Unioeste transfere prova do vestibular para 1° de agosto

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), após analisar o panorama atual da pandemia, decidiu adiar para o dia 1º de agosto a prova do Concurso Vestibular 2021. A seleção seria realizada em 04 de julho.

 

A medida se deve ao alto índice de ocupação dos leitos nos hospitais do Paraná e ao índice de transmissão, que segue elevado. A situação, lembra a Unioeste, não é diferente no Oeste do Estado, região que abrange pelo menos quatro dos sete locais de prova: Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Toledo, Maringá e Curitiba).

 

“Entendemos a ansiedade dos 10.766 inscritos para disputarem uma das 1.230 vagas distribuídas nos 65 cursos oferecidos pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, e ainda ratificamos que essa vontade de que tudo retorne ao mais normal possível também é nossa. Mas a Unioeste, tomando essa decisão, só reforça a preocupação e responsabilidade com todos ao vir a público anunciar essa medida”, diz comunicado da universidade.

 

Todas as inscrições realizadas estão automaticamente validadas para o novo dia de prova. Não será aberto novo período de inscrição em respeito aos que já passaram pelos processos. Todos os 10.766 inscritos receberam essa informação pelo e-mail cadastrado no processo de inscrição, antes da veiculação nos veículos de comunicação.

 

Mais informações estão disponíveis no site www.unioeste.br e redes sociais da Unioeste. (Com AEN)

 

 

 

Publicado edital de licitação da iluminação de trechos urbanos da BR-277

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) publicou o edital para licitar a implantação de iluminação pública na BR-277 dentro dos trechos urbanos de três municípios da região Oeste. Com investimento previsto de R$ 13,97 milhões, serão contemplados cerca de 20 quilômetros da rodovia em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e São Miguel do Iguaçu, trazendo mais segurança para condutores e pedestres.

 

A obra é resultado de um convênio entre Governo do Paraná, governo federal e a Itaipu. O investimento é da Binacional.

 

“Iniciamos essa monumental parceria com a Itaipu Binacional pela nova Ponte da Integração Brasil – Paraguai, e os resultados são tão positivos que abriram as portas para a assinatura de ainda mais convênios, que vão revolucionar a infraestrutura viária na região Oeste e Noroeste”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex.

 

“Além desse edital de iluminação da BR-277, vamos licitar em breve a duplicação da Rodovia das Cataratas, e já temos em andamento também a perimetral Leste de foz do Iguaçu, a pavimentação da Estrada Boiadeira, perto de Umuarama, e começando a duplicação da BR-277 em Cascavel”, destaca o secretário.

 

PRAZO – As empresas interessadas devem protocolar seus envelopes com propostas de preços e com documentos de habilitação até o dia 15 de julho na sede do DER/PR em Curitiba. A licitação utiliza a modalidade Concorrência Pública, em que o vencedor é definido pela proposta de preço mais vantajosa. A abertura dos envelopes de preços será realizada no dia seguinte, às 14h, no auditório do DER/PR, com transmissão pela internet.

 

“O edital prevê a instalação de postes de aço no canteiro central da BR-277 dentro dos três municípios, com a rede elétrica subterrânea, visando preservar os cabos contra a ação do clima e evitar a poluição visual. A iluminação em si será feita com luminárias LED de 250 watts”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

 

“A rodovia conta com sinalização apropriada para o tráfego noturno, mas a iluminação viária proporciona ainda mais segurança, especialmente em travessias urbanas, reduzindo o número de acidentes e atropelamentos”, acrescenta.

 

O prazo para execução da obra será de 540 dias (18 meses) após assinatura do contrato e emissão da ordem de serviço. O edital, demais documentos e o link para acompanhar a sessão de abertura de envelopes ficam disponíveis no portal Compras Paraná. (Com AEN)

 

 

 

Circulação de armas de fogo cai 10% no Paraná no primeiro quadrimestre

Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública aponta que foram apreendidas 2.134 armas no primeiro quadrimestre deste ano, 241 a menos que no mesmo período de 2020, quando foram 2.375, queda de 10,1%.

 

A análise criminal compreende os resultados das 23 Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs) que abrangem todas as regionais do Paraná. O estudo detalha ainda que as armas de fogo apreendidas pelas equipes policiais são dos mais variados tipos e calibres, ou seja, revólveres, espingardas, pistolas, garruchas, carabinas, rifles, garruchões, pistoletes, escopetas e mosquetões, até armas de uso restrito das Forças Armadas e que possuem poder de fogo maior, como fuzis e metralhadoras.

