O Procon multou nesta terça-feira (06) o Banco C6 em razão de reclamações apresentadas pelos consumidores durante a pandemia. A multa é de R$ 296.308,21 e a infração da instituição foi realizar empréstimos não solicitados para os consumidores mais vulneráveis, pessoas idosas e pensionistas, que acabam não percebendo o valor creditado na conta, gastando a quantia que depois é descontada diretamente em sua aposentadoria.
O Procon é vinculado à Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho.
“Fazemos um grande esforço para ajudar a resolver os problemas dos consumidores pelos canais preliminares de solução de conflitos e este é o nosso dever”, disse o secretário Ney Leprevost. “Mas quando o estabelecimento infrator recusa o acordo ou a solução do problema, se sujeita à aplicação das sanções previstas na lei”.
Os principais problemas que geram a aplicação das multas pelo Procon são referentes a cobranças indevidas e prestação de serviços sem solicitação, além de cobranças abusivas. Segundo Leprevost, a empresa foi notificada, sendo assegurada a ampla defesa e o contraditório.
Após tentativas para resolver amigavelmente a situação com a instituição, o Procon abriu um processo administrativo interno, mas, como as respostas apresentadas pelo banco não foram aceitas, as multas foram aplicadas.
“É importante que o consumidor sempre procure o Procon para formalizar a sua reclamação e acompanhe o seu extrato, a sua conta e, também, o extrato do seu benefício, caso se trate de aposentado ou pensionista”, alertou Claudia Silvano, chefe do Procon.
ATENDIMENTOS – Devido à pandemia, o Procon-PR está atendendo somente pelos canais digitais e oferece ao consumidor algumas formas de contato: a Simples Consulta, que tem como objetivo o esclarecimento de dúvidas na compra de produtos ou contratação de serviços; e a CIP (Carta de Informações Preliminares), que demanda uma intervenção do órgão para solucionar de forma rápida as reclamações apresentadas pelos consumidores (no prazo médio de 10 dias).
Também existe possibilidade de um Processo Administrativo, que requer audiência de conciliação entre as partes e sujeita o fornecedor às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.
Para reclamações, o caminho mais fácil é acessar a plataforma www.consumidor.gov.br, também disponível em aplicativo gratuito para Android e iOS. Mais informações sobre os Direitos do Consumidor estão neste SITE. (Com AEN)
Mais de seis milhões de vacinas contra o coronavírus já foram administradas no Paraná. O marco foi alcançado pelo Estado nesta terça-feira (6), chegando a 6.020.719 doses aplicadas. Deste total, 4.598.674 são primeiras doses (76,4%), 1.355.379 segundas doses (22,5%) e 66.666 doses únicas (1,1%).
Neste contexto, 53,5% da população adulta do Paraná já recebeu ao menos uma dose da vacina e 16,31% já está completamente imunizada (com segunda dose ou dose única). A meta da Secretaria Estadual da Saúde é de aplicar a primeira dose ou dose única em 80% da população-alvo até agosto e 100% até setembro.
Das vacinas administradas, a mais aplicada é a Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, com 48,1% do total de doses utilizadas. Na sequência, está a Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), com 40,2%; a Cominarty (Pfizer/BioNTech), com 10,5%; e a Janssen (Johnson & Johnson), com 1,1%.
“Alcançamos mais um importante marco na imunização da população paranaense. O quantitativo de doses recebidas tem aumentado e isso vai nos facilitar na tarefa de vacinar a população toda. Com vacinas à disposição, temos condições de vacinar mais paranaenses e fazer com que a circulação do vírus, o número de casos e a ocupação dos leitos hospitalares possam diminuir”, afirmou Beto Preto, secretário da pasta.
Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde.
MUNICÍPIOS – Em números absolutos, a cidade que lidera a aplicação de imunizantes no Paraná é Curitiba, com 1.090.389 doses, seguida por Maringá (331.922), Londrina (316.066), Cascavel (185.170) e São José dos Pinhais (149.409).
Completam a lista Ponta Grossa (148.707), Foz do Iguaçu (138.706), Colombo (92.074), Paranaguá (87.083), Guarapuava (83.831), Toledo (71.588), Apucarana (70.000), Arapongas (67.755), Umuarama (63.681) e Pinhais (59.766).
