Paraná receberá mais 133,3 mil doses da Pfizer nesta sexta-feira

O Paraná receberá nesta sexta-feira (2) mais 133.380 vacinas da Comirnaty, da Pfizer/BioNtech. O voo LA-4793 deve chegar ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 19h10. Elas são parte de uma distribuição de 2,1 milhões da vacina para todo o País.

 

Nos próximos dois dias o Paraná também deve receber mais doses da Janssen/Johnson & Johnson e AstraZeneca/Fiocruz, o que ampliará a imunização sobre a população em geral acima de 18 anos. O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (1) que entregará 8 milhões de doses de vacinas Covid-19 para todo o País até domingo (4).

 

Com essa nova remessa, o Paraná atingirá marca de 494.870 doses nesta semana, com expectativa de ultrapassar 600 mil imunizantes. Com isso, o Estado segue dentro do calendário previsto para imunizar toda a população em geral acima de 18 anos com uma dose ou dose única até setembro.

 

As outras 361.490 doses, entregues entre quarta e quinta, já começaram a ser distribuídas a todos os 399 municípios. Elas serão utilizadas para população em geral (99,7%) e forças de segurança e salvamento, completando a imunização nesse grupo prioritário.

 

EXPECTATIVA – Segundo o Ministério da Saúde, serão distribuídas, ainda, 3 milhões de doses da Janssen doadas pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil e 2,8 milhões da AstraZeneca/Fiocruz. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a documentação da doação internacional na quarta-feira (30).

 

Com a nova distribuição, segundo o governo federal, o País deve chegar, no início da próxima semana, a 143 milhões de doses inseridas no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). O Paraná deve atingir em torno de 8 milhões. (Com AEN)

 

 

 

Unioeste incentiva produção de leite orgânico em propriedades da agricultura familiar

Promover práticas de ensino com técnicas de base agroecológica para a produção de leite orgânico. Esse é o objetivo de um projeto desenvolvido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) com pequenos produtores rurais e agricultores familiares da região.

 

Vinculada ao Centro de Ciências Agrárias do Campus de Marechal Cândido Rondon, a ação abrange atividades de pesquisa e extensão, no âmbito dos cursos de graduação em Agronomia e Zootecnia, além do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia e do Núcleo de Estudos de Produção Agroecológica de Leite (Nepal).

 

Ao longo da última década, o projeto recebeu aporte de cerca de R$ 420 mil. Desse montante, R$ 250 mil foram repassados pelo Fundo Paraná, operacionalizado pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo do Estado. O restante dos recursos financeiros é oriundo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Itaipu Binacional.

 

Segundo a coordenadora da ação, professora Maximilian e Alavarse Zambom, muitos produtores têm dúvidas em relação à alimentação dos animais e ao tipo de tratamento em situações de doenças no rebanho. “As práticas de ensino agroecológicas e as técnicas sustentáveis contribuem para a qualidade do leite produzido, melhorando também a renda dos produtores, principalmente aqueles da agricultura familiar e de assentamentos rurais”, afirma.

 

Doutora em Zootecnia, ela explica que na produção de leite orgânico, diferente do leite convencional, não são utilizados insumos externos à propriedade, tais como defensivos agrícolas, antibióticos e antiparasitários, fertilizantes químicos e outros contaminantes. O pasto é a principal fonte de alimentação dos animais, sendo vetada, inclusive, a ração comum, devido aos transgênicos.

 

“Existem várias soluções para as propriedades rurais manterem a saúde dos animais, como práticas de homeopatia e fitoterapia, assim como a utilização de alimentos alternativos para a produção animal. Esse conhecimento técnico ajuda a produzir um leite de ótima qualidade”, destaca a professora. “Normalmente, o leite orgânico apresenta teor de gordura superior exatamente por causa da alimentação do rebanho”.

 

Atualmente, os pesquisadores da Unioeste fazem um trabalho de avaliação de alimentos alternativos para os animais, que podem ser implementados no manejo agroecológico, tanto em propriedades orgânicas quanto nas demais. O grupo de pesquisadores conduz análises de volumosos, que são alimentos ricos em fibra (superior a 18%).

 

Essas atividades são desenvolvidas em um campo agrostológico – espaço reservado para o cultivo e demonstração de plantas forrageiras (usadas como fonte de volumosos para os animais) –, nas proximidades do campus da Unioeste em Marechal Cândido Rondon.

