Estrutura de serviços digitais do Estado aos cidadãos está entre as melhores do País

A estrutura de serviços digitais oferecidos pelo Governo do Paraná aos cidadãos está entre as melhores do Brasil. O Estado ocupa o terceiro lugar em um ranking elaborado pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP), divulgado nesta segunda-feira (5).

 

O estudo avalia os serviços digitais ofertados pelos governos estaduais aos seus cidadãos a partir de uma nota geral que abrange o conjunto do trabalho prestado. No ranking geral, o Paraná ficou com 86,25 pontos, índice considerado muito bom. No topo do ranking está o Rio Grande do Sul, com nota 91 (ótimo), seguido pela Bahia, com nota 87,25 (muito bom).

 

A metodologia utilizada na classificação levou em consideração três critérios: como funciona a interação da plataforma com o cidadão, quais serviços são ofertados e como funciona a regulamentação sobre modernização para a oferta de serviços públicos. Cada critério foi avaliado através de um questionário respondido pelos estados com base na infraestrutura tecnológica disponível.

 

No Paraná, a responsável pela área é a Celepar​– Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná. “Recebemos com muito orgulho esta divulgação, que reflete todo um trabalho realizado pelo Governo do Estado”, ressaltou o presidente da companhia, Leandro Moura.

 

PRIMEIRO LUGAR - Além do terceiro lugar geral, o Paraná lidera o ranking em um dos três critérios avaliados. Na dimensão de serviços ofertados, o Estado empatou com Santa Catarina e Paraíba em primeiro lugar. Os três tiveram índice considerado muito bom.

 

O critério avalia, em uma lista de dez serviços, quais são prestados à população de forma digital. Entre eles, estão a consulta online de notas e frequências dos alunos, a abertura de boletins de ocorrência online, o teleatendimento de serviços de saúde por videoconferência, o registro digital para abertura de empresas, a emissão de Nota Fiscal Eletrônica e a solicitação online de documentos como carteira de identidade e carteira de habilitação.

 

Danilo Scalet, assessor da presidência da Celepar, destacou que o bom resultado do Paraná é consequência tanto de um trabalho já desenvolvido há anos quanto de novos serviços implantados a partir da pandemia, que acelerou a necessidade da transformação digital em diversos setores da sociedade.

 

“A maioria dos serviços avaliados são tradicionais no Estado e oferecidos à população já há algum tempo. Um serviço novo, decorrente do processo de pandemia, é o de teleatendimento de serviços de saúde por videoconferência para o cidadão. Isso facilitou o acesso para a população quando esse tipo de consulta é necessária”, exemplificou Scalet.

 

Na avaliação, o Paraná disponibiliza nove dos dez serviços elencados. O único ponto em que o Estado não atingiu a nota máxima foi na possibilidade da matrícula online. Scalet explica que, na verdade, o processo já funciona de forma online. No entanto, como há uma obrigação de comparecimento do responsável do aluno na escola para confirmar a matrícula, o critério de julgamento não considerou o processo 100% digital. “Por outro lado, em todos os demais itens tiramos o grau máximo, o que nos levou à primeira classificação”, complementou o assessor.

 

OUTROS CRITÉRIOS - Nos outros critérios, o Paraná também apresentou índices considerados muito bons. Na avaliação da capacidade para a oferta digital de serviços, a pesquisa analisa como funciona a estrutura digital e a interação com o cidadão no sistema através de dez parâmetros.

Para isso, verifica se existe um site unificado, se permite um cadastro digital do cidadão, se possui agendamento digital de serviços, entre outros. Neste quesito, o Paraná ficou em quarto lugar, atrás de Bahia, Rio Grande do Sul e

Minas Gerais, e empatado com Espírito Santo.

 

Já no critério da legislação sobre modernização na oferta de serviços, a metodologia avaliou como os governos estaduais regulamentaram a Lei Federal 13.460/2017, que estabelece normas básicas para participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos prestados pela administração pública.

