De olho na sustentabilidade, Copel lança campanha de adesão à fatura solidária digital

A Copel quer uma relação cada vez mais sustentável com seus clientes. Por isso, está lançando neste final de semana uma nova fase da campanha Fatura Solidária. A companhia já está incentivando esta escolha desde maio de 2020 através da campanha, que garantiu R$ 1,1 milhão para o combate dos efeitos da pandemia no Paraná.

 

Somado aos R$ 5 milhões doados pela empresa no início da ação, este valor foi revertido em 200 mil kits para testes, 1,2 milhão de máscaras e 21 respiradores e ventiladores de UTI para os hospitais e profissionais da saúde do Paraná. É com o objetivo de incrementar ainda mais estes resultados que a Copel lança, neste fim de semana, um novo convite à adoção da fatura solidária digital.

 

De acordo com o superintendente comercial da Copel, João Acyr Bonat Junior, além das vantagens para o meio ambiente com a redução de uso do papel, a escolha da fatura digital também pode ser interessante para o consumidor, já que evita perdas e extravios, e possibilita o pagamento online em questão de segundos.

 

"Algumas pessoas têm receio de ficar sem o comprovante de endereço, mas a fatura digital serve para este fim, assim como a conta impressa", disse.

 

Hoje, a fatura digital é a opção de um terço dos clientes da concessionária de distribuição, chegando a 1,5 milhão de domicílios. Para quem não utiliza e-mail, existe a opção de cadastrar o recebimento da conta por mensagem de texto (SMS).

 

COMO AJUDAR – A cada adesão pela fatura digital, a Copel doa R$ 2 para a campanha; e outros R$ 3 são doados a cada cadastro de conta em débito automático.

 

A adesão à fatura digital pode ser feita no site www.copel.com ou pelo aplicativo da Copel, disponível gratuitamente nas lojas virtuais Google Play e App Store.

 

O cadastro de débito automático também pode ser feito pelos canais virtuais de atendimento. No Banco do Brasil, é preciso informar o número do convênio: 13896. Além disso, é importante confirmar com o banco se a adesão foi concretizada e acompanhar os débitos mensalmente. (Com AEN)

 

 

 

Paraná registra menor taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 em 11 meses

O Paraná registrou a menor taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atendimento à Covid-19 nos últimos 11 meses – precisamente nos últimos 314 dias. Nesta sexta-feira (10), 56% dos leitos estavam utilizados. O Estado não tinha essa ocupação desde 31 de outubro do ano passado, quando o índice chegou a 54%.

 

Desde 21 de fevereiro de 2021, a taxa de ocupação desses leitos se manteve acima de 90% e só começou a baixar mais de quatro meses depois, em 5 de julho, quando o Estado registrou 89% de ocupação. O Paraná chegou a ficar entre os estados com as maiores ocupações de UTI no país no primeiro semestre para atendimento a Covid-19.

 

Agora, as reduções nos índices têm sido frequentes com o avanço da vacinação contra a doença. “Cada vez mais o Paraná tem registrado taxas menores de ocupação de leitos, o que significa que a vacinação tem cumprido seu papel e diminuindo a gravidade do vírus”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

VACINAÇÃO – Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.616.770 vacinas, sendo 7.647.734 primeiras doses (D1), 321.118 doses únicas (DU) e 3.647.918 segundas aplicações (D2). Entre primeiras doses e doses únicas, o Estado alcançou 91,3% da população adulta, estimada em 8.720.953 paranaenses, com ao menos uma dose.

 

“Cumprimos a meta de 80% da vacinação adulta vacinada com uma dose duas semanas antes do previsto em agosto e, agora, pretendemos atingir os 100% no máximo até o final de setembro. Não há dúvidas de que se recebermos mais doses, vamos adiantar esta meta também”, acrescentou Beto Preto.

 

O Estado anunciou nesta semana que o Ministério da Saúde se comprometeu em enviar doses suficientes para atingir 100% da população adulta com uma dose até 15 de setembro, e que então, passará a enviar doses para adolescentes de 12 a 17 anos.

 

TAXA DE TRANSMISSÃO – O número de reprodução eficaz, ou Rt, é o número médio de contágios por cada pessoa infectada e indica a velocidade de contaminação da Covid-19 em cada localidade.

 

Nesta sexta-feira (10), o Paraná está com Rt 0.86, o que significa que 100 pessoas contaminadas pelo vírus Sars-CoV-2, transmitem, em média, para 86 pessoas. Os números são diferentes dos registrados há 78 dias, quando o Paraná atingiu um Rt de 1.48, em 24 de junho.

 

Os dados são do sistema Loft.Science. Segundo a plataforma, um Rt de 3–4 infectará toda a população, enquanto um Rt de 1.5 pode, ainda, alcançar 60% da população. Somente se o Rt for menor do que 1 a epidemia diminuirá de tamanho até ser eliminada”. (Com AEN)

 

 

 

Paraná recebe 303 mil vacinas contra a Covid-19 nesta segunda-feira

O Ministério da Saúde confirmou o envio de 303.030 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech nesta segunda-feira (13) ao Paraná. Os imunizantes fazem parte da 50ª pauta de distribuição e são destinados integralmente à aplicação de primeiras doses (D1).

