No ano em que está realizando o maior investimento em distribuição de energia de sua história, a Copel se prepara para atender a 5 milhões de unidades consumidoras.
A estimativa é que a marca seja alcançada até o final de novembro de 2022, momento em que a companhia já terá aplicado a maior parte do montante de R$ 1,634 bilhão, destinado à ampliação e modernização da rede elétrica do Paraná neste ano.
Atualmente, a Copel conta com 4,9 milhões de consumidores em 394 dos 399 municípios do Paraná e um de Santa Catarina (Porto União). Do total, 4 milhões são clientes residenciais urbanos, 70,6 mil são industriais, 422,5 mil comerciais, e 342,4 mil rurais. A lista é complementada com unidades consumidoras pertencentes ao poder público e à iluminação pública.
Com o crescimento estimado para o fim de 2022, se fosse a população de um território, o número de clientes da Copel seria maior do que o número de habitantes de 15 estados brasileiros. Em comparação com outras nações, seria ainda maior do que a população de países como Irlanda, Uruguai e Croácia.
“Os números da Copel ajudam a traduzir o que o investimento em energia tem representado ao longo de 67 anos de existência da empresa: infraestrutura de qualidade para o Paraná crescer”, ressalta o governador Carlos Massa Ratinho Júnior. "Olhando para o futuro, a atuação da Copel é essencial para proporcionar segurança energética ao Estado”, complementa.
CRESCIMENTO – Fundada em 1954, a Copel incorporou os primeiros clientes em 1956. Naquele ano, a empresa atendia, ao todo, a 3.734 unidades consumidoras. Ao longo das próximas décadas, a empresa trabalhou para ampliar o atendimento aos paranaenses.
Em alguns casos, assumiu o atendimento de empresas municipais de distribuição, como ocorreu em 1973, quando incorporou a Companhia Força e Luz do Paraná, que atendia Curitiba.
Em 1981, 25 anos após a ligação dos seus primeiros consumidores, a Copel chegou a 1 milhão de clientes. Desde então, a companhia adicionou, em média, um milhão de novos clientes a cada dez anos: chegou a 2 milhões em 1991, 3 milhões em 2002 e 4 milhões em 2012.
Para obter esse crescimento, a empresa investiu em expansão e modernização da rede elétrica, provendo infraestrutura de qualidade que contribuiu para o desenvolvimento do Paraná.
Na esfera industrial, a companhia começou com 25 consumidores em 1956, chegou a mil clientes industriais em 1968, 10 mil em 1974 e 50 mil em 2004. Na área rural, o primeiro consumidor foi ligado em 1959. Dez anos depois, eram 562 clientes rurais e em 1985 já eram mais de 100 mil unidades consumidoras no campo.
Grande parte do crescimento estava associada ao programa Clic Rural. O programa viabilizou 163 mil ligações em pouco mais de seis anos, alcançando mais da metade da população rural no Estado. Nas décadas de 1990 e 2000 seguiram-se outros programas, como o Força Rural e o Luz no Campo.
Levar energia a todos os paranaenses se tornou um dos grandes desafios da companhia no início do século 21. Em 2012, após a Copel concluir todas as fases do programa Luz para Todos, o Paraná conquistou a universalização do fornecimento de energia elétrica.
NOVOS DESAFIOS – Desde então, o principal desafio da Copel tem sido transformar a qualidade do fornecimento de energia a todos os paranaenses. Essa estratégia é sintetizada pelos programas ParanáTrifásico e Rede Elétrica Inteligente, iniciativas que vão absorver R$ 750 milhões em investimentos em 2022, 45% do total a ser investido em distribuição de energia no período.
“A Copel possui um histórico de programas eficientes, implementados para levar energia a todos os paranaenses, melhorar a qualidade de vida da população e garantir que produtores rurais, comércio e indústria contem com energia de qualidade para crescerem”, pontua o presidente da Copel, Daniel Slaviero. “Para nós é motivo de orgulho estar implementando, atualmente, dois dos programas mais transformadores da história da companhia.”
PARANÁ TRIFÁSICO - O Paraná Trifásico está promovendo a substituição de toda a espinha dorsal da rede rural por uma rede trifaseada. Além de garantir energia de mais qualidade e com maior segurança, o programa proporciona o acesso do produtor rural à rede trifásica a um custo muito inferior ao que hoje é pago.
