Associados da Sicredi Grandes Lagos recebem crédito de juros ao capitalVC

A participação financeira na distribuição dos resultados anuais é um dos diferenciais de ser associado de uma instituição financeira cooperativa.

 

Os associados da Sicredi Grandes Lagos PR/SP receberam, nesta quinta-feira dia 10 de dezembro, o valor referente aos juros do capital social. O crédito foi realizado na conta capital de cada associado e é parte dos resultados que você recebe ao fazer parte de uma instituição financeira cooperativa. Foram pagos pela cooperativa mais de R$ 1.069 milhões.

 

O capital social é parte do patrimônio de uma cooperativa de crédito e é composto pelo capital de todos os que se associam a ela. Confere solidez à cooperativa e pode ser usado como uma poupança a longo prazo. Anualmente, o associado recebe o valor referente aos juros desta aplicação.

 

Sobre o saldo médio de capital social no ano de 2020, cada associado recebeu crédito de 2,76% ao ano, o que corresponde a 100% da taxa Selic na média anual. O valor creditado é o máximo que a cooperativa pôde remunerar o capital do associado, pois atinge o limite da taxa Selic do ano.

 

“O valor creditado na conta capital dos associados traz ainda mais segurança para suas vidas financeiras, pois o dinheiro continua tendo rendimento,” destaca o presidente da cooperativa Orlando Muffato. E acrescenta: “Além dos juros ao capital, os associados da Sicredi Grandes Lagos também recebem um percentual dos resultados da cooperativa, conforme a utilização de produtos e serviços. Esse valor é creditado na conta corrente do associado. O valor distribuído é definido pelos próprios associados, em assembleia. Se você quer participar dessa decisão, entre em contato com o seu gerente e fique atento às datas da assembleia da sua agência em 2021”, reforça.

 

Para conferir o valor recebido do pagamento de juros ao capital realizado pela cooperativa, confira o extrato da sua conta capital ou consulte o seu gerente.

 

 

 

Fórum vai discutir desafios para avançar na segurança no trânsito

O 5º Fórum Estadual do Programa Vida no Trânsito Paraná, que acontecerá nesta quinta dia 10 e nesta sexta dia 11, tem o objetivo de avaliar resultados, conquistas e desafios na área, além de apresentar propostas de avanços para a Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030. O programa foi implantado no Estado em 2011.

 

O evento, em formato online, será transmitido pelo canal do Youtube e Facebook da Escola de Trânsito do Paraná, das 14h às 17h.

 

O evento é realizado pela Secretaria da Saúde do Paraná e Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), com apoio do Observatório Nacional de Segurança Viária, Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), além de outros setores do governo e organizações da sociedade.

 

A secretaria estadual da Saúde participa das palestras e painéis que irão tratar de temas como o papel do gestor público na implantação e implementação do PVT, mobilidade urbana inteligente e justiça e sobriedade no trânsito, entre outros.

 

“O trânsito é uma questão de saúde pública e exige atenção e cuidados dos atores envolvidos, que são os órgãos federais, estaduais, municipais, e também da comunidade para a redução do número de acidentes. Isso repercute, por exemplo, na demanda de atendimentos de trauma nos hospitais, reflexo destes episódios” , afirma secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

Dados  do Sistema de Informações sobre Mortalidade mostram que, em 2019, cerca de 2,4 mil pessoas morreram por Acidente de Trânsito e Transporte Terrestre (ATT) no Paraná. Neste ano outras 1.337 vidas se perderam por esta causa.

 

ANÁLISE – A Comissão Estadual Intersetorial de Prevenção de Acidentes e Segurança no Trânsito do Paraná avalia os números do ano passado.

 

“Quanto à condição da vítima no momento do acidente de trânsito, os óbitos foram mais frequentes no grupo de ocupantes de veículos (30,87%), seguidos por motociclistas (29,12%), pedestres (17,57%), outros acidentes de transporte (10,96%), ocupantes de veículo pesado – caminhões (4,67%), ciclistas (4,41%), ocupantes de caminhonete (1,62%) e ocupantes de ônibus (0,78%). Não houve óbito por acidente de trânsito por usuários ocupantes de triciclo”, informa a técnica Tatiana Gomara Neves.

 

“Importante destacar que, neste mesmo ano, 81,31% das pessoas residentes no Paraná que vieram a óbito por acidente de trânsito e transporte são homens, sendo que 73% tinham entre 20 e 59 anos de idade”, complementou Tatiana.

 

Em 2019 o Estado registrou 10.021 internamentos por ATT, segundo dados preliminares do Sistema de Informações Hospitalares (SIH).

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens de 5 a 29 anos, em todo o mundo. A cada ano, 1,35 milhão de vidas são perdidas – 90% desses óbitos ocorrem em países de baixa e média renda.

 

PROGRAMA – O Programa Vida no Trânsito tem como objetivo promover intervenções efetivas de segurança no trânsito que apresentem evidência na redução das mortes e feridos graves.

 

Atualmente, no Paraná, 12 municípios já implantaram o PVN: Curitiba, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina, Maringá, Francisco Beltrão, Paranaguá, Ponta Grossa, Toledo, Campo Mourão e Paranavaí, abrangendo 42% da população.

 

Os participantes criam as comissões municipais do programa para o desenvolvimento de ações preventivas e orientativas, baseadas em estudos epidemiológicos locais, além da promoção da melhoria da infraestrutura viária.

 

DÉCADA - A Organização das Nações Unidas lançou, em 2011, a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” na qual governos de todo o mundo, incluindo o Brasil, comprometeram-se a tomar novas medidas para prevenir acidentes no trânsito.

 

A taxa de mortalidade por acidente de trânsito e transporte no Paraná, no período de 2011 a 2019, segundo dados preliminares, apresentou uma redução de 33,37% neste intervalo, passando de 31,61, em 2011, para 21,06 óbitos por 100 mil habitantes em 2019.

 

O conjunto dos doze municípios paranaenses com PVT alcançou uma redução de 42,20% deste índice, no mesmo período, passando de 25,45, em 2011, para 14,71 mortes por 100 mil habitantes, em 2019. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

 

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