 

O secretário estadual da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, explicou que o cenário de pandemia motivou as polícias a adaptarem o trabalho operacional para que o combate à criminalidade não fosse afetado. Ele também destacou que a redução no número geral de armas de fogo em circulação possui relação com a diminuição no registro de homicídios e outros crimes no Paraná.

 

“Com as novas regras de convívio social impostas pela pandemia, notamos a queda de diversos índices criminais como a posse ilegal de arma de fogo”, disse. “O trabalho das polícias foi readequado e as ações contra a criminalidade continuaram em todo o Estado para que a população não fosse prejudicada e recebesse o melhor atendimento possível das nossas forças policiais”.

 

TIPOS – Os tipos que tiveram as maiores reduções no índices de apreensões no comparativo entre o primeiro quadrimestre deste ano e anterior foram os pistoletes (-41,18%), sendo 17 em 2020 e 10 em 2021, além dos garruchões e escopetas, com queda de -28,57% cada, uma diferença de 21 para 15 e de 14 para 10, respectivamente.

 

De acordo com o levantamento, o tipo de arma de fogo mais comum apreendido no Paraná foi o revólver. Nos primeiros quatro meses de 2020 foram 935 unidades, contra 865 neste ano, queda de 7,49%. “O revólver, em muitos casos, é adquirido até de forma legal, mas acaba caindo na posse de um criminoso”, exemplificou o comandante-geral da PM, coronel Hudson Leôncio Teixeira.

 

Juntamente com o revólver, a espingarda e a pistola estiveram no topo da lista de armas apreendidas no Estado. Nos primeiros quatro meses deste ano, 493 espingardas e 486 pistolas foram retiradas de circulação, sendo que no mesmo período do ano anterior foram 677 espingardas e 472 pistolas.

 

Os dados comparativos apontam aumento nas apreensões de armas longas, como fuzis (de 12 para 14), carabinas (de 88 para 93) e metralhadoras (de 5 para 10).

 

Segundo o coronel Teixeira, a intensificação das fiscalizações de medidas sanitárias produziu efeitos positivos com relação a incidência de crimes. “Com as medidas restritivas de circulação, a presença policial militar nas ruas aumentou, diminuindo a frequência de pessoas mal intencionadas a cometerem crimes ou as que circulavam com armas de fogo ilegais”, acrescentou.

 

O delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Riad Braga Farhat, explicou que a apreensão de armas de maior poder de fogo reflete a resposta eficiente das polícias no combate ao crime organizado. “Junto aos fuzis, as metralhadoras são as armas mais utilizadas pelos criminosos, o que reflete, na verdade, em um efetivo aumento na qualidade das apreensões das polícias Civil e Militar do Paraná”, contou o delegado.

 

ÁREAS INTEGRADAS – No planejamento estratégico da Sesp, o Paraná é dividido em 23 Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP), as quais congregam estrutura, equipamentos e efetivo das instituições vinculadas à secretaria para melhor eficiência das ações policiais no combate à criminalidade

 

A análise da Secretaria com relação à apreensão de armas de fogo aponta que, das 23 AISPs, 13 tiveram queda nos índices no comparativo dos primeiros quadrimestres de 2020 e 2021, dentre elas a 6ª AISP (União da Vitória e região) com 46,81% (de 47 para 25); a 13ª AISP (Toledo e região), com 39,64% (de 111 para 67); e a 5ª AISP (São Mateus do Sul e região), com redução de 38,30% (de 47 para 29).

 

Curitiba foi uma das regionais que mais apresentou redução. No primeiro quadrimestre de 2020 foram apreendidas 237 armas, sendo que no mesmo período deste ano foram 184, queda de 22,36%.

 

Por outro lado, houve aumento significativo no número de apreensões de armas em algumas regiões, como a 8ª AISP (Laranjeiras do Sul e região), com aumento de 27,59%. Foram 37 equipamentos retirados de circulação, oito unidades a mais que no mesmo quadrimestre do ano passado. (Com AEN)

 

 

 

 

As maiores quantidades foram na 2ª AISP (São José dos Pinhais e região), com 229; 1ª AISP (Curitiba), com 184; 7ª AISP (Guarapuava e região), com 172.

DENÚNCIA – A participação do cidadão com denúncias é de suma importância para a redução da criminalidade no Paraná. “Cada arma de fogo apreendida significa um número imensurável de crimes que foram impedidos de serem cometidos com o uso deste artefato”, afirmou o delegado Riad. As denúncias podem ser feitas através do Disque Denúncia (181) ou pela Central de atendimento da PM (190).

