Com o mutirão de vacinação por todas as regiões do Estado no fim de semana, o Paraná ultrapassou neste domingo (20) a expressiva marca de 5 milhões de aplicações contra a Covid-19, atingindo um total de 5.011.603 doses administradas. Os números foram atualizados nesta manhã pelo Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), que reúne os dados atualizados em tempo real pelos municípios.
O total de imunizações é dividido em 3.728.500 primeiras doses (D1) e 1.283.103 segundas doses (D2). Ou seja, com o avanço da vacinação para a população em geral com menos de 60 anos, escalonada por idade, além dos grupos considerados prioritários, 42,3% dos paranaenses receberam ao menos uma aplicação de vacina contra a Covid-19. Desses, 14,5% completaram o esquema vacinal.
O Ministério da Saúde leva em conta os adultos com mais de 18 anos e prevê que, dentro dessa faixa, 8,8 milhões de paranaenses devem ser vacinados. As prioridades, por sua vez, formadas por aquelas pessoas que são mais expostas ao vírus ou têm maior chances de desenvolverem casos graves da doença, correspondem a mais da metade da população vacinável, cerca de 4,9 milhões de paranaenses de acordo com o Plano Estadual de Vacinação.
O planejamento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde estipulada que toda a população adulta do Paraná será vacinada com a primeira dose até setembro. “Contamos muito com o apoio dos municípios para fazer esse processo de vacinação acontecer cada vez mais rapidamente, de acordo com a quantidade de doses que são encaminhadas pelo Ministério da Saúde. Reforço que vacina boa é aquela que vai para o braço da população”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Ainda levando em consideração o critério da idade, 246 mil pessoas acima de 80 anos abriram o ciclo vacinal no Paraná com a primeira dose devidamente aplicada. Na sequência, foram 222 mil entre 75 a 79 anos; 330 mil de 70 a 74 anos; 450 mil de 65 a 69 anos; 542 mil de 60 a 64 anos; 544 mil de 55 a 59 anos; 403 mil de 50 a 54 anos; 233 mil de 45 a 49 anos; 186 mil de 40 a 44 anos; 170 mil de 35 a 39 anos; 150 mil de 30 a 34 anos; 126 mil de 25 a 29 anos; 96 mil de 20 a 24 anos; e 23 mil jovens de 18 e 19 anos.
PRIORITÁRIOS – Além desses, a imunização avança também em nichos dentro do grupo prioritário. Até o momento, considerando novamente a aplicação da dose inicial, 414 mil trabalhadores da saúde começaram a ser imunizados; 496 mil pessoas com algum tipo de comorbidade; 182 mil trabalhadores da educação do ensino básico; 36 mil pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas; 43 mil pessoas com doenças permanentes; 22 mil ligadas a forças de segurança e salvamento; 30 mil gestantes e puérperas; e 19 mil trabalhadores da educação do ensino superior.
Outras categorias profissionais também aparecem entre os imunizados com a dosagem inicial: 11,6 mil trabalhadores portuários; 7,2 mil das Forças Armadas; 5,3 mil trabalhadores da limpeza; 4,5 mil caminhoneiros; e 3,6 mil trabalhadores do transporte aéreo, entre outras.
CIDADES – O recorte entre os municípios dentro do painel do SUS aponta, em números absolutos, que Curitiba (889 mil), Maringá (287 mil), Londrina (264 mil), Cascavel (148 mil), São José dos Pinhais (141 mil), Foz do Iguaçu (118 mil) e Ponta Grossa (105 mil) lideram a imunização.
Proporcionalmente ao número de habitantes, contudo, o ranking Secretaria de Estado da Saúde destaca que São Jorge d’Oeste (62,08%), Diamante do Norte (50,03%), Paranaguá (49,85%), Pontal do Paraná (48,04%) e Kaloré (47%) foram os mais eficientes em relação à primeira dose.
Para a dose 2 os destaques são Capanema (17,53%), Diamante do Norte (17,52%), Tamarana (17,35%), Terra Roxa (16,92%) e Maringá (16,75%). (Com AEN)
A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, a Catedral, alerta a comunidade sobre um golpe que vem sendo aplicado.
Em comunicado divulgado pelo padre Zico, a igreja pede para que os moradores fiquem atentos.
De acordo com o padre, os golpistas estão dando cheques falsos em nome da Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Catedral e efetuando compras no mercado local, lesando assim estes comerciantes.
