Trabalhadores nascidos em março podem sacar auxílio emergencial

A Secretaria de Estado da Saúde inicia nesta segunda-feira (5) a distribuição de mais 366.530 vacinas contra a Covid-19 para as 22 Regionais de Saúde. São 233.150 da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, e 133.380 da Pfizer/BioNTech, parte do lote de 548.060 vacinas que o Paraná recebeu entre sexta-feira (2) e sábado (3) – as 181.530 doses restantes, da Covishield, produzida na parceria AstraZeneca/Fiocruz/Universidade de Oxford, são para D2 e ficarão reservadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

 

A grande maioria é destinada à população em geral acima de 18 anos, inclusive da Janssen, de aplicação única: 252.140 doses (68% do total). Dessa maneira, o Estado dá continuidade à vacinação por faixa etária, que deve alcançar 40 anos até o dia 18 de julho, segundo o calendário. Algumas cidades, no entanto, já até venceram essa etapa. As demais 114.390 doses, da Janssen, serão destinadas a caminhoneiros. O lote também tem parte de reserva técnica que deve ser utilizada para perdas físicas e quebra de frascos.

 

As doses serão levadas de caminhão a partir das 10 horas para cinco Regionais de Saúde (Paranaguá, Telêmaco Borba, Apucarana, Ponta Grossa, Maringá, Irati, Guarapuava e União da Vitória) e de avião, a partir das 11 horas, para outras 11 (Cascavel, Foz do Iguaçu, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã). As Regionais Metropolitana, Pato Branco e Francisco Beltrão vão retirar as vacinas diretamente no Cemepar.

 

Neste domingo (4), o Estado ultrapassou a marca de 4,5 milhões de paranaenses que já iniciaram sua imunização. No total, 4.524.293 pessoas foram até um ponto de vacinação, o equivalente a 51,87% da população paranaense adulta, estimada em 8.720.953 pessoas pelo Ministério da Saúde. A meta estabelecida é de aplicar a primeira dose ou dose única em 80% da população-alvo até agosto e 100% até setembro.

 

Confira a quantidade de doses de vacinas contra a Covid-19 por Regional de Saúde:

 

1ª RS – Paranaguá – 4.590 doses de Janssen e 2.244 doses de Pfizer

2ª RS – Metropolitana – 64.565 doses de Janssen e 47.334 doses de Pfizer

3ª RS – Ponta Grossa – 17.595 doses de Janssen e 7.782 doses de Pfizer

4ª RS – Irati – 3.650 doses de Janssen e 2.508 doses de Pfizer

5ª RS – Guarapuava – 10.220 doses de Janssen e 5.010 doses de Pfizer

6ª RS – União da Vitória – 4.450 doses de Janssen e 2.034 doses de Pfizer

7ª RS – Pato Branco – 4.675 doses de Janssen e 3.138 doses de Pfizer

8ª RS – Francisco Beltrão – 7.595 doses de Janssen e 4.440 doses de Pfizer

9ª RS – Foz do Iguaçu – 8.135 doses de Janssen e 4.254 doses de Pfizer

10ª RS – Cascavel – 13.840 doses de Janssen e 5.034 doses de Pfizer

11ª RS – Campo Mourão – 6.405 doses de Janssen e 3.264 doses de Pfizer

12ª RS – Umuarama – 5.000 doses de Janssen e 2.952 doses de Pfizer

13ª RS – Cianorte – 4.220 doses de Janssen e 1.974 doses de Pfizer

14ª RS – Paranavaí – 5.845 doses de Janssen e 3.036 doses de Pfizer

15ª RS – Maringá – 17.020 doses de Janssen e 8.664 doses de Pfizer

16ª RS – Apucarana – 9.365 doses de Janssen e 4.356 doses de Pfizer

17ª RS – Londrina – 18.775 doses de Janssen e 11.760 doses de Pfizer

18ª RS – Cornélio Procópio – 4.490 doses de Janssen e 1.944 doses de Pfizer

19ª RS – Jacarezinho – 6.485 doses de Janssen e 3.174 doses de Pfizer

20ª RS – Toledo – 8.470 doses de Janssen e 5.040 doses de Pfizer

21ª RS – Telêmaco Borba – 5.335 doses de Janssen e 2.220 doses de Pfizer

22ª RS – Ivaiporã – 2.425 doses de Janssen e 1.218 doses de Pfizer

TOTAL – 233.150 doses de Janssen e 133.380 doses de Pfizer (Com AEN)

