Na manhã desta quarta dia 30, Policiais Civis do Grupo de Diligências Especiais – GDE, da 15ª SDP/Cascavel, realizaram o cumprimento de 7 Mandados Judiciais (2 de Prisão Preventiva e 5 de Busca e Apreensão) em razão de investigações referente a roubo a compristas na BR 277.
No dia 11 de maio de 2021, três compristas estavam retornando de Foz do Iguaçu, quando foram abordados por assaltantes, que se fazendo passar por policiais, roubaram o veículo Ford/Ka e produtos comprados no Paraguai.
Diante disso, investigações passaram a ser realizadas e foi possível identificar dois autores, os quais foram presos hoje por força de ordem judicial.
Ambos possuem passagem também pela prática do Crime de Roubo.

(Foto: Polícia Civil).
Durante o cumprimento dos Mandados de Busca, foram apreendidos: uma arma de fogo calibre 380, munições, 6 caixas que contém peças de caminhão de origem ilícita, bem como o veículo utilizado para a prática delituosa.
Assim, será lavrado flagrante em desfavor de um dos autores pela prática do Crime de Posse Ilegal de Arma de Fogo.
A vacinação contra Covid-19 em cobradores e motoristas do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Curitiba começou a ganhar velocidade nesta semana. Os 19 municípios que compõem o sistema integrado já começaram a imunização dos funcionários da rede, que chega a quase 13 mil trabalhadores. A expectativa é concluir a vacinação do grupo em uma semana.
Até esta terça-feira (29), 1.804 trabalhadores do transporte coletivo haviam sido vacinados em todo o Paraná. Fazenda Rio Grande, na RMC, foi o município que mais aplicou nos funcionários da rede no Estado até o momento, com 277 doses. Curitiba começou o processo de imunização na segunda-feira (28) e já há registros em Foz do Iguaçu, Maringá, Cascavel, Castro, Pato Branco, Pitanga e Itaperuçu.
Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde, que atualiza em tempo real os resultados fornecidos pelos municípios através da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
“Este é um momento de gratidão e reconhecimento a estes trabalhadores que não deixaram de trabalhar um único dia durante toda a pandemia. São heróis que, assim como trabalhadores da área da saúde e demais profissionais, sempre estiveram na linha de frente”, destacou o presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Gilson Santos.
Uma das vacinas indicadas para aplicação do grupo é a Janssen, desenvolvida pelo braço farmacêutico do grupo Johnson & Johnson. É a única atualmente disponível que necessita apenas de uma aplicação para a imunização completa. Segundo dados do fabricante, o imunizante apresentou eficácia de 66% para casos moderados e 85% para casos considerados graves.
Atualmente, a Janssen representa 25,7% dos imunizantes aplicados no grupo. A AstraZeneca/Oxford/Fiocruz responde por 41,4% das doses administradas, a Pfizer/BioNTech, por 30,4%, e a Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), por 2,4%.
TRANSPORTE – O Paraná já iniciou a imunização de outros profissionais que trabalham com transporte. Já são mais de 10 mil caminhoneiros imunizados, além de 245 do transporte ferroviário. Eles estão sendo imunizados nessa etapa. Em fases anteriores já receberam a primeira dose 11,8 mil trabalhadores portuários e 3,9 profissionais do transporte aéreo.
VACINAÇÃO – O Paraná aplicou, até esta terça-feira (29), um total de 5.501.608 doses de vacinas contra a Covid-19. São 4.179.365 primeiras doses, 1.315.675 segundas doses e 6.568 doses únicas. O Estado é o sexto que mais vacinou no País em números absolutos.
A cidade que mais aplicou imunizantes no Estado foi Curitiba, com 984.339 doses, segundo o Vacinômetro. A Capital é seguida por Maringá (307.059 doses), Londrina (295.683 doses), Cascavel (172.677 doses) e São José dos Pinhais (133.058 doses).
Já entre as vacinas aplicadas, a mais utilizada foi a AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, com 48,7% do total de doses utilizadas. Na sequência, está a Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, com 42,7%; a Cominarty, da Pfizer/BioNTech, com 8,5%; e a Janssen, com 0,1%. (Com AEN).
Foi realizado ontem segunda dia (28), em três salas de aula do bloco 4 da FAG, o curso "Aperfeiçoamento em Ventilação Mecânica - princípios básicos para Covid-19", foi realizado em parceria entre o Consamu e a 10ª Regional de Saúde do Governo do Estado/SESA.
