A Defesa Civil do Paraná está monitorando as fortes chuvas e possíveis ocorrências de tempestades que começaram a atingir diversos pontos do Estado a partir de quarta-feira (05).
O órgão iniciou o envio de alertas para a população já na terça (04). De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), foram observadas pancadas de chuva forte em cidades do Interior na manhã desta quinta-feira (06). Rajadas mais severas de vento ocorreram em Ubiratã (82,8 km/h), São Miguel do Iguaçu (75,6 km/h) e Laranjeiras do Sul (70,6 km/h). Não há, porém, manifestação de ocorrências graves.
Na região Norte, em Londrina, apontou o Centro Estadual de Gestão de Riscos e Desastres (Cegerd), da Defesa Civil, algumas casas foram atingidas por quedas de árvore, sem a ocorrência de vítimas ou desabrigados. Em São Miguel do Iguaçu, no Oeste, além de algumas residências, duas escolas e uma creche foram destelhadas. As aulas foram canceladas. Houve destelhamentos, também, em Juranda, no Centro-Oeste, e pontos de alagamentos em Corbélia, no Oeste.
Além do monitoramento em tempo integral, o Governo do Estado, por meio da Defesa Civil, disponibiliza lonas plásticas, telhas de fibrocimento, colchão, kit dormitório, kit higiene, kit limpeza e cesta básica para as famílias vulneráveis que foram afetadas.
Por - AEN
Oferta em parceria com a Liberty Seguros cobre danos materiais decorrentes de causa externa, roubos ou furtos
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, lança um seguro para equipamentos de energia solar (placas fotovoltaicas e componentes). Denominado “Equipamento Energia Solar”, o produto é oferecido em parceria com a Liberty Seguros e cobre danos materiais decorrentes de causa externa, além de roubos ou furtos qualificados.
O seguro está disponível para associados que adquirem crédito ou não para investir em equipamentos de energia sustentável no Sicredi. O produto tem cobertura em todo o Brasil com contratos de no mínimo 12 meses.
Os serviços incluem contratação e emissão da apólice na hora para projetos de até R$ 700 mil, cobertura para o valor total do projeto, incluindo mão-de-obra, amparo para quaisquer danos de causa externa como incêndio, queda de raio, explosão, granizo, roubo e furto qualificado e cobertura para danos elétricos.
“Com a alta demanda e projeções de que o Brasil atingirá quase 25 GW de capacidade instalada em energia solar no final de 2022, buscamos proporcionar aos associados proteção contra possíveis danos que possam ocorrer a seus equipamentos. Por esse motivo, procuramos por uma solução no mercado que trouxesse proteção, tranquilidade e confiança tanto para os associados, quanto para as agências que comercializam o seguro. Quem investe em energia solar colabora com o planeta, mas principalmente investe em sustentabilidade, diz Sávio Susin, superintendente de Seguros, Consórcios e Previdência do Sicredi.
O seguro para equipamentos de energia solar faz parte do portfólio variado de ofertas do Sicredi que abrangem proteção para automóveis, residências, patrimonial, rural, acidentes pessoais e de vida, por meio de parcerias com as principais corretoras de seguro do Brasil.
Consórcio para energia solar
Além do seguro, o Sicredi possui modelos de financiamento a projetos de energia solar, por meio do Consórcio Sustentável. A modalidade é um sistema de compra cooperativada para energia solar e outros equipamentos ecoeficientes, em que o associado contribui mensalmente por meio de autofinanciamento, como uma poupança programada, e pode adquirir os equipamentos a partir de sorteios ou lances fixos e livres.
Crescimento de 30% no financiamento em energia solar
O Sicredi tem fomentado fortemente projetos em energia solar no Brasil. No primeiro semestre de 2022, a instituição concedeu mais de R$ 1,6 bilhão em financiamentos disponibilizados para a finalidade, o que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Do total concedido, 53,9% foram a empresas, 26,2% a pessoas físicas e 19,9% ao agronegócio. Já a carteira de crédito para compra e instalação de equipamentos fotovoltaicos no mesmo período atingiu a marca de mais de R$ 5,2 bilhões, representando um aumento de 65% no saldo em relação a 2021.
Para conhecer sobre o Equipamento Energia Solar – Liberty Seguros acesse o link.