 

O Estado atendeu três dos quatro critérios, atingindo o índice “muito bom” e ficando em quarto lugar no País. À frente do Paraná, figuram Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

 

Esta foi a segunda edição da pesquisa realizada pela Abep. O ranking completo pode ser consultado no site da instituição. (Com AEN)

 

 

 

Com investimento de R$ 5,2 milhões, Paraná renova frota para fiscalização ambiental

O Governo do Estado vai melhorar a frota de veículos dos 21 escritórios regionais vinculados à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) como forma de reforçar a fiscalização ambiental em todo o Paraná. O governador Carlos Massa Ratinho Junior entregou nesta segunda-feira (05), durante o lançamento do Paraná Energia Sustentável, no Palácio Iguaçu, 42 veículos para os escritórios, entre caminhonetes L200 (21) e utilitários Fiat Strada (21). Outros cinco automóveis ficarão em Curitiba, à disposição da Sedest e do Instituto Água e Terra (IAT). O investimento foi de R$ 5.226.863,42.

 

“Precisamos dar suporte e equipamentos adequados para os funcionários para poder melhorar a fiscalização. Lembrando que muitas vezes eles precisam ir até locais afastados, de difícil acesso. Esse investimento é mais um passo que o Paraná dá em busca da sustentabilidade, de ser um Estado verde, que se preocupa e preserva o meio ambiente”, afirmou Ratinho Junior.

 

Entre as atribuições da fiscalização ambiental estão a atividade de controle, monitoramento, educação ambiental e de vigilância, com o objetivo de impedir o estabelecimento ou a continuidade de ações consideradas lesivas ao meio ambiente. Ou, ainda, daquelas realizadas em desconformidade com o que foi autorizado no documento de licenciamento.

 

“Esses carros novos vão ajudar no atendimento a denúncias geradas pela população, demandas de órgãos públicos, fiscalizações de rotina, atendimento a acidentes ambientais e também no apoio a órgãos federais, estaduais e municipais, sempre tendo a questão ambiental como prioridade”, explicou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

 

Em 2020, de acordo com a Sedest, foram aplicadas 4.587 multas por infrações ambientais. O valor arrecadado com as autuações chegou a R$ 75,5 milhões, dos quais 77% (R$ 56,2 milhões) referentes a atentados contra a flora nativa.

 

Os autos de infração lavrados são relacionados à fauna (1.069), licenciamentos (600), pesca ilegal (128), resíduos sólidos (97), poluição (77), descumprimento de embargo (67), mineração (44), parcelamento de solo/loteamento/condomínio (21), desrespeito à autoridade ambiental (9), patrimônio público (9) e empreendimentos industriais e de serviços (5).

 

PRESENÇAS – Participaram da cerimônia o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva (Casa Civil); os secretários Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento), João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas) e Beto Preto (Saúde); o diretor-presidente da Copel, Daniel Pimentel Slavieiro; o diretor-presidente da Sanepar, Cláudio Stabile; o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski; os deputados federais Vermelho e Luiza Canziani; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Tião Medeiros, Nelson Luersen e Wilmar Reichembach; o juiz auxiliar da presidência do TJ-PR, Anderson Ricardo Fogaça; a subprocuradora-geral de Justiça para assuntos de planejamento institucional do MP-PR, Sâmia Bonavides; o presidente do Movimento Pró-Paraná, Marcos Domakoski; o presidente do Instituto de Engenharia do Paraná, Nelson Luiz Gomes; o presidente da Faep, Ágide Meneguette; o presidente da Fiep, Carlos Walter Martins Pedro; o presidente da Fetaep, Marcos Brambilla; e os prefeitos Tauillo Tezelli (Campo Mourão), Betinho Lima (Goioerê), Américo Belle (Capanema) e Freonizio Valente (Santa Isabel do Ivaí). (Com AEN)

 

 

 

Paraná tem melhor saldo na geração de empregos no acumulado do ano desde 2011

Confirmando a tendência dos meses anteriores, o Paraná fechou os primeiros cinco meses do ano com o melhor saldo na geração de empregos desde 2011, além do segundo melhor resultado para maio no mesmo período. No acumulado do ano foram abertas 103.432 vagas com carteira assinada no Estado, número muito superior ao registrado entre janeiro e maio de 2020, durante o momento mais restritivo da pandemia, que teve saldo negativo de 47.696 vagas.

 

Os dados foram levantados pelo Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda, da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, e levam em consideração as mudanças metodológicas da análise nacional.

 

O Paraná teve resultados positivos em todos os meses de 2021, além de recordes na geração de empregos formais no primeiro trimestre e no primeiro quadrimestre do ano. Em janeiro, foram criados 34.342 postos de trabalho; em fevereiro, 41.616; em março, 11.507; e em abril 10.019. Com as 15.884 vagas abertas em maio, o Estado teve o melhor desempenho na Região Sul e quarto melhor do País.

