A Polícia Civil Paraná (PCPR) emitiu 3.847 carteiras de identidade no sistema 2ª Via Fácil, que permite atualização remota da foto no Registro Geral (RG). O serviço começou a funcionar em 20 de outubro deste ano e o dado foi contabilizado até o dia 15 de dezembro.
O antigo sistema permitia apenas a reimpressão remota do documento, sem qualquer atualização de dados ou foto. Com a modernização, a ferramenta se torna inédita no país.
O Paraná é o primeiro e único estado a permitir que o cidadão solicite a 2ª via do RG online e envie uma foto da câmera do seu próprio celular ou computador.
Para o diretor do Instituto de Identificação da Polícia Civil, Marcus Vinicius Michelotto, o novo sistema da 2ª Via Fácil é um serviço que veio para ficar. “O serviço tem sido elogiado e copiado por outros estados do Brasil, além disso facilita o atendimento a milhares de paranaenses, dispensando-os de presença física em postos. Isso, por si só, economiza tempo, dinheiro e proporciona conforto à população”, ressaltou.
Michelotto também comenta que a nova ferramenta desafoga postos e proporciona atendimento mais tranquilo aos cidadãos que, por alguma razão, ainda necessitam comparecer nas unidades que trabalham na confecção de RGs.
“Estamos desenvolvendo junto com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná uma forma de atender pessoas que ainda não são abarcadas pela 2ª Via Fácil, como futuras alterações de nomes e demais dados cadastrais”, complementou.
SOLICITAÇÃO - A solicitação pode ser feita pelo endereço www.policiacivil.pr.gov.br > SERVIÇOS DA PCPR > CARTEIRA DE IDENTIDADE > AGENDAMENTO > 2ª VIA FÁCIL.
As pessoas que confeccionaram a última carteira de identidade a partir de 2012 e que tiverem pelo menos 16 anos de idade poderão fazer a atualização remota da fotografia. Para os usuários que possuem registro geral emitido antes de 2012, o sistema informará se será possível fazer a 2ª via fácil ou se precisará agendar.
A necessidade de ir até o posto continuará para aqueles que não possuem os dados de foto e impressões digitais no sistema. A 2ª via fácil tem custo de R$ 36,72. Nos casos de perda e extravio, o cidadão deverá solicitar apenas a reimpressão do documento. (Com AEN)
A Coopavel Cooperativa Agroindustrial comemora, nesta terça dia (15), meio século de fundação.
Apesar dos desafios que ela enfrentou ao longo da trajetória, a Coopavel chega aos 50 anos de existência como um modelo de cooperação agropecuária. “Nem o mais otimista dos fundadores poderia imaginar que a cooperativa que eles criaram se tornaria uma empresa tão inspiradora, sólida e consistente”, diz o presidente Dilvo Grolli.
Constituição - A constituição ocorreu em 15 de dezembro de 1970, quando um grupo de 42 produtores rurais se uniu para colocar um basta à exploração que enfrentavam. “A Coopavel surgiu de uma necessidade. Precisámos, a partir da junção de interesses e de um modelo de cooperativismo forte, deixar para trás a tirania que enfrentávamos de empresas compradoras de grãos que faziam as regras do mercado segundo seus interesses e conveniências”, disse em entrevista em 2019 à Assessoria de Imprensa da Coopavel, o segundo presidente, Roberto Wypych, que faleceria em agosto último.
Primeiros anos - Os primeiros anos não foram fáceis, até porque eram poucos os que conheciam e se familiarizavam com o termo cooperação, diz um dos sócios-fundadores, João Ramiro. “Mas precisávamos fazer alguma coisa, porque a situação estava insustentável. Assim, depois de muitas articulações e conversas, surgiu a Coopavel”, lembra outro dos fundadores, Isaías Orçatto. Inicialmente, a cooperativa foi criada para representar os interesses de seus sócios na compra, armazenagem e venda de grãos. Aos poucos ela passou a agregar valor à soja e ao milho por meio da agroindustrialização.