 

“Estudamos volumosos como leucena, lab-lab, crotalária, feijão guandu e moringa, avaliando o valor nutricional e a capacidade de conservação. Considerados alimentos alternativos, representam uma forma de baratear e manter a produção nesse momento de escassez de alimentos convencionais”, detalha a estudante de doutorado em Zootecnia, Maria Luiza Fischer, esclarecendo que os estudos dos volumosos são feitos na forma de feno, silagem e in natura.

 

Desde o início desse projeto acadêmico, em 2011, a Unioeste teve apoio do programa Universidade Sem Fronteiras (USF) do Governo do Estado, uma iniciativa institucional que articula ações de extensão, ensino e pesquisa, com foco no desenvolvimento social e na melhoria da qualidade de vida da população paranaense.

 

ASSENTAMENTOS – O projeto de produção de leite orgânico da Unioeste beneficiou 67 famílias diretamente e outras 404 indiretamente. Esses produtores rurais estão assentados em uma área de aproximadamente 7 mil hectares de extensão – um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial.

 

Para o produtor Luiz Carlos Hartmann, do assentamento Santa Izabel, localizado no município de Ramilândia, a produção leiteira exige organização eficiente de manejo para estabelecer uma estruturação produtiva que gere resultados.

 

“Além de análises no leite produzido e nos materiais usados na alimentação dos animais, os pesquisadores também mostraram alternativas para o manejo, que ajudaram a melhorar a qualidade do produto, o planejamento e os rendimentos produtivos”, elenca o agricultor.

 

Em uma área de 883 hectares, o assentamento Santa Izabel reúne 63 famílias, das quais 11 são assistidas pelo projeto. Na mesma cidade, o assentamento 16 de Maio soma mais de 4 mil hectares e 220 famílias, sendo 31 envolvidas na ação.

 

No município de São Miguel do Iguaçu, com pouco mais de mil hectares, o assentamento Antônio Companheiro Tavares dispõe de 80 famílias, sendo oito beneficiadas diretamente pelo projeto. Já o assentamento Ander Rodolfo Henrique ocupa uma área superior a 3 mil hectares, abrangendo os municípios de Diamante do Oeste e de Vera Cruz do Oeste. O local reúne 108 famílias, das quais 17 participam da ação universitária. (Com AEN). 

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99% dos novos imunizantes vão para população em geral; distribuição começa nesta quinta

Para acelerar ainda mais a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Paraná, o Estado recebeu mais 361.490 doses do imunizante Covishield, da parceria Fiocruz/AstraZeneca (277.250), e da Comirnaty, produzida pela Pfizer/BioNtech (84.240). As vacinas da AstraZeneca chegaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais (RMC), na noite desta quarta-feira (30), enquanto as doses da Pfizer foram enviadas na manhã desta quinta (01).

 

Praticamente a totalidade do lote (99,7%) será destinada para aplicação da primeira dose na população em geral acima de 18 anos. Das vacinas da Pfizer, 1.050 doses (0,3%) serão reservadas para profissionais das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas - finalizando o atendimento deste grupo. O quantitativo também inclui a reserva de 10% que deve ser utilizada para perdas técnicas e físicas, falha no transporte ou quebra de frascos.

 

“A orientação expressa do governador Carlos Massa Ratinho Junior é vacinar o maior número de pessoas no menor período de tempo possível”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

Para isso, o envio da remessa começará ainda nesta quinta para a 2ª Regional de Saúde, que compreende Curitiba e os municípios da Região Metropolitana. Os imunizantes seguirão para as outras 21 Regionais de Saúde do Paraná na manhã desta sexta-feira (02). As vacinas estão armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde são separadas e organizadas.

 

A distribuição de doses para os municípios será de acordo com a nova metodologia determinada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), que prevê a readequação do quantitativo de doses nas 399 cidades. A estratégia, segundo o secretário Beto Preto, visa igualar a cobertura vacinal de 80% da população adulta até o final de agosto.

 

“Queremos acelerar a imunização simultânea dos municípios, garantindo que possíveis diferenças nas faixas etárias em razão da cobertura dos grupos prioritários sejam equalizadas. Nessa carga já haverá uma equalização tênue do quantitativo enviado”, explicou.

 

Para o cálculo de distribuição, as equipes técnicas da Secretaria da Saúde consideram as doses já aplicadas e as previsões de envio de novos imunizantes. Segundo o secretário, cidades que ainda não conseguiram baixar a faixa etária vão alcançar aquelas que estão mais adiantadas no calendário de imunização.

 

CALENDÁRIO – A expectativa do Estado é encerrar a vacinação da primeira dose na população adulta no final de setembro. De acordo com a Sesa, o calendário foi definido a partir da média de envio de ao menos um lote de vacinas por semana ao Estado, por parte do Ministério da Saúde.