 

Com relação aos primeiros cinco meses, o melhor saldo até então tinha sido em 2011, com 86.308 vagas abertas, uma diferença de quase 20% com o período atual. O resultado deste ano também marca a grande retomada dos últimos 11 anos e a primeira vez em que o Estado ultrapassa a marca de 100 mil vagas formais.

 

“A geração de empregos esteve em alta em todos os meses do ano no Paraná, superando inclusive os patamares pré-pandemia. São resultados que mostram a força econômica do Estado e o quanto o povo paranaense é trabalhador”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O Governo do Estado tem feito sua parte para alcançar esse resultado, com programas de estímulo às atividades mais afetadas pela pandemia e à atração de novos investimentos ao Paraná”.

 

O secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, também destacou o papel das Agências do Trabalhador na intermediação entre empregadores e trabalhadores. “Agradeço a confiança das empresas que investem no Paraná e a dedicação de todo nosso time das 216 Agências do Trabalhador. Emprego com carteira assinada é o melhor de todos programas sociais”, salientou.

 

PIB do Paraná cresce 1,07% no trimestre, terceira alta consecutiva
MAIO – Além do acumulado do ano, o mês de maio também foi um dos melhores da história do Estado na abertura de vagas formais, ficando atrás apenas de maio de 2011, quando foram criados 16.789 postos. O pior resultado para o mês foi no ano passado, quando as restrições da pandemia derrubaram o saldo de empregos. Em maio de 2020, foram 23.856 perdas entre pessoas demitidas e contratadas.

 

Nos anos anteriores, mesmo com resultados positivos em quase todos, houve redução gradual no saldo de vagas para o mês: foram 11.738 em maio de 2012; 9.713 em 2013; 6.840 em 2012; -1.361 em 2015; -3.388 em 2016; 2.379 em 2017; 1.798 em 2018; e 1.431 em 2019.

 

SETORES – A indústria puxou a abertura de vagas, com a criação de 27.991 vagas no acumulado do ano. Com exceção do segmento de alojamento e alimentação, que teve saldo negativo de 983 vagas, todos os demais setores contrataram mais do que demitiram no período.

 

Também apresentaram alta o comércio e os negócios de reparação de veículos automotores e motocicletas (15.048); as empresas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (14.782); construção (13.617); administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (8.962); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3.901); transporte, armazenagem e correio (3.001); outras atividades e serviços (1.132); artes, cultura, esporte e recreação (22); e serviços domésticos (11). (Com AEN)

 

 

 

Estado agiliza licenciamento de empreendimentos para produção de energia limpa

Em mais um passo no alinhamento do desenvolvimento sustentável do Paraná, o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta segunda-feira (05), no Palácio Iguaçu, o Paraná Energia Sustentável. A intenção é fazer com que a produção de energia limpa no Estado, por meio de empreendimentos de pequeno porte, passe a ter uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, o que permite reduzir o tempo de espera pela permissão.

 

Para isso, foram criadas sete resoluções específicas, uma para cada modalidade, além de um sistema online que vai unificar e agilizar o processo.

 

O objetivo do projeto, destacou Ratinho Junior, é também racionalizar o licenciamento da atividade com foco na redução da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), atendendo a um dos princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

“Um dos pilares da nossa administração é fazer com o que o Estado cresça, se desenvolva, mas dentro das premissas corretas estabelecidas por essa agenda mundial de preocupação com o meio ambiente”, afirmou o governador. “Fizemos um pacto para pensar o Paraná do futuro. Sabemos exatamente qual estado queremos deixar para as futuras gerações, um Paraná extremamente consciente e sustentável”.

 

O governador reforçou que aspectos como energia sustentável, proteção ambiental e redução de desigualdades fizeram do Paraná um exemplo mundial no desenvolvimento sustentável, destacados em um estudo de caso lançado no mês passado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A pesquisa analisa de que forma o Paraná aderiu e aplicou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU ao longo dos últimos dois anos.

 

 

A OCDE é uma organização internacional integrada por países-membros que se empenham em promover padrões internacionais que permeiam questões econômicas, financeiras, comerciais, sociais e também ambientais.

 

“Somos exemplos para o mundo no desenvolvimento verde e queremos avançar ainda mais nesta questão, por isso o lançamento do Paraná Energia Sustentável. Seremos rígidos, mas com rapidez, permitindo a criação de um ambiente saudável para quem quer gerar energia limpa”, comentou Ratinho Junior.