O público-alvo foi composto por médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Essa foi a primeira turma do curso, que teve carga de 10 horas/aula.
Na programação, atendimento com foco no Covid-19: Atendimento inicial do paciente, Oxigênioterapia e dispositivos utilizados, Ventilação não Invasiva, Intubação, Ajustes Ventilatórios e Manejo do Ventilador Mecânico, Parada Cardiorrespiratória e Realização Prática de Prona.
De acordo com o diretor-geral do Consamu, João Gabriel Avanci, o objetivo foi o de capacitar a equipe multiprofissional na assistência em urgência e Emergência.
A equipe de trabalho do Consamu foi composta por Karina Corrêa Ebrahim (Coordenadora Médica do NEP), Déborah Maccari (Médica), Patrícia Monteiro Somer (Enfermeira), Andréia Piana (Enfermeira), Cleyber Henrique Santos (Enfermeiro e Diretor do NEP), Bruno Roberto Bobloski (Fisioterapeuta) Michelle de Marchi Sanches (Enfermeira) e Neuri de Oliveira (Instrutor do NEP). (Com Assessoria Consamu).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) orienta como garantir a segurança em condições de restrição de visibilidade como neblina, cerração e fumaça; caso você se depare com tais situações:
1. Feche os vidros;
2. Diminua a velocidade, mas sem freadas bruscas;
3. Mantenha o farol baixo ligado. E nunca use o farol alto nessas situações;
4. Mantenha sempre uma distância segura em relação ao veículo que está à frente;
5. Sinalize qualquer mudança de direção;
6. Não pare no acostamento, mas se precisar, procure parar o mais afastado possível da pista de rolamento e, após imobilizado, ligue o pisca-alerta;
7. Jamais ligue o pisca-alerta com o veículo em movimento
8. Caso se depare com uma cortina de fumaça, ou neblina, nunca pare sobre a pista e só faça a travessia se houver visibilidade suficiente, e ligue o sistema de ventilação no modo re-circulação para evitar que a fumaça entre no veículo.
E lembre-se, sempre que precisar, ligue para a Policia Rodoviária Federal, no telefone 191. (Com PRF).
Desenvolvida pela Secretaria de Estado da Segurança Pública, a campanha Junho Paraná Sem Drogas 2021, lançada em 1º de junho deste ano e que seguiu até o último dia 26, teve o alcance de mais de 15 mil pessoas, de maneira direta, por meio das 36 lives transmitidas nas redes sociais do Núcleo Estadual de Política Sobre Drogas (NEPSD) e do Conselho Estadual do Paraná de Políticas Públicas Sobre Drogas (Conesd).
As atividades alcançaram 19 das 27 unidades federativas do Brasil e também ultrapassaram fronteiras, chegando a todos os continentes, atingindo 12 países.
Devido à pandemia, esta é a segunda vez que a Campanha Junho Paraná Sem Drogas foi feita no modo online, com lives, e não da forma presencial, em escolas estaduais paranaenses, como aconteceu em edições anteriores.
Neste ano, três regiões do País tiveram todos os estados alcançados com os conteúdos da campanha (Sul, Sudeste e Centro-Oeste), enquanto na região Nordeste apenas a Paraíba ficou de fora.
No Exterior, 12 países acessaram as lives, e o continente em que mais teve alcance foi o europeu, com quatro países: Portugal, Alemanha, Itália e Reino Unido. Na América do Sul (2), Venezuela e Argentina. Com outros dois países, a América do Norte (2), com Estados Unidos e Canadá; a África (2), com Marrocos e Moçambique. No continente asiático, pessoas no Japão acompanharam as abordagens; na Oceania, o play foi dos australianos.
Durante um mês, vários convidados locais e nacionais participaram das atividades. Para o diretor do Núcleo Estadual de Políticas sobre Drogas (NEPSD), Renato Figueiroa, ter convidados de âmbito federal trouxe benefícios em vários aspectos, pois valorizou e enriqueceu o conteúdo.
"Trouxemos os dois secretários nacionais, tanto da Senad quanto da Senapred, visando a oportunidade de termos um panorama completo das ações relacionadas ao combate de drogas, pois nelas encontram-se as ações de prevenção, cuidado, acolhimento e de tratamento”, disse. “Procuramos posicionar os paranaenses de como se encontra atualmente a política nacional sobre drogas, que reflete no âmbito estadual, a qual teve mudanças significativas desde o ano de 2019".
