A participação financeira na distribuição dos resultados anuais é um dos diferenciais de ser associado de uma instituição financeira cooperativa.
Os associados da Sicredi Grandes Lagos PR/SP receberam, nesta quinta-feira dia 10 de dezembro, o valor referente aos juros do capital social. O crédito foi realizado na conta capital de cada associado e é parte dos resultados que você recebe ao fazer parte de uma instituição financeira cooperativa. Foram pagos pela cooperativa mais de R$ 1.069 milhões.
O capital social é parte do patrimônio de uma cooperativa de crédito e é composto pelo capital de todos os que se associam a ela. Confere solidez à cooperativa e pode ser usado como uma poupança a longo prazo. Anualmente, o associado recebe o valor referente aos juros desta aplicação.
Sobre o saldo médio de capital social no ano de 2020, cada associado recebeu crédito de 2,76% ao ano, o que corresponde a 100% da taxa Selic na média anual. O valor creditado é o máximo que a cooperativa pôde remunerar o capital do associado, pois atinge o limite da taxa Selic do ano.
“O valor creditado na conta capital dos associados traz ainda mais segurança para suas vidas financeiras, pois o dinheiro continua tendo rendimento,” destaca o presidente da cooperativa Orlando Muffato. E acrescenta: “Além dos juros ao capital, os associados da Sicredi Grandes Lagos também recebem um percentual dos resultados da cooperativa, conforme a utilização de produtos e serviços. Esse valor é creditado na conta corrente do associado. O valor distribuído é definido pelos próprios associados, em assembleia. Se você quer participar dessa decisão, entre em contato com o seu gerente e fique atento às datas da assembleia da sua agência em 2021”, reforça.
Para conferir o valor recebido do pagamento de juros ao capital realizado pela cooperativa, confira o extrato da sua conta capital ou consulte o seu gerente.
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quinta dia (10) mais 1.934 casos e 46 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. O boletim registra também 2.031 casos retroativos do período entre 25 de junho e 08 de dezembro. Eles estavam em investigação, foram confirmados e automaticamente computados no sistema.
Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 315.047 casos e 6.595 mortes pelo novo coronavírus.
INTERNADOS – Nesta quinta-feira são 1.282 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 1.081 ocupam leitos SUS (522 UTI e 559 clínicos/enfermaria) e 201 da rede particular (80 UTI e 121 clínicos/enfermaria).
Há outros 1.489 pacientes internados, 534 em leitos UTI e 955 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.
ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 46 pacientes. São 21 mulheres e 25 homens com idades que variam de 25 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de novembro e 10 de dezembro.
Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (6), Campina Grande do Sul (4), Francisco Beltrão (4), Maringá (4), São José dos Pinhais (3), Apucarana (2), Chopinzinho (2), Foz do Iguaçu (2) e Telêmaco Borba (2). O boletim confirma, ainda, uma morte em cada um dos seguintes municípios: Araucária, Bom Jesus do Sul, Campo Largo, Colombo, Dois Vizinhos, Engenheiro Beltrão, Guaporema, Inácio Martins, Leopólis, Marilândia do Sul, Palmeira, Pato Branco, Piên, Pinhais, Pitanga, Rio Branco do Sul e Umuarama.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento contabiliza 2.814 casos de pessoas que não moram no Estado – a 58 foram a óbito.
AJUSTES
Um óbito confirmado (F, 51 anos) no dia 08/12 em Tapejara foi excluído por erro de notificação;
Um caso confirmado no dia 12/07 em Sapopema foi excluído por erro de notificação. (Com AEN).
Na manhã desta quinta dia (10) o Secretário de Saúde do Município divulgou um vídeo sobre a ocupação de 100% dos leitos de Covid-19, na Região Oeste.
Thiago Stefanello relatou que, apesar do esforço do macrorregião e Governo do Estado, todos os 172 leitos estão ocupados.
A ocupação total foi estabelecida na tarde de ontem, quarta-feira (09), sendo que quatro pacientes já estão na fila de espera.
Ele relata que o município e a Região estão no limite e todos devem ter muita atenção e tomar medidas para prevenir a transmissão do vírus.
"Momento de todos ficarem em casa, de todas as pessoas controlarem as confraternizações, os churrascos, as aglomerações, as festas. As pessoas precisam ter a consciência que não existe um leito de UTI. Não existe um hospital com vaga para receber qualquer paciente".
Stefanello ressaltou que o município recebeu o contato do Instituto Butantan que encaminhou o memorando de conhecimento para a Vacina Coronavac.
O documento será avaliado pela Vigilância Sanitária para que o município possa programar a aquisição da vacina, quando liberada pela Avisa. (Com CGN).
1.282 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.081 pacientes em leitos SUS (522 em UTI e 559 em leitos clínicos/enfermaria) e 201 em leitos da rede particular (80 em UTI e 121 em leitos clínicos/enfermaria).
A secretaria estadual informa a morte de mais 46 pacientes. São 21 mulheres e 25 homens, com idades que variam de 25 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de novembro e 10 de dezembro.
