Conselheiros tutelares do Paraná recebem kits de trabalho para aperfeiçoar atendimento

A Secretaria de Justiça, Família e Trabalho promoveu nesta semana, no Palácio Iguaçu, um evento em comemoração aos 30 anos do Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes do Paraná (Cedca). A iniciativa faz parte da política de atendimento às crianças e adolescentes.

Na ocasião, foram entregues kits de materiais de trabalho para cerca de 300 conselheiros tutelares das regionais dos municípios de Curitiba e Região Metropolitana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Toledo, Umuarama e União da Vitória.

No total, 2.580 kits estão sendo distribuídos esta semana para as 422 unidades dos conselhos tutelares de todo o Paraná. Cada kit é composto por guarda-chuva, garrafa de água, pendrive, caderno, prancheta, uma bolsa (ecobag) e o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), e será útil no desenvolvimento das atividades diárias como as rotineiras visitas.

“A prioridade número um é a criança. As outras pessoas ainda podem procurar ajuda, mas a criança, que muitas vezes sofre a violência dentro da própria casa, não consegue e não tem a quem recorrer”, disse o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

O conselheiro Rodrigo Bonfim, do Hospital Pequeno Príncipe, representou o Conselho Estadual de Direitos das Crianças e dos Adolescentes na cerimônia. “A mobilização dos conselheiros tutelares é fundamental para que possamos avançar as políticas para as crianças no Paraná”, afirmou.

CEDCA – O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná é um órgão de natureza estatal especial, com instância pública essencialmente colegiada, compondo-se de forma paritária com representantes governamentais e não-governamentais.

 

 

 

 

Por - AEN

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Copel reforça dicas de economia com a chegada do verão

A chegada do verão na próxima semana normalmente faz aumentar o uso de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado.

O acionamento frequente desses equipamentos eleva o consumo de energia e pode trazer impactos na conta de luz, caso não sejam utilizados da forma correta.

De acordo com o gerente de inovação e coordenador do Programa de Eficiência Energética da Copel, Diego Munhoz, o erro mais comum ao utilizar o ar-condicionado está na preparação do ambiente.

“O ambiente em que o ar-condicionado está em uso muitas vezes não é fechado da forma adequada. As janelas e as portas ficam entreabertas. Isso faz com que o ar saia para o ambiente externo e deixe entrar ar quente. Por causa disso, o aparelho precisa ficar ligado por mais tempo e consome mais energia”, explica.

Para a compra, Munhoz afirma que ter um planejamento exato de onde se deseja colocar o ar-condicionado é imprescindível. “É preciso fazer o dimensionamento correto, porque a potência do aparelho varia conforme o tamanho do espaço. Existem recomendações dos fabricantes de como calcular essa potência e, dependendo do ambiente, você tem a necessidade de um ar com maior ou menor potência”, afirma. De maneira geral, são adicionados 600 BTUs para cada metro quadrado do ambiente, para cada pessoa que irá ocupá-lo e para cada equipamento que gere calor.

Tanto para o ar-condicionado quanto para o ventilador, o ideal é deixá-los ligados apenas enquanto estiverem em uso. De madrugada, por exemplo, é possível programar alguns aparelhos para se desligarem automaticamente. Outra dica importante é regular a temperatura de forma correta. Não é necessário ligar em temperaturas baixas demais, pois entre 21 e 24 graus o ambiente já ganha conforto térmico e mantém o consumo estável.

Em dias muito quentes, o melhor é ligar o ar-condicionado cinco minutos antes do uso e manter cortinas e persianas fechadas, para rebater a luz do sol e evitar aquecimento excessivo do ambiente. Em empresas, comércios, consultórios ou em locais em que se sabe o horário de saída é possível desligar o aparelho de 30 a 40 minutos antes. Isso mantém o ambiente agradável até o momento de ir embora e garante a economia de energia.

HÁBITOS PARA ECONOMIZAR – Além do uso de ar-condicionado e ventiladores, refrigeradores e chuveiros elétricos também podem aumentar o consumo de energia durante os dias mais quentes. Algumas dicas que podem ajudar na economia são:

 - Não deixar a geladeira próxima de fontes de calor (como janelas e portas);

 - Só abrir a geladeira o tempo necessário;

 - Evitar colocar alimentos quentes dentro da geladeira;

 - Trocar a posição do chuveiro de inverno para verão;

 - Tomar banhos rápidos.

O verão traz, ainda, a vantagem dos dias mais longos, em que as pessoas podem aproveitar a iluminação natural por mais tempo e reduzir o tempo de uso das lâmpadas. Diego Munhoz reforça que economizar energia neste período é muito importante sob três aspectos: sustentabilidade, economia nos gastos mensais das famílias e por causa da crise hídrica.

