O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) divulgou nesta semana uma nota técnica com orientações sobre o manejo da colheita de feijão, especialmente a tecnologia de dessecação das lavouras. O documento pode ser acessado AQUI.
As instruções foram consolidadas no fórum técnico Boas Práticas na Cultura do Feijão, que reuniu cerca de 70 participantes em Cascavel (Oeste do Estado).
De acordo com o zootecnista Endrigo Antônio de Carvalho, coordenador do Polo de Pesquisas do IDR-Paraná em Santa Tereza do Oeste, o evento foi realizado por demanda de produtores, cerealistas e empacotadores da região. Além de profissionais ligados à extensão rural e assistência técnica, o programa do encontro contemplou palestras de especialistas em defesa sanitária, tecnologia de alimentos, saúde e meio ambiente.
“Uma oportunidade para discutir as condições de produção, renda para o produtor e qualidade do produto para o consumidor”, avaliou o engenheiro agrônomo Germano Kusdra, coordenador estadual do programa feijão do IDR-Paraná.
O fórum técnico Boas Práticas na Cultura do Feijão foi realizado em parceria com a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Cascavel (Areac) e o núcleo regional da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab).
CULTIVO – Na safra de 2020/21, conforme dados da Conab, a produção nacional de feijão foi de 2,25 milhões de toneladas. O Estado do Paraná liderou a produção com 23,7% do total produzido, seguido por Minas Gerais (23,1%), Goiás (15%), Mato Grosso (9%) e São Paulo (7,7%). No Paraná, predomina a participação da agricultura familiar na produção, compondo a renda com outras atividades nas propriedades rurais.
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) realizou nesta quinta-feira (16) a fase de lances da licitação para contratar os serviços de guincho mecânico nas rodovias estaduais e federais do Anel de Integração após o término dos pedágios.
Foram seis lotes, proporcionais aos lotes do Anel de Integração, contemplando todas as rodovias estaduais e federais que antes eram pedagiadas. As empresas interessadas disputaram oferecendo lances cada vez menores, por meio da ferramenta de pregão eletrônico do portal Licitações-e, do Banco do Brasil.
O valor total foi de R$ 88.145.000,00. As empresas que arremataram os lotes têm prazo de um dia útil para apresentar sua proposta, adequada ao novo valor, além de encaminhar demais documentos exigidos em edital. Caso a documentação seja aceita, o resultado será publicado no portal Compras Paraná e em Diário Oficial, abrindo período para interposição de recursos.
Confira as arrematantes de cada lote:
Lote 1 – Rodovias antes atendidas pela concessionária de pedágio Econorte: Log Guinchos Eireli, por R$ 13.000.000,00;
Lote 2 – Rodovias antes atendidas pela concessionária de pedágio Viapar: Log Guinchos Eireli, por R$ 13.700.000,00;
Lote 3 – Rodovias antes atendidas pela concessionária de pedágio Ecocataratas: Aramassados Tecnologia Em Amassados Ltda, por R$ 17.125.000,00;
Lote 4 – Rodovias antes atendidas pela concessionária de pedágio Caminhos do Paraná: EGIS – Engenharia e Consultoria Ltda, por R$ 13.200.000,00;
Lote 5 – Rodovias antes atendidas pela concessionária de pedágio Rodonorte: Aramassados Tecnologia Em Amassados Ltda, por R$ 21.480.000,00;
Lote 6 – Rodovias antes atendidas pela concessionária de pedágio Ecovia: Log Guinchos Eireli, por R$ 9.640.000,00.
No caso do lote 1 e do lote 4, o DER/PR já garantiu continuidade dos serviços aos usuários pelas próprias concessionárias, por meio de acordos judiciais. Neste momento não será necessário contratar as arrematantes, mas isso poderá ser realizado eventualmente, aproveitando o resultado da licitação. A medida atende recomendações de órgãos de controle, visando garantir a continuidade dos serviços caso as concessionárias não cumpram os acordos, ou caso estes sejam extintos antes do início do novo programa de concessões federais entrar em vigor.
SERVIÇOS – O edital prevê serviços de guincho leve e pesado, para desobstrução de pista e remoção de veículos, e operações de atendimento mecânico, como troca de pneus, carga elétrica, entre outras.
Também será realizada a inspeção de tráfego, com equipes específicas para percorrer 100% da malha do Anel de Integração ao menos três vezes ao dia, verificando a necessidade de assistência aos usuários, inspecionando as pistas e participando ativamente na ocorrência de neblina, incêndios, acidentes e outras situações, providenciando sinalização de emergência, desvios de tráfego e demais apoios.