 

“No ritmo em que estamos, vamos conseguir atingir nosso objetivo. Gostaríamos, é claro, que a chegada dos imunizantes fosse ainda mais rápida, porque temos capacidade de vacinar entre 150 e 200 mil paranaenses por dia. Mas, estamos administrando e articulando a vacinação para que nosso calendário seja cumprido”, destacou Beto Preto.

 

CIRURGIAS ELETIVAS – A Secretaria também suspendeu as cirurgias eletivas até o dia 15 de julho nos hospitais públicos e privados do Estado. A medida ajuda a controlar a utilização de medicamentos do chamado kit de intubação nesse período em que a ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) continua alta.

 

A medida, como ressaltou Beto Preto, é necessária tendo em vista que o Estado passa por um momento de utilização massiva de anestésicos e relaxantes musculares. “Estamos agindo com cautela, pois nosso estoque de medicamentos do kit intubação é para no máximo sete dias. Portanto, no meu entendimento, apesar da importância desses procedimentos, esse não é o momento para voltar a realizar eletivas no Paraná”, disse.

 

Cirurgias de cardiologia, oncologia e nefrologia podem ser realizados, além de exames de caráter de urgência, com a assinatura do médico, ou a critério do profissional, desde que sejam considerados de urgência ou emergência.

 

VACINÔMETRO – Segundo o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, 4.344.822 paranaenses foram imunizados com a primeira dose, 1.327.899 já receberam as duas doses e 32.897 a dose única da Janssen. Foram aplicadas 5.705.678 vacinas no Paraná. (Com AEN)

 

 

 

Com saldo de quase 16 mil vagas, Paraná lidera geração de empregos em maio no Sul

O Paraná fechou maio como o estado que mais abriu postos de trabalho com carteira assinada na Região do Sul. O saldo foi de 15.884 contratações, resultado de 118.151 admissões e 102.267 desligamentos, ante 13.587 de Santa Catarina e 7.458 do Rio Grande do Sul. O resultado representa um aumento de 111,65% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram encerrados pouco mais de 26 mil vínculos no Estado.

 

É também o quarto melhor desempenho do País no período, atrás apenas São Paulo (104.707 vagas), Minas Gerais (32.009) e Rio de Janeiro (17.610). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Economia.

 

“É um resultado bastante expressivo, que comprova o bom momento econômico pelo qual passa o Paraná. São crescimentos consecutivos durante o ano, mesmo em um momento conturbado, com o foco no controle da pandemia da Covid-19. Reforça também a percepção do mercado de que o Estado é um ótimo lugar para se fazer investimentos”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

“Com o avanço da vacinação e a retomada gradativa da normalidade, tenho muita confiança de que o Paraná terá um dos melhores anos da sua história na geração de empregos com carteira assinada”, completou.

 

O saldo positivo de maio é o quinto consecutivo do Estado. Foram, já com os ajustes mensais realizados pelo Caged, 24.342 postos abertos em janeiro; 41.616 em fevereiro; 11.507 em março; e 10.019 em abril. No acumulado do ano, o Paraná criou 103.368 empregos formais, também o quarto melhor desempenho nacional, ficando atrás de São Paulo (389.529), Minas Gerais (159.099) e Santa Catarina (111.514).

 

Número que salta para 206.572 vagas no acumulado dos últimos 12 meses, desempenho superior ao de toda a Região Norte do País no mesmo período. Somados, Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Tocantins tiveram saldo de 149.262 empregos. São Paulo (758.157), Minas Gerais (313.939) e Santa Catarina (222.719) ficaram pouco à frente do Paraná.

 

“Vemos pelas movimentações nas Agências do Trabalhador de todo o Estado que o clima é de otimismo. Há muitas vagas abertas, o que indica a retomada do crescimento do emprego do Paraná de maneira uniforme em todas as regiões”, disse o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

 

CIDADES – Os municípios paranaenses que mais geraram emprego em maio, segundo o Caged, foram Curitiba, com 5.892 novas vagas, seguida de Maringá (1.163), Toledo (853), Araucária (728), Cascavel (650), Umuarama (389), São José dos Pinhais (384), Foz do Iguaçu (252), Paranavaí (214) e Colombo (197).

 

SETORES – O saldo de empregos no Estado em maio foi puxado pelo setor da Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, que gerou 4.389 vagas. Foi seguida pelo Comércio, com 3.856 novos postos de trabalho, Indústria (3.482), Administração Pública (1.728), Construção Civil (1.648), Transporte (520), Outras Atividades de Serviços (272) e Agricultura e Pecuária (197).

