Mais 4.967 casos e 58 óbitos pela Covid-19 são registrados no Paraná

Mais 4.967 casos e 58 mortes pela Covid-19 foram registrados no Paraná, segundo o boletim divulgado nesta terça dia (29) pela Secretaria de Estado da Saúde. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. 

 

Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.272.289 casos e 30.338 óbitos.

 

Os casos divulgados nesta terça-feira são de janeiro (4), fevereiro (56), março (15), abril (36), maio (457) e junho (4.386) deste ano e dos seguintes meses de 2020: junho (2), julho (1), outubro (1), novembro (3) e dezembro (6).

 

INTERNADOS  O informe relata que 2.314 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.857 em leitos de SUS (935 em UTIs e 922 em enfermarias) e 457 em leitos da rede particular (238 em UTIs e 219 em enfermarias).

 

Há outros 2.456 pacientes internados, 1.051 em leitos de UTI e 1.405 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

 

ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 58 pacientes. São 24 mulheres e 34 homens, com idades que variam de 22 a 88 anos. Os óbitos ocorreram de 20 de maio a 29 de junho de 2021.

 

Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (14), Londrina (9), Maringá (5), São José dos Pinhais (4), Campo Mourão (3), Almirante Tamandaré (2), Ibiporã (2) e Ponta Grossa (2).

 

A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Altônia, Araucária, Assis Chateaubriand, Cambé, Campo Largo, Clevelândia, Dois Vizinhos, Imbituva, Jaguapitã, Palmeira, Paranaguá, Piraquara, Pontal do Paraná, Rolândia, Sarandi, Teixeira Soares e Telêmaco Borba.

 

FORA DO PARANÁ  O monitoramento registra 6.728 casos e 172 óbitos de residentes de fora.(Com AEN). 

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Cidades iniciam vacinação de motoristas e cobradores; 1,8 mil já foram imunizados no Paraná

A vacinação contra Covid-19 em cobradores e motoristas do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Curitiba começou a ganhar velocidade nesta semana. Os 19 municípios que compõem o sistema integrado já começaram a imunização dos funcionários da rede, que chega a quase 13 mil trabalhadores. A expectativa é concluir a vacinação do grupo em uma semana.

 

Até esta terça-feira (29), 1.804 trabalhadores do transporte coletivo haviam sido vacinados em todo o Paraná. Fazenda Rio Grande, na RMC, foi o município que mais aplicou nos funcionários da rede no Estado até o momento, com 277 doses. Curitiba começou o processo de imunização na segunda-feira (28) e já há registros em Foz do Iguaçu, Maringá, Cascavel, Castro, Pato Branco, Pitanga e Itaperuçu.

 

Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde, que atualiza em tempo real os resultados fornecidos pelos municípios através da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

 

“Este é um momento de gratidão e reconhecimento a estes trabalhadores que não deixaram de trabalhar um único dia durante toda a pandemia. São heróis que, assim como trabalhadores da área da saúde e demais profissionais, sempre estiveram na linha de frente”, destacou o presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Gilson Santos.

 

Uma das vacinas indicadas para aplicação do grupo é a Janssen, desenvolvida pelo braço farmacêutico do grupo Johnson & Johnson. É a única atualmente disponível que necessita apenas de uma aplicação para a imunização completa. Segundo dados do fabricante, o imunizante apresentou eficácia de 66% para casos moderados e 85% para casos considerados graves.

 

Atualmente, a Janssen representa 25,7% dos imunizantes aplicados no grupo. A AstraZeneca/Oxford/Fiocruz responde por 41,4% das doses administradas, a Pfizer/BioNTech, por 30,4%, e a Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), por 2,4%.

 

TRANSPORTE – O Paraná já iniciou a imunização de outros profissionais que trabalham com transporte. Já são mais de 10 mil caminhoneiros imunizados, além de 245 do transporte ferroviário. Eles estão sendo imunizados nessa etapa. Em fases anteriores já receberam a primeira dose 11,8 mil trabalhadores portuários e 3,9 profissionais do transporte aéreo.