 

Segundo o Governo Federal, serão três envios. As doses começam a desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 13h55 no voo AD 4830. Em seguida, o voo G3 1106 deve pousar às 14h35 e, por último, às 15h30, o voo LA 4791 finaliza a carga destinada ao Estado.

 

Do aeroporto, as doses seguem para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) onde passarão por conferência e armazenamento até que sejam descentralizadas para as 22 Regionais de Saúde. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) aguarda a divulgação do Informe Técnico referente a esta remessa para iniciar o processo de distribuição.

 

O Paraná não recebe um número tão grande de vacinas destinadas exclusivamente à D1 há, pelo menos, uma semana, devido à necessidade de doses para completar o esquema vacinal (D2), principalmente de imunizantes da Pfizer e AstraZeneca, que possuem intervalo de 12 semanas entre as doses. Com este prazo perto de vencer, o Ministério da Saúde tem cumprido com o cronograma e enviado vacinas em tempo hábil para garantir a imunização dos paranaenses.

 

De acordo com os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.729.836 doses, sendo 7.673.102 D1, 321.649 doses únicas (DU) e 3.735.085 D2. Entre D1 e DU, o Estado já atingiu 91,6% da população adulta, estimada em 8.720.953 pessoas com ao menos uma dose. Já considerando D2 e DU, 46,5% dos paranaenses com mais de 18 anos estão completamente imunizados com a doença. (Com AEN)

 

 

 

Saúde distribui mais 376,1 mil vacinas contra a Covid-19 e medicamentos para intubação

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou na tarde desta sexta-feira (10) a distribuição de mais 376.180 vacinas contra a Covid-19 para as 22 Regionais de Saúde do Paraná. São 331.110 imunizantes da Pfizer/BioNTech e 45.070 doses da CoronaVac/Butantan. Há 262.640 vacinas destinadas à segunda dose (D2) e 113.540 para a primeira aplicação (D1).

 

A Sesa está enviando também 50.785 medicamentos elencados no chamado “kit de intubação” para atendimento a pacientes diagnosticados com Covid-19 e que estejam internados nos serviços de saúde do Estado. Destes, 42.330 foram adquiridos por meio de compra própria da Secretaria estadual, 1.975 são do Ministério da Saúde e 6.480 foram doados pela Klabin e Pontamed.

 

Dentre as vacinas enviadas, 113.490 doses da Pfizer/BioNTech são destinadas à D1 da população adulta acima de 18 anos e 50 doses da CoronaVac, doadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), devem ser aplicadas como D1 em atletas dos times Athletico Paranaense e do Coritiba.

 

Outras 217.620 doses da Pfizer/BioNTech são destinadas à D2 da população de 18 a 59 anos e profissionais das forças de segurança e salvamento, referente a 28ª e 29ª remessas. As 45.020 doses da CoronaVac/Butantan para D2 devem completar o esquema vacinal da população de 18 a 59 anos, iniciado com a D1 na 39ª remessa. Os imunizantes utilizados fazem parte da 47ª e 48ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde.

 

Os envios acontecem por via terrestre para as Regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais mais distantes da Capital – Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã. (Com AEN)

 

 

 

Governo e entidades discutem estratégias para aumentar a segurança de turistas

A Paraná Turismo, autarquia vinculada à Secretaria estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, realizou nesta quinta-feira (09) a primeira reunião para discutir estratégias de segurança e conforto aos turistas, principalmente aos que usam rodovias.

 

Participaram representantes da Polícia Militar, Instituto Municipal de Turismo (IMT) de Curitiba, Invest Paraná, Fecomércio-PR e Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná (ABIH). O objetivo, segundo o diretor-presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl, é mostrar que o Paraná é seguro para receber visitantes, especialmente do Exterior.

 

“Temos tomado uma série de atitudes para aumentar o número de turistas no Estado, especialmente estrangeiros. Realizamos uma reunião inicial para discutir como dar essa segurança que o visitante precisa”, disse Jacob Mehl. O objetivo, segundo ele, é elaborar uma proposta concreta para acolher e proteger os visitantes.

 

SUGESTÕES – Nessa primeira conversa foram levantados os principais pontos que exigem atenção das forças de segurança. Entre elas, operações para evitar assaltos a ônibus de turismo nas rodovias estaduais e federais que cortam o Paraná em 22 regiões turísticas do Estado.

 

Outra sugestão é o apoio das concessionárias das rodovias para a leitura das placas dos veículos nos postos de pedágio, possibilitando a abordagem de suspeitos em pontos futuros da viagem. As sugestões devem ser levadas a uma próxima reunião no mês de outubro, com a participação das polícias rodoviárias estadual e federal, Polícia Civil do Paraná e guardas municipais.

 

“Propomos uma reunião com representantes das esferas federal e estadual para que haja um trabalho integrado”, disse o assessor militar da secretaria estadual da Segurança Pública, coronel Adilson Luiz Correa dos Santos.

 

CAPACITAÇÃO – O superintendente do IMT, Paulo Cesar Nauiack, ressaltou que Curitiba tem à disposição a Escola de Turismo para capacitação de agentes de segurança, a fim de que possam trabalhar de forma harmônica com o que exige o turismo.

 

“Estamos abertos para ofertar essa capacitação aos agentes de segurança”, afirmou Nauiack. Segundo ele, é necessário que haja um tipo de segurança específico ao turista. “O visitante quer ter liberdade para poder fazer turismo de forma independente no destino”, completou. (Com AEN)

 

 

 

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