No Ranking da Vacinação, que mede a proporção em relação à população, os destaques, em primeira dose, são São Jorge d'Oeste, Santa Cecília do Pavão, Pontal do Paraná, Diamante do Norte, Barra do Jacaré e Maringá. Contando a imunização completa, Diamante do Norte, São Jorge d'Oeste, Nova Laranjeiras, Maringá e Terra Roxa.
Nesta semana, os municípios já estão aplicando as 909.550 doses da 28ª remessa do Ministério de Saúde, a maior já recebida pelo Paraná. As vacinas foram entregues ao longo das duas últimas semanas aos 399 municípios.
TAXA DE TRANSMISSÃO – Além do avanço na vacinação, o Paraná também apresentou melhora na ocupação dos leitos de UTI exclusivos para Covid-19 e na taxa de transmissão (Rt) do vírus no Estado.
Nesta terça-feira, a taxa de ocupação de UTIs baixou para 87%, reforçando uma tendência de redução no sistema hospitalar. Nesta segunda (5), o índice caiu para menos de 90% pela primeira vez em quatro meses.
Já a taxa de transmissão, número que indica a velocidade de contágio pelo vírus por região, também apresentou queda. Atualmente, o índice está em 0,81 - o mais baixo do Brasil, empatado com a Bahia.
Todas as vacinas contra a Covid-19 são seguras? Pode escolher o laboratório?
Os dados são do Loft.Science, plataforma que calcula o Rt médio de todos os Estados e do País a partir de um algoritmo. O Rt indica quando o contágio pelo vírus está acelerado (maior que 1), estável (igual a 1) ou em remissão (menor que 1) – único cenário que aponta uma melhora na situação epidêmica. Quanto mais próximo de zero, menores as chances de contágio.
A Rt está em queda no Paraná desde 1º de julho, quando a taxa foi de 1,09 para 0,99. O número continua reduzindo desde então, apontando para uma tendência de diminuição da transmissão no Estado. (Com AEN)
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (07) o terceiro caso da variante delta do coronavírus no Paraná. Trata-se de um homem de 74 anos que mora no município de Apucarana (Vale do Ivaí). Ele é casado com a mulher do primeiro caso positivo divulgado da nova cepa, no início de junho.
A variante foi confirmada por sequenciamento genômico do vírus SARS-CoV-2 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
O início dos sintomas da Covid-19 foram no dia 21 de abril. Ele fez o teste rápido de antígeno com resultado positivo e foi internado no dia 28 do mesmo mês, depois de uma coleta de RT-PCR. O exame foi encaminhado para o Laboratório Central do Estado (Lacen) e posteriormente para sequenciamento genômico. O paciente recebeu alta hospitalar em 20 de maio e permaneceu em cuidados domiciliares.
O caso não caracteriza transmissão comunitária por se tratar de contato próximo ao primeiro caso divulgado, sendo considerado pela vigilância epidemiológica transmissão local.
Todos os casos da variante delta foram confirmados em Apucarana. O segundo foi de uma mulher grávida, de 42 anos, vinda do Japão. Ela foi internada no dia 15 de abril e faleceu três dias depois, após complicações da doença. O filho sobreviveu.
VARIANTES – Desde o início da pandemia, em março de 2020, o Paraná já registrou a circulação de 24 linhagens de SARS-CoV-2, o vírus que provoca a Covid-19. Eles foram confirmados após o envio de testes RT-PCR positivos de paranaenses para sequenciamento genômico na Fiocruz e Fundação Ezequiel Dias (Funed), sob orientação da Rede Genômica Fiocruz e do Ministério da Saúde.
O Laboratório Central do Estado (Lacen/PR) envia quinzenalmente amostras para investigação e monitoramento das cepas circulantes no Paraná. A seleção é feita de forma aleatória e cumpre critérios técnicos e epidemiológicos, ou seja, refletem um recorte de um cenário e servem de balizador de pesquisa e informação.
No total, foram enviadas 925 amostras, sendo que 599 tiveram resultados divulgados e 326 ainda estão em processamento. Os estudos apontam predominância da variante zeta (P.2), originada no Rio de Janeiro, em 2020, e da variante gama (P.1 ou amazônica), considerada preocupante por conta da capacidade de transmissão, a partir de 2021. (Com AEN)
Três em cada quatro cidades paranaenses já estão vacinando a população da faixa dos 40 anos contra a Covid-19. Dos 399 municípios do Estado, em 305 (76%) o cronograma de imunização atende essa faixa etária, dentro do previsto no calendário de vacinação da Secretaria de Estado da Saúde, que calcula que as pessoas com idade até 40 anos recebam pelo menos a primeira dose ou a dose única até 18 de julho, e o restante da população adulta até o final de setembro.
