O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) firmou um Termo de Cooperação com a Alfândega da Receita Federal do Brasil em Foz do Iguaçu, que tem por finalidade o compartilhamento de dados da Autarquia.
Este termo concede a liberação do acesso ao cadastro de condutores e veículos do Detran, especialmente informações referentes à transferência de veículos, existência de gravames, histórico do veículo, endereço de condutores, existência de registro de habilitação e seu histórico, consulta de pontuação e informações relativas à suspensão e cassação de habilitação.
De acordo com a Receita Federal, estes dados ajudarão a qualificar ainda mais as ações de fiscalização e combate aos crimes transfronteiriços do órgão. A adesão tem vigência de 60 meses contados a partir da data da publicação no Diário Oficial do Estado do Paraná, que aconteceu nesta terça-feira (19).
Por - AEN.
Com o mote de “Construindo Saúde Financeira para um Futuro Melhor”, a data busca valorizar o papel das cooperativas no apoio à sociedade
O Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC), celebrado anualmente na terceira quinta-feira de outubro, será comemorado neste ano no dia 21. A data destaca a contribuição e as transformações positivas geradas pelo segmento na sociedade. Como a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, o Sicredi também aproveita a data para disseminar conhecimento sobre o modelo de negócio cooperativo, abordando seu crescimento e atuação, que hoje compreende 25 estados e o Distrito Federal com mais de 5 milhões de associados, como exemplo do segmento.
O crescimento das cooperativas de crédito tem sido evidenciado pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu, na sigla em inglês). Os registros mais recentes contemplam que o segmento conta com mais de 375 milhões de associados e 86 mil cooperativas de créditos em 118 países. A taxa de penetração do segmento – que é calculada dividindo o número total de membros de cooperativas de crédito pela população em idade economicamente ativa de 15 a 64 anos – é de 12,18% no mundo, 16,47 % na América Latina e 8,13% no Brasil. Já nos Estados Unidos e Canadá, essa taxa apresenta 58,6% e 42,2% respectivamente.
No Brasil são 11,9 milhões de associados (sendo 10,2 milhões pessoas físicas e 1,7 milhão pessoas jurídicas) em 847 cooperativas, que somam cerca de 371,8 bilhões em ativos totais, segundo Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) 2020. Esses dados representam um crescimento no número de associados, com aumento total de 9,4% em relação a 2019 e um salto de 42,1% se comparado há cinco anos, em 2016.
Parte integrante do SNCC, o Sicredi conta atualmente com mais de 5 milhões de associados em 108 cooperativas de crédito. A instituição está presente em mais de 1,5 mil municípios, com mais de duas mil agências e 30 mil colaboradores. Os ativos atingiram em agosto deste ano R$ 189,1 bilhões, crescimento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2020. A carteira de crédito alcançou R$ 117,6 bilhões, alta de 43,2%, e os depósitos totalizam R$ 128,9 bilhões, aumento de 33,1%. O patrimônio líquido é de R$ 23,4 bilhões, o que representa um aumento de 21,7%.
Expansão para gerar benefício às economias locais
Em setembro, a instituição financeira cooperativa deu mais um passo significativo com seu projeto de expansão no território nacional e marcou sua chegada ao Espírito Santo com a inauguração de duas agências na cidade de Colatina, passando a estar presente em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. Atualmente, em mais de 200 cidades, a única com presença física. Com 141 novas agências inauguradas até o momento, a expectativa é de abertura de aproximadamente 200 até o final deste ano.
O crescimento do modelo cooperativo no Brasil traz benefícios econômicos importantes, é o que mostrou uma série de estudos realizados a pedido do Sicredi chamada “Os benefícios econômicos do Cooperativismo de Crédito”. O primeiro deles, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), analisou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). O trabalho concluiu que o cooperativismo de crédito incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local.
Além do estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), outros dois estudos, um conduzido pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da PUC-Rio, e pela equipe econômica do Sicredi reforçam a capacidade que as cooperativas têm de gerar valor e impactar munícipios menores.
O primeiro deles indica que as cooperativas conseguem operar em cidades com PIB a partir de R$ 79 milhões, enquanto para os bancos públicos é necessário um PIB mínimo de R$ 146 milhões e, para um banco privado, R$ 220 milhões. Já o estudo do Sicredi avaliou a atuação dos bancos privados, públicos federais e regionais, e instituições financeiras cooperativas entre 2010 e 2018, que trouxeram evidências de que, comparada às demais, a rede de atendimento cooperativo está em locais de mais difícil bancarização, ou seja, em regiões que são mais complexas para a rede bancária tradicional conseguir operar.