Crise superada - Endividada, a Coopavel enfrentou uma séria crise nos anos de 1980 e por pouco não foi dissolvida. Uma comissão formada por Salazar Barreiros (que viria a ser o quarto presidente), Ibrahim Faiad (que seria o quinto) e Dilvo Grolli (que seria o sexto presidente) conseguiu colocar em prática um planejamento cuidadosamente elaborado. Além de permitir saldar todos os débitos, o grupo conseguiu recolocar a cooperativa nos trilhos, e fazer com que crescesse.
Em 1989, Dilvo Grolli e o agrônomo Rogério Rizzardi colocariam em prática um evento com modelo inédito no Brasil e que seis anos mais tarde seria batizado de Show Rural Coopavel, hoje um dos três maiores do mundo em disseminação de novas práticas para o campo. R$ 3,5 bilhões - Sem jamais perder de vista a meta de fazer da Coopavel uma das grandes cooperativas do Brasil, seus diretores e cooperados venceram os mais diferentes obstáculos e atualmente ela é a 16ª do Brasil em um ranking com 1.613 cooperativas distribuídas por todo o território nacional.
O faturamento de 2020 deverá bater recorde de R$ 3,5 bilhões. O número de cooperados chega a 6 mil e o de colaboradores a mais de 6 mil.
A Coopavel exporta carnes para mais de 40 países. (Com CBN).
O Boletim Semanal da Dengue divulgado nesta terça dia 15, pela Secretaria da Saúde do Paraná registra 128 novos casos da doença. O período epidemiológico, que teve início em agosto, soma até agora 1.375 diagnósticos, além de 3.663 que seguem em investigação.
O Paraná tem 14.718 notificações para a dengue distribuídas em 313 municípios das 22 Regionais de Saúde do Estado. “Nas últimas semanas a análise epidemiológica tem registrado redução no número de casos confirmados da dengue, mas isso não é sinal para baixarmos a guarda porque o vírus está circulando no Estado”, diz o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
“O verão tem início na semana que vem, a estação traz mais chuvas e sabemos que isso é condição favorável para aumentar a proliferação do mosquito transmissor. Então, neste momento devemos redobrar o alerta contra a dengue com a eliminação dos focos e criadouros do mosquito transmissor da doença”, afirma o secretário.
CENÁRIO - De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, o Paraná apresenta hoje a incidência de 9,53 casos de dengue por 100 mil habitantes.
A coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Ivana Belmonte, explica que este índice tira hoje o Paraná do cenário crítico da dengue. “Mas não tira a situação de atenção da Secretaria da Saúde e dos gestores municipais. O cuidado deve acontecer agora, temos que nos mobilizar para que o problema não evolua nos próximos meses”, afirma.
Ela diz que, com o advento da pandemia da Covid-19, a Secretaria vem orientando os gestores para que realizem um trabalho educativo junto à população, reforçando a importância da remoção dos criadouros nas residências. “Não existem fórmulas mágicas para acabar com a dengue. A eliminação dos criadouros nos ambientes internos e externos dos domicílios é fundamental para que não tenhamos nova epidemia de dengue no período 2020/2021”, salienta Ivana. (Com AEN)
O Instituto Água e Terra (IAT) iniciou a avaliação da qualidade das águas de praias e rios do Litoral e das Costas Oeste e Norte do Estado para a temporada de verão 2020/2021. O primeiro boletim sairá na próxima sexta-feira (18) e o último no dia 12 de fevereiro de 2021. São 66 pontos monitorados: 59 rios e praias no Litoral, 16 praias artificiais no Reservatório de Itaipu e um rio em Primeiro de Maio.
Serão divulgados nove boletins, sempre às sextas-feiras, no site do IAT.
“Lembrando que estamos em uma pandemia e os municípios têm a autonomia de decidir as regras de visitação desses ambientes”, ressalta o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes. “Importante que se evite a aglomeração e o uso de máscara e distanciamento sejam respeitados”.
A expectativa é que a boa qualidade das águas se mantenha nesse verão. Na última temporada, somente cinco pontos no Litoral tiveram período impróprio para banho em razão das chuvas.
“Durante 2020 o Governo do Estado investiu R$ 1,8 milhão, e também disponibilizou R$ 3,9 milhões para a limpeza e desassoreamento de valas de drenagem e canais durante a temporada 2020/2021, no Litoral. Também foram disponibilizados R$ 7,9 milhões para auxiliar os municípios na coleta e destinação de resíduos neste verão”, diz o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT, José Luiz Scroccaro. “Essas obras irão contribuir para a limpeza e minimização das cheias no Litoral, garantindo a qualidade da água”, conclui.
