A maioria das pessoas que não se expõe tempo suficiente a luz solar pode perceber os efeitos na saúde.
Um deles é a queda da quantidade de vitamina D no organismo. Essa redução pode ter efeitos no corpo e causar desde problemas nos ossos e no cabelo, até alterações de humor e fadiga diurna.
As mudanças acontecem pois o composto auxilia na regulação dos níveis de fosfato e cálcio no organismo, o que contribui para a saúde dos ossos, dentes e músculos, por exemplo. Além disso, a vitamina auxilia no sistema imunológico. Por isso, a redução ou deficiência em seus níveis causam uma série de efeitos e mudanças no corpo.
Fadiga muscular
Um estudo publicado na National Library of Medicine investigou a relação entre fadiga muscular e a vitamina D. Após acompanhar um senhor de 61 anos por mais de três anos, eles concluíram que a fadiga relatada era causada pelos baixos níveis do nutriente no organismo.
Nesse tempo os pesquisadores excluíram outras possibilidades, como depressão, apneia do sono e narcolepsia, que não eram evidentes.
Perda de cabelo
A vitamina D e a queratina — proteína que constrói cabelos unhas e pele — apresentam uma ligação. Isso porque essa vitamina é metaboliza pelos queratinócitos na pele, que por sua vez são responsáveis pela produção da queratina.
Quando há uma deficiência de vitamina, os queratinócitos nos folículos capilares lutam para regular o crescimento do cabelo e começam a cair.
Mudanças de humor
Especialistas afirmam que a redução de vitamina D no organismo podem prejudicar a a função cognitiva do cérebro. Além disso, estudos já apontaram que a deficiência do nutriente tem relação com a depressão e outros transtornos mentais.
Mas todos esses sintomas podem ser atenuados através de uma dieta rica em vitamina D. Ela é encontrada em um pequeno número de alimentos, como peixes oleosos, carne vermelha e gema de ovo.Na maioria das vezes apenas uma dieta adequada não é a solução, é preciso recorrer a suplementação da vitamina alinhada à alimentação saudável e equilibrada.
Por - Extra
O WhatsApp está aos poucos liberando para toda a base de usuários o recurso para esconder o status "online" de contatos no mensageiro.
A função, disponível no app para Android e iPhone (iOS), permite que usuários removam a informação que aparece logo abaixo de seus nomes e, assim, acessem a plataforma de maneira "invisível". A novidade ainda não está disponível para todos, mas vem sendo liberado aos poucos desde agosto. Na lista a seguir, confira como funciona essa função, para que pode ser útil e como ativá-lo.
1. Para que serve a opção de tirar o online? Ela já está disponível para todos?
A função para tirar o online do WhatsApp permite que o usuário escolha se seus contatos podem ou não saber quando ele estiver utilizando o mensageiro. Assim, é possível acessar o app de forma "invisível", mantendo mais privacidade.
A novidade foi flagrada pela primeira vez em julho, quando o site especializado WaBetaInfo divulgou detalhes de como a ferramenta deveria funcionar. A Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, informou que o recurso ficaria disponível globalmente em agosto. No entanto, a função de utilizar o mensageiro sem chamar a atenção de outros usuários vem sendo liberado aos poucos. Para conferir se a função está disponível para você, é necessário antes de tudo atualizar o app.
2. Dá para ver ainda quem está online?
Usuários que optarem por esconder o “online” no aplicativo não terão mais acesso ao status dos outros contatos na plataforma. Assim, se você tirar o “online” e o “ Visto Por Último” do WhatsApp, não poderá mais ver quando seus contatos estiverem usando o mensageiro. Nesse sentido, a função é similar ao recurso de confirmação de leitura, que também remove os tiques azuis dos remetentes da mensagem caso o destinatário desative a ferramenta.
3. O app avisa meus contatos se eu desativar o online?
O WhatsApp não notificará os contatos da agenda caso o usuário opte por remover o status "online" do aplicativo. A pessoa só saberá que o contato preferiu esconder o "online" se observar que essa informação não aparece mais abaixo de seu nome quando o chat do mensageiro estiver aberto.
4. Como tirar o online do WhatsApp?
É possível tirar o online do WhatsApp no aplicativo para Android, iPhone (iOS) e na versão web do mensageiro. Para desativar a função no Android, abra o app e toque sobre o ícone de reticências localizado no canto superior da tela. Em seguida, toque sobre a aba "Configurações", vá em "Conta" e, por último, em "Privacidade". Por lá, toque em "Visto por último e online" e selecione "Ninguém" na seção "Quem pode ver meu 'visto por último'". Logo abaixo, em "Quem pode ver quando estou online", selecione a opção "Mesmo que 'visto por último'".
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Remova o 'online' no aplicativo do WhatsApp para obter mais privacidade no app — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes
No iPhone (iOS), o procedimento é bem semelhante e, para remover o 'online' é necessário acessar as configurações do aplicativo e tocar sobre "Conta". Depois, toque sobre a aba "Privacidade" e , depois, em "Visto por último e online". Na tela seguinte, marque a opção "Ninguém" em "Quem pode ver meu 'visto por último'" e, na sequência, selecione "Mesmo que o 'visto por último'".