 

 

 

Com recorde de entregas, junho foi melhor mês na vacinação contra Covid-19 no Paraná

O Paraná concluiu o mês de junho com a maior quantidade de vacinas contra Covid-19 aplicadas desde o início da campanha. Nos trinta dias do mês, foram 1.796.658 aplicações. O número é 22,2% superior a abril, que aplicou 1.470.237 doses e detinha o recorde até então. Em janeiro, mês de início da imunização, foram 154.938 aplicações. Na sequência, foram 259.785 doses em fevereiro, 996.705 em março e 1.058.448 em maio.

 

Esse fluxo foi impulsionado pelas entregas de junho, que também registrou o maior número de vacinas recebidas pelo Ministério da Saúde: 2.184.220 doses. Foi o único mês que ultrapassou a marca de 2 milhões de doses.

 

Em janeiro, o Paraná recebeu 391.700 imunizantes; em fevereiro, 314.500; em março, 1.547.100; em abril 1.139.100; e em maio, 1.902.790 - melhor número até então. Julho já contabiliza 84.240, da leva desta quinta-feira.

 

Com o avanço, o Paraná já vacinou metade da população acima de 18 anos. A meta estabelecida pela Secretaria estadual de Saúde é de aplicar a primeira dose ou dose única em 80% da população-alvo até agosto, e 100% até setembro. Até esta sexta (2), o Paraná aplicou um total de 5.768.041 imunizantes. Foram 4.391.838 primeiras doses, 1.332.367 segundas doses e 43.836 doses únicas.

 

“O quantitativo de doses recebidas tem aumentado e isso vai nos facilitar na tarefa de vacinar a população toda. Com vacinas à disposição, temos condições de vacinar mais paranaenses e fazer com que a circulação do vírus, o número de casos e a ocupação dos leitos hospitalares possam realmente diminuir”, afirmou Beto Preto, secretário da pasta.

 

Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), painel que atualiza em tempo real os dados fornecidos pelos municípios através da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

 

MÉDIA DIÁRIA – O recorde de junho é resultado de um aumento geral de aplicações diárias pelos municípios. A média é de 59.889 doses aplicadas por dia no período. Nos meses anteriores, o índice foi de 11.067 doses/dia em janeiro, 9.278 doses/dia em fevereiro, 32.152 doses/dia em março, 49.008 doses/dia em abril e 34.143 doses/dia em maio.

 

A maior parte dos recordes de aplicação em um único dia, no entanto, se deram em abril. Dos cinco dias com mais doses administradas, apenas um foi em junho. O pico foi registrado em 22 de abril, com 176.297 doses. O segundo lugar foi em 16 de junho, com 117.678 aplicações. Em terceiro, 19 de abril, com 113.580.

 

Outros quatro dias ao longo da campanha também apresentaram registros na casa das 100 mil doses: 20 de abril (111.147), 26 de abril (105.238), 15 de junho (105.091) e 23 de abril (102.075). Um deles foi em um final de semana, o que reforça a imporância da campanha De Domingo a Domingo.

 

MUNICÍPIOS – Em números absolutos, a cidade que lidera a aplicação de imunizantes no Paraná é Curitiba, com 1.031.435 doses. A Capital é seguida por Maringá (318.632), Londrina (305.774), Cascavel (175.713) e São José dos Pinhais (140.494).

 

Completam a lista Ponta Grossa (138.937), Foz do Iguaçu (132.533), Colombo (84.517), Paranaguá (82.986), Guarapuava (82.676), Toledo (67.771 doses), Apucarana (66.218 doses), Arapongas (65.235 doses), Umuarama (60.208 doses) e Pinhais (58.646 doses).

 

FABRICANTES – Nestes seis meses, a vacina mais utilizada foi a Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, com 47,7% do total de doses utilizadas, seguida pela Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, com 41,7%. Na sequência, estão a Cominarty, da Pfizer/BioNTech, com 9,8%; e a Janssen, com 1,2%.

 

MAIS VACINAS – Nesta quinta (1º), foram distribuídas mais 361.490 vacinas a todo o Estado. Foram 277.250 doses da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, e 84.240 da Pfizer/BioNtech. 99% dos imunizantes são destinados ao avanço das faixas etárias na população em geral.

