Agentes do Instituto Água e Terra (IAT) apreenderam 206 quilos de peixes vendidos de maneira irregular em estabelecimentos comerciais.
As apreensões foram realizadas durante a operação de fiscalização contra a pesca predatória na piracema. A ação foi feita no Norte Pioneiro e Noroeste do Estado, motivada por denúncia em Paraíso do Norte.
Dos peixes apreendidos na força-tarefa, 58 kg foram encaminhados para o Lar São Vicente de Paula, em Bandeirantes. A instituição é uma organização sem fins lucrativos que abriga idosos. Já a apreensão em Paraíso do Norte, totalizando 148 kg, foi destinada ao Recanto Nerian Pipun Vizzotto.
A venda irregular se dá pela não declaração de estoque na piracema, período em que é proibido o transporte e comercialização de espécies nativas, como bagre, dourado, jaú, pintado, lambari, mandi-amarelo, mandi-prata e piracanjuva. O período vai de 1º de novembro de 2021 até 28 de fevereiro deste ano, em que também são proibidos materiais de pesca nos rios, como varas, redes e embarcações que indiquem a pesca predatória.
A restrição é determinada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), conforme a Instrução Normativa nº 25/2009, há mais de 15 anos. “Como estamos no período de piracema, a pesca irregular foi o foco dessa ação para identificar irregularidades. Nossos agentes percorreram trechos por terra e de forma embarcada, com abordagens e orientações de educação ambiental”, destacou o gerente de Monitoramento e Fiscalização do IAT, Alvaro César de Góes.
FORÇA-TAREFA – A ação que aconteceu por seis dias em 17 municípios no Norte Pioneiro e Noroeste do Estado. No Noroeste, os fiscais percorreram 50 quilômetros pelos rios de Porto Rico e São Pedro do Paraná, com abordagem a cinco embarcações de ribeirinhos e a 12 de turistas. Todos receberam orientações com relação às normas do período da piracema.
No Norte Pioneiro, a fiscalização envolveu os seguintes municípios: Itambaracá, Santa Mariana, Leópolis, Rancho Alegre, Sertaneja, Bandeirantes, Andirá, Jacarezinho, Barra do Jacaré, Cambará, Jataizinho, Uraí, São Gerônimo da Serra, Terra Nova e Sapopema.
Os fiscais percorreram 625 km, com abordagens e orientações, nos rios Paranapanema (na altura da Represa Capivari), Tibagi, das Cinzas e Laranjinha (na altura das represas Canoas I e Canoas II), e Congonha. Foram vistoriados 11 estabelecimentos comerciais e aprendidos 1.975 metros de rede, 96 anzóis de galho, 17 carretilhas, 42 varas telescópicas, 35 caniços com molinetes, oito cordas de espinhel e mais de 50 boias loucas.
“Infelizmente, ainda realizamos muita apreensão de material de pesca e identificamos muitas pessoas pescando em diversos locais”, destacou o chefe regional do IAT em Maringá, Antonio Carlos Moreto, coordenador da força-tarefa.
Os autos de autuação ambientais (AIAs) chegam a R$ 8,7 mil. Diversos pescadores também foram notificados para comparecer ao IAT e apresentar documentação, sob risco de autuação.
Por - AEN
O novo leilão de veículos e sucata de veículos inservíveis, realizado pela Secretaria da Administração e da Previdência, teve início no dia 14 desse mês e terá encerramento a partir das 9 horas dos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, de acordo com o lote.
No total são 301 veículos divididos em 294 lotes, que vão de motocicletas com lances a partir de R$ 245,70 a automóveis com valores iniciais a partir de R$ 442,50.
Esses 3 lotes estão nos municípios de Marialva (lotes 01 ao 205); Londrina (lotes 206 ao 280 e 285 ao 294); e Maringá (lotes 281 ao 284). Mais informações também podem ser obtidas por meio do site do leiloeiro oficial: www.monzonleiloes.com.br.
