vão ser potencializados pelo 5G. Na era do 3G ou 4G, tanto para quem transmite quanto para quem assiste, era inviável fazer isso sem interferências ou perda de sinal de internet. Isso deve demorar um pouco.
O potencial tecnológico e o espaço disponível em arenas estão fazendo do Brasil o mais novo polo de competições de eSports no mundo, apontam os agentes do setor. Já existe um calendário consolidado, que só cresce.
No ano passado, a final do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL), da Riot Games, a principal competição do jogo eletrônico no país, teve como cenários o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, no Rio, atraindo milhares de jogadores e aficionados para a cidade.
Modelos da Samsung, Apple, Motorola, Xiaomi e Realme já tem a frequência de 3,5 GHz que suporta a 5G
A Wild Tour Brasil, um circuito esportivo do jogo Wild Rift (versão mobile do League of Legends), por exemplo, reuniu cerca de 5 mil pessoas em Belo Horizonte, em abril deste ano.
Em junho, o Chance Qualifier de Valorant, um jogo de tiro do gênero FPS (first person shooting), teve parte de sua primeira edição internacional realizada em São Paulo, mas ainda sem público presencial por causa das restrições da Covid-19.
Outro evento estreante promete ser ainda maior, a final do campeonato de Counter Strike: Global Offensivemar (CS:GO), um game de tiro. Está marcada para novembro na Jeunesse Arena, no Rio.
Os ingressos estão esgotados e a estimativa é de 52 mil pessoas divididas entre os quatro dias do evento. Um mês antes, no mesmo lugar, 24 equipes devem buscar o título mundial do Intel Extreme Masters (IEM CS GO Major League), com premiação de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões).
Mascote anima plateia da segunda etapa do CBLOL 2022: campeonatos de games atraem milhares de pessoas — Foto: Divulgação/Cesar Galeão
Carlos Antunes, líder de eSports da Riot Games no Brasil, uma das principais desenvolvedoras de jogos do mundo, diz que o mercado brasileiro de esportes eletrônicos tem se dividido em duas camadas: eventos (envolvendo público consumidor, criação de conteúdo e patrocínios) e campeonatos com grandes embates de equipes que atraem turistas, público pagante, empresas terceirizadas e ainda mobilizam a economia das cidades que sediam.
Para ele, o país tem vocação para desenvolver essa nova indústria de entretenimento.
— O Brasil está lotado de arenas, com grandes espaços e uma logística de organização de eventos muito bem definida, como a do Rock in Rio e do carnaval — diz o empresário, destacando que Rio e São Paulo, que recebem a maior parte dos torneios de eSports, também concentram a maior parte do público consumidor de games.
Um levantamento do Atacado dos Jogos, empresa com mais de 20 anos de experiência no comércio de games, mostra que a Região Sudeste é a mais engajada no comércio eletrônico de games. São Paulo é o estado que mais compra jogos on-line, com 60% das vendas, seguido por Rio (30%).
As demais regiões do país respondem por apenas 10% desse mercado.
Chegada do 5G é vista como mais um impulsionador para segmento. — Foto: Divulgação
Até 2019, um evento de jogos eletrônicos de grande porte custava entre R$ 5 milhões e R$ 7 milhões. Agora, no atual contexto inflacionário, a retomada tem vindo com orçamentos de 10% a 15% mais caros, estima Antunes:
— Precisamos de, pelo menos, 200 pessoas envolvidas nos eventos, entre transmissão, palco, atendentes, apresentadores e materiais eletrônicos. No setor de logística, são cerca de cem funcionários de empresas terceirizadas.
Maioria masculina
André Abreu tem apenas 18 anos, mas já é um jogador profissional de Counter-Strike. O jovem atleta competiu pelo time da Fúria em países como EUA, Polônia, Suécia, México, Alemanha, Romênia, Bélgica e Sérvia. Neste ano, jogará o IEM CS GO Major League no Brasil, o que dará um sabor especial: o público.
