A partir desta segunda-feira (3), a população paranaense poderá participar da primeira etapa do processo de implantação do mercado livre de comercialização de gás canalizado no Paraná.
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Paraná (Agepar) abre para receber contribuições sobre a elaboração de regras e diretrizes para o estabelecimento de contratos que futuramente serão firmados por empresas que aderirem ao mercado livre de gás.
A implantação desse novo modelo possibilitará que as empresas negociem o valor da molécula de gás diretamente com os supridores, podendo obter condições e preços mais atrativos para sua compra. Atualmente, a Compagas detém o monopólio da concessão e distribuição de gás canalizado em todo o Paraná, a partir do gás natural adquirido da Petrobras, a principal supridora do Estado.
No modelo atual, portanto, além da margem cobrada pela Compagas para efetuar o serviço de distribuição do gás, o valor da molécula também é repassado ao consumidor final por meio da tarifa. Após a implantação do mercado livre no Estado, como a companhia fará somente a distribuição do gás canalizado para as empresas que aderirem ao novo modelo, será cobrada uma tarifa diferenciada pela prestação deste serviço. Para consumidores que não aderirem ao mercado livre, as tarifas continuarão incluindo o custo da molécula do gás.
“A definição de regras e diretrizes para o estabelecimento dos Contratos de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD), objeto desta consulta pública, é o principal instrumento regulatório para a implantação do mercado livre de comercialização de gás canalizado no Paraná. Entretanto, ainda é necessário que se cumpram outras etapas regulatórias até que o mercado livre esteja de fato consolidado. Em todas elas, serão realizadas outras consultas públicas para receber contribuições da população”, esclarece Carlos Vinícius Rodrigues, chefe da Coordenadoria de Distribuição de Gás Canalizado da Agepar.
PROPOSTA – A proposta apresentada na Nota Técnica, disponível nesta primeira consulta pública, também inclui valores transitórios para as Tarifas de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), que serão aplicadas no mercado livre de comercialização de gás.
“Essas tabelas tarifárias transitórias envolvem os segmentos não-residenciais, especialmente o setor industrial. Além disso, por meio de manifestação do Poder Concedente e da Concessionária, como objeto complementar desta consulta, foram propostas tabelas tarifárias para os segmentos de termoelétrica, produção de fertilizantes e refino de petróleo, que têm potencial de se desenvolver no Paraná e potencial de alavancar a atividade de distribuição de gás canalizado”, completa Rodrigues.
COMO PARTICIPAR – Homologada pelo Conselho Diretor da Agepar em reunião realizada no dia 27 de setembro, esta primeira consulta pública referente à implantação do mercado livre de comercialização de gás fica aberta até o dia 3 de novembro. Durante esse período, qualquer cidadão, independente de sua formação acadêmica e área de atuação, pode participar da consulta, assim como empresas, associações e outras entidades.
Para enviar suas contribuições, os interessados devem acessar o site https://www.agepar.pr.gov.br/Pagina/Consultas-Publicas. Não serão analisadas contribuições anônimas, conforme vedação constitucional ao anonimato, prescrito no art. 5º, inc. IV, da Constituição Federal. Também não haverá respostas individualizadas para as contribuições, que serão analisadas em conjunto.
Por - AEN
A partir de 2023, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) terá a maior bancada feminina da história da Casa de Leis em 168 anos de existência: serão 10 deputadas entre os 54 eleitos. Veja nomes e votos abaixo.
A atual legislatura detinha o recorde de maior bancada com mulheres, com cinco deputadas no total. Todas as atuais parlamentares da Casa foram reeleitas.
A candidata Cloara Pinheiro (PSD) foi eleita para a vaga conquistada pelo partido no lugar do candidato Moacyr Fadel (PSD). Ele recebeu os votos sub judice (computados como anulados).
- Secretária Márcia (PSD): 75.659 votos
- Mabel Canto (PSDB): 70.215 votos
- Maria Victória (PP): 52.817 votos
- Ana Júlia (PT): 51.845 votos
- Luciana Rafagnin (PT): 46.823 votos
- Cantora Mara Lima (Republicanos): 46.009
- Cristina Silvestri (PSDB): 45.202 votos
- Marli Paulino (Solidariedade): 41.262 votos
- Flavia Francischini (União): 41.757 votos
- Cloara Pinheiro (PSD): 35.151 votos
O crescimento da bancada ocorrerá no mesmo ano em que será formalizada, oficialmente, a Bancada Feminina da Assembleia como órgão para deliberação conjunta de votos das mulheres.
A aprovação da bancada ocorreu em agosto deste ano.
Por - G1
A primeira competição internacional da história do Cascavel Futsal foi história.
A primeira frase do texto parece soar redundante, mas convenhamos, é igual a campanha do Tricolor na Copa Libertadores. Foram seis jogos e seis vitórias. A Serpente conquistou o título com uma vitória sobre o Peñarol, do Uruguai, pelo placar de 3 a 1.
