Assaltantes fizeram a família da cantora e ex-BBB Naiara Azevedo de refém no distrito de Manfrinópolis, em Farol, cidade do interior do Paraná. Os criminosos invadiram a propriedade na manhã desta terça-feira (29/3) e renderam o pai e a irmã da cantora por aproximadamente três horas.
Por pouco, eles não encontraram também a própria Naiara, que estava na propriedade até segunda-feira (28).
A Polícia Militar da região informou à imprensa que dois indivíduos entraram armados na residência por volta das 5h45 da manhã, no momento em que a mãe da artista, Iraci Azevedo, se preparava para o trabalho. Na sequência, os assaltantes renderam o pai e irmã de Naiara, que ficaram sob a mira dos ladrões.
Os bandidos fugiram do imóvel levando vários objetos, como joias, calçados, bolsa, relógios e duas caminhonetes, em que estavam armazenados agrotóxicos para a lavoura da família.
Um dos objetos roubados continha um GPS, que a polícia rastreou, verificando que os criminosos fugiram para Guaíra, cidade na fronteira com o Paraguai, a 205 quilômetros de Farol.
"Eles ficaram por volta de 3 horas no lugar, um dos meliantes levou a caminhonete para o Paraguai. Não houve agressão, nenhum tipo de violência física, apenas psicológica e não efetuaram disparos", informou para a imprensa o Sargento Castro, responsável pela investigação.
Por - Terra
Levantamento da organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica revelou que somente 6,8% dos rios da Mata Atlântica do país apresentam água de boa qualidade. A pesquisa não identificou corpos d’água com qualidade ótima.
Mais de 20% dos pontos de rios analisados apresentam qualidade de água ruim ou péssima, ou seja, sem condições para usos na agricultura, na indústria ou para abastecimento humano, enquanto em 72,6% dos casos as amostras podem ser consideradas regulares.
Os dados constam da nova edição da pesquisa O Retrato da Qualidade da Água nas Bacias Hidrográficas da Mata Atlântica, realizada pelo programa Observando os Rios da SOS Mata Atlântica. A entidade avalia que o Brasil ainda está distante de atingir o ideal de água em quantidade e qualidade para os diversos usos. O levantamento é divulgado no Dia Mundial da Água, comemorado nesta terça-feira (22).
“Os resultados de 2021 nos mostram que a gente continua numa situação de alerta em relação à água, aos nossos rios, já que menos da metade da população brasileira tem acesso ao serviço de esgotamento sanitário. E os rios vão nos contar o que está acontecendo”, disse o coordenador do programa Observando os Rios, Gustavo Veronesi.
Ele explicou que o retrato da qualidade da água nas bacias da Mata Atlântica é um alerta para a condição ambiental da maioria dos rios nos estados do bioma. A inadequação da água para usos múltiplos e essenciais pode ser, segundo a entidade, consequência de fatores como a poluição, a degradação dos solos e das matas nativas, além das precárias condições de saneamento.
Veronesi acrescentou que as populações mais pobres são as mais afetadas pelas deficiências de estrutura de atendimento ao fundamental, que são água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos e manejo de águas de chuva, pilares do saneamento básico.
Os indicadores foram obtidos entre janeiro e dezembro de 2021 por 106 grupos voluntários de monitoramento da qualidade da água. Foram realizadas 615 análises em 146 pontos de coleta de 90 rios e corpos d’água de 65 municípios em 16 estados do bioma Mata Atlântica. Esses estados são Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
De acordo com a SOS Mata Atlântica, houve pouca alteração em relação aos resultados do período anterior de monitoramento, no ano passado, com alguns casos localizados. As análises comparativas dos anos de 2020 e 2021 consideram os indicadores aferidos em 116 pontos fixos de monitoramento. Em 2021, foram nove pontos com qualidade boa (em 2020 eram 12); 84 com qualidade regular (80 em 2020); 22, ruins (21 no ano anterior) e apenas uma péssima, enquanto em 2020 foram três.
Sobre o fato de não haver grandes avanços de um ano para outro, Veronesi ressaltou que o processo de recuperação é muito mais lento que a ocorrência da poluição. “Um serviço de saneamento é muito demorado para dar resultado, vide o projeto de despoluição do Rio Tietê, são 30 anos para a gente conseguir aferir melhoras em alguns pontos, em alguns rios das bacias do Alto e Médio Tietê".