— O campeonato mundial aqui é bom para criar laços com a torcida brasileira, que é enorme. A expectativa é fazer um espetáculo bonito para quem torce por nós — diz o ciberatleta.
Entre os jogadores, a grande maioria é masculina. Mas os games também crescem entre o público feminino. Izaa, como é conhecida a capitã do time feminino de CS da Fúria, conta que, neste ano, dois campeonatos femininos vão ocorrer no país.
O Brasil Game Show (BGS), em outubro, será em formato presencial. Também está previsto o CS Masters, de 31 de outubro a 13 de novembro.
— O cenário gamer cresceu muito, em relação a times, salário. Infelizmente a disparidade de gênero ainda é muito grande, mas está melhorando aos poucos. Vamos jogar um torneio na Espanha que terá a mesma premiação para homens e mulheres — comemora, ansiosa para os próximos campeonatos.
Por - O Globo
Celulares com sistema Android, embora estejam entre os mais populares do Brasil - compõem 90% dos smartphones no país, segundo relatório lançado em 2020 pela Google em parceria com a empresa de consultoria Bain & Company -, são rodeados por diversos mitos sobre seu funcionamento há anos.
As ideias de que seria inferior ao iOS, sistema operacional do iPhone, ou ainda de que conta com pouca segurança e é difícil de usar, são alguns exemplos disso. Na lista a seguir, relembre cinco "mentiras" sobre celulares com sistema Android que todo mundo já se cansou de ouvir.
1. É pouco seguro
É comum ouvir que os celulares com Android são menos seguros do que outros smartphones. Essa percepção foi difundida principalmente porque o sistema da Google dá mais liberdade aos usuários - como ao manter código aberto e permitir instalar APKs -, enquanto a Apple mantém o iOS fechado. Porém, embora exista o risco de acontecerem infecções, o perigo não é tão comum como se imagina – basta que o usuário tenha atenção e tome precauções.
Uma delas é ativar o Google Play Protect, recurso de segurança da Play Store. A ferramenta verifica os apps antes da instalação e garante que eles estejam livres de infecções. Para isso, basta acessar a loja de apps e tocar na foto de perfil, no lado superior direito da tela. Em seguida, vá em “Play Protect” e selecione o ícone de engrenagem para ativar as opções “Verificar apps com o Play Protect” e “Melhorar a detenção de apps nocivos”.
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Google Play Protect garante maior proteção na instalação dos aplicativos disponíveis na Play Store — Foto: Reprodução/Mariana Tralback
Outra medida importante é analisar as avaliações dos aplicativos, já que, embora a Play Store conte com bastante segurança, ainda assim podem existir plataformas maliciosas. Por isso, checar o feedback oferecido por outros usuários pode ser interessante para decidir baixar um app ou não. Vale ressaltar, contudo, que a maioria dos malwares não vêm da plataforma oficial do Google, mas sim de serviços instalados por sites aleatórios. Nesse sentido, se você faz seus downloads apenas pela Google Play Store, as chances de contrair vírus no celular são baixas.
Além dessas ações, é possível, ainda, manter um antivírus ativado e realizar varreduras constantes. Também é válido evitar abrir links suspeitos. Desse modo, ao tomar os devidos cuidados, o sistema é tão seguro quanto qualquer outro.
2. É difícil de usar
O Android é um sistema de código aberto - ou seja, usuários têm mais possibilidades para editá-lo e customizá-lo como quiserem. Isso, porém, pode fazer parecer que, para usar um smartphone com esse sistema, é necessário primeiramente entender de programação - o que não é verdade, já que, caso queira, você pode manter todo o sistema de acordo com seu funcionamento de fábrica.
Um ponto verdadeiro, porém, é que o Android costuma variar conforme a fabricante do celular. Assim, um smartphone da Samsung terá interface diferente de um da Motorola, por exemplo, o que pode de fato parecer complicado, à primeira vista, no caso de troca de aparelho. Porém, em linhas gerais, o sistema é tão intuitivo quanto o da Apple para ações cotidianas - como aumentar o brilho da tela e acessar as configurações. No mais, basta usar o smartphone com recorrência para, então, se adaptar.