O grande destaque da partida foi o pivô Gessé. Artilheiro do time na competição ele foi decisivo e brilhou fazendo um hat-trick na decisão, ou seja, anotando os três gols da Cobra. Glória Eterna que jamais será esquecida pelo torcedor do Cascavel. O dia 02 de outubro ficará marcado na memória do elenco, que devolveu ao Brasil o título da competição continental, já que o atual campeão era o San Lorenzo-ARG, equipe que o Tricolor eliminou na fase semifinal.
O jogo foi complicado, mas o placar favoreceu a um time melhor tecnicamente e mais preparado mentalmente. Os uruguaios saíram na frente no primeiro tempo e o fixo Jhow chegou a ser expulso pela arbitragem. Mas na reta final da etapa inicial o representante brasileiro chegou ao empate e virou com dois gols no segundo tempo.
Por - Catve
Os eleitores do Paraná elegeram neste domingo (2) os 54 deputados que vão representá-los na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep).
O partido com maior número de eleitos é o PSD, com 15. Um deles foi o mais votado: Alexandre Curi, com 236.926 votos.
Confira abaixo a lista completa
- Alexandre Curi (PSD): 3,89% (236.926)
- Marcio Nunes (PSD): 2,07% (126.006)
- Professor Lemos (PT): 1,97% (119.915)
- Traiano (PSD): 1,92% (116.810)
- Tiago Amaral (PSD): 1,85% (112.731)
- Romanelli (PSD): 1,66% (101.175)
- Hussein Bakri (PSD): 1,61% (97.681)
- Requião Filho (PT): 1,41% (85.674)
- Arilson Chiorato (PT): 1,26% (76.787)
- Ney Leprevost (UNIÃO BRASIL): 1,26% (76.526)
- Secretária Márcia (PSD): 1,24% (75.659)
- Marcel Micheletto (PL): 1,21% (73.655)
- Mabel Canto (PSDB): 1,15% (70.215)
- Ricardo Arruda (PL): 1,13% (68.731)
- Artagão Júnior (PSD): 1,07% (65.195)
- Cobra Repórter (PSD): 1,00% (60.729)
- Delegado Tito Barichello (UNIÃO BRASIL): 0,97% (58.766)
- Luiz Fernando Guerra (UNIÃO BRASIL): 0,96% (58.393)
- Renato Freitas (PT): 0,95% (57.880)
- Delegado Jacovós (PL): 0,95% (57.587)
- Paulo Gomes Da TV (PP): 0,91% (55.301)
- Gilson De Souza (PL): 0,90% (54.974)
- Do Carmo (UNIÃO BRASIL): 0,87% (53.229)
- Maria Victoria (PP): 0,87% (52.817)
- Alexandre Amaro (REPUBLICANOS): 0,86% (52.193)
- Ana Júlia (PT): 0,85% (51.845)
- Gilberto Ribeiro (PL): 0,85% (51.749)
- Thiago Bührer (UNIÃO BRASIL): 0,84% (50.948)
- Anibelli Neto (MDB): 0,81% (49.545)
- Batatinha (MDB): 0,78% (47.310)
- Luciana Rafagnin (PT): 0,77% (46.823)
- Goura (PDT): 0,76% (46.227)
- Cantora Mara Lima (REPUBLICANOS): 0,76% (46.009)
- Cristina Silvestri (PSDB): 0,74% (45.202)
- Gugu Bueno (PSD): 0,74% (44.852)
- Mauro Moraes (UNIÃO BRASIL): 0,73% (44.126)
- Douglas Fabricio (CIDADANIA): 0,71% (43.428)
- Marcelo Rangel (PSD): 0,69% (42.002)
- Flavia Francischini (UNIÃO BRASIL): 0,69% (41.757)
- Moacyr Fadel (PSD): 0,68% (41.588) - candidatura sub judice (Cloara Pinheiro assume a vaga)
- Marli Paulino (SOLIDARIEDADE): 0,68% (41.262)
- Alisson Wandscheer (PROS): 0,67% (41.052)
- Adao Fernandes Litro (PSD): 0,62% (38.020)
- Tercilio Turini (PSD): 0,62% (37.704)
- Marcio Pacheco (REPUBLICANOS): 0,60% (36.423)
- Dr. Antenor (PT): 0,60% (36.387)
- Soldado Adriano José (PP): 0,60% (36.209)
- Evandro Araujo (PSD): 0,58% (35.432)
- Fabio Oliveira (PODEMOS): 0,57% (34.640)
- Denian Couto (PODEMOS): 0,49% (30.071)
- Matheus Vermelho (PP): 0,48% (29.484)
- Samuel Dantas (PROS): 0,48% (29.322)
- César Mello (PP): 0,47% (28.481)
- Luis Corti (PSB): 0,44% (26.884)
O candidato Moacyr Fadel (PSD) apareceu inicialmente eleito, mas com a candidatura sub judice. Nesta segunda-feira (3), o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontava a candidata Cloara Pinheiro como deputada eleita para esta vaga do partido. Cloara teve 35.151 votos.