Em outras 67 cidades há um avanço na fila de vacinação, já atingindo a população abaixo dessa faixa etária, incluindo duas cidades que já atendem a faixa dos 20 anos e outras duas que chegaram à vacinação das pessoas com 18 anos. Apenas 27 municípios aplicam a vacina, atualmente, nas pessoas com 50 anos ou mais, de acordo com os dados levantados pela Secretaria da Saúde, com base nas informações fornecidas pelas 22 Regionais de Saúde.
Até a tarde desta terça-feira (6), 4.598.674 paranaenses tinham recebido a primeira dose dos imunizantes, o que equivale a 53,5% da população adulta vacinável, incluída no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde. Entre os que já completaram o esquema vacinal, ao receberem as duas doses ou a dose única, estão 1.422.045 paranaenses, 16,3% do público que será atendido na campanha.
“Com exceção de casos excepcionais, de cidades em que boa parte da população foi atendida dentro dos grupos prioritários, o que contribuiu para baixar a faixa etária da população atendida, há uma uniformização na aplicação dos imunizantes, com a maioria dos municípios vacinando a mesma faixa etária”, explica o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
Levando em conta esse levantamento e os quantitativos recebidos pelo Paraná do Ministério da Saúde, a tendência é manter ritmo previsto no calendário de vacinação. “Temos cada vez mais paranaenses imunizados e estamos conseguindo manter uma boa velocidade, com a vacinação ocorrendo de domingo a domingo. Nesse ritmo, toda a população adulta receberá pelo menos a primeira dose até setembro, como é o previsto. Fizemos um ajuste de cálculo recentemente e a tendência é de uniformizar ainda mais a imunização nos próximos meses”, afirma Beto Preto.
Somente na semana passada, o Paraná recebeu 909 mil doses de imunizantes do Ministério da Saúde, que já estão sendo enviadas às Regionais de Saúde. Com o processo mais acelerado de distribuição e estratégias para estender o horário de atendimento do público, o Estado bateu recorde de aplicações em junho, com quase 1,8 milhão de doses aplicadas.
De todas as vacinas já administradas no Estado, mais de 1 milhão foram aplicadas nos fins de semana, dentro da campanha Vacina Paraná de Domingo a Domingo.
RESULTADO – Guaraqueçaba, no Litoral do Estado, é um dos municípios em que a campanha de vacinação está mais adiantada, com 89% da população adulta já vacinada com ao menos uma dose. Isso ocorreu porque grande parte dos moradores do município é ribeirinha, grupo incluído entre os prioritários previstos no Plano Nacional e no Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19.
Formada por 26 ilhas e 19 comunidades rurais, muitas delas de difícil acesso, dependendo inclusive do nível das marés, a cidade precisou contar com um plano logístico para atender esse público. Isso incluiu o uso de 11 veículos terrestres, seis embarcações e o suporte de um helicóptero do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).
A estratégia já trouxe resultados: desde 29 de maio não há mais contaminações no município e o último óbito por Covid-19 ocorreu em 12 de junho. O número de casos novos passaram de 144 em maio para 49 em junho, sem
nenhuma confirmação em julho, apenas nove casos ativos desde o mês passado.
Além de Guaraqueçaba, Santa Cecília do Pavão, na Região Norte, também já iniciou a vacinação das pessoas com 18 anos de idade. Outras duas cidades do Litoral, Paranaguá e Antonina, estão vacinando a faixa dos 20 anos.
Os mais populosos estão na faixa dos 40: Curitiba, Londrina, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Guarapuava e Colombo. Apenas Cascavel, Maringá e Paranaguá adentraram faixas inferiores.
Confira o balanço completo da Secretaria de Saúde AQUI. Os dados foram consultados nesta terça-feira (6). (Com AEN)
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) iniciou nesta semana a busca ativa de propriedades sobre as quais não há registro de atualização cadastral de rebanho. Elas serão notificadas para regularizar a situação, sob risco de multa. Além disso, não poderão emitir Guia de Trânsito Animal (GTA), com vistas à movimentação entre propriedades ou abate.