 

O QUE MUDA – Com a criação de sete resoluções específicas, separadas por modelos de geração e transmissão de energia, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), por meio do Instituto Água e Terra (IAT), consegue atuar com mais eficácia e agilidade nos processos de licenciamentos ambientais para a produção de energia elétrica.

 

As fontes são divididas em eólica (Resolução 07/2021), biodigestores com aproveitamento energético de biogás (Resolução 08/2021), energia elétrica a partir de potencial hidráulico (Resolução 09/2021), por meio de caldeiras geradoras de vapor, utilizando a biomassa (Resolução 10/2021), solar (Resolução 11/2021), para sistemas de distribuição de gás canalizado e sistemas de transporte de gás canalizado (Resolução 12/2021) e sistemas de transmissão, distribuição e subestação de energia elétrica (Resolução 13/2021).

 

Também como forma de dar celeridade aos pedidos, a solicitação de licenciamento para construção de empreendimentos de qualquer porte passa ser feita de forma online, via Sistema de Gestão Ambiental (SGA) – a ferramenta permite aos usuários a requisição, análise e emissão de todas as licenças pela internet, além de consultas relacionadas ao processo em andamento.

 

“Buscamos a agilidade, mas sem perder de vista os aspectos técnicos e jurídicos dos empreendimentos. Uma transformação digital que vai transformar também a qualidade de vida dos paranaenses”, ressaltou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

 

Anteriormente, não se tinha uma normativa específica para cada tipo de fonte de energia. Com as sete resoluções, cada empreendimento é tratado de acordo com sua especificidade, o que oferece, além de maior segurança por parte do órgão ambiental, mais agilidade na análise dos processos.

 

O Paraná Energia Sustentável, explicou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, foi criado nos moldes do Descomplica Rural. O programa emitiu mais de 20 mil licenças ambientais em 2020, sendo 13% a mais que em 2019. O tempo médio de emissão de licenças simplificadas, ou seja, para empreendimentos sem impacto ambiental, é atualmente de apenas um dia.

 

“Queremos ser ágeis, mas sem afrouxar a legislação. Quem quiser gerar energia limpa no Paraná terá de obedecer a uma série de exigências, com resoluções específicas e fiscalização. Mas tudo dentro de um programa que permite ser prático e, com tudo de acordo, emitir o licenciamento ambiental de forma rápida”, ressaltou Nunes. “O Paraná já é quem mais produz alimentos, agora será também o mais sustentável”.

 

COOPERAÇÃO – Durante o evento, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), por meio do seu presidente, desembargador José Laurindo de Souza Netto, formalizou um acordo de cooperação técnica com a Prefeitura de Campo Mourão, na Região Centro-Oeste, para a instalação de uma usina fotovoltaica no município.

 

O empreendimento, de acordo com o desembargador, terá capacidade de produzir energia suficiente para abastecer 25% dos órgãos judiciais do Estado. A usina deve ficar pronta no segundo semestre de 2022. O investimento é de R$ 25 milhões.

 

“Esse governo tem a capacidade de aglutinar diferentes atores em torno de umas das causas mais importantes do nosso século: o meio ambiente. Essa cooperação técnica finalizada agora é mais um exemplo disso”, destacou Souza Netto.

 

HOMENAGEM – Também durante a cerimônia, o governador Ratinho Junior recebeu da Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradores Hidrelétricas (CGHs) o troféu “Amigo das PCHs e CGHs”. “Com esse programa teremos capacidade de fazer muito mais pelo Paraná. A estimativa é de gerar 100 mil empregos e responder por um investimento de R$ 15 bilhões”, disse o presidente do conselho de administração do órgão, Pedro Luiz Fuentes Dias.

 

PRESENÇAS – Participaram da cerimônia o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva (Casa Civil); os secretários Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento), João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas) e Beto Preto (Saúde); o diretor-presidente da Copel, Daniel Pimentel Slavieiro; o diretor-presidente da Sanepar, Cláudio Stabile; o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski; os deputados federais Vermelho e Luiza Canziani; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Tião Medeiros, Nelson Luersen e Wilmar Reichembach; o juiz auxiliar da presidência do TJ-PR, Anderson Ricardo Fogaça; a subprocuradora geral de Justiça para assuntos de planejamento institucional do MP-PR, Sâmia Bonavides; o presidente do Movimento Pró-Paraná, Marcos Domakoski; o presidente do Instituto de Engenharia do Paraná, Nelson Luiz Gomes; o presidente da Faep, Ágide Meneguette; o presidente da Fiep, Carlos Walter Martins Pedro; o presidente da Fetaep, Marcos Brambilla; e os prefeitos Tauillo Tezelli (Campo Mourão), Betinho Lima (Goioerê), Américo Belle (Capanema) e Freonizio Valente (Santa Isabel do Ivaí). (Com AEN)