CAMPANHA – A campanha foi realizada em quatro semanas, separada por temáticas ligadas à política pública sobre drogas. Ao todo, foram 36 lives com mais de 70 convidados. Eles falaram sobre o uso e o combate. Também foi destacada a importância do Poder Público, com a criação de leis e campanhas para motivar a reflexão da sociedade.
Na primeria semana, além de palestras, também foram anunciados os vencedores do IV Concurso Estadual de Produção de Material Audiovisual, que teve como ganhador, na categoria escola pública, o Colégio Estadual Sagrada Família de Campo Largo, com a obra "Das cinzas às cinzas". Já na categoria escola privada, o Colégio Sesi - Afonso Pena, de São José dos Pinhais, a produção "Pense Melhor, Pense Maior" conquistou o primeiro lugar.
De acordo com o presidente do Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas do Paraná (Conesd), Luiz Carlos Hauer, o modo que a campanha foi trabalhada proporcionou um espaço de integração entre a sociedade, a academia e o governo.
“Nós não podemos ficar presos à concepção básica de que só precisamos de verbas na área de prevenção e tratamento para termos ações efetivas em políticas públicas de combate a drogas; precisamos ter um aspecto muito sério em relação a isso, com apresentação e discussão de ideias sobre o tema, e creio que a realização desta campanha já é um princípio para que possamos aplicar as ações voltadas ao tratamento e prevenção no Paraná", explicou.
A segunda semana da campanha foi multidisciplinar, com sete lives, em parceria com a Uninter, com participação de convidados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Polícia Civil, Secretaria da Saúde, Conselho Regional de Serviço Social e Departamento Penitenciário.
O pró-reitor da área de extensão de pós-graduação do Centro Universitário Uninter, professor Nelson Pereira Castanheira, destacou a participação da instituição na campanha.
"Os temas explorados foram extremamente necessários e importantes para o atual momento, e também para o pós-pandemia. Por meio das palestras foram apontadas reflexões sobre a interrelação entre o aumento do consumo das drogas e do comportamento abusivo na pandemia, que se devem ao fato de que as drogas alteram não só os aspectos físicos, mas também emocionais e os relacionados ao pensamento e comportamento", afirmou.
A terceira semana teve 10 encontros, com temas sobre o uso de álcool e de outras drogas no trânsito, políticas públicas e recuperação de dependentes químicos.
"A política sobre o combate de drogas é um tema que precisamos discutir em várias esferas, não só na federal, mas na estadual e municipal também, pois é um problema que aflige toda a sociedade, um problema de saúde pública, segurança pública e de família”, disse o secretário nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), Luiz Roberto Beggiora.
Na última semana, a campanha promoveu o encontro entre os conselhos estaduais de Políticas Públicas sobre Drogas do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, que proporcionou o detalhamento das funções sobre as políticas públicas sobre drogas.
Também aconteceu a integração e o diálogo com os conselhos municipais de Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Maringá, que abordaram a prevenção ao uso indevido, com a perspectiva do tratamento e medicamentos; o mapeamento da realidade assistencial da cidade de Foz do Iguaçu; e a política sobre drogas em Maringá.
O encerramento da campanha, em 26 de junho, instituído o Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas, concentrou-se no Seminário Justiça Terapêutica, frisando a importância e as características das Comunidades Terapêuticas.
“Conseguimos esse ano integrar as ações com os conselhos municipais de drogas, trazendo-os para a campanha. O resultado foi muito satisfatório”, avaliou o diretor do Núcleo Estadual de Políticas sobre Drogas (NEPSD), Renato Figueiroa.
CONTEÚDO – Todas as lives da Campanha Junho Paraná Sem Drogas de 2021 permanecem nas páginas do Facebook do Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas do Paraná e do Núcleo Estadual de Política Sobre Drogas e podem ser acessadas pelo link www.facebook.com/conesdpr/. (Com AEN)
Duzentas mulheres paranaenses com medidas protetivas emitidas pelo Poder Judiciário, vítimas de algum tipo de violência, já usaram o Botão do Pânico do aplicativo 190 PR da Polícia Militar, lançado oficialmente em março. O serviço, que opera na Região Metropolitana de Curitiba e no Interior, é um recurso rápido de segurança pública que será ampliado gradativamente até chegar a mulheres dos 399 municípios.