Os produtores que ainda não fizeram a atualização do rebanho têm, agora, apenas a opção de efetivá-la em uma das unidades locais da Adapar. Para fazer a comprovação, o produtor deve ter o CPF cadastrado. Nos casos em que seja necessário ajustar o cadastro inicial, o telefone para contato é (41) 3200-5007.
“Desde o início deixamos claro que nossa intenção não era aplicar penalidades, mas apelar para o bom senso, visto que o cadastro ajuda todos os paranaenses”, disse o presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins. “Mas, em cumprimento à legislação de defesa agropecuária e em respeito aos milhares de proprietários que cumpriram com o dever, os fiscais vão visitar as propriedades que não obedeceram ao prazo para que sejam autuados.”
O prazo da campanha de cadastro encerrou-se em 30 de junho. Os proprietários tiveram dois meses para acessar o sistema online disponível no site da Adapar ou procurar algum ponto físico, como as unidades locais da agência, sindicatos rurais ou prefeituras, para realizar o processo.
O balanço parcial divulgado na sexta-feira (02) mostra que a média estadual de atualização cadastral estava em 80,6%. Ainda há documentos sendo enviados do Interior do Estado para a sede da Adapar em Curitiba.
Os cinco municípios com pior porcentual são da região de Curitiba: Colombo, com apenas 21,4% de comprovação, Quitandinha (31,8%), Contenda (34,3%), Piraquara (37,7%) e a Capital (38,7%). Na ponta contrária, 60 municípios fecharam em 100%. A relação pode ser conferida AQUI.
FUNDAMENTAL – A atualização é fundamental para auxiliar a vigilância sanitária e também garantir a manutenção do status internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. A certificação foi concedida em 27 de maio pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), depois de mais de 50 anos de esforço conjunto de entidades públicas e privadas e da cooperação de produtores.(Com AEN).
A Secretaria estadual da Saúde divulgou nesta terça dia (6) mais 3.546 casos confirmados e 163 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.
Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.301.721 casos confirmados e 31.518 óbitos.
Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (3), fevereiro (84), março (101), abril (48), maio (222), junho (869) e julho (2.219) de 2021.
INTERNADOS – O informe relata que 2.044 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.584 em leitos SUS (845 em UTIs e 739 em enfermarias) e 460 em leitos da rede particular (248 em UTIs e 212 em enfermarias).
Há outros 2.210 pacientes internados, 972 em leitos de UTI e 1.238 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.
ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 163 pacientes. São 68 mulheres e 95 homens, com idades que variam de 06 a 98 anos. Os óbitos ocorreram de 29 de janeiro a 6 de julho de 2021.
Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (16), Foz do Iguaçu (13), Maringá (8), São José dos Pinhais (8), Londrina (7), Ponta Grossa (7), Cascavel (4), Paranaguá (4), Pinhão (4), Apucarana (3), Itaperuçu (3), Matinhos (3), Piraquara (3), Telêmaco Borba (3), Arapongas (2), Castro (2), Colombo (2), Guarapuava (2), Jacarezinho (2), Juranda (2), Mandaguaçu (2), Nova Esperança (2), Ortigueira (2), Palmas (2), Pato Branco (2) e Santana do Itararé (2).
A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Ampére, Antonina, Araruna, Barra do Jacaré, Bela Vista do Paraíso, Bocaiúva do Sul, Cafelândia, Cambé, Campo do Tenente, Conselheiro Mairinck, Cornélio Procópio, Curiúva, Fazenda Rio Grande, Florestópolis, Flórida, Guaíra, Imbituva, Indianópolis, Iretama, Laranjeiras do Sul, Mamborê, Mandirituba, Mangueirinha, Marechal Cândido Rondon, Marumbi, Medianeira, Nova Londrina, Nova Prata do Iguaçu, Nova Santa Rosa, Novo Itacolomi, Pinhais, Piraí do Sul, Pitanga, Piên, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro, Rolândia, Salto do Itararé, Santa Helena, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio da Platina, Santo Antônio do Sudoeste, Sarandi, São Mateus do Sul, São Miguel do Iguaçu, São Pedro do Ivaí, Toledo, Três Barras do Paraná, Ubiratã, União da Vitória e Virmond.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 6.922 casos e 174 óbitos de residentes de fora do Paraná.(Com AEN).








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