MONITORAMENTO - O monitoramento das águas verifica se há contaminação por esgoto sanitário clandestino e indica a possibilidade de uso dos espaços públicos para atividades de lazer, como natação, mergulho e esqui.
Para isso, utiliza-se o indicador Escherichia coli, uma bactéria existente no intestino dos seres humanos e dos animais de sangue quente. Quanto maior o número dessa bactéria na água, maior será a quantidade de esgoto e, consequentemente, maior a probabilidade da existência de organismos patogênicos (causadores de doenças).
As doenças mais comuns são gastroenterite, diarreia, doenças de pele e infecções nos olhos, ouvidos e garganta. Outras mais graves também podem ser transmitidas por meio da água, como hepatite A, cólera e febre tifoide.
A avaliação é feita seguindo determinaçõesda Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) nº 274/2000.
LITORAL - Os pontos monitorados ficam em Guaratuba (13), Matinhos (14), Pontal do Paraná (11), Ilha do Mel (6), Morretes (3) e Antonina (2). O boletim também aponta dez rios, canais e galerias considerados permanentemente impróprios para banho no Litoral, independentemente da época do ano. Eles estarão indicados em letras maiúsculas no boletim.
COSTAS OESTE E NORTE - No Interior do Estado são monitorados pontos de prainhas e rios nas cidades de Foz do Iguaçu (2), Santa Terezinha de Itaipu (3), São Miguel do Iguaçu (2), Itaipulândia (1), Missal (1), Santa Helena (3), Entre Rios do Oeste (2), Marechal Cândido Rondon (2) e Primeiro de Maio (1).
COLETAS – As coletas começaram em 16 de novembro. “É preciso realizar cinco avaliações antes do primeiro boletim, seguindo legislação do Conaman”, explica Beatriz Ern da Silveir, bióloga do Laboratório de Microbiologia do IAT em Curitiba. As coletas ocorrem todas as segundas-feiras e levadas para laboratório. Os resultados saem em cerca de 24 horas. Os boletins são divulgados às sextas-feiras, com validade de sete dias.
O IAT conta com oito técnicos amostradores, três analistas para o laboratório de Curitiba, um em cada regional no Interior e dois responsáveis pela atualização do boletim de balneabilidade.
BANDEIRAS – Cada ponto monitorado possui uma bandeira indicando se o local está próprio ou impróprio para banho. Elas são atualizadas às sextas-feiras, após resultado do novo boletim.
A sinalização refere-se à condição da água a 100 metros à direita e à esquerda de cada bandeira. A cor azul indica que a água apresenta boas condições de balneabilidade em qualquer condição climática e a vermelha representa áreas inadequadas para banho em função de contaminação fecal. (Com AEN)
A preservação das matas de araucárias no Sul do Estado vai além da conscientização ambiental e histórica da manutenção de um dos principais símbolos paranaenses. É também graças às sombras das frondosas árvores nativas que a região consegue produzir uma erva-mate especial, de sabor único no mundo, reconhecida desde 2017 com o selo de Indicação Geográfica (IG). E faz do Paraná o maior produtor da matéria-prima sombreada para o chimarrão no País – foram 532,89 mil toneladas em 2018.
Conferido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o IG reconhece produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São produtos que apresentam uma qualidade única em função de recursos naturais como solo, vegetação, clima e saber fazer.
É essa a história da erva-mate paranaense, com origem nos municípios de São Mateus do Sul, São João do Triunfo, Antônio Olinto, Mallet, Rebouças e Rio Azul, que embala a série Feito no Paraná, compilado de reportagens que busca valorizar e divulgar a produção local.
Base para o chimarrão, tererê (ou tereré dependendo da localidade) e chás, entre outros produtos, a erva-mate desempenhou papel significativo na história do Paraná e no Sul do País como um todo. Atualmente, gera empregos e renda ao longo de toda a sua cadeia produtiva. São cerca de 37 mil famílias (propriedades) vivendo diretamente da atividade no Estado, segundo o Conselho Gestor da Erva-Mate do Vale do Iguaçu (Cogemate). Além, claro, da sustentabilidade, já que a produção conserva a fisionomia vegetal nativa, sendo que a maior parcela de produção paranaense é proveniente de ervais nativos ou sombreados.
