Mais de meio milhão de vacinas contra a Covid-19 começam a ser distribuídas para os municípios

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou a distribuição de mais 536.430 vacinas contra a Covid-19 nesta terça-feira (14). São 303.030 doses da Pfizer/BioNTech para primeira aplicação (D1) e 233.400 vacinas da CoronaVac/Butantan para segunda dose (D2).

 

Os imunizantes da Pfizer fazem parte da 50ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que chegou nesta segunda-feira (13). Já as doses da CoronaVac são vacinas destinadas a D2 dos esquemas vacinais iniciados na 41ª, 42ª e 43ª remessa (entre julho e agosto).

 

As vacinas começaram a ser descentralizadas no período da tarde e devem ser encaminhadas do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para as 22 Regionais de Saúde por via terrestre em razão das condições climáticas adversas na Capital.

 

A nova remessa irá possibilitar a retomada da aplicação de primeiras doses em diversos municípios do Estado. O Ministério da Saúde deve enviar cerca de meio milhão de doses ainda nesta semana para finalizar a aplicação da D1 na população adulta do Paraná, estimada em 8.720.953 pessoas.

 

Após atingir essa meta, o Estado poderá iniciar a imunização de adolescentes de 12 a 17 anos e a terceira dose em idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos.

 

Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.785.711 vacinas contra a doença, sendo 7.689.951 D1, 321.818 DU e 3.773.942 segundas doses (D2). (Com AEN)

 

 

 

Crescimento da indústria de transformação faz Paraná superar países desenvolvidos

O crescimento de 17,9% da produção industrial paranaense no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado, ganha ainda mais relevância quando colocada em perspectiva com a evolução do setor em outros países do mundo.

 

Um levantamento com base em dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), organizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), revela que a indústria de transformação do Paraná superou nações desenvolvidas no período, como Bélgica (16,1%), Espanha (14,8%), Suécia (12,6%), França (11,8%), Portugal (10,8%), Coreia do Sul (8,7%), Japão (8,2%), Alemanha (7,9%) e Estados Unidos (7,3%).

 

O índice também é superior ao do Brasil, que atingiu nos seis primeiros meses de 2021 crescimento de 14,5%. Além disso, a indústria local conseguiu ficar à frente do conjunto de 27 países que formam a União Europeia (12,9%) e também da chamada Zona do Euro, demarcação geopolítica formada por 19 nações da Europa que seguem com moeda única.

 

O bom resultado, apontado pela Pesquisa Industrial Mensal – Regional (PIM-PF-REGIONAL), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi impulsionado por setores como a fabricação de bebidas (14,9%), produtos de madeira (53,3%), produtos de borracha e material plástico (14,7%), produtos de minerais não-metálicos (29,9%), produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (38,5%), máquinas e equipamentos (83,5%), móveis (28,4%) e veículos (53,1%).

 

No acumulado até julho, recorte mais amplo divulgado há algumas semanas, o indicador também é positivo. No Paraná, o crescimento foi de 16,2% em sete meses, contra 11% do resultado nacional.

 

OUTROS IMPACTOS – Na variação mensal mais atualizada (julho de 2020 e julho de 2021), os motores do Paraná foram veículos (83%), máquinas e equipamentos (52,6%), produtos de madeira (2,9%), papel e celulose (6,8%), produtos minerais não-metálicos (3,9%) e produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (18,5%). No setor automotivo, tiveram peso a indústria pesada de caminhões, tratores agrícolas, reboques e semirreboques.

 

Já no acumulado dos últimos doze meses (agosto de 2020 a julho de 2021), período que registra os impactos mais severos das duas ondas da pandemia, o Estado também apresentou resultado positivo, com crescimento de 8,2% em relação ao período exatamente anterior (agosto de 2019 a julho de 2020), que englobou a confirmação dos primeiros casos de Covid-19 (março de 2020). (Com AEN)

 

 

 

8 milhões de paranaenses iniciaram a imunização contra a Covid-19, 92% da população adulta

O Paraná ultrapassou nesta terça-feira (14) a marca de 8 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Em números absolutos, 8.011.769 doses foram aplicadas na população adulta, entre D1 e DU.