 

 

 

4,5 milhões de paranaenses já tomaram a primeira dose ou a dose única contra a Covid-19

O Governo do Paraná e as prefeituras municipais seguem avançando no objetivo de vacinar toda sua população adulta contra o coronavírus até o fim de setembro com a primeira dose ou a dose única. Neste domingo (4), o Estado ultrapassou a marca de 4,5 milhões de paranaenses que já iniciaram sua imunização.

 

No total, 4.524.293 pessoas foram até um ponto de vacinação, o equivalente a 51,87% da população paranaense adulta, estimada em 8.720.953 pessoas pelo Ministério da Saúde.

 

As secretarias municipais de Saúde já aplicaram 5.866.036 doses nos 399 municípios. Entre elas, foram 4.470.840 primeiras doses (D1), 1.395.196 segundas doses (D2) e 53.453 doses únicas.

 

No total, 1.448.649 paranaenses já estão completamente imunizados, dentro das regras do Plano Nacional de Imunizações (PNI), o equivalente a 16,6% da população acima de 18 anos.

 

“Fazemos um apelo: vá se vacinar. Todas as vacinas aprovadas pela Anvisa salvam vidas e nos ajudam a nos proteger, independentemente da marca ou do laboratório. Queremos que, em agosto, 80% da população acima de 18 anos possa estar vacinada com pelo menos a primeira dose, e que em setembro esse número chegue a 100%. Isso vai ajudar a salvar ainda mais vidas”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), painel que atualiza em tempo real os dados fornecidos pelos municípios através da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Se o cálculo englobar a população em geral, são quase 40% imunizados com a primeira dose/dose única.

 

PERFIL – O perfil dos vacinados com D1 ou dose única tem uma pequena predominância feminina: 55,9% das doses aplicadas foram em mulheres, contra 44,1% em homens. Entre os grupos que mais foram vacinados, em número absoluto de doses, estão as pessoas de 60 a 64 anos, comorbidades e os trabalhadores da saúde.

 

Entre as vacinas administradas para D1/dose única, a maioria é da AstraZeneca, com 57,4% do total; seguida pela Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), com 28,5%; Pfizer, com 12,9%; e Janssen, com 1,2%.

 

Já as cidades que mais aplicaram D1/dose única são Curitiba, com 812.470 doses, seguidas por Maringá (242.045), Londrina (224.972), Cascavel (135.152) e Ponta Grossa (111.255). A lista segue com São José dos Pinhais (110.140), Foz do Iguaçu (106.071), Paranaguá (77.163), Colombo (71.084) e Guarapuava (67.266).

 

NOVAS DOSES – Desde a última sexta-feira (2), o Paraná recebeu mais de meio milhão de vacinas do Ministério da Saúde. Do total de 548.060 doses, 181.530 são da Covishield (AstraZeneca/Fiocruz/Universidade de Oxford), 233.150 da Janssen (Johnson & Johnson) e 133.380 da Cominarty (Pfizer/BioNTech).

 

O lote faz parte da 28ª remessa de distribuição do Ministério da Saúde, que soma outras 361.490 doses já entregues aos municípios e totaliza 909.550 imunizantes - o maior lote desde o início da campanha.

 

A maior parte dos lotes é destinada à vacinação da população em geral, e um percentual menor, composto por vacinas da AstraZeneca, é destinado à segunda dose de grupos prioritários que já começaram a imunização.

 

“Desde a semana passada, fizemos uma pactuação com os municípios: os que na divisão dos grupos prioritários ficaram com um pouco menos de vacinas, agora recebem um pouco a mais para equalizar. Nossa expectativa e objetivo é que, no dia 31 de agosto, todos os municípios paranaenses batam juntos o sino dos 80% de vacinação, pelo menos na primeira dose da população alvo”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto. (Com AEN)

 

 

 

Ferroeste tem crescimento de 13% na movimentação de contêineres no 1º semestre

O balanço operacional da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná S/A) dos primeiros seis meses do ano indica que a empresa deve manter o bom desempenho registrado em 2019 e 2020, com os primeiros resultados positivos de sua história.