Em caso de dúvidas, entrar em contato com o leiloeiro oficial, Joacir Monzon Pouey, pelos seguintes números: (41) 99555-7864 / (41) 98505-5505, das 9h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira.
Por - AEN
As condições climáticas têm auxiliado os produtores nestas primeiras semanas de 2022 e as colheitas de soja e milho, dois dos principais grãos produzidos no Paraná, avançam em velocidade superior à registrada no mesmo período do ano passado.
Essa evolução é abordada pelo Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 11 a 17 de fevereiro. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
Os produtores de soja já retiraram os grãos de 1,1 milhão de hectares até agora. Isso representa 21% do total de 5,6 milhões de hectares. No mesmo período do ciclo anterior, a área colhida era de aproximadamente 173 mil hectares, o que representava 3% do total estimado.
Os preços da oleaginosa continuam atrativos para o produtor. Na semana passada, a cotação estava em R$ 183,72 a saca de 60 quilos, valor 4,4% superior ao registrado na semana imediatamente anterior. Se a comparação for feita com o mesmo período de 2021, a valorização é superior a 12%. Há um ano, a saca era comercializada por R$ 155,39.
MILHO - O milho de primeira safra paranaense segue o mesmo padrão observado na soja. A colheita chegou a 26% da área estimada de 437 mil hectares e, no campo, a maioria do restante já está praticamente pronta para ser colhida. Neste mesmo período do ano passado, os produtores tinham retirado o milho de 21% da área plantada.
Da mesma forma, a segunda safra segue em ritmo acelerado de plantio. Dos 2,57 milhões de hectares previstos, 29% já estão semeados. O preço também é atrativo para o cereal, situando-se acima de R$ 90 a saca de 60 quilos. O custo médio variável para produzir essa mesma saca, em novembro de 2021, ficou em torno de R$ 42,00.
FRUTAS E TRIGO – O boletim analisa também os números apresentados pelo Ministério da Agricultura em relação à balança comercial brasileira das frutas. Entre 2012 e 2021, a variação foi positiva em 33,3% na movimentação de recursos, passando de US$ 909,6 milhões para US$ 1,2 bilhão. Já os volumes cresceram 62,7%, saindo de 765,3 mil toneladas e chegando, em 2021, a 1,2 milhão de toneladas.
Quanto ao trigo, o documento compara os preços entre a produção argentina e a americana. Historicamente, os argentinos têm cotação 6% menor, mas em janeiro chegou a 20%. Pela proximidade, o preço argentino costuma ter reflexo mais direto nas cotações paranaenses que, em uma conversão simples, tinham valores médios de US$ 310 no atacado.
OVINO E SUÍNO – As cotações da carne ovina para os produtores estão melhores este ano. No caso da costela, por exemplo, a alta entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022 foi de 18%, com os ovinocultores recebendo R$ 43,98 o quilo agora, contra R$ 37,28% no último mês do ano passado.
O boletim preparado pelo Deral mostra ainda que, em janeiro, o Paraná exportou 9,4 mil toneladas de carne suína, representando aumento de 12,2% comparado ao mesmo período de 2021. A receita financeira alcançou US$ 20,2 milhões.
MANDIOCA E AVES – O boletim fala também da preocupação que afeta as indústrias de fécula e farinha instaladas no Estado em razão do avanço de soja e milho em áreas de mandioca, que têm o valor de arrendamento elevado. Com isso, há produtores do Noroeste do Estado se transferindo para Mato Grosso do Sul e São Paulo.
No caso da avicultura, o registro é sobre o aumento no custo de produção do frango que, em dezembro, no Paraná, subiu 1,35% sobre o mês anterior. Com isso, os produtores gastaram R$ 0,07 a mais para cada quilo do frango de corte vivo produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva.
Por - AEN
A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou na sessão plenária desta quarta-feira (16) a proposta que garante o pagamento do auxílio alimentação aos agentes penitenciários do Estado.
O projeto de lei 19/2022, assinado pelo Poder Executivo, foi aprovado em primeiro e em segundo turnos em duas sessões plenárias, sendo uma ordinária e outra extraordinária.