“Usar os equipamentos de forma eficiente é um comportamento que só traz ganho. Tanto para o individual quanto para o coletivo, e também para o meio ambiente”, lembra.

 

 

 

 

Por - AEN

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A cidade de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, mundialmente conhecida pelas Cataratas do Iguaçu, agora conta com uma nova atração turística inaugurada nesta quarta-feira (15), uma roda gigante de 88 metros de altura. 

As visitas ao novo atrativo estarão liberadas a partir de sexta-feira ( 17). Os ingressos podem ser comprados pelo site da empresa responsável pelo atrativo.

Para turistas, os ingressos custam R$ 70,00. Os moradores de Foz do Iguaçu terão desconto e pagarão R$ 55,00.

A roda gigante foi construída ao lado do Marco das Três Fronteiras, outro atrativo da cidade, onde se encontram as fronteiras do Brasil, Argentina e Paraguai, divididas pelo rio Paraná.

A estrutura acomoda 288 pessoas, distribuídas em 36 cabines climatizadas.

A obra demorou cerca de um ano para ser concluída e foram usadas cerca de 400 toneladas de aço para a construção.

A escolha de Foz do Iguaçu para a construção da roda gigante, segundo o presidente da empresa responsável pelo atrativo, Anderson Rafael Caliari, é pela consagração da cidade como destino turístico nacional e internacional e pela vista privilegiada do pôr do sol na região escolhida para a construção.

“Estávamos olhando os destinos turísticos mais consagrados do país e obvio que Foz do Iguaçu veio até nós por ser um destino turístico tão consagrado, internacionalmente, nacionalmente, com muitas belezas naturais. O local foi escolhido pelo pôr do sol ,porque a gente tem aqui um pôr do sol espetacular, e quando mais alto a gente sobe na roda, mais lindo ele fica”.

Expectativa da empresa é receber 500 mil pessoas por ano.

 

 

 

 

Por - G1

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Paraná busca fomentar abastecimento com gás natural em veículos pesados

Um combustível mais limpo que proporciona consumo e desempenho de motor similar ao do diesel.

Assim é o gás natural, cujo abastecimento voltado a veículos pesados a Companhia Paranaense de Gás (Compagas) busca fomentar por meio do projeto Corredor Azul, que tem como objetivo implementar rotas estratégicas e infraestrutura de abastecimento concentrado no transporte de cargas.

Por meio da iniciativa, a Companhia quer ampliar o número de postos no Estado que ofertam essa modalidade de combustível para caminhões, bem como o número de veículos pesados que utilizam o gás e ainda contribuir para a redução de emissões de poluentes.

“Entendemos que há uma janela de oportunidade para ampliar a participação do gás natural na matriz de transportes no País e destacá-lo como essencial para a transição energética dentro do contexto de mudanças climáticas”, diz Rafael Lamastra Junior, diretor-presidente da Compagas e presidente do Conselho de Administração da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).

“Na medida que é um insumo menos poluente que outros de origem fóssil e está presente em nosso dia a dia como uma fonte viável para todos os segmentos de mercado, ainda contribui para o desenvolvimento de novas tecnologias e a aplicação do combustível em maior escala”, acrescenta.

O nome Corredor Azul surgiu de um projeto desenvolvido na Europa que estruturou rotas e infraestrutura de abastecimento de gás natural focado no transporte de cargas e permitiu a cobertura das principais rotas de escoamento de cargas dos países que integram o continente, bem como a diversificação energética nesse segmento.

No Brasil, o projeto nasceu no Paraná, por iniciativa da Compagas, e hoje é uma realidade em diversos estados. O objetivo comum é o de interligar rotas de transporte para que os caminhões possam rodar pelas principais rodovias do país utilizando o gás natural e o biometano (combustível comparável em condições técnicas ao gás natural, já que após o refino atinge alta concentração de metano em sua composição).

Em Curitiba, um posto localizado na Cidade Industrial já abastece diariamente caminhões movidos 100% a gás natural que percorrem a rota São Paulo – Curitiba para o transporte de mercadorias ligadas ao e-commerce. Cada caminhão tem a capacidade de abastecimento de 230 m³ de gás natural e este volume garante uma autonomia de mais de 400 quilômetros para o veículo - ou seja, ele consegue rodar da capital paranaense até o retorno à cidade paulista com o volume abastecido.

ALTERNATIVA – Consultor da iniciativa privada especializado em gás natural, Ricardo Vallejo diz que que o segmento de transporte é o maior consumidor de energia do País [cerca de 33%], e como o Brasil não é autossuficiente, especialmente no que diz respeito ao diesel, uma parcela significativa (23%) do que é consumido precisa ser importada. Nesse cenário, encontrar alternativas é mais do que necessário, especialmente em razão do impacto da importação na economia.