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Saiba como tirar o online do WhatsApp no iPhone — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
O recurso ainda não foi liberado para todos no WhatsApp Web. No entanto, ao que tudo indica, também deve ficar disponível na aba "Privacidade". Para acessá-la, abra a versão web do mensageiro no computador e toque sobre o ícone de reticências, localizado ao lado de sua foto. Em seguida, pressione "Configurações", acesse a aba "Privacidade" e vá na opção "Visto por último" para alterar quem poderá visualizar a última vez que você ficou online na plataforma.
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Acesse as configurações do WhatsApp Web para alterar os ajustes de privacidade — Foto: Reprodução/Clara Fabro
Por - TechTudo
O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) disponibilizou, gratuitamente, na internet, uma publicação com dicas de segurança e orientações sobre o que fazer em caso de furto ou roubo de telefones celulares.

Lançado na última terça-feira (25), o fascículo Furto de Celular integra a Cartilha de Segurança para a Internet e orienta os usuários a configurar seus aparelhos de forma a dificultar o acesso de terceiros a dados sensíveis armazenados na memória do telefone, como senhas de acesso a bancos e redes sociais.
As recomendações vão do uso de senha para proteger o chip e da ativação da geolocalização à lembrança da importância de quem tem seu aparelho furtado, roubado ou extraviado solicitar à operadora telefônica que desative e bloqueie o telefone, além de fazer um boletim de ocorrência, notificar as instituições financeiras cujos aplicativos tenham sido instalados no aparelho.
Vinculado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o centro de estudos foi criado com a missão de realizar estudos e apresentar propostas que ampliem a segurança no uso de ferramentas tecnológicas de acesso à rede mundial de computadores. Além das cartilhas de orientação, o Nic.br também oferece, na internet, vídeos curtos com mais instruções sobre como reforçar a segurança e adotar boas práticas no ambiente digital.
Por - Agência Brasil
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O vídeo compartilhado no TikTok mostra a evolução da cicatrização 21 dias após a realização do procedimento estético. O antes e depois mostra uma pele lisa e sem rugas, em contraste com a aparência inicial envelhecida. No entanto, a sequência de imagens apresenta a grossa camada de pele machucada sendo removida do rosto da mulher.
O peeling de fenol não é um procedimento tão novo. No entanto, tem repercutido recentemente por conta do período de recuperação e resultado. O fenol é um produto mais agressivo e provoca uma profunda escamação no rosto. Em entrevista ao GLOBO em julho, o dermatologista Abdo Salomão Jr., da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), afirmou que o tratamento só pode ser realizado em hospitais por apresentar diversos riscos à saúde.
— É uma queimadura programada, em que você remove toda a epiderme e uma parte da derme. Os resultados são brilhantes, mas é um procedimento que está em desuso. Ele é muito sofrido, há riscos altos para cicatrizes e manchas, a pessoas permanece de dois a três meses com o rosto vermelho, um mês sem sair de casa e uma semana sem nem abrir os olhos. Então, a despeito dos resultados, praticamente não se faz mais, e a procura é muito baixa — explica Salomão Jr.
O nome peeling vem do inglês “descamar”, que é basicamente o que a técnica faz com a pele para estimular a sua renovação. Para isso, podem ser utilizados procedimentos chamados de físicos, quando ocorre a esfoliação da camada mais superficial da pele, ou químico, quando são utilizadas substâncias como ácidos para promover o resultado, como no peeling de fenol.
"Reduz a aparência de rugas e linhas de expressão, clareia manchas, como sardas e melasma, reduz a oleosidade e os poros dilatados, uniformiza tom de pele, aumenta o viço e a maciez, clareia olheiras", aponta o site da clínica responsável pelo procedimento sobre os possíveis resultados do peeling de fenol profundo.
O peeling deve ser feito preferencialmente no inverno, pois o frio evita a dilatação dos vasos, o que faz com que o rosto fique menos inchado durante a recuperação, além de evitar queimaduras e o surgimento de manchas devido ao sol.
Em um outro vídeo compartilhado na rede social da clínica, o médico responsável pelo procedimento questiona a paciente se ela sentiu dor durante ou após o tratamento. Ela, afirma que não sentiu dor e nem tomou remédio para evitar dores.
Por - O Globo
Para o bem-estar físico e emocional, nossa saúde mental merece atenção diariamente.
Estresse, ansiedade, problemas de saúde, trabalho, relacionamento, escola, agenda, família – sempre há algo na nossa vida que pode nos desequilibrar e causar danos. Por isso, você precisa aprender maneiras de gerenciar essa situação.
Autoconhecimento, alimentação equilibrada, cuidar do sono, enfim, toda uma rotina de hábitos saudáveis auxilia de maneira positiva a enfrentar essas situações. As infusões de ervas também fazem parte desta lista! Muitas delas podem reduzir fisiologicamente o estresse ao nível celular.
