O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta segunda-feira (20) a lei ( 20.934/2021 ) que determina 3% de reajuste aos servidores públicos em 2022. O texto tramitou em regime de urgência na Assembleia Legislativa. O reajuste será implementado a partir de janeiro.
“Com o fim da pandemia, estamos retomando o reajuste dos nossos servidores, que diariamente se empenham para fazer funcionar o dia a dia do Governo do Estado. Por isso, começamos o ano de 2022 com o reajuste, que foi calculado dentro do que é possível ser executado com segurança financeira, garantindo também a saúde econômica do Estado”, afirmou o governador.
A lei revisa a programação implementada em 2019, que foi interrompida durante 2020 e 2021 em função da pandemia. O congelamento era uma condição para receber verbas federais para a manutenção dos serviços básicos de saúde para a população durante o período. A lei federal (lei complementar 173/2020) instituiu repasses emergenciais aos estados com veto ao aumento da folha até dezembro de 2021. Com o fim do veto, o Estado retoma o reajuste.
Na época, o pagamento da reposição salarial, escalonado até 2022, seria de 2% em 2020 e 1,5% 2021 e 2022, com impacto econômico estimado em R$ 1,8 bilhão. Agora, o reajuste leva em consideração o cenário econômico pós-pandemia. Ele deverá impactar financeiramente o Estado em R$ 786,3 milhões por ano, sendo R$ 459 milhões para servidores ativos e R$ 327 milhões para inativos. Atualmente, o Estado tem cerca de 150 mil servidores ativos e 133 mil inativos (aposentados e pensionistas).
Além disso, o Governo do Estado instituiu neste fim de ano um novo piso salarial para professores, promovendo aumento de quase 50% para a base da categoria, e um auxílio-alimentação de R$ 600 para todas as forças de segurança. Os pagamentos começam a ser realizados em janeiro.
Por - AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) abrirá inscrições para a oitava edição do Curso de Operações e Táticas Especiais (Cote). Elas começam no dia 10 de janeiro e vão até 25 fevereiro de 2022.
A maior parte do treinamento, que começa no dia 4 de abril, acontecerá em Curitiba, porém haverá uma etapa de quatro semanas em Guaíra, Brasília e Cuiabá (MT).
Podem se inscrever policiais civis paranaenses da ativa, sendo as vagas destinadas aos investigadores, escrivães e delegados de polícia. O curso será iniciado em abril de 2022.
Um dos objetivos é selecionar profissionais com perfil para servir no Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre – PCPR).
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta segunda-feira (20) a lei 20.943/2021 , que oficializa o programa Energia Solidária.
Parte do pacote Paraná Solidário, o programa trouxe alterações ao antigo Luz Fraterna para ampliar o número de beneficiários da tarifa social da Copel, que dá desconto na conta de luz para famílias de baixa renda que consumam até o limite de 150 quilowatts-hora (kWh) por mês.
O Energia Solidária altera a faixa de consumo das residências, que passou de 120 kWh para 150 kWh. Com isso, cerca de 336 mil famílias passam a ser beneficiadas, 190 mil a mais do que as atendidas até 2019. Serão investidos cerca de R$ 121 milhões por ano para subsidiar o benefício, que atinge em média 1,3 milhão de pessoas.
O governador Ratinho Junior destaca que a pandemia de Covid-19 e o aumento da inflação comprometeu o orçamento das famílias. “Muitas delas acabam tendo dificuldade de acesso a direitos básicos, como a energia elétrica. Por isso ampliamos o benefício da tarifa social de energia e incluímos no programa Paraná Solidário. As pessoas vão se alimentar melhor e terão como armazenar sua comida em uma geladeira, vão poder tomar um banho quente, usar os seus utensílios”, afirma.
“O programa beneficia justamente as famílias que mais precisam de energia e têm menos condições de pagar”, explica o presidente da Copel, Daniel Slaviero. “Com a iniciativa, o Governo do Paraná e a Copel fazem com que mais famílias possam usufruir do conforto e qualidade de vida, proporcionados pela energia elétrica gratuita”.