"Sujar um rio é questão de segundos, é fácil. Agora limpar, despoluir, é muito mais demorado, porque depende do tempo de a natureza também se autodepurar e a gente parar também, a nossa natureza humana parar de sujar. O Rio não é sujo, quem suja somos nós. Somos os responsáveis pela sujeira e também pela limpeza, então é um esforço de toda a sociedade e, óbvio, o poder público tem papel central".
Como exemplo positivo, a entidade destacou o Lago do Ibirapuera, localizado na capital paulista, onde a água passou de regular para boa, com relatos de aparecimento de peixes em sua foz. Outra evolução ocorreu no Tietê, em Santana do Parnaíba, saída da Grande São Paulo, que sempre recebeu muita carga de esgoto e lixo da região metropolitana e sempre vinha com qualidade péssima ou ruim ao longo do tempo. No entanto, este ano melhorou para qualidade regular, o que significa, segundo Veronesi, que as obras de saneamento estão fazendo efeito.
Por outro lado, uma situação que chamou a atenção da entidade foi a piora na qualidade dos rios em Mato Grosso do Sul, na região de Bonito. “Quando a gente fala dessa localidade, as pessoas logo pensam nas águas cristalinas que existem lá, principalmente o Rio Bonito. Houve piora em todos os pontos de monitoramento daquele estado. Os quatro pontos em que a gente podia fazer comparação em relação ao período anterior tiveram piora na média da qualidade.”
Segundo ele, este resultado mostra que a qualidade da água pode ser relacionada ao desmatamento, “porque também o Atlas da Mata Atlântica vem notando que essa é uma região que sofre bastante com desmatamento ilegal - isso vem acontecendo - e, quando você muda, tira a floresta, que é um filtro para a água e muda o uso do solo, isso causa impacto. O rio nos conta tudo, nos diz o que está acontecendo em uma bacia hidrográfica”, disse.
Para Veronesi, uma das soluções passa por conter o desmatamento ilegal. “Isso é uma questão que deveria ser de primeira ordem, de primeira necessidade, até por questões de emergência climática, e a Mata Atlântica é um dos biomas mais importantes para a gente conter o aquecimento global”, disse. Ele citou a necessidade de políticas públicas mais efetivas relacionadas ao reflorestamento, à preservação das áreas de proteção permanente e à restrição do uso de agrotóxicos.
Por - Agência Brasilme
Além do RG, que muda até março do ano que vem com a identificação única pelo número do CPF, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) também sofrerá modificações.
Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) alterou o formato do documento, que a partir de 1º de junho deste ano passa a ser digital, disponível pelo aplicativo Carteira Nacional de Trânsito.
O modelo impresso, por enquanto, continua válido.
A transição para o novo padrão será obrigatória, no prazo definido apenas para aqueles que renovarem a CNH ou tirarem a primeira habilitação.
A ideia é alinhar o modelo do documento brasileiro com o padrão internacional, com dispositivos de segurança contra falsificações.
A nova CNH terá impressão com tinta especial, fluorescente, que brilha no escuro e itens visíveis apenas com luz ultravioleta e holograma na parte inferior.
A combinação de cores será de verde e amarelo e a assinatura logo abaixo da foto.
Numa linha inferior, haverá silhuetas de veículos, onde serão marcadas as categorias para as quais o motorista está habilitado.
E logo abaixo, uma área para informações sobre restrições médicas ou exercício de atividade remunerada.
O documento terá código P para habilitação provisória, de iniciantes; e D para a definitiva.
O que não muda: o QRCode e a validade do documento de 10 anos para motoristas abaixo de 50 anos; cinco para até 69 anos; e três para condutores de mais de 70 anos.
Feijão rajado, azuki, fradinho, preto, branco são variedades consumidas no Brasil e outras partes do mundo, com sabores diferentes
Arroz com feijão, feijoada e feijão tropeiro são apenas alguns dos pratos que mostram como o grão é uma das bases da culinária brasileira. A paixão pelo feijão também gera uma variedade de gostos em diferentes regiões do país. Entre os mais populares e conhecidos estão o feijão carioca, o feijão vermelho e o fradinho. Mas há outras variedades com cores e sabores diferentes. A Globo Rural preparou uma lista para você conhecer outras variedades consumidas no Brasil e em outros países.