3. Os apps são piores
A ideia de que os aplicativos rodam pior nos celulares com Android também é equivocada, especialmente porque a usabilidade dos serviços, na verdade, depende de várias questões. Primeiramente, o modelo de celular escolhido pode afetar a instalação de apps, já que algumas plataformas podem estar disponíveis apenas para determinados fabricantes. Outro fator determinante é a versão do sistema operacional - que, quando defasada, pode interferir no funcionamento.
Uma verdade aqui é de que, no caso do iPhone, porque há menos modelos disponíveis, os desenvolvedores conseguem fazer aplicativos mais otimizados ao sistema operacional da Apple. Mas, no final, a maneira como apps funcionarão vai depender muito mais do modelo do seu celular e da versão do Android presente nele do que de qualquer outra coisa.
Porém, embora existam diferenças relacionadas a aplicativos entre um modelo e outro, vale ressaltar que a maioria das plataformas está disponível otimizada para todos os celulares Android através da Play Store - principalmente os apps mais utilizados, como Instagram, WhatsApp, Facebook e Twitter.
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Aplicativos disponíveis na Google Play Store — Foto: Reprodução/Mariana Tralbak
4. O sistema é feio
Outro mito bastante comum sobre celulares com sistema Android é que a sua interface é feia. Essa concepção é equivocada porque, hoje em dia, usuários podem customizar o smartphone da forma como quiserem, principalmente após o Android 12. Isso porque não apenas o sistema é aberto, permitindo utilizar diferentes launchers, mas também graças ao Material You, recurso de interface exclusivo lançado em 2021.
Entre as funcionalidades disponíveis no Material You estão alterações no formato de layout, tipo de fonte, tamanhos de exibição, cores e até formatos dos ícones. Assim, o Android não é “feio” – a realidade é que a aparência do smartphone dependerá do gosto pessoal de cada pessoa, o que pode gerar diferentes interpretações. Já no iOS, o visual segue o padrão definido pela Apple, que não mudou muito ao longo dos anos e ainda não permite muitas customizações (pelo menos não enquanto o iOS 16 não é lançado).
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Dispositivos Android contam com variadas opções de personalização — Foto: Reprodução/Mariana Tralback
5. É igual em todo celular
A afirmação de que o Android é “igual em todo celular” é outro equívoco bastante comum. Isso porque, no caso desses aparelhos, os fabricantes de smartphones primeiro obtêm a base do sistema da Google e, então, fazem a personalização da forma que preferem. Por essa razão, um telefone da marca Samsung não terá a mesma aparência que um Motorola, por exemplo.
As diferenças vão desde os apps pré-instalados até algumas funções de desempenho. Além disso, a regularidade de atualizações também variará de acordo com o fabricante - outro fator que impede que todos os dispositivos Android funcionem como um todo, diferentemente do que acontece com o iOS.
Por - TechTudo
oEmpresas de tecnologia do mundo todo já estão trabalhando para tornar a próxima geração de satélites compatível com a internet 5G e com dispositivos móveis.
Gigantes como Ericsson, Thales, Qualcomm, T-Mobile e até mesmo SpaceX – do bilionário Elon Musk – têm demonstrado interesse em pesquisar formas de habilitar a conexão 5G, que utilizaria satélites LEO (Low Earth Orbit ou baixa órbita terrestre, em tradução livre) para ajudar no funcionamento de celulares, carros, semáforos inteligentes e equipamentos que usam IoT (Internet das Coisas) em áreas remotas e rurais.
Caso a ideia dê certo, os satélites LEO seriam fundamentais na extensão das redes 5G, tornando constante o sinal de internet, mesmo que o usuário esteja no meio do oceano, por exemplo. Em tese, a conexão não cessaria ainda que o consumidor mudasse de país durante uma viagem ou, em casos de desastres naturais, que poderiam comprometer a infraestrutura 5G terrestre, mas não afetariam os sinais vindos do espaço - que acabaria funcionando como uma espécie de backup da estrutura.