 

VACINAÇÃO – O Paraná aplicou, até esta terça-feira (29), um total de 5.501.608 doses de vacinas contra a Covid-19. São 4.179.365 primeiras doses, 1.315.675 segundas doses e 6.568 doses únicas. O Estado é o sexto que mais vacinou no País em números absolutos.

 

A cidade que mais aplicou imunizantes no Estado foi Curitiba, com 984.339 doses, segundo o Vacinômetro. A Capital é seguida por Maringá (307.059 doses), Londrina (295.683 doses), Cascavel (172.677 doses) e São José dos Pinhais (133.058 doses).


Já entre as vacinas aplicadas, a mais utilizada foi a AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, com 48,7% do total de doses utilizadas. Na sequência, está a Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, com 42,7%; a Cominarty, da Pfizer/BioNTech, com 8,5%; e a Janssen, com 0,1%. (Com AEN)

 

 

 

Tribunal de Contas valida metodologia de distribuição de vacinas no Paraná

A Coordenadoria-Geral de Fiscalização e a 3ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) divulgaram nesta semana um relatório que aprova a metodologia de distribuição de vacinas contra a Covid-19 pela Secretaria de Estado da Saúde desde o início da campanha de imunização.

 

O documento destaca que nunca houve favorecimento ou prejuízo em relação a qualquer município, e que a logística seguiu normas técnicas e diretrizes do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). O relatório leva em consideração a explicação técnica da Secretaria sobre o processo de distribuição das doses, que teve dois momentos.

 

No início foram utilizados como parâmetros estimativa populacional enquadrada nos grupos prioritários de cada município; número de eleitores; e população estimada com base no Censo de 2010. Na sequência, com o início da imunização no público em geral, houve uma adequação para que a imunização do Paraná tenha ainda mais uniformidade, projetando 80% da população vacinada com a primeira dose até o final de agosto.

 

Segundo o relatório, os técnicos da Secretaria demonstraram que a distribuição das doses no momento dos grupos prioritários ocorreu conforme os critérios do Ministério da Saúde, as orientações dos Informes Técnicos do governo federal e o Plano Estadual de Vacinação. “Esse cálculo justifica a diferença nos quantitativos encaminhados, devido às particularidades dos grupos priorizados e às características sócio-demográficas de cada município”, afirmam os inspetores.

 

“Os esclarecimentos demonstraram, de forma bastante satisfatória, que os critérios definidos pelo Ministério da Saúde para a campanha nacional de vacinação contra a Covid-19, especialmente em relação aos grupos prioritários, foram seguidos. Não se vislumbrou, portanto, a ocorrência da adoção de critérios aleatórios pelo Estado, os quais pudessem comprometer a equidade na distribuição das doses”, completam.

 

Segundo o TCE-PR, justificam algum desalinhamento no ritmo de vacinação por faixa etária a ocorrência de sobreposição de grupos prioritários, quando o mesmo indivíduo é contabilizado em mais de um grupo prioritário, gerando um “superávit de doses” que tende a ser utilizado para vacinação da população em geral; e a frustração das estimativas populacionais utilizadas, tendo em vista a defasagem dos indicadores à disposição.

 

Para acelerar ainda mais o processo e corrigir eventuais distorções naturais ao processo quando a vacinação acontecia apenas em grupos prioritários, o Paraná adotou a estratégia de compensação para os municípios. Segundo o TCE-PR, que foi apresentado à metodologia na semana passada, a solução matemática elaborada pela Secretaria da Saúde tem o objetivo de aperfeiçoar, ainda mais, os critérios de distribuição das doses aos municípios, projetando a conclusão do calendário de primeiras doses em setembro.

 

EXEMPLO – A título de exemplo, o TCE-PR comparou a evolução da vacinação nos municípios de Maringá e Londrina (que têm populações aproximadas) e destacou que não ficou demonstrada dispersões em relação ao percentual da população vacinada.