O chá é uma maneira simples e fácil de introduzir um novo hábito saudável no seu dia a dia, com benefícios calmantes e relaxantes, além de melhora na qualidade do sono, na digestão de alimentos e emoções. Mas quais ervas escolher? Abaixo, fiz uma seleção a partir do conhecimento ancestral do Ayurveda, com opções fáceis de encontrar e deliciosas!
Camomila
Extremamente digestiva e relaxante, a camomila tem efeito sedativo devido a um flavonoide conhecido como apigenina, que se liga a receptores no cérebro e atua como um calmante suave, auxiliando também na promoção de um sono de qualidade. Anti-inflamatória, também funciona como tônico para nossa pele.
Hortelã-pimenta
Relaxante muscular, auxilia a regular a digestão e a minimizar desconforto abdominal. Benéfica para o sono e refrescante para os nossos sentidos.
Rosas
Só de ver uma rosa bonita já vem uma calma, não é? Aproveite os seus benefícios refrescantes, calmantes, antimicrobianos e anti-inflamatórios. Ela também é um laxante suave e relaxa a mente, além de ser afrodisíaca.
Passiflora
Poderoso calmante que ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade. Auxilia no sono e restaura nossos sentidos. Use não só as folhas, mas também o próprio suco do maracujá no preparo das suas infusões.
Lavanda
Se há um perfume que vem à mente quando pensamos em relaxamento, sem dúvida, é a lavanda. É uma erva calmante, digestiva, afrodisíaca e diurética.
Dicas de preparo
Para preparar a sua bebida use 1 colher de chá da erva seca para 250 ml de água. Ferva a água, espere dois minutos, acrescente a erva e deixe em infusão em panela tampada de 4 a 5 minutos. Se o sabor dessas ervas for muito forte para você, adoce com mel cru ou reduza a quantidade de erva para uma xícara de chá.
Você ainda pode combinar os ingredientes, por exemplo, lavanda e camomila. Fica uma delícia! Não se esqueça que a quantidade para 1 xícara é sempre 1 colher de chá, portanto, ao combinar essas duas ervas você vai usar ½ colher de chá de camomila e ½ colher de chá de lavanda para 250 ml de água.
Lembre-se que para desfrutar dos benefícios é necessário constância. Não deixe de introduzir os chás e infusões na sua rotina diária para maior bem-estar!
Por - Casa e Jardim
Uma pesquisa realizada na Universidade de Kyoto, no Japão, descobriu que os cães provavelmente nos julgam quando cometemos erros, mas apenas se forem fêmeas.
Os pesquisadores submeteram alguns cães a um experimento no qual os animais observavam uma pessoa 'competente', capaz de abrir um recipiente com comida, e outra 'incompetente', que não conseguia. Eles repararam que as cadelas olhavam significativamente por mais tempo e se aproximavam do humano que atingia o objetivo.
Segundo o principal autor do estudo, Hitomi Chijiiwa, os resultados mostram que os cães, especialmente as fêmeas, conseguem identificar a competência humana, o que pode influenciar no comportamento do animal, principalmente se houver alimentos envolvidos.
Esses julgamentos são conhecidos como “avaliações sociais” e pesquisas anteriores descobriram que outras espécies, como os macacos-prego, também as fazem.
Os cães se adaptaram à vida na sociedade humana através do processo evolutivo de domesticação e aprenderam a ler nossos comportamentos e a se comunicar conosco. Estudos anteriores já haviam mostrado que eles têm preferência por pessoas que são mais amigáveis ou generosas com a comida, mas isso não havia sido associado à competência.
Neste novo artigo, publicado na revista Behavioral Processes, os pesquisadores queriam entender se os cães conseguem avaliar socialmente os humanos com base em suas habilidades.
Como foi feito o estudo
No experimento, foram colocados 30 cães sentados na frente de dois atores, cada um com um recipiente com tampa. Um ator tentava abrir seu pote e era bem-sucedido em cerca de dois segundos. Então, o segundo tentava abrir o dele, mas não conseguia depois de cinco segundos.
Em seguida, eles repetiriam as ações com dois recipientes diferentes, um vazio e outro contendo um pedaço de comida. As interações dos cães foram filmadas e posteriormente analisadas.
Quando a pessoa competente tentou abrir um recipiente com o petisco, as cadelas olhavam para ela por mais tempo do que os machos e eram mais propensas a se aproximar do ator bem-sucedido. Isso sugere que elas podem reconhecer diferentes níveis de competência em humanos.
Outras diferenças entre os sexos já foram notadas antes em caninos, como a forma como as cadelas interagem mais com os humanos do que os machos. Os pesquisadores acreditam que suas descobertas sugerem que mais estudos devem ser realizados sobre as diferenças sexuais entre os cães.
“As descobertas atuais sugerem que pelo menos as cadelas podem avaliar as pessoas com base em sua competência em uma tarefa motora, uma habilidade que provavelmente será vantajosa não apenas em contextos de aprendizado social, mas também ao escolher parceiros em situações que exigem cooperação”, conclui o artigo.
Por - Casa e Jardim





















