A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou, às 23h59 de terça (2), a Operação Finados 2021 no Paraná. Neste ano, durante os cinco dias de operação, que teve início na sexta (29), agentes da PRF flagraram 59 motoristas dirigindo bêbados; quatro foram presos.
324 condutores ou passageiros estavam sem o cinto de segurança, além de 56 ocasiões em que crianças não utilizavam adequadamente um dispositivo de retenção, como a cadeirinha.
Ainda, foram registradas 277 ultrapassagens irregulares durante o feriado. Esse tipo de ultrapassagem é responsável pela maioria dos acidentes do tipo colisão frontal, onde o motorista não consegue efetuar em tempo a manobra de ultrapassagem ou força a ultrapassagem, colidindo frontalmente com o veículo que está trafegando no sentido contrário.
A PRF registrou 113 acidentes, com 114 pessoas feridas e 8 mortes nas rodovias federais do Paraná, de sexta a terça. Em 2020 houve 112 acidentes, com 126 feridos e 9 mortos. Uma redução de cerca de dez por cento no número de feridos e de onze por cento nas fatalidades, fato que indica uma redução na gravidade dos acidentes
Foram fiscalizadas 4.684 pessoas e 3.996 veículos. 2.663 infrações foram registradas pelos policiais, nos cerca de quatro mil quilômetros de rodovias federais da circunscrição da PRF no Paraná. 179 veículos foram recolhidos aos pátios por diversas irregularidades.
Também, foram apreendidos mais de 421 mil maços de cigarros contrabandeados. Além disso, 39 pessoas foram detidas durante o feriado e 14 veículos foram recuperados.
Por - PRF
O setor de Saúde e Segurança do Trabalho (SESMT) da Unioeste apresentou nesta terça-feira (2) novas atualizações nos protocolos de segurança contra a Covid-19 para o retorno seguro das atividades presenciais, previstas para esta semana.
O documento tem como principal objetivo a proteção de toda a comunidade acadêmica, com o intuito de evitar a disseminação do SARS-CoV-2. Ele leva em consideração orientações do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, da Vigilância Sanitária, da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fiocruz e demais órgãos e instituições de pesquisa e/ou governamentais envolvidos.
Desde o primeiro protocolo, a Unioeste adota as recomendações de saúde e segurança deste manual. O novo texto é uma atualização do original e reforça a necessidade do uso da máscara, distanciamento social, ventilação e correta desinfecção dos ambientes e a higienização das mãos. Segundo o documento, são medidas indispensáveis ao controle da pandemia no País, associadas ao avanço da imunização.
O protocolo deve ser adotado com cautela por toda comunidade acadêmica. O material está sujeito a alterações e revisões, conforme avanço nos estudos sobre a Covid-19 pela comunidade científica.
RETORNO – Os servidores imunizados da Unioeste retornaram às atividades presenciais no dia 1º de novembro. Aqueles que ainda não tomaram a segunda dose devem retornar 30 dias após completar o ciclo vacinal.
Os alunos devem levar em consideração as ofertas deliberadas pelos respectivos colegiados de cursos de gradação, devendo observar os dispositivos estabelecidos na Ordem de Serviço. Segundo a Unioeste, em Marechal Cândido Rondon cinco cursos já retornam; em Toledo, um. Foram estabelecidos protocolos de alimentação diferenciados para esses alunos. Os demais cursos devem retornar a partir de janeiro.
Segundo o protocolo, discentes e servidores devem levar em consideração febre, tosse, falta de ar, dor de garganta, dor de cabeça e demais sintomas gripais e se afastar das atividades presenciais diante de algum desses eventos, comunicando a universidade. O tempo de afastamento vai levar em consideração a orientação médica
Por - AEN
Quase dez meses após o início da campanha de vacinação contra a Covid-19, o Paraná é o estado com maior percentual de população imunizada com segunda dose ou dose única.