A cidade de Capitão Leônidas Marques acordou no começo da madrugada em meio às sirenes do Corpo de Bombeiros.
Duas enormes estruturas da Anjos Colchões, empresa de destaque no segmento tanto no Paraná como em outros estados brasileiros, foram consumidas parcialmente pelas chamas. Dois barracões utilizados para o armazenamento da matéria-prima – principalmente espuma -, ficaram completamente destruídos.
Não há registro de vítimas, apenas danos materiais. Em nota, a empresa informou que no momento do sinistro, os depósitos abrigavam 1.500 metros cúbicos de espuma, além de diversos equipamentos. Os barracões de 2.700 metros quadrados não possuíam seguro.
O Corpo de Bombeiros trabalhou durante toda a madrugada para conter as chamas. As primeiras suspeitas são de que o incêndio teria sido iniciado por um curto-circuito.
O combate ao fogo contou com o trabalho sempre fundamental dos bombeiros de Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Capanema e Realeza. (Com Rádio Interativa).
O 5º Fórum Estadual do Programa Vida no Trânsito Paraná, que acontecerá nesta quinta dia 10 e nesta sexta dia 11, tem o objetivo de avaliar resultados, conquistas e desafios na área, além de apresentar propostas de avanços para a Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030. O programa foi implantado no Estado em 2011.
O evento, em formato online, será transmitido pelo canal do Youtube e Facebook da Escola de Trânsito do Paraná, das 14h às 17h.
O evento é realizado pela Secretaria da Saúde do Paraná e Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), com apoio do Observatório Nacional de Segurança Viária, Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), além de outros setores do governo e organizações da sociedade.
A secretaria estadual da Saúde participa das palestras e painéis que irão tratar de temas como o papel do gestor público na implantação e implementação do PVT, mobilidade urbana inteligente e justiça e sobriedade no trânsito, entre outros.
“O trânsito é uma questão de saúde pública e exige atenção e cuidados dos atores envolvidos, que são os órgãos federais, estaduais, municipais, e também da comunidade para a redução do número de acidentes. Isso repercute, por exemplo, na demanda de atendimentos de trauma nos hospitais, reflexo destes episódios” , afirma secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade mostram que, em 2019, cerca de 2,4 mil pessoas morreram por Acidente de Trânsito e Transporte Terrestre (ATT) no Paraná. Neste ano outras 1.337 vidas se perderam por esta causa.
ANÁLISE – A Comissão Estadual Intersetorial de Prevenção de Acidentes e Segurança no Trânsito do Paraná avalia os números do ano passado.
“Quanto à condição da vítima no momento do acidente de trânsito, os óbitos foram mais frequentes no grupo de ocupantes de veículos (30,87%), seguidos por motociclistas (29,12%), pedestres (17,57%), outros acidentes de transporte (10,96%), ocupantes de veículo pesado – caminhões (4,67%), ciclistas (4,41%), ocupantes de caminhonete (1,62%) e ocupantes de ônibus (0,78%). Não houve óbito por acidente de trânsito por usuários ocupantes de triciclo”, informa a técnica Tatiana Gomara Neves.
“Importante destacar que, neste mesmo ano, 81,31% das pessoas residentes no Paraná que vieram a óbito por acidente de trânsito e transporte são homens, sendo que 73% tinham entre 20 e 59 anos de idade”, complementou Tatiana.
Em 2019 o Estado registrou 10.021 internamentos por ATT, segundo dados preliminares do Sistema de Informações Hospitalares (SIH).
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens de 5 a 29 anos, em todo o mundo. A cada ano, 1,35 milhão de vidas são perdidas – 90% desses óbitos ocorrem em países de baixa e média renda.
PROGRAMA – O Programa Vida no Trânsito tem como objetivo promover intervenções efetivas de segurança no trânsito que apresentem evidência na redução das mortes e feridos graves.
Atualmente, no Paraná, 12 municípios já implantaram o PVN: Curitiba, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina, Maringá, Francisco Beltrão, Paranaguá, Ponta Grossa, Toledo, Campo Mourão e Paranavaí, abrangendo 42% da população.
Os participantes criam as comissões municipais do programa para o desenvolvimento de ações preventivas e orientativas, baseadas em estudos epidemiológicos locais, além da promoção da melhoria da infraestrutura viária.
DÉCADA - A Organização das Nações Unidas lançou, em 2011, a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” na qual governos de todo o mundo, incluindo o Brasil, comprometeram-se a tomar novas medidas para prevenir acidentes no trânsito.
A taxa de mortalidade por acidente de trânsito e transporte no Paraná, no período de 2011 a 2019, segundo dados preliminares, apresentou uma redução de 33,37% neste intervalo, passando de 31,61, em 2011, para 21,06 óbitos por 100 mil habitantes em 2019.
O conjunto dos doze municípios paranaenses com PVT alcançou uma redução de 42,20% deste índice, no mesmo período, passando de 25,45, em 2011, para 14,71 mortes por 100 mil habitantes, em 2019. (Com AEN)
