Serão realizados ainda serviços de apoio ao Corpo de Bombeiros no combate a incêndios nas áreas próximas às rodovias, com fornecimento de caminhões-pipa, e atendimento a incidentes com animais soltos nas pistas, com orientação aos usuários e a captura e transporte dos animais utilizando equipamento apropriado, como caminhão boiadeiro.
Todos os serviços contarão com apoio operacional, integrado ao DER/PR e em colaboração com as policiais rodoviárias, utilizando a infraestrutura das bases de serviços e postos de serviços, que passaram a ser patrimônio público com o fim dos contratos de pedágio.
Por - AEN
O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) informa que os horários de funcionamento de suas unidades serão alterados em todo o Estado durante o período de festividades do Natal e Ano Novo.
O fechamento abrange os dias 23, 24, 30 e 31 de dezembro. Nos dias 27, 28 e 29 a autarquia funciona normalmente, das 8h às 14h, e retoma o expediente normal no dia 03 de janeiro de 2022.
Entre o dia 29 de dezembro, a partir das 16 horas, e 03 de janeiro, pela manhã, o portal do Detran-PR estará com alguns serviços indisponíveis devido à manutenção e atualização dos sistemas. De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, o sistema para pagamento do IPVA também estará paralisado para atualização nestes dias.
Desta forma, os cidadãos que necessitarem de algum serviço para este ano ainda deverão solicitá-lo ao órgão até o dia 29 de dezembro às 16 horas.
Fora deste período, o usuário pode contar com os mais de 130 serviços oferecidos de forma online - renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 2º via da CNH; emissão de documentos; pagamentos de débitos e multas; consulta de informações.
Por - AEN
Após amplas negociações durante o processo de Chamada Pública Coordenada junto a potenciais supridores com as distribuidoras do Centro-Sul do País para contratação de suprimento, a Companhia Paranaense de Gás (Compagas) está em fase final de negociação do contrato que será assinado com a Petrobras – único supridor que apresentou viabilidade de fornecimento – para garantir a distribuição de gás natural ao Paraná a partir de janeiro de 2022.
Em volume, o novo contrato permitirá um fornecimento de cerca de 500 mil m³/dia para o próximo ano em complementação ao volume já anteriormente contratado com o supridor. Para os anos seguintes (2023 a 2025), o contrato foi negociado para que existam janelas de oportunidades para contratações futuras advindas de outros supridores.
“Garantimos o suprimento de gás natural para o ano de 2022 e parte da demanda dos próximos anos. Por acreditar na abertura do mercado, decidimos manter a Chamada Pública em aberto e vamos continuar interagindo com os supridores na busca de oportunidades para diversificação dos nossos contratos de suprimento e de melhores condições comerciais de fornecimento de gás para melhor atender nossos mercados”, ressalta o diretor-presidente da Compagas, Rafael Lamastra Junior.
Desde a abertura da CP22, em março deste ano, as distribuidoras MSGÁS (Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul), GasBrasiliano (Gas Brasiliano Distribuidora), Compagas, SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina) e SULGÁS (Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul) tinham como objetivo central a criação de novas condições de fornecimento que possibilitassem o desenvolvimento do mercado, com a diversificação de agentes supridores, e que melhor atendesse às necessidades dos usuários, resultando em um gás com preço mais competitivo. No entanto, ao longo das negociações com os agentes participantes do processo, foi observado que restavam pendentes uma série de entraves no âmbito federal que dificultam a efetiva abertura do mercado nacional de gás.
As principais barreiras identificadas estão ligadas a questões estruturais do setor e envolvem a ausência de regras de acesso às infraestruturas essenciais de escoamento e transporte, a indefinição da integração das malhas e de tarifas de transporte e a falta de capacidade física de entrega de gás no trecho sul do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). Todos esses apontamentos foram debatidos ao longo do ano pelas distribuidoras, apoiadas pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), em conjunto a órgãos e instituições nacionais ligadas ao setor de gás com o objetivo de criar uma agenda positiva e propor resoluções aos agentes.
“Entendemos que o mercado nacional passa por um período de transição, mas é preciso unir esforços entre as instituições para que todos tenham benefícios mais imediatos. Mato Grosso do Sul é um Estado que usa o gás natural como força motriz para o seu desenvolvimento, e estamos certos de que em 2022 nosso combustível, mais uma vez, terá o protagonismo na retomada do crescimento econômico”, reforça Rui Pires dos Santos, diretor-presidente da MSGÁS.