Feijão Rajado
Parecido com o carioca, o feijão rajado contém grãos mais graúdos, cor levemente rosada, pintinhas de cor escura e um sabor levemente adocicado. Ele cozinha rapidamente e é rico em minerais e vitamina B1, podendo ser adaptado em diversas receitas. O Ibrafe destaca que o consumo ideal é em pratos com carne e massas. O feijão rajado faz parte do grupo de alimentos chamados “pulses”, um grupo de 12 leguminosas secas. O Brasil tem como principal exportador de feijão rajado a Índia.
Feijão Azuki
Originário do Japão, o feijão Azuki é de cor vermelha e menor do que o tamanho do grão de um feijão carioca. Segundo a vitrine da agricultura do site de sistemas de agricultura do governo, o feijão azuki é produzido em pequena escala pela agricultura familiar no Brasil. O Ibrafe indica que a variedade contém elevado teor de fibras, carboidratos, ferro, fósforo, magnésio, proteínas e vitaminas do complexo B. O feijão é comumente usado na China para o tratamento de edemas e para a deficiência de vitamina B1. Além dos nutrientes, os polifenóis presentes nos grãos podem reduzir as chances de doenças relacionadas a estresse oxidativo e inflamação, conclui o Ibrafe.
Feijão Jalo
A variedade de feijão jalo é descrita pela Embrapa como um grão grande, alongado, de coloração uniforme e ciclo de produção precoce. O jalo é consumido na região Centro-Oeste do Brasil e também é muito valorizado no Oriente Médio. Em sua composição, é uma fonte rica em fibras, ferro e compostos fenólicos. Quando cozido produz um caldo denso, ideal para sopas e usado em conhecidos pratos mineiros, como o tutu de feijão.
Feijão Vermelho
Esse tipo de feijão tem grãos um pouco maiores que o preto e o carioca e constuma produzir um pouco mais de caldo do que as variedades mais tradicionais. Rico em cálciuo e ferro, é também fonte de antioxidantes. Segundo o Ibrafe, essa variedade é ideal para pratos que os grãos não podem desmanchar, já que o feijão vermelho tem uma resistência maior que outros tipos, como o carioca e o preto.
Feijão Preto
A variedade é, mais tradicionalmente, consumida na feijoada. Mas, em alguns estados, como o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro, e o feijão preto o mais combinado com o arroz a dieta diária, em vez do carioca. De acordo com o Ibrafe, é um feijão usado também na culinária em todo o mundo. É fonte de ferro, fósforo, cálcio, zinco, potássio, manganês e magnésio, entre outros. Ajuda na luta contra a diabetes, a pressão arterial alta e nos cuidados com o coração.
Feijão fradinho
Se você já comeu um tradiconal baião de dois, já comeu feijão fradinho. Também chamado de feijão-de-corda, caupi e macaçar, é bastante utilizado, no Brasil, na culinária mineira e nordestina. Também é chamado de feijão-verde, quando utilizado ainda fresco. Uma de suas principais características, segundo o Ibrafe, é que ele não produz caldo, como o carioca e o preto. Seus grãos costumam ficar mais soltos no cozimento, além de cozinhar mais rápido, seja na panela convencioal ou na de pressão, sendo boa fonte de proteínas, vitaminas e minerais.
Feijão mungo
Se você é fã de culinária oriental, já deve ter ouvido falar desse feijão de grãos pequenos e de cor verde. O mungo é o feijão que o Brasil mais exporta. Quando germinado, é ele que dá origem ao famoso moyashi, o broto de feijão, da culinária japonesa. Pode ser consumidor cru ou também cozido, como as demais variedades, destaca o Ibrafe. Cru, o feijão mungo pode aparecer, por exemplo, em saladas. Cozido, pode ser o ingrediente principal ou acompanhamento de outros vegetais e carnes.
Feijão branco
Mais conhecido pelo uso em ensopados, o feijão branco é o utilizado na preparação de pratos bem populares da cozinha regional brasileira, como a dobradinha ou a buchada. É também o feijão do tradicional cassoulet, de origem francesa. De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses, essa variedade é conhecida por ser rica em flavonoides, vitaminas do complexo B, além de zinco e magnésio. E, como os outros feijões, traz sensação de saciedade, bom para o controle do apetite e para o equilíbrio da alimentação.