O que é a internet 5G espacial
A internet 5G espacial nada mais é do que a rede de quinta geração distribuída ao consumidor via satélite. Uma das formas disso acontecer seria montar um cinturão de satélites que consiga distribuir a internet globalmente, como o projeto Starlink, de Elon Musk tem se proposto a fazer.
A dificuldade das big techs estaria em estabilizar o sinal, já que os softwares e os hardwares atuais ainda não conseguem identificar que o sinal está vindo de um satélite e não de uma antena fixa e esses dispositivos se movem em alta velocidade - dificultando a estabilidade da conexão.
Hakan Djuphammar, chefe de projetos especiais na área de tecnologia da Ericsson, afirmou recentemente que testes para assegurar a viabilidade da ideia devem acontecer até 2023. Afinal, assim como os satélites 5G precisam estar na órbita terrestre, também precisam existir aparelhos compatíveis.
Rumores apontam que as próximas gerações de iPhone poderiam ter os componentes necessários para fazer chamadas via satélite, mas a tecnologia que daria início a esta opção ainda deve demorar para chegar.
Como funcionará a internet vinda do espaço
Atualmente, a maioria dos satélites de comunicação tradicionais está ao redor do nosso planeta há mais de 50 anos. Chamados de geoestacionários (GEO), esses equipamentos pesam mais de uma tonelada e operam a 36 mil quilômetros acima da Terra. Essa tecnologia permite que as antenas terrestres apontem diretamente para o satélite que precisam, em uma posição fixa, permitindo um envio rápido de dados.
Os novos aparelhos, equipados com a tecnologia para a transmissão 5G, seriam versões menores e mais próximas da superfície terrestre. Os satélites LEO operariam entre 500 e 2 mil quilômetros acima da superfície do planeta. Eles também possuem, pelo menos, 500 quilos a menos que seus primos mais velhos.
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Starlink — Foto: Reprodução/The Verge
A órbita baixa permitiria uma latência menor, pois o satélite estaria mais bem posicionado para receber e transmitir os dados. Ao contrário dos satélites GEO, que conseguem cobrir uma área maior devido à distância, sem precisar de outros companheiros, os satélites LEO precisam transmitir continuamente sinais de comunicação e tráfego, formando uma constelação de equipamentos para atingir uma área geográfica predefinida.
Velocidade e disponibilidade
A intenção da nova corrida espacial é popularizar a velocidade da internet 5G, que pode chegar a ser 50 vezes mais rápida do que o 4G. Uma recente parceria entre Elon Musk, da SpaceX, e Mike Sievert, da operadora americana T-Mobile, prometeu eliminar as chamadas zonas mortas – que não têm nenhum sinal de internet – do mundo. Nestas localidades, a conexão seria entre 2 Mb/s e 5 Mb/s, equivalente à alcançada pela tecnologia Edge, que remonta a passagem do 2G para o 3G. Seria lento, mas também seria melhor do que nada.
O satélite responsável pela cobertura é batizado de Starlink V2 e seu lançamento acontecerá em algum momento de 2023. Em fevereiro desse ano, a SpaceX lançou o quinto lote de 60 satélites da Starlink, colocando cerca de 300 satélites em órbita. A meta de Musk é atingir, a longo prazo, 30 mil dispositivos no espaço.
Vale ressaltar que o bilionário não está sozinho nessa. Recentemente, a Amazon pediu à Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos que libere uma concessão rápida para operar um sistema composto por 3.236 satélites.
A empresa se uniu à operadora Verizon, principal rival da parceira de Musk, também com intenção de fornecer serviço de banda larga de alta taxa de transferência e baixa latência para milhões de clientes. A empresa de Jeff Bezos ainda não colocou nenhum satélite em órbita.
Por - TechTudo




















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