 

A estimativa do Ministério da Saúde é que o Paraná tenha 8.720.953 pessoas elencadas como população vacinável – acima de 18 anos. Sendo assim, o Estado atingiu agora 91,8% deste grupo com ao menos uma dose. Os dados são do Vacinômetro nacional, com informações da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

 

Desde o início da campanha no Estado, 11.785.711 doses foram aplicadas, sendo 7.689.951 D1, 321.818 DU e 3.773.942 segundas doses (D2), dos quatro imunizantes disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

 

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, falou sobre o avanço da campanha no Paraná. “Com essas 8 milhões de primeiras doses ou doses únicas, estamos muito perto de cumprir nossa meta de 100% da população adulta vacinada com, pelo menos, uma dose em setembro”, disse.

 

Ele também destacou o apoio dos municípios e do Ministério da Saúde. “Graças ao envio contínuo de doses por parte do Ministério da Saúde e ao apoio dos municípios, temos cumprido nosso objetivo de fazer a vacina chegar até o braço dos paranaenses e salvar vidas.”

 

GRUPOS – O grupo com mais aplicações entre D1 e DU é a população adulta em geral, de 18 a 59 anos, com 4.393.659 doses no total. O Paraná é o 4º estado que mais aplicou vacinas neste público no País, atrás do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, respectivamente.

 

O grupo de 60 anos ou mais registra 1.724.596 aplicações, seguido de pessoas com comorbidades (571.050), trabalhadores da saúde (487.316), trabalhadores do ensino básico (229.405), caminhoneiros (93.727), gestantes (64.656), pessoas com deficiência permanente (52.032), entre outros grupos menores.

 

MUNICÍPIOS – Curitiba é o município que mais aplicou D1 ou DU na população adulta, em números absolutos, somando 767.484 imunizantes. Depois da Capital, registram números altos: Londrina (210.610 doses), Maringá (156.685), São José dos Pinhais (129.033) e Cascavel (127.443 doses).

 

FAIXA ETÁRIA – Dentre as primeiras doses e doses únicas, as faixas etárias que mais receberam vacinas em números absolutos foram de 25 a 29 anos (592.723 doses), 35 a 39 anos (590.151), 30 a 34 anos (579.963) e 40 a 44 anos (522.104).

 

ADOLESCENTES E DOSE REFORÇO – Com a aproximadade de atingir 100% da população adulta com a D1 ou DU, o Paraná se prepara para iniciar a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com o imunizante da Pfizer e aplicar a dose reforço em idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos, conforme a orientação do Ministério da Saúde.

 

Segundo a estimativa do governo federal divulgada na semana passada, até esta quarta-feira (15) todos os estados deveriam receber doses suficientes para finalizar a vacinação da população adulta, e o Ministério da Saúde passaria a enviar doses direcionadas para adolescentes e dose reforço (3ª dose ou D3). As informações foram oficializadas por meio das notas técnicas números 27/2021 e 36/2021.

 

A Divisão de Vigilância do Programa Estadual de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde informa que cerca de meio milhão de doses (mais a reserva técnica), destinadas à primeira dose ou dose única, ainda precisam ser enviadas ao Paraná para que o grupo da população adulta seja finalizado. (Com AEN)

 

 

 

Jogos da Juventude do Paraná iniciam com mais de 7 mil participantes

A 1ª rodada da fase regional dos Jogos da Juventude do Paraná (Jojups), voltada para atletas sub-18, foi disputada em 37 municípios-sede, com mais de 7 mil participantes entre atletas, dirigentes e técnicos.

 

As modalidades que marcaram a abertura da 33º edição dos Jogos, no sábado (11), registraram outros números expressivos, com 60 equipes de basquete, 250 de futsal, 70 de handebol, além do vôlei com 109 equipes. Outro destaque foi a quantidade de árbitros – 357 no total, sendo 120 representantes no futsal.

 

Ademir Martinez, presidente da Associação dos Oficiais de Arbitragem de Futebol de Salão do Paraná (Assofutsal-PR) e coordenador de arbitragem do futsal nas 12 regionais, falou sobre a retomada dos jogos. “Estávamos ansiosos para voltar a apitar nos Jogos Oficiais. O Governo do Estado está de parabéns pelo retorno. Temos que agradecer o empenho de todos, pois assim temos novamente trabalho para nosso pessoal de arbitragem”, disse.