Complementar ao segundo trabalho, o terceiro estudo da série, buscou quantificar e tornar comparável o esforço necessário para a atuação nas localidades. Para isso, a equipe de economistas do Sicredi desenvolveu o Índice de Presença Bancária (IPB), que reflete a probabilidade de não se ter uma agência em determinada cidade, e os Índices Municipais de Bancarização (IMB) relativo e absoluto, que conseguem, a partir do IPB, demonstrar o nível de penetração das instituições em municípios de difícil atuação, assim como mostrar a contribuição agregada da presença. Os resultados reforçaram a capacidade das cooperativas de crédito de operar em locais de mais difícil bancarização.
Por - Assessoria.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um veículo carregado de cigarros paraguaios após o motorista fugir da abordagem policial, perder o controle do veículo e colidir contra uma arvore, em Farol (PR), na região metropolitana de Campo Mourão (PR), noroeste do estado. No acidente, o veículo pegou fogo e o homem conseguiu fugir a pé.
Por volta das 3h da madrugada de quarta (20), a equipe da PRF fiscalizava na BR-272 quando o condutor do GM/Astra desobedeceu a ordem de parada dos policiais, fugindo em alta velocidade pela rodovia.
Após vários quilômetros de perseguição, onde o veículo transitou pela contramão de direção, no acostamento e realizou diversas ultrapassagens forçadas, o condutor saiu da via em direção a área de mata fechada e abandonou o veículo após colidir em uma árvore, fugindo a pé.
Devido a colisão, o automóvel, com placas de Pitanga (PR), deu início a um incêndio que foi controlado após a chegada do Corpo de Bombeiros. O veículo, assim como grande parte da carga de cigarros contrabandeados do Paraguai, foram destruídos no incêndio.
Foram realizadas buscas no local, porém o homem não foi localizado. O veículo foi encaminhado à Receita Federal em Maringá (PR) para os procedimentos cabíveis.
Por - PRF
Cartórios de Notas do Paraná passaram a realizar o reconhecimento de firma de forma totalmente digital, através da plataforma E-Notariado, permitindo assinaturas em documentos que precisam ser reconhecidas de forma autentica em todo o território nacional.
A mudança para o meio digital veio junto com uma serie de desenvolvimentos do Cartório de Notas, para facilitar os processos como testamentos, procurações, autenticações de documentos, divórcios, entre outros.
A digitalização do processo pode ocorrer no momento do envio do documento ao cartório de notas, videoconferência com o tabelião e também assinatura eletrônica, que antes só era feita no balcão.
Para o reconhecimento de firma de forma digital você vai precisar:
- Ter um certificado notarizado ou ICP-Brasil, e firma aberta no cartório;
- Escolher o Cartório de Notas, assinar o documento original e enviá-lo à unidade
- Após o processo, será marcada uma videoconferência para confirmar a identidade e capacidade civil do solicitante.
Feito o reconhecimento, o usuário terá que assinaro termo de validação eletronicamente, aí então o tabelião reconhecerá a firma autentica no documento. O reconhecimento por semelhança continua sendo realizado de forma física.
Os desafios, perspectivas e oportunidades do saneamento no Brasil no atual cenário tema da palestra magna do diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, nesta terça-feira (19), no 31º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental.
O evento, que está sendo realizado em Curitiba, é promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) e reúne diretores de empresas, técnicos especialistas e fornecedores do setor de saneamento de todo o Brasil.
Stabile abordou o tema central do congresso “Cidades Inteligentes conectadas com o saneamento e meio ambiente: desafios dos novos tempos”. Em sua análise, o presidente da Sanepar destacou que não há cidades inteligentes e nem comunidades sadias sem saneamento básico. “Ao passarmos pelo pior mal do século, que é a pandemia, fica mais evidente o valor da saúde. O nosso trabalho é promover saúde pública, saúde preventiva. Ao propiciar saúde, propiciamos felicidade. Isso não tem preço, não está na
Entre os desafios do setor, Claudio citou o novo marco legal do saneamento, que estabelece metas de universalização dos serviços até 2033. Ele apresentou os indicadores da Sanepar, que atende 100% da população urbana com água tratada e quase 80% com coleta e tratamento de esgoto, nas cidades em que a Companhia atua.
“Mesmo tendo já alcançado a universalização no atendimento com água potável, a Sanepar precisa avançar no esgotamento sanitário. Para atingirmos esta universalização, prevemos investimentos em torno de R$ 20 bilhões e parcerias com instituições públicas, privadas, nacionais e internacionais”, disse Stabile.