Após o fechamento destes contratos, MSGÁS, GasBrasiliano, Compagas, SCGÁS e SULGÁS manterão a chamada pública em aberto e darão continuidade ao processo para interagir com potenciais supridores na busca contínua da diversificação de seus portfólios e contratos de suprimento, com o objetivo permanente de obter melhores condições comerciais e operacionais de fornecimento de gás natural para atendimento as suas áreas de concessão.
”O resultado desta Chamada Pública, até o momento, demonstra a necessidade de se continuar buscando fontes alternativas de suprimento, como o biometano, e também de se buscar alternativas de suprimento via novos pontos de entrega” diz Carlos Camargo de Colón, diretor–presidente da SULGÁS.
NOVO CONTRATO – O novo contrato a ser firmado entre as distribuidoras do Centro-Sul e a Petrobras garantirá o atendimento aos mercados cativos de cada companhia a partir de janeiro de 2022. O produto em negociação, único viável entre os ofertados pelo supridor, é para um contrato de quatro anos e possui novas condições de preço, com um reajuste de aproximadamente 44% em relação ao preço do atual contrato para o primeiro ano. Outros produtos ofertados implicariam em reajustes de até 200% em relação ao preço atual.
“Vamos persistir na promoção de ações estruturais que efetivamente promovam a abertura do mercado em condições de efetiva competição e transparência, tendo em vista garantir a competitividade de nosso mercado”, diz Willian Anderson Lehmkuhl, presidente da SCGÁS.
No total, somente para 2022, o volume contratado junto à Petrobras supera a marca dos 3 milhões de m³/dia. Juntas, as cinco distribuidoras que integram a CP22 respondem por 15% do mercado de distribuição de gás no Brasil e atendem mais de 170 mil consumidores.
CP22 – Lançada em março deste ano, a Chamada Pública Coordenada (CP22) das distribuidoras do Centro-Sul reuniu mais de 130 propostas enviadas por 13 empresas participantes, contemplando diferentes modalidades de atendimento e vinculadas à importação, produção nacional, gás natural liquefeito (GNL) e biometano. Destas, mais de 100 propostas seguiram para a etapa de negociação – entre os agentes supridores estiveram os produtores Shell e Petrobras, os comercializadores GasBridge, Trafigura, EBrasil, Compass, New Fortress e Nimofast, dois produtores de biometano, CRVR e Cocal, e a Tradener, produtora de gás em terra (onshore).
O número de propostas recebidas e de agentes participantes foi superior ao primeiro processo realizado pelas concessionárias em 2018 e demonstrou a clara contribuição das distribuidoras em prol da abertura do mercado de gás no País, principalmente pelo alinhamento prévio ao cronograma previsto para a chamada pública de capacidade de transporte.
“Independentemente do resultado, esta foi uma oportunidade de as distribuidoras se aproximarem e negociarem com novos potenciais supridores, vislumbrando um aumento da competitividade do produto e de investimentos futuros. O caminho para um mercado aberto ainda tem que ser aprimorado e ajustado, mas não tem volta”, ressalta Alex Gasparetto, diretor-presidente da GasBrasiliano.
Em todas as negociações foram consideradas, além do preço, as condições operacionais e comerciais e as garantias de fornecimento ofertadas pelos supridores. O número de proponentes selecionados em cada Companhia foi variado conforme as condições e características de suprimento previstas em seus respectivos editais. A CP22 é uma iniciativa das distribuidoras MSGÁS, GasBrasiliano, Compagas, SCGÁS e SULGÁS e mantém o objetivo de oferecer mais competitividade aos mercados cativos atendidos.
COMPAGAS – Empresa de economia mista, tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia – Copel, com 51% das ações, a Gaspetro, com 24,5% e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%. Em março de 2000, a empresa passou a ser a primeira distribuidora do Sul do país a fornecer o gás natural canalizado aos seus clientes, com a inauguração do ramal sul do gasoduto Bolívia – Brasil (Gasbol). Atualmente, a Compagas conta com mais de 50 mil clientes dos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica e está presente em 16 municípios: Araucária, Curitiba, Campo Largo, Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Colombo, Quatro Barras, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Campina Grande do Sul, Paranaguá, Carambeí, Castro e Arapoti.
Por - AEN
Diante da necessidade de crédito para empreendedores e empresas no processo de retomada da atividade econômica no Estado pós-pandemia, a diretoria da Fomento Paraná decidiu nesta quarta-feira (16) instituir novos limites de valor em financiamentos e elevar de R$ 2 milhões para R$ 5 milhões o limite por operação.
O valor considera projetos de investimento fixo até R$ 3,5 milhões e capital de giro associado ou puro até R$ 1,5 milhão. O limite fica ainda maior para projetos que envolvem inovação, que podem ser atendidos com recursos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), por meio da linha Inovacred e suas variantes.