BENEFÍCIO – Para ter direito ao benefício, o consumidor deve possuir uma unidade consumidora classificada como residencial; essa unidade já deve ser beneficiária da Tarifa Social de Energia Elétrica, do governo federal; o consumo de energia elétrica do ciclo de faturamento mensal precisa ser igual ou inferior a 150 kWh; e o consumidor precisa ter apenas uma unidade de consumo de energia elétrica sob sua titularidade.
A exceção é para as famílias habilitadas no Cadastro Único, com renda mensal de até três salários mínimos nacionais e que, ao mesmo tempo, tenham residentes com alguma patologia que requer o uso continuado de aparelhos ou equipamentos essenciais para a sobrevivência que utilizam muita energia.
Nesse caso, o subsídio é válido para o consumo de até 400 kWh, sendo o consumidor o responsável pelo pagamento quando exceder esse limite. O benefício, porém, será encerrado se os equipamentos deixarem de ser utilizados na unidade consumidora ou caso o usuário venha a falecer.
Já em unidades onde sejam desenvolvidas outras atividades que não a residencial, em que o beneficiário não reside no imóvel, que não se caracteriza como domicílio particular permanente ou onde o consumo mensal seja igual a zero não terão direito ao subsídio.
O programa também não cobre os custos referentes à contribuição para custeio do serviço de iluminação pública; valores de multas, juros e correção monetária devidas em razão de atraso de pagamento; e outras despesas autorizadas pelo consumidor junto às empresas de energia elétrica.
CADASTRO – De acordo com a legislação, toda família que integra o Cadastro Único terá direito automático ao benefício. O cadastro será feito a partir de janeiro pela própria Copel, com acompanhamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A medida busca facilitar o acesso ao benefício, já que muitas residências que tinham direito à tarifa social acabavam de fora por não apresentar a documentação necessária.
PARANÁ SOLIDÁRIO – Lançado em novembro pelo governador, o Paraná Solidário é um pacote que reúne diferentes programas sociais do Governo do Estado. Ele inclui o programa de transferência de renda Cartão Comida Boa, que já está sendo distribuído e deve beneficiar 90 mil famílias com o repasse de R$ 80 por mês para a compra de itens de necessidade básica.
Também faz parte do pacote social o programa Água Solidária, que também visa à ampliação da tarifa social da Sanepar; e o aumento no valor pago de aluguel social a moradores de áreas que estão sendo requalificadas nos municípios.
Por - AEN
O verão começa às 12h59 desta terça-feira (21/12) e termina no dia 20 de março de 2022, às 12h33.
Segundo as análises do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o primeiro dia da estação será parcialmente nublado com pancadas de chuva nas regiões Metropolitana de Curitiba, Sudoeste, Sudeste e Centro Sul. No Oeste, Noroeste, Norte Central, Norte Pioneiro, Centro Ocidental e Campos Gerais, o dia estará parcialmente nublado sem chuva. O sol predomina no Litoral. As temperaturas devem variar de 14 ºC, em Jaguariaíva e Telêmaco Borba, a 37 ºC em Umuarama.
O fenômeno climático La Niña permanece ativo com intensidade moderada, perdendo força apenas no final da estação. O resfriamento da temperatura da superfície das águas altera os padrões climáticos globais. “Estão previstos dias consecutivos de tempo seco e temperaturas elevadas, ocasionando períodos de desconforto térmico”, afirma o meteorologista do Simepar, Marco Jusevicius. Típicas do verão paranaense, as tempestades isoladas e/ou em aglomerados de nuvens só poderão ser previstas em curto ou curtíssimo prazo.
A temperatura média do ar deve ficar de próxima à média climatológica a ligeiramente acima da normalidade. Já a ocorrência de chuvas ficará entre abaixo e próxima à média climatológica em todas as regiões, com distribuição irregular no tempo e no espaço, como já vem ocorrendo nos últimos meses.
“O cenário climático global desfavorável indica dificuldade para recuperar e manter de forma sustentada os níveis dos reservatórios de abastecimento de água na Região Metropolitana de Curitiba”, observa Jusevicius.
“Estamos enfrentando a maior estiagem dos últimos 100 anos. Nesse cenário, é importante que todos continuem a usar a água de maneira consciente e responsável, apesar do calor, economizando sempre que possível, para que as futuras gerações tenham água em quantidade e qualidade”, destaca o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná, Marcio Nunes.