Levantamento mais recente do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, de 2018, revela que o Paraná apresentou um Valor Bruto da Produção (VBP) dos produtos florestais de R$ 4,42 bilhões. Deste total, 84% são de produtos madeireiros (serraria, papel e celulose, placas e painéis e lenha) '''''''''''''''''''''e 16% da linha não madeireira (mate, palmito e pinhão)
Neste conjunto, a erva-mate foi responsável por 13% de participação dos Produtos Florestais, com um valor de R$ 591,8 milhões. É um aumento de 2 pontos percentuais em relação a 2017, em que obteve 11%
de participação, com R$ 435,4 milhões.
Ainda segundo o Deral, a produção de erva está presente em 136 municípios paranaenses, com concentração na Região Sul – os núcleos regionais de União da Vitoria, Guarapuava e Irati são responsáveis por 81,7% do VBP do Estado. Os maiores produtores foram Cruz Machado, São Mateus do Sul, Bituruna, Santa Maria do Oeste e General Carneiro.
A BARONESA DO MATE – São Mateus do Sul, por exemplo, tem uma baronesa do mate. Márcia Regina Ransolin da Silveira é proprietária da ervateira Baronesa, uma das quatro indústrias da cidade capacitada a produzir o mate com selo de Indicação Geográfica. Ela conta que o reconhecimento ajudou a impulsionar os negócios da família, já na quinta geração, e de quebra resgatou o turismo na região.
É comum a empresária receber levas de estudantes, especialmente do ensino fundamental, interessados em conhecer o modus operandi do chimarrão. Saem de lá sabendo desde de como as mudas brotam nos pés dos pinheiros até o empacotamento do produto, antes de a embalagem ser encaminhada aos pontos de venda.
“Conto para eles que a nossa erva-mate tem sabor único, muito bom, gostoso. É mais suave do que a de outros lugares sem precisar acrescentar açúcar. Isso porque as plantas crescem em áreas sombreadas pelas florestas nativas”, afirma Márcia, que é também presidente do Sindicato da Indústria do Mate no Estado do Paraná (Sindimate).
Segundo ela, a Baronesa produz em média 25 toneladas de erva-mate por mês, divididas nas categorias chimarrão, chá e tererê. Com 5 empregos diretos, número que salta para mais de 30 na época da safra, entre junho e setembro, a ervateira é um polo que ajuda a consolidar São Mateus do Sul como o segundo maior produtor do Estado.
Em 2018, de acordo com o Deral, foram 70 mil toneladas, atrás apenas de Cruz Machado (92 mil toneladas) no ranking paranaense. “O IG agregou valor e garantiu uma referência para o produto. Mostra que tem um diferencial”, diz a empresária, que conta, via sindicato, 123 ervateiras na região.
EXIGÊNCIAS – Gerente comercial da ervateira Maracanã, dona da marca São Mateus, o engenheiro agrônomo Fernando Toppel é capaz de passar horas falando sobre o potencial que a região alcançou com a conquista do IG. Ele tem na cabeça todos os procedimentos que se precisa tomar para garantir a erva-mate de excelência.
“É um caderno de especificações técnicas. São ações que vão desde a muda que precisa ter a genética local até normas e padrões de segurança e produção como boas práticas agrícolas e boas práticas de fabricação na indústria”, revela.
De acordo com ele, exigências que agregam valor. Um pacote de mate para chimarrão com o selo IG chega a custar de 30% a 50% a mais do que o produto convencional, diferença que acaba se refletindo também no bolso do produtor. “Temos um potencial gigantesco no Brasil, basta o consumidor assimilar que está pagando um pouco a mais porque é um produto diferente, único, especial, como é o champanhe na França”, ressalta ele. “O trabalho está engatinhando, ainda vamos crescer muito”, ressalta.
EXPORTAÇÃO – Processo que já está mais avançado no Uruguai, por exemplo. Lá, explica Toppel, eles fazem questão de pagar mais por uma erva com procedência. Ainda mais se for paranaense. O Deral mostra que o País vizinho é o principal importador do mate do Paraná. Foram 1.592 toneladas em 2018.