 

Além disso, uma nova leva já está sendo esperada pelo Estado. Na noite desta sexta, 133.380 vacinas da Pfizer/BioNTech chegam à Capital. No sábado, são esperadas 181.530 doses da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, além de novas doses da Janssen, com data e quantitativo a serem confirmados.

 

Somando as duas remessas, o Paraná deve receber 676.400 doses de imunizantes em menos de sete dias. (Com AEN)

 

 

 

Paraná já vacinou metade da população acima de 18 anos contra Covid-19

Mais da metade da população adulta do Paraná já iniciou sua imunização contra a Covid-19. Das 8.720.953 pessoas acima de 18 anos no Estado, elencadas pelo Ministério da Saúde, 4.360.477 já receberam até esta sexta-feira (2) a primeira dose ou a vacina em dose única - o equivalente a 50,86% do total da população vacinável, termo técnico que designa o grupo geral de adultos.

 

Além disso, o total de pessoas que completaram sua imunização - os paranaenses que já receberam a segunda dose ou a dose única - chega a 15,78% da população vacinável. No total, as secretarias municipais de Saúde administraram 5.768.041 imunizantes, sendo 4.391.838 primeiras doses, 1.332.367 segundas doses e 43.836 doses únicas

 

Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), painel que atualiza em tempo real os dados fornecidos pelos municípios através da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

 

Junto ao marco da metade da população vacinada, o Paraná também celebra o mês de junho como o melhor desde o início da campanha de imunização, com 1.796.658 doses aplicadas em 30 dias. O número é mais de 320 mil doses superior ao mês de abril, que até então tinha o melhor resultado, com 1.470.237 aplicações no período.

 

Assim, o Paraná avança na meta de aplicar a primeira dose ou dose única em 80% da população-alvo até agosto, e 100% até setembro.

 

“Desde a semana passada, fizemos uma pactuação com os municípios: os que na divisão dos grupos prioritários ficaram com um pouco menos de vacinas, agora recebem um pouco a mais para equalizar. Nossa expectativa e objetivo é que, no dia 31 de agosto, todos os municípios paranaenses batam juntos o sino dos 80% de vacinação, pelo menos na primeira dose da população alvo”, afirmou o secretário da pasta, Beto Preto.

 

MUNICÍPIOS – Em números absolutos, a cidade que lidera a aplicação de imunizantes no Paraná é Curitiba, com 1.031.435 doses. A Capital é seguida por Maringá (318.632), Londrina (305.774), Cascavel (175.713) e São José dos Pinhais (140.494). Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Colombo, Paranaguá, Guarapuava, Toledo, Apucarana, Arapongas, Umuarama e Pinhais completam a lista.

 

FABRICANTES – A vacina mais utilizada foi a Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, com 46,3% do total de doses utilizadas. Na sequência, está a Coronavac, do Instituto Butantan/Sinovac, com 40,1%; a Cominarty, da Pfizer/BioNTech, com 12,3%; e a Janssen, com 1,2%.

 

POPULAÇÃO GERAL – De acordo com o ranking da vacinação, em relação à população geral, estimada em mais de 11 milhões de pessoas, 37,7% do Paraná já está imunizado com a primeira dose e 11,8% com o esquema completo.

 

MAIS VACINAS – Nesta quinta (1º), foram distribuídas mais 361.490 vacinas a todo o Estado. Foram 277.250 doses da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, e 84.240 da Pfizer/BioNtech. 99% dos imunizantes são destinados ao avanço das faixas etárias na população em geral.

 

Além disso, uma nova leva já está sendo esperada pelo Estado. Na noite desta sexta, 133.380 vacinas da Pfizer/BioNTech chegam à Capital. No sábado, são esperadas 181.530 doses da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, além de novas doses da Janssen, com data e quantitativo a serem confirmados.

 

“O quantitativo de doses recebidas tem aumentado e isso vai nos facilitar na tarefa de vacinar a população toda. Com vacinas à disposição, temos condições de vacinar mais paranaenses e fazer com que a circulação do vírus, o número de casos e a ocupação dos leitos hospitalares possam diminuir”, afirmou Beto Preto. (Com AEN)

 

 

 

Trabalhadores nascidos em fevereiro podem sacar auxílio emergencial

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em fevereiro podem sacar, a partir de hoje (2), a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 19 de junho.