Um exemplo de parceria exitosa se dá entre a Sanepar, Itaipu Binacional e Parque Tecnológico Itaipu (PTI), que prevê uso de tecnologias inovadoras para tornar sustentável o processo de tratamento de esgoto.
O trabalho teve início na região Oeste do Paraná, com cidades pequenas, que também representam um desafio para a Sanepar. Municípios com populações de 3 mil, 5 mil, 10 mil habitantes, segundo Stabile, são um grande gargalo para as companhias de saneamento no esgotamento sanitário, porque é preciso garantir o padrão de qualidade em sistemas muito pequenos, que na maioria das vezes são deficitários.
O presidente citou, também, o projeto de seleção de startups, que está em andamento, na busca de soluções inovadoras para os desafios da Companhia.
Além do foco na inovação, a Sanepar também atua fortemente na questão ambiental. O presidente apresentou o projeto Reservas Hídricas do Futuro, na Bacia do Rio Iguaçu, que irá formar uma infraestrutura hídrica num corredor de biodiversidade, ocupando uma área de 20 mil hectares na Região Metropolitana de Curitiba, com a recuperação de 150 quilômetros de rios e de formação de estrutura de parques, hidrovias e ciclovias, entre outros.
Ele também falou da adaptação às mudanças climáticas e citou a crise hídrica que afeta o Paraná, com uma estiagem de recorrência de 90 anos. A Companhia implementou mais de 20 ações mitigatórias, de acordo com um protocolo de crise, influindo captações emergenciais em pedreiras, ação de bombardeamento de nuvens e rodízio, o que exigiu o engajamento da população, por meio da campanha Meta 20, que pede a economia de 20% no uso da água.
Por - AEN.
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) abriu nesta terça-feira (19) os envelopes com documentos de habilitação das empresas que disputam a licitação para conservação de 193,27 quilômetros de rodovias da região Oeste.
Participam desta etapa quatro empresas classificadas na análise de propostas de preços, por terem apresentado os valores mais vantajosos ao Estado, variando entre R$ 46.649.522,89 e R$ 48.791.467,97. Elas também atenderam todos os critérios do edital de licitação.
A comissão de julgamento analisará os documentos das participantes e publicará um aviso em Diário Oficial e no portal Compras Paraná estabelecendo se as empresas foram habilitadas e, também, anunciando a vencedora da disputa.
A publicação do aviso dá início a um período de cinco dias úteis para interposição de recursos, e igual período para contrarrazões, caso haja algum recurso. Concluída esta etapa, caso não haja alterações no resultado, têm início os trâmites internos para assinatura do contrato e emissão da ordem de serviço para início dos trabalhos.
CONSERVAÇÃO – O edital contempla rodovias de dez municípios, beneficiando cerca de 262 mil pessoas: Assis Chateaubriand, Boa Vista da Aparecida, Cafelândia, Capitão Leônidas Marques, Catanduvas, Iracema do Oeste, Jesuítas, Nova Aurora, Toledo e Três Barras do Paraná.
Estão previstos serviços de tapa-buracos emergenciais, remendos superficiais e profundos, selagem de trinca, fresagem, reperfilagem, microrrevestimento asfáltico, desconfinamento lateral de bordo, drenagem longitudinal, drenagem transversal, sinalização horizontal e instalação de tachões refletivos bidirecionais.
Uma novidade específica desse contrato é a inclusão de melhorias nos acostamentos das rodovias. Visando diminuir o degrau entre a pista de rolamento e o espaço lateral, serão realizados os serviços de aplicação de pintura de ligação e reperfilagem com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) com espessura de 2,50 centímetros em metade da extensão dos acostamentos existentes.
As frentes de trabalho devem começar a atuar pelo trecho entre Assis Chateaubriand e o Rio Piquiri (PR-486), e entre Assis Chateaubriand e Toledo (PR-317 e PR-239).
EMERGENCIAL – Enquanto a licitação dos serviços de conservação está em andamento, o DER/PR executa reparos emergenciais nos trechos, por meio de sua Superintendência Regional Oeste, que conta com 500 toneladas de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para este fim, um investimento de R$ 218.670,00.
São serviços de tapa-buracos em todos os locais necessários, além de reparos com utilização de motoniveladora e rolo compressor nos segmentos mais críticos. O objetivo é garantir mais segurança e trafegabilidade nestas rodovias, enquanto não tem início o contrato de conservação.
Por - AEN.



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