De acordo com o consórcio dos veículos de imprensa, 69,69% da população está completamente protegida contra as formas mais graves da doença. Na sequência estão São Paulo (67,71%), Mato Grosso do Sul (64,37%), Rio Grande do Sul (60,86%) e Santa Catarina (58,67%).
Na análise da população parcialmente imunizada com apenas a primeira dose o Paraná aparece em quarto com 74,72%, pouco atrás de São Paulo (80,54%), Santa Catarina (76,11%) e Rio Grande do Sul (75,40%).
No País, segundo a análise do consórcio, 54,98% da população recebeu as duas doses ou a dose única (ou seja, o Paraná está com quase 15 pontos percentuais acima da média nacional) e 72,55% receberam a primeira dose. Foram aplicadas mais de 272 milhões de vacinas da CoronaVac/Butantan, AstraZeneca/Fiocruz, Pfizer/BioNtech e Janssen.
“O Paraná sempre foi referência em vacinação porque há uma rede muito organizada e os municípios têm estratégias muito amplas. Com a Covid-19 não é diferente. As equipes trabalharam de domingo a domingo e o resultado é visível: queda nos índices da pandemia e avanço na marcha da vacina”, disse o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.
A análise é baseada na estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta que o Paraná possui 11.597.584 habitantes.
POPULAÇÃO ADULTA – De acordo com o vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou mais de 15,8 milhões de imunizantes, sendo 8.587.800 primeiras doses (D1) e 6.843.991 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU), além de 39.733 doses adicionais (DA) e 397.279 doses reforço (DR).
Estes dados representam mais de 100% da população adulta (estimada pelo Ministério da Saúde em 8.720.953 pessoas) vacinada com a D1 ou DU, e 78,4% com a D2 ou DU. Isso significa que o Paraná ultrapassou a meta ideal e, dentro do ajuste populacional, deve ter alcançado quase todos acima de 18 anos com ao menos uma dose.
Até agora, 461.847 doses foram aplicadas em adolescentes de 12 a 17 anos, com ou sem comorbidades, atingindo quase 50% desta população, estimada em 936.296 pessoas.
RESULTADOS – Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta segunda-feira (1º) apontou que o Estado vem registrando queda no número de casos e óbitos por Covid-19. Somente em outubro, os casos foram 61% mais baixos quando comparados a setembro. Já com relação ao número de mortes, os números de outubro foram os menores em 16 meses.
Por - AEN
O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, informa que começou no dia 1º de novembro o período de restrição à pesca de espécies nativas no Paraná – a Piracema. A determinação deve ser cumprida até 28 de fevereiro de 2022.
São protegidas todas as espécies nativas do Estado, como bagre, dourado, jaú, pintado, lambari, mandi-amarelo, mandi-prata e piracanjuva – pois é durante esse período que a maioria delas se reproduz.
Considerando o comportamento migratório e de reprodução, a pesca é proibida na bacia hidrográfica do Rio Paraná, que compreende o rio principal, seus formadores, afluentes, lagos, lagoas marginais, reservatórios e demais coleções de água inseridas na bacia de contribuição do rio.
A restrição é orientada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pela Instrução Normativa nº 25/2009, há mais de 10 anos.
Não entram na restrição as espécies consideradas exóticas, que foram introduzidas no meio ambiente pelo homem, como bagre-africano, apaiari, black-bass, carpa, corvina, peixe-rei, sardinha-de-água-doce, piranha-preta, tilápia, tucunaré e zoiudo, além de híbridos, que são organismos resultantes do cruzamento de duas espécies.
MULTAS – Quem for flagrado pescando em desacordo com as restrições determinadas pela portaria será enquadrado na lei de crimes ambientais. A multa é de aproximadamente R$ 700,00 por pescador e mais de R$ 20,00 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, poderão ser apreendidos. O transporte e a comercialização também serão fiscalizados.
COMPETIÇÕES – Durante o período, são proibidas, também, competições de pesca, como torneios, campeonatos e gincanas. Somente são permitidas as competições em reservatórios, visando a captura de espécies não nativas e híbridas.