 

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

 

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

 

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 15 de julho, mas foi antecipado em quase duas semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

 

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

 

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

 

Calendário de saques da terceira parcela do auxílio emergencial 2021
Calendário de saques da terceira parcela do auxílio emergencial 2021 - Caixa - Divulgação
 

Regras

 

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Novo Ensino Médio vai valorizar as aptidões e interesses dos estudantes

A partir de 2022 começa a implementação gradual do Novo Ensino Médio no Paraná. Prevista pela Lei Federal nº 13.415/2017, a nova metodologia trará mudanças na carga horária e na organização curricular de escolas das redes de ensino públicas e privadas de todo o Brasil. As transformações na estrutura do Ensino Médio têm como objetivo incentivar o papel protagonista dos estudantes, valorizando suas aptidões e interesses.

 

Na escola, o aluno encontrará um espaço de diálogo e orientação para desenvolver suas capacidades e avaliar suas possibilidades, sendo capaz de escolher de forma consciente e responsável as áreas de aprendizagem nas quais pretende se aprofundar. As instituições de ensino fornecerão esse espaço de reflexão durante as aulas do Projeto de Vida, quando os estudantes poderão compreender como melhor explorar suas potencialidades, além de planejar seu futuro profissional ou acadêmico.

 

Dessa maneira, o que se pretende é atender às expectativas dos jovens estudantes e, ao mesmo tempo, fortalecer seu interesse pelo estudo, melhorando índices de permanência na escola e resultados da aprendizagem.

 

“A proposta do Novo Ensino Médio é que o jovem conecte o que ele aprende na escola com interesses pessoais e profissionais”, afirma Anderfábio de Oliveira dos Santos, chefe do Departamento de Desenvolvimento Curricular da Secretaria de Estadoda Educação e do Esporte.

 

“Além de um currículo mais flexível, ele vai ter a oportunidade de se aprofundar naqueles conhecimentos com os quais têm mais afinidade. O estudante sairá preparado para ir para a universidade ou, se ele desejar, entrar no mercado de trabalho”, explica. “A nossa expectativa é que o Novo Ensino Médio prepare o jovem para os desafios da vida em sociedade, para torná-lo consciente de suas ações no mundo”.

 

FORMAÇÃO GERAL BÁSICA – O novo formato será composto por disciplinas obrigatórias e itinerários formativos, de escolha do estudante. Dentro da formação geral básica haverá uma série de componentes curriculares essenciais, necessários para todos os estudantes do Ensino Médio: Arte, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Educação Física, Matemática, Química, Física, Biologia, História, Geografia, Sociologia e Filosofia. As disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa serão obrigatórias nos três anos do Ensino Médio.

 

Os componentes curriculares integram a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um documento que guia a elaboração dos currículos de referência adotados por colégios públicos e privados de todo o Brasil.

 

ITINERÁRIOS FORMATIVOS – Os itinerários formativos são o conjunto de disciplinas de cada uma das quatro áreas do conhecimento nas quais os estudantes do Ensino Médio poderão se aprofundar. São elas: Matemáticas e suas Tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. O aluno poderá, se desejar, optar por mais de um itinerário formativo.

 

CARGA HORÁRIA – Além das mudanças na estrutura curricular, o Novo Ensino Médio também estabelece a ampliação da carga horária mínima do estudante na escola, que passará de 800 horas para mil horas anuais. Dessa forma, o Ensino Médio passa a ter um total de 3 mil horas ao longo dos três anos, sendo 1,8 mil destinadas para a Formação Geral Básica e 1,2 mil para a realização dos itinerários formativos.

 

CONSULTA À COMUNIDADE ESCOLAR – Entre os dias 3 e 28 de fevereiro de 2021, esteve disponível uma consulta online para receber comentários e avaliações de toda a sociedade – incluindo professores, estudantes, pais e responsáveis de alunos, funcionários de escolas e demais cidadãos – a respeito do novo formato e do referencial curricular do Novo Ensino Médio. Ao todo, foram 2.231 contribuições.