Por - G1
Confira, abaixo, todos os deputados federais eleitos pelo Paraná neste domingo (2). A lista traz ainda o percentual e o total de votos de cada um deles.
O mais votado foi Deltan Dallagnol (Podemos), ex-coordenador da Força-Tarefa da Lava Jato no Paraná, com 344.917 votos.
- Deltan Dallagnol (PODEMOS): 5,63% (344.917)
- Gleisi (PT): 4,26% (261.242)
- Filipe Barros (PL): 4,07% (249.507)
- Beto Preto (PSD): 3,37% (206.885)
- Sandro Alex (PSD): 2,74% (168.157)
- Felipe Francischini (UNIÃO BRASIL): 2,68% (164.334)
- Sargento Fahur (PSD): 2,63% (161.499)
- Giacobo (PL): 2,48% (152.342)
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO BRASIL): 2,17% (132.758)
- Carol Dartora (PT): 2,13% (130.654)
- Zeca Dirceu (PT): 2,01% (123.033)
- Tião Medeiros (PP): 1,78% (109.344)
- Pedro Lupion (PP): 1,78% (109.043)
- Ricardo Barros (PP): 1,75% (107.022)
- Sérgio Souza (MDB): 1,72% (105.661)
- Luciano Ducci (PSB): 1,56% (95.521)
- Enio Verri (PT): 1,55% (95.171)
- Aliel Machado (PV): 1,55% (94.839)
- Tadeu Veneri (PT): 1,38% (84.758)
- Paulo Litro (PSD): 1,35% (82.706)
- Leandre (PSD): 1,31% (80.359)
- Luísa Canziani (PSD): 1,22% (74.643)
- Jocelito Canto (PSDB): 1,21% (74.348) *candidatura sub judice no TSE - (Beto Richa assume a vaga)
- Toninho Wandscheer (PROS): 1,21% (74.262)
- Luiz Nishimori (PSD): 1,19% (73.202)
- Geraldo Mendes (UNIÃO BRASIL): 1,17% (71.980)
- Vermelho (PL): 1,15% (70.790)
- Diego Garcia (REPUBLICANOS): 1,07% (65.416)
- Dilceu Sperafico (PP): 1,01% (61.689)
- Padovani (UNIÃO BRASIL): 0,93% (57.185)
O candidato Jocelito Canto (PSDB) apareceu inicialmente eleito, mas com a candidatura sub judice. Nesta segunda-feira (3), o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontava o candidato Beto Richa como deputado eleito para esta vaga do partido. Richa teve 64.868 votos.
Por - G1
Sergio Moro (União Brasil) foi eleito senador pelo Paraná neste domingo (2). Com 99% das seções totalizadas, ele recebeu 1,9 milhão de votos (33%).
O ex-juiz ficará no cargo até 2030. A cadeira que será assumida por ele é a ocupada pelo antigo correlegionário e atual senador Alvaro Dias (Podemos), que disputava a reeleição.
“A campanha foi bem sucedida. Nós tínhamos a melhor equipe, nos conseguimos apresentar as nossas ideias, nossa proposta, também a nossa historia que nos da credibilidade, tivemos o apoio do União Brasil [...] Estou muito orgulhoso porque representa a força da Lava Jato e do combate a corrupção no Brasil. Nós vamos lutar pra recuperar essa pauta lá no Congresso Nacional com todas as nossas forças”, disse Moro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR).
Em segundo lugar na disputa pelo Paraná ficou o jornalista Paulo Martins, do PL, com 29% dos votos. Alvaro Dias ficou com 23% dos votos, em terceiro lugar no pleito.
Os suplentes de Moro são Luis Felipe Cunha e Ricardo Guerra, ambos do União.
Sobre Sergio Moro
Sergio Fernando Moro nasceu em 1972, em Maringá, no norte do Paraná. É casado com a advogada Rosângela Wolff Moro, que disputa para deputada federal por São Paulo. Eles tem dois filhos.
O ex-juiz formou-se em direito na Universidade Estadual de Maringá (UEM), fez aperfeiçoamento na escola de direito da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Concluiu o mestrado em Direito do Estado na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o doutorado pela mesma instituição, na área de direito constitucional.
Moro foi titular da 13ª Vara Federal de Curitiba e ganhou projeção nacional após ser responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância.
Ele deixou o cargo de juiz federal em 2018 para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro. Em 2020, pediu exoneração do cargo de ministro motivado pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, que havia sido indicado por ele.
Por G1







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