A Copel está investindo R$ 2,7 bilhões para alcançar todos os cantos do Paraná. Mais de 25 mil km de cabos serão substituídos.
As novas linhas têm conexões inteligentes com a central de monitoramento da rede, chamados de religadores automáticos. Esses equipamentos têm capacidade para identificar problemas e “abrem temporariamente” para passagem de eventuais curtos-circuitos e evitar desligamentos, e religam a energia sem precisar de interferência humana.
INTELIGENTE - O Programa Rede Elétrica Inteligente (REI), por sua vez, é o maior do gênero no país e está substituindo os medidores atuais, analógicos, por medidores digitais inteligentes. Estes equipamentos se comunicam diretamente com o Centro Integrado de Operação da Distribuição da Copel, facilitando o controle de toda a cadeia, desde a subestação até o consumidor final.
Esse investimento tecnológico não tem custo algum para o cliente e permite a leitura de consumo remota, assim como autonomia para o usuário monitorar o seu consumo em tempo real por meio do aplicativo da Copel para celular. Já foram instalados mais de 240 mil equipamentos inteligentes em 63 municípios do Estado. Até a metade do ano, a expectativa é chegar a 390 mil medidores em 73 localidades.
Por - AEN
A Sanepar começou nesta quarta-feira (23) o trabalho de levantamento das condições ambientais, sociais e econômicas de 14 bacias hidrográficas do Paraná.
O projeto intitulado Diagnóstico Participativo vai envolver quase 5 mil propriedades rurais em 26 municípios do Estado. O objetivo principal é identificar riscos atuais e futuros que impactam na quantidade e na qualidade da água dos mananciais de abastecimento, onde há alguma limitação operacional.
Os envolvidos na ação são 100% das propriedades com Cadastro Ambiental Rural (CAR), do Ministério da Agricultura e Pecuária, e uma parcela dos moradores das áreas urbanas, considerando o território-alvo aquele que fica a montante (acima/antes) dos pontos de captação da Sanepar.
A pesquisa será feita em visitas domiciliares nos meios rural e urbano, com levantamento de dados como infraestrutura, atividades desenvolvidas, caracterização ambiental, origem da água, destino dado ao esgoto e aos resíduos sólidos, práticas de conservação do solo e métodos de cultivo ou manejo.
Também estão previstas reuniões comunitárias no ambiente rural para a definição das ações prioritárias e dos responsáveis pela sua execução.
O diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Julio Gonchorosky, afirma que este levantamento subsidiará planos futuros de intervenções nas bacias. Recursos virão do Fundo Azul e de parcerias estabelecidas nos territórios. Os dados consolidados também entrarão nos Planos de Segurança de Água.
“Estamos reunindo esforços para que o diagnóstico seja de fato participativo no levantamento de questões, ações e prioridades. É importante que haja a apropriação e a busca de soluções por parte de quem está no cotidiano das bacias”, disse o diretor.
Este trabalho dá relevância à gestão compartilhada dos recursos hídricos. Entre os principais parceiros do projeto estão o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), os conselhos de meio ambiente e as prefeituras de Londrina, Cambé, Arapongas, Rolândia, Jandaia do Sul, Cambira, Santa Mariana, Cornélio Procópio, Paranavaí, Ponta Grossa, Castro, Carambeí, Bituruna, Reserva, Turvo, Pinhais, Cascavel, Francisco Beltrão, Manfrinópolis, Flor da Serra do Sul, Marmeleiro, Pato Branco, Mariópolis, Vitorino, Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu.
As bacias alvo deste projeto são Cafezal, Águas do Ema, Ribeirão Marumbi, Alagados, Herval, Maromba, Turvo, Rio do Meio, Cascavel, Marrecas, Pato Branco, Tamanduá, Ribeirão Arara e Águas das Araras. A única exceção na seleção das bacias é a do Rio Pequeno, pela sua importante contribuição para o Reservatório do Iraí.
Para mais informações sobre o Diagnóstico Participativo, os interessados deverão enviar email para o gestor responsável de cada região. Sendo, na região Leste, Crislaine Mendes (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.), região Norte, Andréa Fontes (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.), e no Sudoeste, Marilucia Rodrigues (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).