“A diretriz determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior à Fomento Paraná é direcionar todos os esforços para colocar crédito no mercado apoiando principalmente as micro e pequenas empresas, de modo a acelerar a retomada da atividade econômica e manter um bom ambiente de negócios, capaz de gerar empregos e melhorar a renda”, afirma Heraldo Neves, diretor-presidente da instituição financeira estadual.
“Essa elevação de limites se faz necessária também diante do próprio ritmo de solicitações de crédito, das perspectivas de captação de recursos de diferentes fontes nas quais a Fomento Paraná vem trabalhando e da nossa capacidade instalada de processamento e análise, que vem recebendo melhorias contínuas”, acrescenta.
As fontes de recursos para atender aos novos limites podem ser próprias da Fomento Paraná ou de repasses e captações do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Finep, do Fungetur/Ministério do Turismo, ou ainda de novas captações.
CAPTAÇÕES – A Fomento Paraná vem trabalhando na diversificação de fontes para captação de recursos para financiamentos para atender ao Plano de Negócios e Estratégia de Longo Prazo. O principal projeto de captação de recursos autorizado é junto à CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina, no montante de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 275 milhões), que deve ser concluído no primeiro trimestre de 2022 e atender principalmente solicitações de micro e pequenas empresas.
Historicamente, a principal origem dos recursos para as operações é o BNDES, que renovou o limite da instituição para operações de crédito com repasse de recursos para até R$ 123,9 milhões no período de julho de 2021 a junho de 2022.
MICROCRÉDITO – Com o aumento do volume de operações de microcrédito, que neste ano deve superar a marca de R$ 100 milhões em novos contratos e consome parte desse limite fornecido pelo BNDES, estão em tratativa com o Banco do Brasil a captação de recursos orientados ao microcrédito na modalidade DIM Depósitos Interfinanceiros de Microcrédito, de R$ 50 milhões. Outra negociação autorizada com a Caixa Econômica Federal prevê a captação de até R$ 11 milhões, também pra operações de microcrédito.
O microcrédito é limitado a operações de até R$ 10 mil para empreendedores informais e até R$ 20 mil para MEIS e microempresas com faturamento anual até R$ 360 mil ao ano.
FOMENTO GIRO FÁCIL – Para atender o volume de pedidos de crédito de empreendedores e escoar os recursos das novas captações, a Fomento Paraná vem trabalhando em diversas frentes, como a ampliação do número de parcerias e o melhoramento nas plataformas de processamento e análise de crédito.
A linha Fomento Giro Fácil, voltada a empréstimos de capital de giro em valores de até R$ 500 mil, para micro e pequenas empresas, foi desenvolvida em uma plataforma especialmente criada para atender entidades credenciadas como correspondentes, principalmente em associações comerciais e empresariais e Sociedades Garantidoras de Crédito.
“Embora o foco principal seja a oferta de recursos para expansão de negócios, no atual cenário a principal demanda das empresas ainda é pelo capital de giro. Por isso é importante ter uma ferramenta ágil para trabalhar com nossos parceiros e taxas atrativas para o empreendedor”, afirma Neves.
COMO CONTRATAR – O acesso às linhas de crédito se dá principalmente por meio da Rede de Parceiros agentes de crédito, que atuam nas prefeituras conveniadas, como Salas do Empreendedor e Agências do Trabalhador, ou correspondentes de empresas especializadas ou nas associações comerciais e empresariais nas diversas regiões do Estado.
A relação de agentes e correspondentes e os respectivos contatos estão disponíveis no site da Fomento Paraná, que também permite o cadastramento de propostas de empréstimo ou financiamento em uma plataforma digital exclusiva.
Por - AEN
Já faz algum tempo que as Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas da Natureza, dividem espaço com outros atrativos de Foz do Iguaçu.
Agora uma nova atração turística promete solidificar ainda mais a cidade como um dos principais destinos do País. Uma roda-gigante com 88 metros de altura foi inaugurada na quarta-feira (15) na tríplice fronteira, uma boa alternativa para quem quer apreciar o pôr do sol do Oeste paranaense de um ângulo privilegiado.
“É mais um atrativo em uma cidade que se estruturou para receber as pessoas e fez do turismo um dos principais setores econômicos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Foz do Iguaçu é a porta de entrada dos turistas no Paraná, um dos principais destinos de estrangeiros no País. Por isso, a retomada da visitação é positiva não apenas para a cidade, como para o todo o Estado”.