Paraná é um dos melhores estados do Brasil para fazer negócios, aponta Banco Mundial

O Paraná é o quarto estado com melhores condições para fazer negócios no Brasil. O dado é da pesquisa Doing Business Subnacional Brasil 2021, divulgada nesta terça-feira (15) e realizada pelo Grupo Banco Mundial, que avaliou o ambiente de negócios para pequenas e médias empresas em todos os estados do País.

 

No placar geral, o Paraná ficou com um escore geral de 57,3 em uma pontuação que vai de 0 a 100, atrás de São Paulo (59,1), Minas Gerais (58,3) e Roraima (58,3). Em comparação com os estados da região Sul, o Paraná é o melhor colocado: Santa Catarina figura em 20° lugar, com 53,2 pontos, e o Rio Grande do Sul em 22°, com 52,9 pontos.

 

Para chegar ao ranking, a pesquisa avaliou cinco conjuntos de indicadores: abertura de empresas, obtenção de alvará de construção, registro de propriedades, pagamento de impostos e execução de contratos. Eles registram, por exemplo, quanto tempo e qual o custo necessário para iniciar as atividades de uma empresa, quantos impostos deverão ser pagos ao longo de um ano e quanto tempo se leva, em média, para resolver um litígio comercial.

 

"Esse resultado é fruto de um esforço constante no Governo do Estado pela desburocratização, pelo incentivo ao bom ambiente para as empresas e por políticas públicas voltadas às nossas melhores qualidades, do campo à indústria. Os empresários acreditam e apostam na transformação que estamos promovendo em diversas áreas, melhorando a infraestrutura e a incentivando a inovação para chegar mais longe", disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

A melhor pontuação do Paraná é no quesito de abertura de empresas, com 84,5 pontos - segundo lugar entre os estados, liderados pelo Pará (84,7). Isso se dá por uma maior agilidade proporcionada pelo Paraná em três quesitos: o número de procedimentos necessários para iniciar as atividades de uma empresa (nove, o menor número no País), o tempo necessário para a abertura da empresa (12 dias) e custo de abertura de 6,5% da renda per capita e sem capital mínimo integralizado.

 

Nas outras categorias, o Paraná é o quarto lugar em pagamento de impostos (34,4 pontos), o sétimo em obtenção de alvarás de construção (57,5 pontos), o 12° na execução de contratos (57,7 pontos) e o 14° no registro de propriedades (52,5 pontos).

 

O estudo destaca, por exemplo, que resolver uma disputa comercial no Paraná, onde 98% dos processos são eletrônicos, leva cinco meses a menos do que no Rio Grande do Sul, onde o índice de digitalização é de 23%.

 

“O relatório do mostra a importância das juntas comerciais para o desenvolvimento econômico do País. No Paraná temos alcançado ótimos índices de desempenho, em especial na velocidade de abertura de novas empresas”, afirmou o presidente da Junta Comercial do Paraná (Jucepar), Marcos Rigoni.

 

DESCOMPLICA – A pesquisa reconhece que os governos têm um papel fundamental na promoção de boas práticas para diminuir a burocracia, facilitando os processos através de uma regulamentação eficiente e transparente. Um dos exemplos de como esse objetivo é buscado pelo Paraná é o Programa Descomplica, lançado em 2019 para simplificar burocracias para empreendedores.

 

“A máquina pública muitas vezes cria entraves que dificultam a velocidade de quem quer gerar emprego. Por isso, nós criamos o Descomplica, um grande programa de desburocratização, fazendo com que a velocidade na abertura de uma empresa diminua. Temos casos de empresas que podem ser abertas de 12 a 14 minutos no Paraná. Antigamente se levava, em média, oito dias”, pontua o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

O projeto tem três linhas de atuação: liberação do CNPJ e de autorizações para empresas de baixo risco em menos de 24 horas, soluções para fechamento de empresas e a instalação de um comitê permanente de desburocratização, que mantém reuniões periódicas e conta com representantes da iniciativa pública e privada do Estado.

 

“A ideia é melhorar o ambiente de negócios para facilitar o empreendedorismo no Paraná. Uma das primeiras ações foi melhorar a abertura e fechamento de empresas, um trabalho feito pela Junta Comercial que colocou o Paraná entre os primeiros estados em agilidade para esses procedimentos. Simplificamos os atos administrativos do poder público em relação às licenças para as empresas”, explica Luiz Moraes, presidente do comitê de desburocratização.