Feijão Bolinha ou Manteiga
O feijão bolinha ou manteiga é um grão de cor creme-amarelada, formato arredondado, que é cultivado no Pará, afirma a Embrapa. A variedade tem pouca expressão comercial no Brasil e apresenta uma composição de nutrientes semelhante ao feijão cavalo e feijão carioca. É fácil de cozinhar e pode ser utilizado tanto em saladas, como pratos quentes. É utilizado na culinária portuguesa em um prato típico que junta macarrão, carne e feijão manteiga.
Por - Globo Rural
Cientistas dizem que não, pois o produto aumenta os níveis sanguíneos de colesterol LDL, que danifica as artérias
O óleo de coco é amplamente divulgado como um alimento milagroso. Os defensores, incluindo uma série de celebridades, afirmam que ele promove a perda de peso, reduz a pressão arterial e a glicose no sangue, protege contra doenças cardíacas, aumenta a energia, diminui as rugas e até combate a doença de Alzheimer. Além disso, o gosto é ótimo, então o que poderia dar errado?
— Quando vejo um produto com uma longa lista de benefícios, sei que não pode ser verdade. O óleo de coco adquiriu uma fama de superalimento saudável e muitas pessoas acreditam que é real. Elas são culpadas por esse pensamento de que é um produto mágico, mas precisam parar e pensar: “Eles estão tentando me vender alguma coisa”. Uma pesquisa realizada em 2016 descobriu que 72% dos americanos viam o óleo de coco como um alimento saudável — diz Marion Nestle, especialista em nutrição e política alimentar da Universidade de Nova York.
É preciso abolir o óleo de coco de uma categoria que ele não merece estar, segundo as evidências científicas, e dar aos consumidores a chance de usar o dinheiro que gastam nesse produto para investir em alimentos que podem realmente melhorar a saúde. Espero que os indicadores abaixo o convençam de colocar o óleo de coco no mesmo grupo que o sorvete — um deleite ocasional ingerido em quantidades modestas porque você gosta de seu sabor e textura.
Primeiramente, vamos examinar o óleo de coco. Ele não é realmente um óleo, pelo menos não em temperatura ambiente para a maioria das pessoas que vivem no Hemisfério Norte. É mais como uma manteiga ou gordura de carne, sólida quando está fria. Essa é a primeira pista para o fato de que, ao contrário da maioria dos outros óleos derivados de plantas, que contêm principalmente ácidos graxos insaturados, o óleo de coco é uma gordura altamente saturada, com 87% de saturação, muito maior que a da manteiga (63%) ou a gordura da carne (40%). Vale ressaltar que a maioria dos especialistas recomenda limitar as gorduras saturadas, porque elas podem aumentar os níveis de colesterol e levar ao entupimento das artérias.
O óleo de coco também não é um alimento dietético. Como outros óleos vegetais, uma colher de sopa de óleo de coco fornece 117 calorias, 15 a mais do que uma colher de manteiga.
Talvez você já tenha ouvido que o ácido graxo primário do óleo de coco, chamado ácido láurico, não age como uma gordura saturada no corpo, mas isso não é verdade. Sua ação imita a do sebo bovino e da manteiga, os quais podem promover doenças cardíacas como a aterosclerose, a principal causa de morte nos Estados Unidos.
Para entender melhor como o óleo de coco se comporta quando ingerido, consultei Frank Sacks, especialista em nutrição e doenças cardiovasculares da Escola T.H. Chan de Saúde Pública da Universidade de Harvard, e Philip Greenland, professor de cardiologia na Escola de Medicina Feinberg da Universidade de Northwestern, em Chicago.
— Já se sabe há muito tempo que o óleo de coco aumenta os níveis sanguíneos de colesterol LDL, que danifica as artérias, mas as pesquisas mais recentes ressaltaram essas evidências. Ao preparar um editorial publicado na revista Circulation, não encontrei nada na literatura científica para apoiar as alegações publicitárias de que o óleo de coco tem efeitos benéficos — afirma Sacks.
Ainda segundo o especialista, embora o ácido láurico seja geralmente referido como um ácido graxo de cadeia média, esse rótulo é equivocado.