O comunicado pede para que não aceitem nenhum cheque da Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Catedral. (Com CATVE).
O pagamento da 5ª e última parcela do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2021 começa na próxima segunda-feira (21). A ordem de vencimento, de acordo com o dígito final da placa do veículo, segue até sexta-feira (25).
Em março os proprietários de veículos no Paraná ganharam uma folga no pagamento do imposto. Em razão do acirramento da pandemia da Covid-19, a Secretaria da Fazenda postergou em um mês o vencimento das parcelas.
Assim, as três parcelas restantes tiveram seus prazos adiados em um mês: a 3ª, que deveria ser paga em março, teve seu prazo postergado para abril, e assim sucessivamente até a 5ª e última parcela, neste mês.
Enquanto na maioria dos estados a última parcela do IPVA venceu em março, o Paraná permitiu o parcelamento e ainda estendeu o prazo.
O parcelamento em cinco meses foi uma novidade no pagamento do imposto neste ano. Até 2020, o parcelamento máximo era de três meses. O objetivo do aumento das parcelas foi facilitar a vida do contribuinte paranaense.
COMO PAGAR – É importante ficar atento: os contribuintes não recebem mais boleto para efetuar o pagamento, nem qualquer outro tipo de correspondência. Para emitir a guia, basta acessar o site www.fazenda.pr.gov.br/ipva. É preciso ter em mãos o número do Renavam, que consta no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV).
Apenas com o número do Renavam também é possível pagar o imposto diretamente nos caixas ou canais de atendimento de sete bancos credenciados: Banco do Brasil, Itaú, Santander, Bradesco, Sicredi, Banco Rendimento e Bancoop.
A quitação do IPVA é requisito obrigatório para emissão certificado de licenciamento de veículo pelo Detran/PR. (Com AEN)
Confira o calendário:

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed-PR) marcou para os dias 7 e 23 de julho as eleições (consultas públicas) de diretores e diretores auxiliares das instituições estaduais de ensino. Cerca de 1,7 mil colégios do Paraná vão participar do processo.
A Comissão Consultiva Central já foi montada pela Seed-PR, assim como as Comissões Consultivas Regionais pelos 32 NREs (Núcleos Regionais de Educação) e as Comissões Consultivas Locais das escolas através de reuniões virtuais.
Responsável pelo planejamento, organização e execução do processo da eleição nas instituições de ensino, a comissão consultiva local é composta por oito membros: dois representantes legais dos alunos não votantes (pai, mãe ou responsável legal), dois representantes de professores, dois representantes de funcionários e dois representantes de alunos votantes.
Participam das eleições cerca de 1,7 mil dos mais de 2,1 mil colégios da rede. Ficam de fora os Colégios Cívico-Militares, os de Educação Integral, as instituições de ensino das Comunidades Indígenas e Quilombolas, as cedidas ou alocadas em instituições religiosas e os Colégios da Polícia Militar do Paraná, que têm outros processos específicos para a escolha dos diretores.
Anteriormente marcada para dezembro de 2020, a eleição não aconteceu devido a uma liminar da Justiça e a Secretaria, então, prorrogou os mandatos dos gestores que terminariam no fim do ano passado até 9 de julho deste ano.
DATAS – A eleição está marcada para o dia 7 de julho, das 8h às 21h. Já o segundo turno – onde for necessário – será no dia 23 de julho.
FORMA – A eleição vai acontecer de duas maneiras – por plataforma digital ou cédulas impressas –, mas cada escola deveria escolher apenas uma delas.
Coube à comissão local informar a forma escolhida pela escola para o pleito – quase 75% das instituições optaram pelo método impresso. Por este meio, a eleição será realizada de forma presencial por meio de cédulas de votação nas instituições de ensino que assim optarem.
Nas instituições de ensino que escolheram a forma digital, a eleição será inteiramente on-line, por meio de uma plataforma da Seed-PR. O voto poderá ser efetuado através de dispositivos com conexão à internet do próprio votante ou presencialmente, nos computadores da escola. Neste formato, os votantes aptos de cada instituição de ensino receberão por e-mail ou por SMS um token pessoal e intransferível que dará acesso à página de votação.
CHAPAS – Em pouco mais de 90% das escolas a eleição será com chapa única. Nas demais, a disputa será entre duas ou três chapas.