 

PROTOCOLO SANITÁRIO – Todos os eventos esportivos seguem protocolos sanitários, nos quais constam as diretrizes a serem respeitadas por todos os envolvidos nos eventos: staff, atletas, dirigentes, arbitragem e toda a comunidade esportiva do Estado. São necessárias as higienizações e descontaminações das instalações esportivas e não esportivas.

 

As competições ainda sofreram adequações, começando com a não permanência de equipes nas cidades-sede – apenas times que avancem para as finais.

 

CALENDÁRIO – A próxima rodada da fase regional sub-18 acontecerá no dia 25 de setembro. Confira a agenda esportiva de cada região.

 

Os Jogos da Juventude do Paraná são organizados pela Superintendência Geral do Esporte em parceria com os municípios-sede. (Com AEN)

 

 

 

Sanepar e Embrapa vão utilizar abelhas sem ferrão para monitoramento ambiental

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, por meio de sua unidade Embrapa Florestas, firmaram convênio para desenvolver projeto piloto de monitoramento de abelhas nativas sem ferrão do entorno da Barragem Piraquara I. O projeto terá a participação de pequenos produtores rurais moradores da região e vai realizar, também, um inventário de espécies de abelhas sem ferrão presentes na região de estudo.

 

O objetivo é analisar a saúde das abelhas nativas como um indicador de qualidade ambiental na Área de Proteção Ambiental (APA) do Piraquara, manancial de abastecimento público da Região Metropolitana de Curitiba. E também estimular os produtores a adotarem a meliponicultura como alternativa de renda e atividade ecologicamente adequada em área de proteção.

 

O convênio de cooperação foi assinado em agosto e será desenvolvido até agosto de 2023. A Sanepar disponibilizará técnicos e as dependências do Centro de Educação Socioambiental Mananciais da Serra (CEAM). A Embrapa Florestas, além do conhecimento técnico, coordenará as pesquisas em campo e disponibilizará técnicos, laboratórios e coleções para o andamento das pesquisas.

 

Neste início de setembro, terá início o período de levantamento de abelhas sem ferrão. As amostragens serão feitas periodicamente no entorno da barragem e no CEAM. No projeto, serão usadas caixas para a instalação de novas colônias locais em uma coleção viva que represente a diversidade local de abelhas sem ferrão.

 

As novas caixas serão dispostas no CEAM, ao redor da barragem e futuramente nas propriedades rurais. Nesta fase, os pequenos produtores já estarão identificados e tecnicamente capacitados em meliponicultura.

 

A partir de então, o projeto fará análises estatísticas periódicas dos materiais produzidos pelas abelhas nativas, como pólen e cera, e das resinas de plantas e árvores e partículas de solo que constituem a estrutura das colmeias. Essas análises pretendem investigar a qualidade sanitária destas colônias. As abelhas e seus produtos são considerados excelentes indicadores biológicos das condições ambientais.

 

Também está prevista a composição de pasto apícola, onde as abelhas buscam seu alimento, com espécies florestais que permitam o suporte da coleção viva com néctar e pólen durante os períodos do ano em que costumam ser mais escassos. A intenção é promover a independência dos enxames da coleção dos manejos alimentares artificiais, facilitando o produto e aumentando as condições de saúde das colônias.

 

A expectativa é que o projeto contribua para a melhoria da qualidade de vida e da manutenção da proteção ambiental já desenvolvida pelos produtores. Além disso, o projeto poderá ser replicado para uso das abelhas nativas em outros mananciais utilizados pela Sanepar para abastecimento e em áreas de preservação ambiental do Estado do Paraná.

 

Para a Embrapa, além do aprimoramento do conhecimento da biodiversidade destas abelhas, importa o desenvolvimento de protocolos de alimentação baseado em espécies florestais e a aplicação destes insetos como indicadores de ambiente. Um dos impactos pretendidos é reduzir a necessidade de alimentação das abelhas com xaropes e suplementação de pólen por parte dos criadores. (Com AEN)

 

 

 

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