Fiscais do IAT e da Polícia Ambiental vão reforçar as ações de fiscalização em todo o Estado. Aos infratores serão aplicadas às penalidades e sanções previstas na Lei n° 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; no Decreto n° 6.514, de 22 de julho de 2008; na Lei n° 10.779, de 25 de novembro de 2003; e demais legislações específicas.
Por - AEN
Pela segunda vez ao longo do ano choveu mais do que a média histórica no Paraná em um mês, colaborando para amenizar a crise hídrica que acompanha o Estado desde o ano passado.
Um levantamento realizado pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) mostrou que a chuva acumulada de outubro em dez cidades de diferentes regiões do Estado foi 3.006,8 milímetros (mm), ante uma expectativa de 1.892 mm. Ou seja, cerca de 59% acima do esperado para o período.
O monitoramento foi feito em Guaratuba, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Maringá, Francisco Beltrão, Paranavaí, Cornélio Procópio, Cascavel e Foz do Iguaçu.
Até então, apenas em janeiro a marca histórica conseguiu ser superada em 2021. Na ocasião, o Simepar apontou que a precipitação acumulada em oito pontos diferentes do Estado foi de 2.748,6 mm. O índice foi 67% superior à média – no primeiro mês choveu 343,5 mm, contra um histórico de 205,7 mm.
Agora, em outubro, as cidades com maior volume de chuvas foram Cascavel, com 455,4 mm, e Maringá, com 429 mm. A cidade-canção, inclusive, apresentou o maior acumulado desde 1998, quando o monitoramento começou a ser feito pelo Simepar. Cornélio Procópio, por sua vez, teve o maior índice desde 2018, com 251,6 mm.
Outros municípios com recordes quebrados foram Ubiratã (612,2 mm), Guaíra (492,8 mm), Cianorte (479,2 mm), Palotina (437,8 mm), Telêmaco Borba (396,8 mm), Cândido de Abreu (384,6 mm), Laranjeiras do Sul (359,2 mm), Altônia (358 mm), Jaguariaíva (352,4 mm) e Santo Antônio da Platina (168,2 mm).
“As chuvas foram bastante significativas em outubro, especialmente nas faixas Oeste, Norte e Centro do Estado. Essas precipitações impediram também que a temperatura se elevasse tanto, ficando abaixo da média para o mês”, explicou a meteorologista do Simepar, Lídia Mota.
CAPITAL – Outra boa notícia diz respeito à Curitiba. Também choveu mais do que o esperado na Capital: 161,2 mm, ante uma média de 150 mm (7,5%) para o mês. A água a mais ajuda a aumentar os níveis das barragens que abastecem a população da Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
Em rodízio no fornecimento desde 2020, o modelo em vigor atualmente é de 36 horas com água e interrupção também de 36 horas. Segundo a Sanepar, a estratégia seguirá pelo menos até 14 de novembro.
Ainda de acordo com a companhia, o atual índice das barragens é de 62,33%, composto pela média do Iraí (50,6%), Passaúna (64,92%), Piraquara 1 (75,20%) e Piraquara 2 (75,07%).
NOVEMBRO – A expectativa para novembro é de mais chuva. Segundo o Simepar, o transporte de umidade do oceano favorece a concentração das chuvas no Litoral e na RMC nesta terça-feira (2). No Interior o tempo fica mais estável, com temperaturas elevadas.
Condição que deve prevalecer ao longo da primeira quinzena do mês, sem apresentar, contudo, perspectiva de eventos mais severos. “Novembro será um pouco mais seco, com os índices abaixo ou próximos da média histórica esperada”, destacou a meteorologista.
Por - AEN
Por conta do feriado prolongado, muitas pessoas estão utilizando as rodovias. O Dr. Rodrigo Nicácio do Consamu de Cascavel, faz um alerta para as pessoas redobrarem os cuidados.





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