 

Entre janeiro e junho circularam pelos trilhos da ferrovia entre Cascavel e Guarapuava 6.638 contêineres, volume 13% superior na comparação com os seis primeiros meses de 2020 (5.873).

 

Foram 800 mil toneladas de produtos, crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado (775 mil). Grãos de soja (550 mil/ton) e proteína animal (240 mil/ton) lideram a lista e correspondem quase à totalidade do que foi transportado. A empresa também movimentou produtos industrializados e fertilizantes.

 

Segundo a estatal, a alta pegou carona no aumento da produção de proteína animal no Paraná. Com esses números, há expectativa de ultrapassar a barreira de 1,3 milhão de toneladas do ano passado (janeiro a dezembro).

 

"Estamos evoluindo todos os anos, resultado influenciado pelo aumento do nosso desempenho operacional e pelo acordo de passagem com a Rumo. Nos tornamos mais ágeis e estratégicos para o setor produtivo, mostrando que o modal ferroviário começa a ser percebido de outra maneira no Paraná", disse o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves.

 

Nestes primeiros meses a empresa também registrou lucro operacional de R$ 400 mil (já descontada a depreciação) e pode repetir o bom desempenho dos anos anteriores, encerrando o ano no azul. O resultado foi conquistado pela mudança de gestão que permitiu a geração positiva de caixa em 2019 (R$ 453 mil) e 2020 (R$ 1,27 milhão).

 

PERFIL – Quase tudo que percorre os trilhos da Ferroeste é produzido na região Oeste do Estado. O restante vem do Mato Grosso do Sul e do Paraguai. Cerca de 60% da soja segue com destino ao Porto de Paranaguá e os outros 40% desembarcam em Guarapuava para beneficiamento no município.

 

“Os vagões descem com soja e contêineres refrigerados e voltam com fertilizantes para as cooperativas locais que fazem a distribuição na região. Existe ainda um fluxo interno de cimento na região”, explicou o diretor Gerson Almeida, diretor de produção da Ferroeste.

 

O grande diferencial para esses resultados, segundo ele, foi a gestão de custos e a otimização das viagens para exportação e importação. Essa cadência ajudou, principalmente na redução do consumo de óleo diesel, que representa 35% do custo operacional. A regra é não perder nenhuma possibilidade de negócio.

 

“Apesar do volume estar muito parecido com 2020, a gestão de custos continua muito forte, além da busca por cada oportunidade”, afirmou. A empresa segue de olho em novos projetos e parcerias com clientes para reduzir os custos e tornar a ferrovia mais competitiva.Um das conquistas recentes é um acordo com a Rumo Logística para ceder o direito de passagem pelos trilhos, o que amplia a capacidade de escoamento e diminui o tempo de transporte. Atualmente, a multinacional é responsável pela operação entre Guarapuava e o Porto de Paranaguá, enquanto a Ferroeste administra o trecho ferroviário entre Cascavel e Guarapuava.

 

FERROVIA – Hoje a Ferroeste opera um trecho que 246 quilômetros. O pátio da região Oeste abriga 14 empresas com um mix de produtos que varia entre químicos, cimento, grãos e farinha de trigo.

 

Dois estudos que estão em andamento avaliam a viabilidade técnica e econômica (EVTEA-J) e outro de impacto ambiental (EIA/RIMA) para a Nova Ferroeste, ligação entre Maracaju, no Mato Grosso do Sul, e Paranaguá, além de um ramal entre Foz do Iguaçu e Cascavel. O novo traçado, que vai utilizar a estrutura existente, passa por oito cidades do Mato Grosso do Sul e 41 do Paraná, e terá 1.285 quilômetros, 400% a mais que o original.

 

O projeto deve ser finalizado em 2021 e levado para uma série de audiências públicas em todas as regiões impactadas. O investimento estimado é de R$ 25 bilhões. A execução será responsabilidade do vencedor do leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), com previsão para o primeiro quadrimestre de 2022.

 

A Nova Ferroeste é estratégica para o País. O projeto foi qualificado como prioritário no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. A inclusão garante celeridade na articulação com as entidades intervenientes, aquelas que acabam envolvidas nos processos de licenciamento, como Ibama, Funai, ICMBio e Incra. (Com AEN)

 

 

 

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