Por - AEN
A produção de peixes de cultivo, particularmente a tilápia, no Paraná, chegou a 188 mil toneladas em 2021, confirmando ainda mais o Estado na liderança nacional desse segmento, no qual tem participação de 22%.
O crescimento foi de 9,3% em relação a 2020. O segundo colocado é o Estado de São Paulo, que encerrou o ano com 81.640 toneladas. O levantamento é da Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR), que congrega produtores, empresas da cadeia produtiva e entidades de classe, e publica o Anuário PeixeBR.
“Essa é uma cadeia consolidada no Paraná e com excelentes perspectivas de crescimento”, afirmou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Temos acompanhado e visitado empreendimentos novos, confirmando que esse segmento será ainda mais importante para a economia do Estado e para o aumento de renda de produtores.”
O bom desempenho do Estado é puxado pelo modelo cooperativista de integração, que garante suporte produtivo, industrial e de comercialização dos pescados. “Além do cooperativismo, que investe fortemente na atividade, o Paraná tem uma legislação ambiental simples e ativa para garantir qualidade e respeito à natureza, um rigoroso controle de sanidade e uma assistência técnica qualificada”, disse Ortigara.
No ano passado, o governo lançou o programa Banco do Agricultor Paranaense para incentivar a agropecuária do Estado. Uma das linhas contempla projetos de implantação, aquisição de equipamentos, assistência técnica e custeio para a piscicultura com a concessão de subvenção econômica na forma de equalização da taxa de juros. De maio de 2021 a 31 de janeiro deste ano, foram apresentados 13 projetos ao Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná). Eles somam R$ 1.431.773,00 de investimento.
TILÁPIA - Em 2021, a piscicultura brasileira produziu 534.005 toneladas de tilápia, com crescimento de 9,8% sobre o ano anterior (486.255 toneladas). A espécie, que está presente em todas as regiões do País, representou 63,5% da produção de peixes de cultivo. Na região Sul, a tilápia equivale a 86% de todos os peixes cultivados e tem participação de 43,4% na produção nacional, com 231.900 toneladas.
Da produção de 188 mil toneladas de peixes no Paraná, 182 mil são tilápias, o que garante, também nesse quesito, a liderança do Estado. A segunda colocação é de São Paulo, com 76.140 toneladas. O Paraná também tem registro de cultivo de 3,8 mil toneladas de peixes nativos, além de 2,2 mil toneladas de outras espécies, sobretudo carpas, trutas e pangas.
Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), a piscicultura movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano no Estado. A região Oeste concentra cerca de 70% da produção. “Em 2021, a produção foi prejudicada em consequência da pandemia e da estiagem, que encareceu o custo de produção e reduziu as margens dos produtores e indústria, mas temos boas expectativas de que este ano o crescimento ganhe ritmo mais rápido”, disse o analista do Deral, Edmar Gervásio.
Por - AEN
Durante o feriado de Carnaval, pessoas aproveitam para viajar a lazer, mas para que a viagem seja tranquila e sem surpresas desagradáveis no retorno é necessário que o cidadão tome algumas medidas de segurança.
Neste período, a Polícia Militar do Paraná está com policiamento reforçado em várias regiões do Estado, além do trabalho rotineiro já feito diariamente nos municípios, mas como a segurança é feita por todos pede às pessoas que se atentem a atitudes que podem ser tomadas por elas mesmas e que farão a diferença na segurança da família e da residência.
Estas orientações são de precauções gerais e visam reduzir as possibilidades de ações criminosas. O comandante do 1º Comando Regional da PM, coronel Renato de Oliveira Ribas Filho, diz que ao viajar é importante deixar alguém de confiança, como um parente ou um vizinho, avisado e que possa ir ao imóvel regularmente para verificar se está tudo certo e, em caso de eventuais emergências, esta pessoa poderá comunicar a família de imediato e, principalmente, acionar a PM.