CLIMATOLOGIA – Ainda assim, o verão é a estação mais chuvosa no Estado do Paraná, e mais sujeita a intempéries. “Fatores climatológicos favorecem as chuvas intensas, localizadas e de curta duração, com raios e trovoadas”, explica o meteorologista Samuel Braun, do Simepar.
Nos eventos extremos, vendavais e tempestades de granizo costumam afetar todas as regiões do Estado. Os valores médios mais elevados de temperaturas ocorrem habitualmente nas regiões Oeste, Sudoeste, Norte e litorânea.
No site www.simepar.br estão disponíveis informações atualizadas sobre as condições do tempo no quadro Palavra do Meteorologista. Também pode ser consultada a previsão do tempo para até quinze dias por município e região do Paraná. Além disso, podem ser visualizadas imagens de satélite, radar, raios, modelo numérico e telemetria (temperaturas e chuvas).
AGROMETEOROLOGIA – “É provável que agricultura de forma geral tenha um desempenho abaixo do esperado e não atinja seu máximo potencial produtivo, a confirmar-se a previsão climática de continuidade de chuva aquém da média até próximo da média climatológica durante o verão, com distribuição espacial e temporal irregular”, afirma a agrometeorologista do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Heverly Morais.
A grande maioria das lavouras paranaenses de soja e milho está na fase de florescimento e enchimento dos grãos, com intensa demanda por água. Seriam necessárias chuvas abundantes no início do verão para suprir a necessidade hídrica das culturas e garantir boas produtividades. O desenvolvimento de outras culturas como feijão, mandioca e cana-de açúcar, bem como as pastagens, também pode ser prejudicado pela pouca precipitação na mudança de estação.
Culturas perenes como as frutíferas arbóreas e o café devem apresentar boa evolução no decorrer da estação, pois toleram melhor o déficit hídrico devido às suas raízes mais profundas. As hortaliças demandarão um cuidado intensivo em consequência das altas temperaturas e de episódios de chuvas intensas e de curta duração muito comuns no verão.
“Para reduzir as perdas na agricultura causadas por períodos secos, é muito importante o manejo adequado do solo, com cultivo e incorporação de plantas de cobertura em Sistema de Plantio Direto, prática esta que melhora os atributos físicos e químicos do solo, aumenta a infiltração e o armazenamento da água, aprofunda as raízes, reduz a transpiração das plantas e ameniza a temperatura e a evaporação, mantendo a água disponível para a cultura por um período maior”, recomenda a pesquisadora.
Por - AEN
Foi uma manhã praticamente perfeita para os mais de 1.300 torcedores que lotaram o Ginásio da Neva, em Cascavel, no Paraná. Eles viram o time da casa golear o Magnus por 6 a 0 e conquistar o título de campeão da Liga Nacional de Futsal (LNF) pela primeira vez na história.
Depois da vitória por 3 a 1 no jogo de ida, no domingo passado (12), o Cascavel já tinha a vantagem do empate no confronto final, enquanto o Magnus precisava vencer no tempo normal e na prorrogação. A expectativa era de que a equipe sorocabana entrasse com uma postura mais agressiva buscando o gol desde o começo.
No entanto, a estratégia foi por água abaixo com menos de um minuto de jogo, quando Dieguinho, livre de marcação, completou uma cobrança de lateral pela esquerda e abriu o placar para os donos da casa. Daí em diante, o Magnus - que defendia o título - perdeu o controle da partida e o Cascavel enfileirou gols na primeira etapa.
Quando já perdia por 4 a 0, a equipe empregou a tática de usar um goleiro-linha e rapidamente sofreu mais dois gols. O maior dano foi causado pelo pivô Roni, que fez dois gols e assumiu a artilharia da LNF, com 19 gols.
Na segunda etapa, com o título praticamente garantido, o Cascavel desacelerou e deixou o relógio correr até a confirmação do título inédito. Foi a realização de um sonho antigo para a equipe paranaense, que tem 30 anos de existência e, antes desta edição, tinha como melhor resultado um sexto lugar, em dez participações na LNF.