 

“O Brasil precisa, como agenda, encontrar um meio para fazer essa transição energética do diesel, que atinge a balança comercial do país”, alerta Vallejo. “Em 2019, de acordo com a ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis], foram gastos US$ 6,6 bilhões em importação de diesel. Trazendo para o contexto atual, recentemente o valor do barril bateu US$ 83. Além disso, o real está muito desvalorizado. Se mantivermos essa tendência de 23% ou mais de importação por ano, com certeza teremos perdas [econômicas]”.

Vallejo lembra ainda que veículos leves têm o etanol como opção de renovável, mas para os pesados ainda há poucas tecnologias para substituir o diesel, já que a eletrificação de caminhões e ônibus ainda é uma realidade muito distante, tanto pela autonomia quanto pela potência - assim o gás natural e o biometano são combustíveis mais limpos que se mostram favoráveis e presentes no cenário atual.

Segundo Luciano Cherobim, assessor de Novos Negócios da Compagas, no que se refere ao mercado de gás, o indicativo é de crescimento na oferta interna do combustível. “As projeções de aumento nas ofertas de gás natural e biometano no Brasil demonstram um mercado potencial para inclusão destes combustíveis em substituição ao diesel, promovendo o aproveitamento da riqueza interna, menor dependência do diesel importado e principalmente suas inserções na transição energética para um mercado mais sustentável”, afirma.

CORREDOR AZUL – Com o Corredor Azul, a Compagas visa atrair e incentivar a utilização de veículos movidos 100% a gás. Para tanto, o projeto foi dividido em três fases – ou “ondas”. A primeira é a que está em desenvolvimento e visa aproveitar a base existente de postos que comercializam ou que possam comercializar o gás e que estão localizados em rodovias onde a Compagas já possui infraestrutura. Ela passa por Curitiba e Região Metropolitana, e cidades como Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e Paranaguá, no Litoral, além de rotas para os estados de São Paulo e Santa Catarina.

A onda seguinte foca nas regiões que ainda não possuem a infraestrutura da rede de distribuição de gás, com a identificação, em estudo, de cidades no Interior do Paraná, considerando o fluxo de veículos pesados das rodovias, a autonomia dos veículos e a quilometragem percorrida pelo caminhoneiro até a parada para descanso e/ou abastecimento e também o potencial de produção de biometano presente nas regiões. Por fim, a terceira onda prevê que as principais rodovias e rotas do Estado estejam 100% atendidas em gás natural para veículos pesados.

Marcelo Mendonça, diretor da Abegás, afirma que a pauta também está no governo federal, que tem intensificado a discussão para a ampliação do gás natural em transporte de cargas e no transporte público. Segundo ele, desde 2019, ações vêm sendo realizadas com a intenção de contribuir para o desenvolvimento desse mercado, incluindo a concessão de linhas de financiamento de baixo carbono.

“Há ainda o fato de que Brasil reinjeta 60 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural e que metade desse total seria suficiente para abastecer grande parte da frota de veículos pesados e substituir a parcela importada do diesel. Ou seja, podemos reduzir impactos econômicos, ambientais e trazer ainda mais desenvolvimento ao mercado de gás”, destaca.

Para Valter Alexandre Lopes de Lima, assessor da Compagas, a base de postos existentes é o ponto de partida para agilizar a transformação do segmento. O papel das distribuidoras é fomentar de forma estratégica esse mercado oferecendo uma alternativa mais econômica, inovadora e ambientalmente correta.

“O Paraná tem rotas importantes. Disponibilizar infraestrutura de abastecimento adequada para veículos pesados - com gás natural ou biometano - nas principais rodovias que escoam a produção e em pontos de maior movimentação beneficiam a economia e o desenvolvimento do estado, sem falar na contribuição aos profissionais do setor”, diz.

CAMINHÕES – Veículos pesados movidos a gás natural já são uma realidade no Brasil. Diretor da Scania, Paulo Genezini conta que a marca, embasada pelos pilares da eficiência energética, transporte inteligente e seguro e uso de combustíveis alternativos, está comercializando caminhões com motores a gás, ou seja, que já foram produzidos dessa forma – e não adaptados.

“Como a eletrificação total vai demorar para chegar aos transportes pesados, dos pontos de vista econômico e ambiental a solução a gás é a principal hoje, pois consegue o mesmo desempenho de um motor a diesel em termos de torque, e ainda contribui para a redução de poluentes na natureza”, afirma Genezini.