Recomenda, também, que objetos de valor, como joias e dinheiro, sejam guardados em locais seguros ou em locais menos visados da casa para dificultar a localização. Ferramentas e outros objetos que possam ser usados por invasores e que possam facilitar o arrombamento de portas e janelas devem ser guardados no interior da residência, ou depósitos específicos. “Também é importante que brinquedos, bicicletas, máquina de lavar, entre outros sejam recolhidos, pois estando à vista pode motivar a entrada de alguém no terreno”, diz o coronel.
Alguns hábitos que podem chamar a atenção de criminosos também devem ser evitados, de acordo com o coronel. “Próximo à residência, em locais públicos, o morador deve evitar comentar que vai viajar e que a casa ficará sozinha, pois isso pode alertar pessoas mal-intencionadas. Ainda, caso o morador tenha telefone fixo ou campainha, a orientação é que ambos sejam desligados ao sair de viagem, pois são dispositivos que podem ser utilizados para sondar ou identificar se há alguém na casa”, alerta.
Sobre os dispositivos de segurança, o ele explica que é preciso checar tudo com antecedência e também fazer uma conferência na hora do deslocamento. “Antes de sair de casa, a família deve testar todas as trancas das portas e janelas, verificar se estão fechadas”, frisa. “E para quem possui sistemas de alarmes e/ou câmeras de monitoramento, é preciso confirmar se estão funcionando corretamente, pois eles dificultam invasões ou arrombamentos da residência e facilitam a identificação caso haja”, orienta.
O oficial indica, também, cuidados que parecem irrelevantes, mas que ajudam a manter a discrição do imóvel. “A pessoa de confiança, que vai cuidar da casa durante o período de ausência deve ir ao local, sempre que possível, para esvaziar a caixa de correios por exemplo, pois o acúmulo de correspondências indica a ausência de pessoas. As luzes também devem ser apagadas durante o dia para que não chamem a atenção”, recomenda.
ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO – A PM também lembra que os animais de estimação não podem ser esquecidos ou abandonados nos períodos de férias, pois dependendo do caso configura até crime. Neste caso, de acordo com o coronel Ribas, o mais importante é planejar o que fazer. “Durante o período de férias ou viagem, as famílias devem tomar todos os cuidados em relação aos animais de estimação. É importante que alguém vá ao local, como a pessoa escolhida para cuidar do imóvel, para alimentar e trocar a água do animal, se a família não puder levá-lo para a viagem. Outra opção são os serviços particulares, que hospedam e cuidam de animais domésticos durante a ausência da família, como num sistema de hotelaria, por exemplo”, afirmou.
190 – Em caso de emergências a PM está disponível para a população por meio do telefone 190 e também pelo aplicativo 190 PR. “A PM está à disposição da população 24 horas por dia, cumprindo seu papel de policiamento preventivo, mas pedimos esta pequena colaboração do cidadão com atitudes básicas do dia a dia e que fazem a diferença, principalmente em períodos de feriados prolongados como neste caso”.
Por - AEN
Durante o feriado de Carnaval, pessoas aproveitam para viajar a lazer, mas para que a viagem seja tranquila e sem surpresas desagradáveis no retorno é necessário que o cidadão tome algumas medidas de segurança.
Neste período, a Polícia Militar do Paraná está com policiamento reforçado em várias regiões do Estado, além do trabalho rotineiro já feito diariamente nos municípios, mas como a segurança é feita por todos pede às pessoas que se atentem a atitudes que podem ser tomadas por elas mesmas e que farão a diferença na segurança da família e da residência.
Estas orientações são de precauções gerais e visam reduzir as possibilidades de ações criminosas. O comandante do 1º Comando Regional da PM, coronel Renato de Oliveira Ribas Filho, diz que ao viajar é importante deixar alguém de confiança, como um parente ou um vizinho, avisado e que possa ir ao imóvel regularmente para verificar se está tudo certo e, em caso de eventuais emergências, esta pessoa poderá comunicar a família de imediato e, principalmente, acionar a PM.
Recomenda, também, que objetos de valor, como joias e dinheiro, sejam guardados em locais seguros ou em locais menos visados da casa para dificultar a localização. Ferramentas e outros objetos que possam ser usados por invasores e que possam facilitar o arrombamento de portas e janelas devem ser guardados no interior da residência, ou depósitos específicos. “Também é importante que brinquedos, bicicletas, máquina de lavar, entre outros sejam recolhidos, pois estando à vista pode motivar a entrada de alguém no terreno”, diz o coronel.