 

O programa atualmente tem diferentes frentes de atuação, como o Descomplica Junta 100% Digital, que acabou com a necessidade de protocolos físicos para abertura de empresas, e o Descomplica Rural, que diminuiu o tempo de concessão de licenças ambientais na zona rural.

 

ABERTURA DE EMPRESAS – Eduardo Bekin, diretor-presidente da Invest Paraná, reforça que o Governo do Paraná tem se esforçado em entregar o melhor ambiente possível para o empreendedor fazer negócio. “Independente da colocação do Paraná, nós ficamos muito felizes com os números que o nosso Estado vem alcançando na abertura de indústrias e empresas, e isso se dá ao bom ambiente que a gente proporciona”, explicou.

 

A qualidade do ambiente de negócios é comprovada pelos números que provam um aumento no saldo de empresas abertas e fechadas no Paraná. Nos cinco primeiros meses de 2021, esse crescimento foi de 24,06% com relação ao ano anterior: 78.976, contra 63.662 em 2020.

 

Só no número de empresas abertas, o crescimento foi de 30,4% na comparação entre os dois períodos. Foram abertas 118.800 empresas até maio de 2021, contra 91.114 até maio de 2020. Os números são da Junta Comercial do Paraná (Jucepar).

 

EMPREGOS – O diretor-presidente da Invest Paraná destaca que o bom resultado da pesquisa se soma, ainda, a uma preocupação do Estado em promover o desenvolvimento social em paralelo ao econômico.

 

Para ele, essa premissa é incentivada a partir de dois pilares de atuação. “O primeiro é gerar investimentos e atração de empresas para cidades com menos de 100 mil habitantes. O segundo é que os investimentos não sejam destinados apenas a infraestrutura e maquinários, mas para incentivos e benefícios para geração de empregos”, detalhou.

 

“Quando a gente fomenta emprego, investe em uma receita perene. Quando alguém emprega 10, 20 ou 100 funcionários, eles serão funcionários por uma década. É diferente de fazer um investimento de R$ 100 milhões em uma máquina. É importante também, mas temos uma preocupação muito grande em dar incentivos e benefícios para quem gera emprego”, acrescentou Bekin.

 

No Paraná, o primeiro quadrimestre de 2021 foi o melhor dos últimos 11 anos na geração de empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. De janeiro a abril, foram 87.804 novos postos de trabalho abertos - uma diferença grande comparada ao mesmo período de 2020, quando os números fecharam no negativo por consequência da pandemia de Covid-19.

 

PESQUISA – Os dados utilizados pelo Doing Business são referentes até o dia 1° de setembro de 2020. A pesquisa foi produzida pelo Grupo Banco Mundial a pedido da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil e com patrocínio da Confederação Nacional de Bens, Comércio e Turismo (CNC), da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). (Com AEN)

 

 

 

Parte das novas vacinas contra a Covid-19 chega ao Paraná já nesta quinta

O Paraná receberá entre esta quinta-feira (17) e sexta-feira (18) mais 234.510 imunizantes contra a Covid-19, o que dará continuidade ao Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, as doses serão destinadas aos grupos prioritários e população em geral acima de 40 anos.

 

A primeira parte chega já no começo da noite desta quinta. Segundo o cronograma do Ministério da Saúde, as 143.910 doses do imunizante Comirnaty, produzido pela Pfizer/BioNtech, estarão no voo LA-4793, que pousa no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 19h05.

 

As 90.600 doses da Coronavac/Butantan, parte de um lote de 1,8 milhão de doses distribuído a todo o País, chegarão ao Paraná na manhã de sexta-feira (18), às 10h05 (voo G3 1120). As duas remessas fazem parte da 25ª pauta de distribuição do governo federal.

 

A dinâmica será a mesma adotada desde o começo da pandemia. As vacinas serão levadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão armazenadas, cadastradas e separadas, de maneira proporcional, para todos os 399 municípios das 22 Regionais de Saúde.

 

"Nossa meta é fazer a vacina chegar rapidamente na população. Estamos nos aproximando de 5 milhões de doses aplicadas nos paranaenses, o que ajuda a controlar as manifestações mais graves da doença", disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

 

VACINÔMETRO – O Paraná vacinou até o final desta quarta-feira (16) 3.466.304 pessoas com a primeira dose e 1.272.993 com as duas. É o sexto que mais imunizou no País em números absolutos. (Com AEN)

 

 

 

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