Um dos principais limitadores para o avanço da solução, na opinião do diretor da Scania, é a infraestrutura. Nos grandes centros, ele considera o abastecimento razoável, mas diz que no interior a escassez ainda é grande. Daí a importância de iniciativas como o Corredor Azul.

Para os proprietários de veículos pesados que desejam aproveitar os motores a diesel, também existem sistemas de conversão disponíveis que usam a tecnologia diesel-gás, permitindo a queima de uma mistura dos dois combustíveis – neste formato não é possível rodar somente com gás. As empresas convertedoras garantem a mesma potência e a menor emissão de poluentes em comparação ao motor original, o que reduz as despesas de consumo e operação do veículo e, ao mesmo tempo, mantém a vida útil e a performance do motor original.

SUSTENTABILIDADE – O uso do gás natural e do biometano em veículos pesados contribui significativamente para a redução de emissão de carbono. Em relação ao diesel, estima-se que o gás natural reduza a emissão de CO2 em 23%, enquanto o biometano alcança uma redução próxima a 85%%.

O abastecimento com gás natural ou biometano também é vantajoso para a saúde pública, pois são combustíveis que atuam para a diminuição da poluição local – quando comparada ao diesel, a redução de NOx (oxidação) é de 90% e de material particulados chega a 85%. Os efeitos são de curto prazo, com a colaboração para a redução de doenças cardiovasculares e para a perda de produtividade causada por esses poluentes.

Nesse sentido, para as empresas que possuem metas de redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), substituir as frotas de caminhões movidos a diesel para veículos abastecidos com gás natural pode ser um grande aliado para cumprir com os planos de sustentabilidade traçados, indo ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e também com as metas definidas pelos países na última COP26.

COMPAGAS – Empresa de economia mista, tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia (Copel), com 51% das ações, a Gaspetro, com 24,5% e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%. Em março de 2000, a empresa passou a ser a primeira distribuidora do Sul do país a fornecer o gás natural canalizado aos seus clientes, com a inauguração do ramal sul do gasoduto Bolívia – Brasil (Gasbol). Atualmente, a Compagas conta com quase 51 mil clientes dos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica e está presente em 16 municípios: Araucária, Curitiba, Campo Largo, Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Colombo, Quatro Barras, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Campina Grande do Sul, Paranaguá, Carambeí, Castro e Arapoti.

 

 

Por - AEN

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Movimentação de cargas por ferrovia chega a 20% nos portos paranaenses

A chegada e saída de produtos em vagões, nos portos do Paraná, seguem em alta. Das 53.054.946 toneladas movimentadas de janeiro a novembro deste ano, 20,1% foram por ferrovia.

Esse percentual é equivalente a 10.669.705 toneladas de mercadorias, de diversos segmentos, movimentadas pelo modal.

Do restante, 40.927.435 toneladas de cargas foram transportadas em caminhões (77,1%) e 1.457.806 toneladas de líquidos (2,7%), pelos oleodutos. Apesar do volume de cargas movimentado nesses 11 meses estar 1% menor, como destaca o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a participação dos dois modais alternativos ao rodoviário está maior.

“Este, consequentemente, está cada vez mais diluído. Estamos caminhando para um maior equilíbrio nas matrizes de transporte nos Portos do Paraná”, afirma. “Os projetos lançados pelo Governo do Estado, especialmente o projeto Cais Leste, ‘moegão’, e da Nova Ferroeste, têm incentivado os terminais e operadores também ampliarem a capacidade ferroviária”.

No ano passado, das 53.526.635 toneladas de cargas movimentadas de janeiro a novembro, 81,6% (43.703.550 toneladas) chegaram ou saíram por rodovias; 16,9% (9.025.283 toneladas), pela ferrovia; e 1,5% (797.803 toneladas), pelo duto.

Essa alta na participação do modal ferroviário foi observada, principalmente, no transporte de soja, farelos, fertilizantes, derivados de petróleo, das cargas em contêineres, do trigo e do açúcar.

EVOLUÇÃO – Considerando a movimentação de cargas pelo modal ferroviário nos últimos anos nos portos do Paraná, o volume vinha aumentando desde 2016 (8.517.933 t), característica que se repetiu em 2017 (9.994.352 toneladas) e 2018, com 10.342.648 toneladas, 19,5% do total movimentada naquele ano.

Em 2019, o volume de carga em vagões voltou a cair para 8.803.544 toneladas, 16,5% do total que chegou ou saiu dos terminais paranaenses no penúltimo ano. Em 2020, porém, a participação do modal voltou a subir, chegando a 17,3% do total movimentado. Foram 9.908.970 toneladas carregadas ou descarregadas nos trilhos.

 

 

 

 

Por - AEN

 

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