Canal aberto que fez com que a Baldo, a maior ervateira do Brasil, do Rio Grande do Sul, se instalasse em São Mateus do Sul. É desta planta que ela produz a erva com IG que vende para alguns países da América do Sul, principalmente para o Uruguai. “E mesmo o mate que eles tomam lá no Rio Grande do Sul é um pouco nosso também. Indústrias ervateiras de lá, que possuem filiais aqui no município, compram a matéria-prima da nossa região e fazem o chamado blend, adicionando uma porcentagem da erva produzida em São Mateus para deixar o sabor mais suave”, diz o engenheiro.
“A exportação aumentou muito desde 2018, enquanto o consumo local ficou meio estagnado. A erva-mate caiu no gosto lá fora, especialmente de países como Estados Unidos, Alemanha e Síria”, acrescenta o presidente do Cogemate, Naldo Vaz.
A Maracanã, da família Toppel, produz em média 20 toneladas de erva-mate por mês, divididos em chimarrão e chá-mate. São cinco empregos diretos.
FEITO NO PARANÁ – Criado pelo Governo do Estado, o projeto busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses. O projeto foi elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes e quer incentivar a economia e a geração de renda.
Empresas paranaenses interessadas em participar do programa podem se cadastrar no site http://www.feitonoparana.pr.gov.br
Assista ao vídeo dessa matéria
Confira as reportagens já produzidas para a série que destaca o que é Feito no Paraná.
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Com turismo em alta, São Mateus do Sul ganha uma rua só para a erva-mate
A indicação Geográfica da erva-mate assegurada pela Região Sul do Paraná rendeu outros benefícios indiretos. Alguns deles ligados diretamente ao turismo. É o caso da Rua do Mate, uma via coberta, que valoriza a cultura e a socialização do chimarrão que está em fase final de construção em São Mateus do Sul.
Localizada na área central da cidade, a obra do Governo do Estado será um espaço de convivência, onde famílias e visitantes poderão se encontrar para colocar a conversa em dia e tomar uma cuia de chimarrão.
Também vai concentrar atividades culturais, eventos e fomentar o comércio, principalmente de produtos típicos da região. A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas investe R$ 2,1 milhões no projeto, previsto para ser entregue em outubro.
A Rua do Mate fica em um ponto estratégico e dá boas-vindas para quem chega a São Mateus do Sul pela BR-476. Está entre o antigo convento, hoje sede da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Turismo; a igreja do padroeiro São Mateus e a Casa da Memória Padre Bauer – que abriga a história da erva-mate, da imigração polonesa e da navegação a vapor que são símbolos da cidade.
O já instalado chimarródromo, um espaço com torneiras com água quente para abastecer as cuias de chimarrão, é um dos principais atrativos da Rua do Mate. A disposição dos bancos em frente a esse local é quase como uma roda de chimarrão, destacando o caráter social da bebida, que quase sempre é tomada em companhia. Mudas de erva-mate também estão sendo plantadas ao longo dos mais de 3 mil metros quadrados da obra.
A Associação dos Amigos da Erva-Mate de São Mateus do Sul pretende instalar um quiosque no local para comercializar uma série de produtos derivados da erva-mate, que vão desde o tradicional pacote para chimarrão passando por sabonetes, pães e doces. (Com AEN)
Uma mulher residente em uma chácara na zona rural de uma cidade da comarca de Goioerê (o nome não será divulgado para não favorecer a identificação) flagrou o marido em um momento íntimo com uma novilha e o expulsou de casa.
Sob condição de anonimato, a mulher contou que teve um desentendimento com o marido, que foi trabalhar e não retornou para almoçar.
No fim da tarde ela foi até o pasto para ver o que ele estava fazendo, quando houve o flagrante de zoofilia.
Em um primeiro momento a mulher pensou em registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Goioerê, mas depois resolveu apenas ficar longe do marido.
O homem flagrado estaria insistindo em retomar o relacionamento com a mulher que, em princípio, se mostra irredutível, e está desapontada por ter sido trocada por uma novilha. (Com Goionews).

