A roda-gigante, batizada de Yup Star Foz, fica ao lado do Marco das Três Fronteiras, próximo à Ponte da Integração – a segunda ligação entre o Brasil e o Paraguai em Foz do Iguaçu, que está em construção. Ela tem 36 cabines climatizadas com ar-condicionado e capacidade de até oito pessoas por cabine. O passeio dura em torno de 20 minutos e permite a observação de vários pontos do Brasil, do Paraguai e da Argentina.
O projeto é da Gramado Parks, empresa de hospitalidade e entretenimento da Serra Gaúcha que está investindo R$ 200 milhões em Foz. O valor engloba o projeto da roda-gigante e o resort Aquan by Gramado Parks, que terá 360 apartamentos e previsão de inauguração para 2023. A construção do brinquedo iniciou em 2018 e demandou mais de 400 toneladas de aço, 8 mil parafusos e quatro quilômetros de luzes de led para colocar de pé a Yup Star Foz.
A atração, que abre para o público nesta sexta-feira (17), vem em um momento em que Foz do Iguaçu vê a retomada do turismo e o retorno dos voos internacionais. A empresa JetSmart volta a operar nesta quinta-feira (16) as linhas aéreas que ligam a cidade paranaense a Santiago, no Chile. São dois voos semanais, às quintas e domingos, os únicos diretos entre o Brasil e o país andino.
Paulo Angeli, secretário municipal do Turismo, Projetos Estratégicos e Inovação, explicou que a cidade não parou de receber investimentos durante a pandemia para incrementar os passeios. Além da nova roda-gigante, outras atrações estão em construção: um show de água e luz, um castelo assombrado e um aquário estão previstos para entrar em funcionamento a partir do ano que vem.
RETOMADA – Chegando por ar ou pela terra, o número de turistas cresceu 82% em novembro na cidade, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com aumento também em relação a outubro de 2021. Os dados foram levantados pela Secretaria Municipal do Turismo, Projetos Estratégicos e Inovação, com base na compilação dos números de visitantes que chegaram pelo Aeroporto Internacional das Cataratas, pela rodoviária ou de carro pela BR-277.
“A retomada tem sido bem rápida. Nossa expectativa para o final do ano é chegar aos patamares de visitação anteriores à pandemia. Já temos uma procura muito alta para o Réveillon e preparamos também uma propagação de Natal com o maior número de atrativos de todos os tempos”, explicou Angeli.
Em novembro, entre embarques e desembarques, o aeroporto teve, em média, 25 voos diários, 11% a mais do que outubro, e transportou 112.343 passageiros. O aumento foi de 63% em relação a novembro de 2020 e 13% a mais do que outubro de 2021.
Também em novembro, 65.236 passageiros embarcaram e desembarcaram na rodoviária internacional, um aumento de 63% ao mesmo mês de 2020 e 3% maior do que outubro deste ano. No total, o terminal movimentou 129 ônibus diários, entre chegadas e partidas. Já pela praça de pedágio da BR-277, em São Miguel do Iguaçu, passaram 240.510 veículos.
PARQUE E ITAIPU – As bilheterias das principais atrações turísticas também confirmam a tendência de retomada. No Parque Nacional do Iguaçu, onde estão as Cataratas do Iguaçu a visitação em novembro foi 82% superior ao mesmo mês do ano passado e 9% maior com relação a outubro de 2021. No mês passado, o principal atrativo da cidade recebeu 85.999 visitantes, sendo que 91,5% são brasileiros e 40% do Paraná. Dos paranaenses, 21% são moradores das cidades do entorno da unidade de conservação.
A Itaipu Binacional, outro atrativo potencial, recebeu 41.385 visitantes em novembro, aumento de 73% em relação ao mesmo mês de 2020. Mais de 90% foram de brasileiros e 46% do Paraná. No Marco das Três Fronteiras, foram 35.568 visitações, 63% superior a novembro de 2020 e mais 3% em relação a outubro deste ano.
SERVIÇO – Os ingressos para a roda-gigante custam R$ 70 a inteira e R$ 35 a meia-entrada (para estudantes, idosos acima dos 60 anos e crianças de 7 até 11 anos). Se comprar o ingresso antecipado pelo site (https://yupstar.com.br/foz/) o valor pago será de R$ 49,90 para moradores de Foz e R$ 59,90 para turistas em geral. Nas bilheterias, os ingressos custam R$ 55 para moradores de Foz, e é necessário apresentar comprovante de residência.
A empresa JetSmart preparou uma promoção para celebrar a retomada de sua operação no País. A empresa está com um desconto de até 30% no preço das passagens para quem utilizar o código VOLTAMOS, que estará em vigor a partir do dia 14 de dezembro para todos os clientes.
Por - AEN














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