 

Segundo os inspetores, quando foi feito primeiro levantamento, os cinco municípios mais populosos do Estado se encontravam com percentuais de doses recebidas (com relação às suas populações) muito próximas à média estadual de 46,73%, sendo que quatro (Curitiba com 48,22%, Londrina com 53,71%, Maringá com 53,26% e Cascavel com 49,94%) estavam acima da média, enquanto Ponta Grossa (43,37%) encontrava-se ligeiramente abaixo.

 

O documento também mostra que 97% dos municípios paranaenses comprovaram a implementação e/ou adequação dos respectivos planos municipais de vacinação para a execução da campanha contra a Covid-19 e que apenas 31 apontaram alguma incongruência, alvo de diálogo com o tribunal para a melhoria da gestão.

 

VACINÔMETRO – O Paraná imunizou até esta terça-feira (29) 48% da população vacinável (acima de 18 anos) e mais de 90% do grupo prioritário. Foram 5,5 milhões de doses aplicadas, com 4,1 milhões de paranaenses imunizados com a primeira dose ou a dose única da Janssen.

 

Segundo o último levantamento do consórcio dos veículos de imprensa, do segunda-feira (28), 36,3% da população total já recebeu a primeira dose (5º melhor índice do País, acima da média nacional). No Ranking da Vacinação da Secretaria, seis municípios já vacinaram mais de 60% da população e 33 mais de 50% dos seus habitantes. (Com AEN)

 

 

 

Diesel congela e mais de 30 caminhões ficam parados nas rodovias do oeste

Quem passou pelas rodovias BR-277 e BR-467, na manhã de ontem terça dia (29) avistou vários vários caminhões parados às margens das rodovias.
 
 
O motivo? Diesel ou algum componente dos motores ficaram congelados com o frio que atingiu a região oeste na madrugada.
 
 
O congelamento de diesel é comum em dias de baixas temperaturas, por isso, especialistas indicam a utilização de aditivos junto ao combustível para que isso não ocorra.
 
 
A Ecocataratas, concessionária que administra a rodovia BR-277, informou que realizou mais de 30 atendimentos relacionados ao congelamento de óleo diesel na manhã desta terça-feira (29).
 
 
De acordo com a concessionária, em épocas de baixas temperaturas é normal esse tipo de situação.
 
 
Isso tem ocorrido mais neste momento por conta do acréscimo de 12% de biodiesel que deixa o diesel B, o novo diesel, mais suscetível às baixas temperaturas.
 
 
Com termômetros registrando -2,5°C e com sensação térmica de -4°C o resultado não poderia ser diferente. (Com O Paraná). 
 
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Copel e empresa de energia do Paraguai podem restabelecer conexão de energia na fronteira

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero, participaram nesta terça (29) de uma reunião com o presidente da República do Paraguai, Mario Abdo Benítez, para ratificar um convênio de troca de conhecimentos técnicos firmado entre a estatal paranaense e a Ande, estatal de energia do Paraguai.

 

O evento foi realizado no Palácio do Governo, em Assunção, e também contou com a participação do presidente da Ande, Félix Eladio Sosa Giménez, e o chefe da Casa Civil, Guto Silva.

 

O convênio foi assinado virtualmente em abril deste ano e prevê o intercâmbio de know-how e de energia entre as empresas. Um dos principais pontos acordados prevê a realização de estudos conjuntos para analisar a viabilidade técnica, comercial e jurídica para restabelecer a interligação elétrica entre ANDE e Copel.

 

As empresas ainda precisam de uma autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para transportar energia entre os dois países. A infraestrutura para essa conexão já existe: uma linha de 138 kV interconecta a subestação Acaray, em Cidade do Leste, e a usina de mesmo nome, com a subestação Foz do Iguaçu, da Copel.

 

“Nós queremos resgatar essa integração com o governo do Paraguai através da usina Acaray, que é uma muito importante e pode dar à Copel, nossa companhia de energia, a possibilidade de ter um grande parceiro, que é o governo do Paraguai”, destaca o governador Ratinho Junior.