A garantia do pagamento do benefício aos agentes se deu através de uma emenda aditiva apresentada na Comissão de Constituição e Justiça pelo relator da matéria, deputado Hussein Bakri (PSD), que também é líder do Governo na Casa. A emenda acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 20.937, de 17 de dezembro de 2021.
De acordo com o novo texto, “os agentes penitenciários, até a transformação dos seus cargos em policial penal, nos termos da Lei a ser editada conforme previsto no §3º do art. 50A da Constituição Estadual, perceberão a verba prevista nesta Lei desde 1º de janeiro de 2022”.
O projeto de lei também prevê a alteração da Lei Estadual 19.935, de 24 de setembro de 2019, que instituiu o Fundo Especial do Sistema Único de Segurança Pública do Estado do Paraná e o Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social. Neste ponto, o texto determina a inclusão de outros membros no colegiado, garantindo a sua completa formação.
De acordo com a proposição, também passam a integrar o Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social representantes da Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Guardas Municipais; Núcleo Estadual de Políticas sobre Drogas; Defesa Civil; Agentes de Trânsito; Guarda Portuária; e Secretária Nacional de Segurança Pública.
Além disso, os ajustes na legislação têm como objetivo evitar a inviabilização de repasse de recursos pelo Fundo Nacional de Segurança Pública, visto que um dos requisitos para a referida transferência é a plena instituição do colegiado.
Por - ALEP
O aplicativo Menor Preço, do programa Nota Paraná, tem atualização em tempo real das operações de compras pelos estabelecimentos do estado.
São mais de 4,5 milhões de notas fiscais autorizadas diariamente para lançamento no sistema para que o consumidor consiga pesquisar os menores preços da melhor forma.
Com o aplicativo, disponível também na web, o consumidor pode verificar os preços em um raio de até 20 quilômetros, por meio do código de barras do item, “lido” com o próprio celular, ou pelo nome do produto. Após selecionar o estabelecimento desejado, a ferramenta informa a distância e ainda mostra mapa com o caminho mais curto.
PROCON – Uma das grandes incentivadoras e usuária do aplicativo é Claudia Silvano, diretora do Procon-PR, da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Paraná. “Utilizo sempre para a verificação de preços, por ser uma ferramenta de fácil uso. Através do aplicativo, você tem a informação na palma da mão”, comentou.
Segundo Claudia, “o consumidor que pesquisa consegue economizar, então é importante ter essa opção para ajudar nas compras do dia a dia e poupar dinheiro”.
Lançado em 2016, pelo Governo do Paraná, para ajudar o consumidor a reduzir despesas nas compras no varejo, o Menor Preço foi desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria de Estado da Fazenda e a Celepar. As informações são atualizadas em tempo real sempre que um estabelecimento realiza uma venda.
PESQUISA DE PREÇO - O Menor Preço do Nota Paraná é um programa que permite ao usuário pesquisar os menores valores entre mais de 3,8 milhões de produtos em mais de 100 mil estabelecimentos participantes.
“O consumidor pode fazer um comparativo. Por meio das configurações do aplicativo é possível comparar os preços entre estabelecimentos e até o preço do combustível praticado por postos, o que hoje em dia é muito importante”, ressaltou a diretora do Procon-PR.
O aplicativo permite comparar os preços de qualquer tipo de produto em estabelecimentos das 399 cidades. Todo o processo é realizado em quatro passos: seleção dos produtos, identificação dos filtros, geração do preço calculado e emissão do certificado.
“Uma das vantagens de utilizar o Menor Preço para consultas dos produtos é pela praticidade e facilidade na busca. Com informações atualizadas diariamente, a cada nota emitida as informações já irão constar na base de dados da Secretaria da Fazenda e assim estarão disponíveis no app. Por isso é muito importante consultar e pedir a nota fiscal para manter esses dados atualizados”, destacou Marta Gambini, coordenadora do Nota Paraná.