Os candidatos a diretor puderam se registrar em apenas uma instituição de ensino e foi permitido o registro da candidatura aos que já exercem ou exerceram a função de diretor ou diretor auxiliar na mesma instituição, independentemente do período de direção. Era necessário ser do quadro próprio de servidores para estar apto a concorrer.
Todas as regras e prazos do processo eleitoral que vai definir os gestores das escolas até 2024 estão nas resoluções 2.265 e 2.416/2021, publicadas pela Seed-PR.
QUEM VOTA – Podem participar da eleição membros das comunidades escolares, conforme as regras: professores que estejam supridos na instituição de ensino; funcionários supridos na instituição de ensino; responsáveis, perante a escola, pelo aluno menor de 16 anos; e aluno com no mínimo 16 anos completos até a data da eleição.
Cada pessoa apta a votar terá direito a um voto, mesmo que represente mais de um segmento da comunidade escolar ou mais de um aluno não votante.
COMO FUNCIONA – Para ser homologada, a eleição necessita de quórum mínimo de 35% dos aptos a votar, incluindo os votos brancos e excluídos os nulos. Quando não for atingido o quórum mínimo, será realizada nova votação.
Nos colégios em que houver chapa única, o resultado será homologado desde que a totalidade dos votos válidos não seja inferior ao número de votos brancos e nulos. Já onde houver a inscrição de três chapas ou mais e a chapa vencedora eleita obtiver menos de 40% dos votos válidos, deverá ser realizado um 2º turno, concorrendo somente às duas chapas com maior número de votos. Com duas chapas em disputa, será necessário atingir 50% + 1 voto para definição no 1º turno.
COVID-19 – As instituições de ensino deverão cumprir as medidas de prevenção dispostas pelas autoridades sanitárias, inclusive seguindo a Nota Orientativa da SESA n.º 51/2020, usada nas eleições municipais de 2020.
Entre várias medidas, candidatos, votantes e demais envolvidos no dia de votação terão que respeitar o distanciamento físico de 1,5 metro e só poderão entrar nos locais de votação usando máscaras. O uso deverá ser feito em todo o período dentro do espaço escolar, ou seja, não será permitido se alimentar, beber ou realizar qualquer ato que exija a retirada da máscara.
Já as mãos devem ser higienizadas com álcool em gel antes e depois de votar. O produto deverá ser disponibilizado perto dos locais em que houver as urnas. Também recomenda-se que o votante leve sua própria caneta para assinar a lista de votantes. (Com AEN)
Os programas CastraPet (Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos) e Paraná Mais Verde foram inscritos na 28ª edição do Prêmio Expressão Ecologia. Eles são desenvolvidos pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) e o Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à pasta.
A premiação anual tem o objetivo de divulgar as ações ambientais das empresas da região Sul do Brasil e incentivar práticas sustentáveis. O órgão ambiental estadual já possui cinco troféus.
O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, afirma que as premiações que o órgão já recebeu são fruto de um trabalho em prol da sustentabilidade que o Estado busca atingir nos próximos anos.
“É um reconhecimento a todo o corpo técnico e do governo estadual. Queremos transformar o Paraná no Estado mais sustentável do Brasil”, disse.
CASTRAPET – O Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos é executado pela Sedest, com recursos do IAT, por meio do Fundo Estadual do Meio Ambiente ou de emendas parlamentares, em parceria com as prefeituras.
O objetivo é conscientizar a população sobre a importância da castração como instrumento de controle ético de cães e gatos, evitando o abandono de animais resultantes de ninhadas indesejadas, melhorando o bem-estar e favorecendo a saúde dos animais. O CastraPet é uma iniciativa inédita no Brasil.
“Empresas especializadas na prestação desse tipo de serviço são contratadas pela Sedest, por meio de processo licitatório, e executam as cirurgias nos municípios conveniados. São os municípios que cadastram animais para o procedimento e estabelecem critérios para esse cadastro”, explica o diretor de Políticas Ambientais da Sedest, Rafael Andreguetto.
Iniciado em 2019, o primeiro ciclo do programa recebeu um investimento de R$ 2,4 milhões nessa ação permanente de Saúde Única, ou seja, dentro do conceito de saúde animal, humana e ambiental. Ao todo, 45 municípios foram beneficiados com os recursos.