Este ano, o Cascavel fez uma campanha brilhante, foram 16 vitórias e duas derrotas em 22 jogos, conquistando o título de forma incontestável.
Por - Agência Brasil
A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte publicou nesta sexta-feira (17) a Instrução Normativa Conjunta nº 008/2021 com a matriz curricular do Novo Ensino Médio na rede estadual de ensino a partir do ano letivo de 2022.
A construção da matriz foi feita com base no referencial curricular aprovado em julho pelo Conselho Estadual de Educação (CEE/PR) e nas consultas à comunidade realizadas tanto para o referencial quanto para o currículo do novo modelo.
Conforme já anunciado, o Novo Ensino Médio será composto por dois conjuntos de aprendizagens: a Formação Geral Básica (FGB) e os itinerários formativos. Além disso, terá ampliação em sua carga horária, passando de 800 horas para 1.000 horas anuais. O total, portanto, será de 3 mil horas ao longo de três anos, sendo 1.800 destinadas para a FGB e 1.200 para a realização dos itinerários formativos.
A implantação do novo modelo também será gradativa. Começa pelo 1º ano do Ensino Médio no ano que vem, seguirá em 2023 para as segundas séries e, em 2024, completando o ciclo, para as terceiras séries. Para quem já está no Ensino Médio, nada muda, pois esses estudantes continuarão na organização curricular atual.
Dessa forma, a Formação Geral Básica, que contempla as competências e habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerando cada uma das áreas do conhecimento e seus respectivos componentes curriculares, terá 24 horas-aula semanais na primeira série, diminuindo para 18 horas-aula semanais na 2ª e 12 na 3ª série. Já os itinerários formativos fazem o “caminho inverso”, subindo de seis horas-aula semanais na primeira série para 12 na 2ª e 18 horas na 3ª série — para que todas as séries tenham 30 horas-aula semanais.
ITINERÁRIOS FORMATIVOS – No primeiro ano, essas seis horas-aula semanais do itinerário formativo já estão definidas com Educação Financeira, Projeto de Vida e Pensamento Computacional, duas para cada. A Educação Financeira, que já havia entrado na grade curricular do Ensino Médio deste ano com uma aula, será ampliada. Nessa parte do itinerário, existem adaptações conforme a modalidade da instituição, como nos Colégios Cívico-Militares, Indígenas, Quilombolas, em Tempo Integral, entre outros.
Com ampliação da carga horária dos itinerários na 2ª e 3ª séries, o estudante do Novo Ensino Médio poderá escolher um itinerário formativo, para se aprofundar ainda mais nos conhecimentos que despertam seu interesse e aptidão, seja em Linguagens e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais ou em Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Para escolher entre os itinerários, o estudante terá as aulas do Projeto de Vida, nas quais irá desenvolver habilidades e receber apoio para pensar sobre seus sonhos e objetivos. Dessa maneira, eles estarão mais preparados para optar por um itinerário formativo e planejar seus próximos passos na vida acadêmica e profissional.
DUAS AULAS POR SEMANA – A organização da matriz curricular feita pela Secretaria da Educação garante que cada componente curricular (disciplina) tenha ao menos duas aulas por semana. Contudo, em virtude da nova organização do Ensino Médio, com a redução dos componentes da base comum de 2,4 mil para 1,8 mil horas, as disciplinas não estarão presentes em todos os anos da modalidade.
Física, por exemplo, terá duas aulas semanais no primeiro e outras duas no terceiro ano. Já História terá duas aulas semanais no primeiro e outras duas no segundo ano. É importante ressaltar que os conteúdos ligados a essas e todas as demais disciplinas, e os professores atrelados a elas, também vão compor as aulas dos itinerários formativos, a depender da escolha do estudante.
NOVO ENSINO MÉDIO – Instituído pela Lei Federal nº 13.415/2017, o novo modelo do Ensino Médio propõe mudanças na carga horária e na organização curricular de escolas das redes de ensino públicas e privadas de todo o Brasil, que valem a partir de 2022. As transformações na estrutura do Ensino Médio têm como objetivo incentivar o papel protagonista dos estudantes, valorizando suas aptidões e interesses.
Por - AEN






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