Alguns hábitos que podem chamar a atenção de criminosos também devem ser evitados, de acordo com o coronel. “Próximo à residência, em locais públicos, o morador deve evitar comentar que vai viajar e que a casa ficará sozinha, pois isso pode alertar pessoas mal-intencionadas. Ainda, caso o morador tenha telefone fixo ou campainha, a orientação é que ambos sejam desligados ao sair de viagem, pois são dispositivos que podem ser utilizados para sondar ou identificar se há alguém na casa”, alerta.
Sobre os dispositivos de segurança, o ele explica que é preciso checar tudo com antecedência e também fazer uma conferência na hora do deslocamento. “Antes de sair de casa, a família deve testar todas as trancas das portas e janelas, verificar se estão fechadas”, frisa. “E para quem possui sistemas de alarmes e/ou câmeras de monitoramento, é preciso confirmar se estão funcionando corretamente, pois eles dificultam invasões ou arrombamentos da residência e facilitam a identificação caso haja”, orienta.
O oficial indica, também, cuidados que parecem irrelevantes, mas que ajudam a manter a discrição do imóvel. “A pessoa de confiança, que vai cuidar da casa durante o período de ausência deve ir ao local, sempre que possível, para esvaziar a caixa de correios por exemplo, pois o acúmulo de correspondências indica a ausência de pessoas. As luzes também devem ser apagadas durante o dia para que não chamem a atenção”, recomenda.
ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO – A PM também lembra que os animais de estimação não podem ser esquecidos ou abandonados nos períodos de férias, pois dependendo do caso configura até crime. Neste caso, de acordo com o coronel Ribas, o mais importante é planejar o que fazer. “Durante o período de férias ou viagem, as famílias devem tomar todos os cuidados em relação aos animais de estimação. É importante que alguém vá ao local, como a pessoa escolhida para cuidar do imóvel, para alimentar e trocar a água do animal, se a família não puder levá-lo para a viagem. Outra opção são os serviços particulares, que hospedam e cuidam de animais domésticos durante a ausência da família, como num sistema de hotelaria, por exemplo”, afirmou.
190 – Em caso de emergências a PM está disponível para a população por meio do telefone 190 e também pelo aplicativo 190 PR. “A PM está à disposição da população 24 horas por dia, cumprindo seu papel de policiamento preventivo, mas pedimos esta pequena colaboração do cidadão com atitudes básicas do dia a dia e que fazem a diferença, principalmente em períodos de feriados prolongados como neste caso”.
Por - AEN
O Cascavel foi superior do início ao fim e venceu a Ponte Preta, por 1 a 0, no Olímpico Regional, e garantir a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil. A Serpente foi a única a vencer em casa nos três primeiros jogos que abriram a competição.
O gol do Cascavel foi marcado por Diego Giaretta, de cabeça, no fim do primeiro tempo. O time aurinegro balançou a rede outras três vezes, duas delas antes de abrir o placar, mas em todas a arbitragem apontou impedimento. O resultado manteve os 100% de aproveitamento em casa nesta temporada, com seis vitórias em seis jogos.
A vaga garante R$ 1,3 milhão de premiação ao Cascavel na Copa do Brasil – R$ 620 mil pela disputa da primeira fase e mais R$ 750 mil pela classificação. A Serpente pega agora quem passar do duelo entre Tocantinópolis e Náutico, que se enfrentam na quarta-feira, às 20h30, em Tocantins.
– Mérito de todo mundo, da diretoria, do grupo. É um time organizado, que está crescendo. Mostrou o brilho nosso no jogo, um time grande como esse da Ponte Preta. Isso só enaltece nosso trabalho. Nosso time é muito maduro, vem fazendo boas campanhas. Esperamos passar por mais fases, não custa sonhar. Esperamos sonhar em botar o Cascavel em um patamar muito grande – disse o meia Robinho, ao sportv.
Esta é a segunda participação do Cascavel na Copa do Brasil. A estreia foi no ano passado, quando também passou da primeira fase, batendo o Figueirense, e acabou eliminado em seguida pelo Avaí.
Por - Globo Esporte







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