— Em vez do número de átomos de carbono em uma gordura, o que conta é como a gordura é metabolizada no corpo. O ácido láurico se comporta como um ácido graxo de cadeia longa, o tipo que promove a aterosclerose. Além disso, o óleo de coco tem dois outros ácidos graxos de cadeia longa (mirístico e palmítico) e todos os três têm um efeito prejudicial às artérias nos níveis de colesterol no sangue — conta Sacks.
Uma informação do óleo de coco é indiscutível: ele pode aumentar os níveis sanguíneos de colesterol HDL, que há muito tempo acreditam que protege contra doenças cardíacas. No entanto, nenhum benefício claro do colesterol HDL para a saúde foi comprovado.
— Estudos genéticos e drogas que aumentam o HDL ainda não apontaram uma relação causal entre ele e as doenças cardiovasculares. O HDL é composto por uma enorme variedade de subpartículas que podem ter ações adversas ou benéficas. Se houver, não se sabe quais alimentos ou nutrientes que aumentam o colesterol HDL e o fazem de maneira a reduzir a aterosclerose — explica Sacks.
As pessoas que acreditam nos benefícios do óleo de coco também gostam de citar o fato de que várias populações indígenas — incluindo polinésios, melanésios, cingaleses e indianos — consomem grandes quantidades de produtos de coco sem sofrer altas taxas de doenças cardiovasculares. No entanto, a maioria dessas pessoas tradicionalmente comia polpa de coco ou creme de coco espremido como parte de uma dieta pobre em alimentos processados e rica em frutas e vegetais, tendo o peixe como principal fonte de proteína. Eles também são muito mais ativos fisicamente do que os ocidentais típicos.
Mesmo que isso esteja mudando agora, uma equipe de pesquisa da Nova Zelândia relatou que com as importações de alimentos não saudáveis, como carne enlatada, fast food e ingredientes processados, houve um aumento nos casos de obesidade e de pessoas com problemas de saúde.
A equipe revisou 21 estudos sobre o consumo de óleo de coco e chegou à conclusão de que consumir produtos derivados da fruta que contêm fibras, como polpa e farinha, em uma dieta rica em gorduras poliinsaturadas e ausente em calorias excessivas de carboidratos refinados, não representaria um risco de problemas cardíacos. Mas os pesquisadores não encontraram evidências que pudessem justificar a substituição do óleo de coco por outros óleos vegetais insaturados.
— Se você gosta do sabor, em quantidades limitadas, tudo bem, mas não é de forma alguma um superalimento. No entanto, se você quiser usar óleo de coco no cabelo ou na pele, não há problema — aconselha Nestle.
Por - O Globo
O paranaense Sebastião Batista dos Santos, morador de Coronel Vivida, no sudoeste do Paraná, completou 120 anos na terça-feira (15). Veja vídeo acima.
O novo ciclo rendeu a ele uma homenagem vinda diretamente do Vaticano - uma bênção apostólica do Papa Francisco, que foi entregue ao idoso no domingo (13) em celebração religiosa.
Em 2019, o centenário teve um AVC que prejudicou a locomoção e a fala. Mas, com a ajuda do filho de 70 anos, Sebastião sentou na cadeira do prefeito da cidade e recebeu diversas homenagens na terça-feira (15).
Data de nascimento
De acordo com o registro, ele nasceu no dia 15 de março de 1902, em Mangueirinha, também
Em outubro de 2019, o idoso recebeu do Instituto de Identificação do Paraná a confirmação da idade dele, isso porque ele não tinha mais a certidão de nascimento.
Através do Setor de Microfilmagem da instituição foi possível resgatar a certidão de nascimento dele, dos anos 70, quando Sebastião procurou o setor para fazer a carteira de identidade.
Durante a adolescência, ele se mudou para Coronel Vivida, onde mais tarde se casou e teve nove filhos.
Atualmente, ele mora ele mora com uma filha e uma neta que cuidam dele.
Homem mais velho do mundo?
Em 2019, após entregar a nova identidade a Sebastião, o Instituto de Identificação do Paraná informou que entrou em contato com o livro mundial dos recordes para analisar o caso e saber se ele era o homem mais velho do mundo.
A expectativa é de que a resposta fosse enviada em até seis meses, mas até o momento não houve retorno.
Por - G1