 

Apenas os setores de Alojamento e Alimentação e Artes, Cultura, Esporte e Recreação apresentaram desempenho negativo, com 103 e 106 demissões de saldo.

 

“O Paraná vem mantendo o nível positivo de geração de emprego desde o início do ano, mesmo com as medidas restritivas derivadas do enfrentamento à pandemia. Números que se destacam na Região Sul e também no País como um todo”, afirmou Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

 

NACIONAL – A geração de empregos no Brasil também demonstra a recuperação da atividade econômica com a abertura de 280.666 vagas de emprego com carteira assinada no quinto mês do ano. O resultado decorreu de 1.548.715 contratações e de 1.268.049 desligamentos.

 

No acumulado do ano, o saldo também é positivo em 1.233.372 postos. As regiões com melhores desempenhos foram Sudeste (161.767), Nordeste (37.266), Sul (36.929 postos), Centro-Oeste (26.926) e Norte (17.800 postos). Os setores os que mais se destacaram no período foram Serviços (110.956), Comércio (60.480), Indústria (44.146), Agricultura e Pecuária (42.526) e Construção Civil (22.611). (Com AEN)

 

 

 

Estado reúne setor privado para discutir ferrugem da soja e calendário de plantio

A Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) reuniram entidades representativas e produtores de soja, em evento online, nesta terça dia (29), para discutir a nova portaria do Ministério da Agricultura, que revisa e atualiza procedimentos no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja.

 

O objetivo é coletar sugestões do setor produtivo para serem enviadas ao Ministério, com vistas a aprimorar os dispositivos da legislação e respeitar as condições próprias de cada região.

 

“O importante é termos uma estratégia técnica para gastar menos, ter menos custo. Qualquer grama a menos que gastar em fungicida é resultado maior no bolso”, disse o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.

 

No Paraná, desde 2007 os custos para os produtores tornaram-se crescentes em razão da aplicação de fungicidas para a ferrugem asiática.

 

“Como fizemos com inúmeras pragas, temos aprendido e buscado encontrar a forma mais correta e mais racional do ponto de vista ambiental e econômico para manejar essa doença”, disse o secretário.

 

Por isso, ele acredita que a Portaria 306, do Ministério da Agricultura, que passou a valer desde 1º de junho, é mais uma contribuição para uma visão nacional do problema baseada em reflexão e estudos técnicos. “Mas traz pequenos embaraços que vamos procurar corrigir e ajustar dentro do Plano Nacional”, afirmou.

 

CALENDÁRIO – O gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood, salientou que, entre as novidades, a portaria acrescenta ao conceito de vazio sanitário a proibição de semear soja no período de 90 dias. Até agora, era proibido cultivar, manter ou permitir a existência de plantas vivas de soja em qualquer estágio vegetativo.

 

Dessa forma, produtores iniciavam a semeadura alguns dias antes do término do período, quando sentiam que as condições climáticas já permitiam esse processo, e sabendo que elas não iriam emergir até o final. “É uma grande diferença, pois pela nova portaria ninguém mais pode plantar soja até o fim do vazio sanitário”, disse Blood.

 

A nova portaria determina, ainda, que até 31 de dezembro de cada ano o Estado envie ao Ministério sugestões de datas para início e término do vazio sanitário. No caso do Paraná, para a atual safra foi definido de 10 de junho a 10 de setembro. Os estados também deverão estabelecer o calendário de plantio, que deve ser de até 110 dias consecutivos de semeadura. Como a exigência de calendário é nacional, o governo federal pretende reduzir as diferenças grandes de um estado para outro.

 

“Mas a portaria prevê que podem ser estabelecidos períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura de forma regionalizada dentro de uma mesma unidade da federação”, disse o gerente da Adapar. A proposta da Agência é que o período de semeadura se estenda de 11 de setembro a 28 de dezembro, evitando semeadura tardia, que pode exigir uso mais intenso de fungicida.

 

Neste ano, excepcionalmente, a previsão do calendário da semeadura de soja precisa ser enviada até 31 de julho. A intenção é que a decisão seja tomada com a participação das entidades e produtores. “Precisamos estabelecer um denominador comum para fazermos uma sugestão efetiva ao Ministério”, propôs o presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins.

 

O superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, Cleverson Freitas, elogiou o diálogo estabelecido entre os setores público e privado do Estado para chegar a um consenso. “Só assim vai poder encontrar a melhor maneira de sempre alavancar o Estado do Paraná e manter entre os maiores produtores de soja do Brasil”, disse.

 

As sugestões de possíveis datas de calendário de plantio ou alterações da portaria podem ser enviadas até 12 de julho no endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (Com AEN). 

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