Outros R$ 3 milhões estão sendo destinados ao segundo ciclo do programa, iniciado em 2020, e vão atender, até o final deste ano, 80 municípios. O terceiro ciclo está previsto para acontecer a partir do segundo semestre de 2021.
PARANÁ MAIS VERDE – O Paraná Mais Verde é um programa de educação ambiental, com o objetivo de despertar a consciência ecossistêmica na população.
Ele apresenta sete linhas de ação: Revitaliza Viveiros, Viveiros Socioambientais, Incentivo a Espécies Ameaçadas de Extinção, Datas Comemorativas, Parques Urbanos, Poliniza Paraná e Hortas Urbanas.
Todas preveem benefícios ambientais e/ou envolvimento direto ou indireto da sociedade. O programa pretende expor aos paranaenses a necessidade de conservar os recursos naturais, de recuperar áreas degradadas e evidenciar como é possível aliar desenvolvimento econômico e social com aspectos ambientais.
“Até agora, já foram doadas mais de 3 milhões de mudas nativas pelo Paraná Mais Verde, equivalente a uma área de restauração de 1.800 hectares, ou seja, aproximadamente 1.800 campos de futebol”, afirmou o gerente de Restauração Ambiental do IAT, Mauro Sharnick.
Com a araucária, árvore símbolo do Paraná, foram enriquecidos 367 hectares no Paraná. Os 19 viveiros do Estado produzem mais de 80 espécies de árvores nativas, incluindo ameaçadas de extinção como imbuia, araucária e peroba. É possível fazer a solicitação de mudas pela internet, no site www.iat.pr.gov.br.
PRÊMIO – O Prêmio Expressão Ecologia é promovido todo ano, desde 1993, pela Editora Expressão. Ele foi criado um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro (Eco 92), quando a ONU realizou o primeiro evento no Brasil, discutindo questões ambientais.
O troféu se tornou a maior premiação ambiental do país no segmento empresarial com reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente. Neste ano, as inscrições também estão abertas para o estado de São Paulo, além dos três estados da região Sul.
Nas 27 edições, o prêmio registrou 2.920 cases inscritos. As práticas sustentáveis podem ser inscritas até o dia 30 de julho pelo link http://bit.ly/35rwtHI. Com AEN)
O Programa Nossa Gente Paraná, da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, liberou, no mês de maio, R$ 488 mil para incentivar a melhoria das atividades agrícolas e a geração de renda para 271 famílias do campo. A iniciativa, chamada Renda Agricultor, conta com parceria da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná).
“Os recursos do Renda Agricultor são investidos em pequenas reformas para melhorar a qualidade de vida das famílias atendidas, como saneamento básico, incentivo à produção para consumo próprio e para impulsionar o desempenho das atividades agrícolas”, explicou o secretário Ney Leprevost.
O recurso foi repassado para atendimento às famílias de 49 municípios levando em conta seus aspectos culturais. A população atendida inclui pescadores, população indígena, quilombola e faxinalense, que é um segmento que se caracteriza pelo uso socializado das terras.
Em parceria com as prefeituras, os técnicos das secretarias envolvidas elaboram os projetos mediante a identificação das necessidades de cada família. Dentro do número total de participantes, as principais atividades realizadas no programa têm como alvo produção avícola, horticultura, manejo de leite e criação de suínos.
Para Everton de Oliveira, coordenador dos projetos Renda Agricultor Familiar e Inclusão Produtiva Solidária, a possibilidade de implantar um projeto produtivo eleva a autoestima e a dignidade dos envolvidos. "Eles se percebem capazes de produzir, gerar renda e cuidar das suas famílias”, afirmou.
PROJETO – Os recursos do Renda Agricultor Familiar são financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por contrapartida do Estado, via Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Eles devem ser investidos na geração de renda e na melhoria da qualidade de vida.
São repassados pela Sejuf e pela Seab e o trabalho é executado pelo IDR. Os extensionistas elaboram, juntamente com as famílias atendidas, um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar, que pode abranger atividades em saneamento básico (construção de banheiro e proteção de fontes), produção para autoconsumo e apoio a processos produtivos (geração de renda através de atividades agrícolas e não-agrícolas).
“Estamos conseguindo ajudar os agricultores familiares, que são prioridade nas políticas públicas do Estado, a crescer e tornar seu produto mais competitivo no mercado”, arrematou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. (Com AEN)








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