O aplicativo foi implantado em Londrina em dezembro de 2020 para testar a efetividade do serviço. Em março deste ano, chegou a Apucarana, Arapongas, Araucária, Campo Largo, Cascavel, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Irati, Londrina, Maringá, Matinhos, Paranaguá, Pinhais e Ponta Grossa. Neste mês, foi ampliado para São José dos Pinhas, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Colombo, Rio Branco do Sul, Antonina, Guaratuba, Morretes, Pontal do Paraná e Piraquara.
“Desde o início do projeto, 200 mil mulheres baixaram o aplicativo 190 PR com o Botão do Pânico no Paraná e 200 já usaram o recurso e foram atendidas pelos policiais militares. É um serviço eficaz que permite o rápido acionamento de uma equipe policial para garantia da proteção da mulher contra qualquer ameaça”, explicou o Subcomandante-Geral da PM, coronel Rui Noé Barroso Torres.
Os acionamentos ocorreram em diversas situações. Segundo o coronel, os policiais militares se depararam com casos de violação da decisão judicial de ficar afastado da mulher e até mesmo agressões morais e físicas. Cada ocorrência gera um tipo de encaminhamento e orientação. “Nosso objetivo com esse aplicativo é agilizar o atendimento e impedir que novas situações ocorram para aquelas mulheres que já possuem a medida”, complementou.
DENÚNCIA – Segundo o coronel, o Botão é uma ferramenta que aos poucos vai sendo incorporada no Paraná, com tendência de se estabelecer como política pública. “A quantidade de mulheres que já têm o aplicativo mostra que houve um grande avanço no desejo de proteção e de denunciar, mas muitas vítimas ainda não têm medida protetiva deferida ou um processo em andamento, o que é algo que enfrentamos diariamente na sociedade”, disse.
Ele reforça que a denúncia é a melhor decisão de qualquer vítima para cessar a violência. "A participação da sociedade é fundamental para que a PM possa dar resposta a esses casos e até reforçar as ações com base nas informações repassadas pelos cidadãos. Além do aplicativo 190 PR, temos o 190 para emergências e também o Disque-Denúncia 181, em que o anonimato é preservado”, reforçou.
COMO FUNCIONA – Para ter o Botão do Pânico Virtual, a mulher deve instalar o aplicativo 190 PR, disponível para download gratuitamente para Android e IOS. Depois, no processo de instalação, é necessário fazer um cadastro com dados pessoais e inserir o documento da medida protetiva. No aplicativo há um botão vermelho. Ao ser acionado, gera um atendimento de emergência ao local da vítima, baseado na localização do smartphone da solicitante.
A vítima também pode enviar um áudio ambiente de até 60 segundos para o Centro de Operações Policiais Militares (COPOM), a fim de que a equipe policial já tenha detalhes da ocorrência antes mesmo de chegar ao endereço. A inovação agiliza o atendimento, uma vez que não será necessário preencher dados ou fazer uma ligação ao 190 para solicitar uma viatura, pois todas as informações do usuário cadastrado no aplicativo, bem como a medida protetiva e a identificação do agressor, estarão disponíveis para consulta dos policiais militares que atenderão a chamada.
Segundo o Tribunal de Justiça do Paraná, as mulheres que possuem a medida protetiva devem solicitar o Botão do Pânico junto ao juiz responsável pelo caso na sua cidade. Vítimas que não têm a medida podem solicitar junto à Justiça por meio da Polícia Civil, da Defensoria Pública ou de um Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. Após a análise é que a ordem judicial para ter o Botão é concedida.
O Botão do Pânico é resultado do trabalho integrado entre a Polícia Militar, o Tribunal de Justiça, a Assembleia Legislativa, a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) e a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação (Celepar).
DADOS – Segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública, os casos de violência contra a mulher tiveram redução de 19% no primeiro trimestre deste ano. Nos primeiros três meses de 2021 houve 44.922 ocorrências, contra 55.242 casos no ano passado. Somente na Capital, 7.166 ocorrências atendidas estavam relacionadas a crimes com mulheres como vítimas, contra 10.639 ocorrências em 2020 (diminuição de 30%). (Com AEN)







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