 

Ele também destacou a possibilidade de aumetar a integração com o país vizinho com a Nova Ferroeste, contribuindo para o escoamento da produção agrária ao Porto de Paranaguá. A ferrovia terá 1.285 quilômetros e vai conectar Maracaju (MS) ao litoral paranaense.

 

Para o presidente da Copel, o acordo resgata uma cooperação histórica entre as empresas. “Copel e ANDE possuem um histórico de cooperação que começou em 1969. Além da colaboração técnica, vamos fortalecer esse relacionamento, proporcionar intercâmbio de know-how técnico e contribuir para o desenvolvimento de ambas as empresas. Ganham o Paraná e o Paraguai”, ressaltou Slaviero.

 

“É muito importante para nós a visita do governador do Paraná e do presidente da Copel, empresa que tem uma relação histórica com a Ande”, acrescentou o presidente da Ande. Ele destacou que a visita é um passo importante para o restabelecimento da conexão histórica entre Acaray e a Copel.

 

CONVÊNIO – Pelo convênio, as duas empresas vão compartilhar informações e experiências técnicas, fomentar a capacitação de profissionais e estudar novas tecnologias e possibilidades nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e transmissão de energia.

 

Um dos acordos específicos prevê a capacitação de técnicos da Ande para a venda de energia no mercado brasileiro. Outro pretende criar um grupo de trabalho para promover trocas de conhecimento em tecnologia de medição digital e distribuição de energia.

 

ANDE – A Administração Nacional de Eletricidade (ANDE) é uma empresa pública do Paraguai que, assim como a Copel, é integrada: opera o sistema de transmissão e distribuição de energia elétrica, bem como a geração de energia do país. Possui cerca de 5 mil empregados e atende a 1,6 milhão de clientes em todo o território do Paraguai.

 

COPEL – A Copel, maior empresa do Estado, foi criada em 1954, com controle acionário do Estado do Paraná. A companhia atende 4,5 milhões de unidades consumidoras em 394 municípios e 1.113 localidades (distritos, vilas e povoados) paranaenses. Nesse universo incluem-se 3,6 milhões de lares, 78 mil indústrias, 384 mil estabelecimentos comerciais e 356 mil propriedades rurais. (Com AEN)

 

 

 

Paraná receberá mais 361.490 vacinas contra a Covid-19; parte chega nesta quarta

O Ministério da Saúde confirmou na manhã desta quarta-feira (30) que o Paraná receberá 361.490 doses contra a Covid-19 nesta semana. São 277.250 do imunizante Covishield, da parceria Fiocruz/AstraZeneca, e 84.240 da Comirnaty, da Pfizer/BioNtech.

 

O voo AD 4078, com as doses da AstraZeneca, pousará no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, ainda nesta quarta, às 20h10. O lote é parte de uma distribuição de 3,9 milhões de doses da fabricante para todo o País. A remessa foi entregue pela Fiocruz ao governo federal na semana passada.

 

As vacinas da Pfizer chegarão na quinta-feira (1º), às 8h25. Elas são parte de um lote de 1,1 milhão de doses para todo o Brasil.

 

Seguindo a logística habitual, as doses serão encaminhadas ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão separadas e organizadas antes do envio para as 22 Regionais do Estado.

 

As novas vacinas darão continuidade à vacinação do público em geral e dos grupos prioritários no Paraná, de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da. Vacinação contra a Covid-19 (PNO). A expectativa do Estado é de encerrar a vacinação de primeira dose no final de setembro, de acordo com calendário divulgado pela Secretaria de Saúde.

 

VACINÔMETRO – Segundo o Vacinômetro, 4.287.538 paranaenses foram imunizados com as primeiras doses, 1.322.070 já receberam as duas doses e 25.634 a dose única da Janssen. Foram aplicadas 5.633.318 vacinas no Paraná, o sexto estado que mais vacinou em números absolutos. (Com AEN)

 

 

 

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