COMO UTILIZAR – Basta baixar o aplicativo gratuitamente através das plataformas ou acessar o portal https://menorpreco.notaparana.pr.gov.br/. Depois, basta informar o produto, com a leitura do código de barras ou sua descrição (nome e marca) e o aplicativo utiliza a localização do consumidor para encontrar os menores preços na região.
Os usuários também podem salvar uma lista e verificar onde cada produto de suas compras está mais barato. Com a lista salva, é possível procurar todos ao mesmo tempo. No total, o aplicativo já possui mais de 114 mil listas de compras cadastradas.
O Menor Preço também está disponível para dispositivos móveis nas plataformas Android e iOS.
Por - AEN
O Ascensus Group, que já administra o terminal destinado à movimentação de veículos no Porto de Paranaguá, pretende ampliar a área de atuação e os investimentos no Paraná.
A proposta foi apresentada pela empresa ao governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quarta-feira (16) durante reunião no Palácio Iguaçu, em Curitiba.
O Ascensus Group tem sede em Joinville, Santa Catarina, e é especializado em comércio internacional, com os serviços de importação, distribuição, logística, fullcommerce e portos. Entre os projetos pensados para implementar no Estado estão também a construção de usinas de energia solar. O investimento pode ultrapassar a faixa dos R$ 200 milhões.
No ano passado, o grupo arrematou, em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), o pátio de veículos do Porto de Paranaguá. O investimento foi de R$ 25 milhões, com a obrigação de fazer investimentos de R$ 22 milhões ao longo de 25 anos, além de pagamentos ordinários mensais pela ocupação. O espaço será inaugurado em outubro, com a criação de 30 empregos diretos.
“É mais uma empresa que acredita no desenvolvimento do Paraná. Se instalou no Estado por meio de Paranaguá e já pensa em ampliar os investimentos aqui, o que é muito importante, a garantia de geração de emprego e renda”, afirmou Ratinho Junior.
“Fizemos uma apresentação institucional do grupo para o governador Ratinho Junior. Estamos baseados em Santa Catarina, mas olhamos o Paraná com muito bons olhos. Mostramos que além do investimento em Paranaguá, temos outras frentes de trabalho e a energia solar é uma delas. Pretendemos fazer do Paraná uma das plataformas do grupo, ajudando a movimentar a economia local”, explicou o CEO da empresa, Cleverson Siewert.
PÁTIO – O Paraná foi o primeiro Estado do Brasil a conceder um terminal portuário por decisão própria, depois de receber do governo federal a autonomia para administrar os contratos de exploração de áreas, em agosto de 2019. O terminal PAR12 tem 74,1 mil metros quadrados de área e capacidade estática para 4 mil veículos e armazenagem anual de 120 mil veículos.
A área do PAR12 é caracterizada como greenfield, um “terreno limpo”, não possuindo melhorias representativas ou bens reversíveis. Ela está localizada na retaguarda do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), em área adjacente ao terminal arrendado à Volkswagen.
Nesse local estão sendo implantados os equipamentos e edificações a serem utilizados na movimentação e armazenagem de cargas Roll-on/Roll-off (automóveis de passeio, veículos comerciais leves, utilitários, caminhões, ônibus, tratores e outras cargas). Ao fim dos 25 anos de contrato, o que foi investido ficará com o Porto de Paranaguá.
As cargas Roll-on/Roll-of são caracterizadas por embarcar e desembarcar nos navios pelos seus próprios meios, sem necessitar de equipamentos para carregamento. Nesta modalidade, a demanda estimada em Paranaguá vai de 287 mil a 461 mil veículos/ano entre 2021 e 2045.
“É um grupo de referência que, se bem trabalhado, o investimento no Paraná pode passar da casa dos R$ 400 milhões”, destacou o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin.
PRESENÇAS – Também participaram da reunião os representantes da empresa Guilherme Lima (Chairman) e Flávio Rufino (diretor de Operação e Comercial Sul).
Por - AEN








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