 

Nas próximas semanas, mais matérias de apresentação do Novo Ensino Médio Paranaense serão elaboradas pela Secretaria da Educação e do Esporte, que vão trazer mais detalhes sobre os itinerários formativos, a disciplina de Projeto de Vida e a Formação Geral Básica. (Com AEN)

 

 

 

Com saldo de quase 16 mil vagas, Paraná lidera geração de empregos em maio no Sul

O Paraná fechou maio como o estado que mais abriu postos de trabalho com carteira assinada na Região do Sul. O saldo foi de 15.884 contratações, resultado de 118.151 admissões e 102.267 desligamentos, ante 13.587 de Santa Catarina e 7.458 do Rio Grande do Sul. O resultado representa um aumento de 111,65% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram encerrados pouco mais de 26 mil vínculos no Estado.

 

É também o quarto melhor desempenho do País no período, atrás apenas São Paulo (104.707 vagas), Minas Gerais (32.009) e Rio de Janeiro (17.610). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Economia.

 

“É um resultado bastante expressivo, que comprova o bom momento econômico pelo qual passa o Paraná. São crescimentos consecutivos durante o ano, mesmo em um momento conturbado, com o foco no controle da pandemia da Covid-19. Reforça também a percepção do mercado de que o Estado é um ótimo lugar para se fazer investimentos”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

“Com o avanço da vacinação e a retomada gradativa da normalidade, tenho muita confiança de que o Paraná terá um dos melhores anos da sua história na geração de empregos com carteira assinada”, completou.

 

O saldo positivo de maio é o quinto consecutivo do Estado. Foram, já com os ajustes mensais realizados pelo Caged, 24.342 postos abertos em janeiro; 41.616 em fevereiro; 11.507 em março; e 10.019 em abril. No acumulado do ano, o Paraná criou 103.368 empregos formais, também o quarto melhor desempenho nacional, ficando atrás de São Paulo (389.529), Minas Gerais (159.099) e Santa Catarina (111.514).

 

Número que salta para 206.572 vagas no acumulado dos últimos 12 meses, desempenho superior ao de toda a Região Norte do País no mesmo período. Somados, Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Tocantins tiveram saldo de 149.262 empregos. São Paulo (758.157), Minas Gerais (313.939) e Santa Catarina (222.719) ficaram pouco à frente do Paraná.

 

“Vemos pelas movimentações nas Agências do Trabalhador de todo o Estado que o clima é de otimismo. Há muitas vagas abertas, o que indica a retomada do crescimento do emprego do Paraná de maneira uniforme em todas as regiões”, disse o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

 

CIDADES – Os municípios paranaenses que mais geraram emprego em maio, segundo o Caged, foram Curitiba, com 5.892 novas vagas, seguida de Maringá (1.163), Toledo (853), Araucária (728), Cascavel (650), Umuarama (389), São José dos Pinhais (384), Foz do Iguaçu (252), Paranavaí (214) e Colombo (197).

 

SETORES – O saldo de empregos no Estado em maio foi puxado pelo setor da Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, que gerou 4.389 vagas. Foi seguida pelo Comércio, com 3.856 novos postos de trabalho, Indústria (3.482), Administração Pública (1.728), Construção Civil (1.648), Transporte (520), Outras Atividades de Serviços (272) e Agricultura e Pecuária (197).

 

Apenas os setores de Alojamento e Alimentação e Artes, Cultura, Esporte e Recreação apresentaram desempenho negativo, com 103 e 106 demissões de saldo.

 

“O Paraná vem mantendo o nível positivo de geração de emprego desde o início do ano, mesmo com as medidas restritivas derivadas do enfrentamento à pandemia. Números que se destacam na Região Sul e também no País como um todo”, afirmou Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

 

NACIONAL – A geração de empregos no Brasil também demonstra a recuperação da atividade econômica com a abertura de 280.666 vagas de emprego com carteira assinada no quinto mês do ano. O resultado decorreu de 1.548.715 contratações e de 1.268.049 desligamentos.

 

No acumulado do ano, o saldo também é positivo em 1.233.372 postos. As regiões com melhores desempenhos foram Sudeste (161.767), Nordeste (37.266), Sul (36.929 postos), Centro-Oeste (26.926) e Norte (17.800 postos). Os setores os que mais se destacaram no período foram Serviços (110.956), Comércio (60.480), Indústria (44.146), Agricultura e Pecuária (42.526) e Construção Civil (22.611). (Com AEN)

 

 

 

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