Por - Assessoria
Cento e vinte e oito pessoas privadas de liberdade, que fizeram faculdade na modalidade a distância, dentro das unidades do sistema penitenciário, apresentaram o Trabalho de Conclusão de Curso nesta semana.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Segurança Pública, Polícia Penal do Paraná (Deppen), Fanduca e a Universal nos Presídios (UNP). Também foi lançada a revista “No Paraná, a educação desarma as mentes vazias”, primeira do Brasil escrita por pessoas privadas de liberdade, com a publicação de artigos acadêmicos inéditos e originais.
Com o intuito de proporcionar mais uma oportunidade de ressocialização e facilitar a reinserção social depois do cumprimento da pena, o projeto tem como característica a pesquisa, utilizando apenas livros físicos, uma vez que os detentos não possuem acesso à internet dentro das prisões. Dessa forma, os trabalhos são completamente originais, sem a ocorrência de plágio.
Para as apresentações, montou-se uma banca com pedagogas, que atuam nas unidades prisionais, para indagar e avaliar os artigos científicos dos alunos. Elas estavam presencialmente na sede da Polícia Penal e os alunos apresentaram o trabalho virtualmente, em grupo, diretamente das unidades de todo Estado, onde estavam acompanhados pelo professor orientador.
No total, foram 26 artigos científicos apresentados nos mais diversos temas dos cursos de Pedagogia e Serviço Social.
O chefe da Divisão da Educação e Capacitação da Polícia Penal do Paraná, Juliano dos Santos Prestes, falou sobre a conclusão de mais uma etapa vivida pelas pessoas privadas de liberdade. “Essa graduação possibilita a reinserção social e recolocação do detento no mercado de trabalho, pós-cumprimento de pena. Feitos como esse nos deixam contentes e com sentimento de dever cumprido, uma vez que a educação é o principal passo para afastar essas pessoas da vida do crime”, disse.
REVISTA - No mesmo dia, foi lançada a revista “No Paraná, a educação desarma as mentes vazias”, primeira do Brasil escrita por pessoas privadas de liberdade que estão em unidades prisionais do Paraná. A edição tem como escopo a publicação de artigos acadêmicos inéditos e originais, decorrentes de pesquisas teóricas ou empíricas, de experiências pedagógicas e de elaboração de resenhas resultantes de pesquisas científicas e reflexões teóricas práticas.
A publicação conta com artigos nas áreas de pedagogia, letras, administração, radiologia, ciências contábeis, direito, enfermagem, biomedicina, estética e cosmética, serviço social, farmácia e educação física.
FANDUCA - O convênio Fanduca está ativo desde fevereiro de 2021. Além da graduação para pessoas privadas da liberdade, também disponibiliza cursos técnicos de Gestão de Empresas, Gestão de Transportes, Gestão de Empresas e Construção Civil, Motorista de Aplicativo, Assistente de Farmácia, Assistente Jurídico, Confecção de Chinelos e Empreendedorismo, Cuidador de Idosos, Gestão de Empresas de Transporte, Farmácia, Mídias Sociais, Instalador e Eletricista Predial e Almoxarifado e Estoquista. Atualmente, 728 detentos do Deppen fazem graduação ou curso técnico por intermédio do convênio.
Por - AEN
A elaboração do Plano Plurianual do Paraná, uma das principais ferramentas de planejamento do Governo do Estado, terá sua metodologia aprimorada para o quadriênio 2024-2027.
Embora a construção do novo PPA só possa começar em 2023, a Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes (SEPL), por meio da Coordenação de Monitoramento e Avaliação (CMA), iniciou a formulação de um novo modelo para sua estruturação. O objetivo é que a nova gestão possa utilizá-lo para representar de modo concreto a sua visão de futuro do Paraná.
O Plano Plurianual é o principal instrumento de planejamento de médio prazo da administração pública. Ele tem duração de quatro anos, com início no segundo ano do mandato do chefe do Poder Executivo e término no final do primeiro ano de seu sucessor, de modo a permitir a continuidade do processo de planejamento.
De acordo com a secretária estadual do Planejamento Louise Garnica, a nova modelagem do PPA é fruto de ampla pesquisa e discussão técnica e surge com a intenção de tornar o plano mais robusto, mais efetivo no que diz respeito ao direcionamento da ação governamental. “É um desafio e exigirá uma mudança de mentalidade dos gestores, porém, esse esforço é válido, uma vez que trará benefícios significativos para a população paranaense”, disse.
NA PRÁTICA – A documentação completa desta nova metodologia ficará disponível apenas na próxima gestão. Entre as principais mudanças a serem implementadas destacam-se o estabelecimento de diretrizes que orientem as ações governamentais em médio e longo prazo; a consideração dos critérios previstos na Lei Complementar Estadual 231/2020 para definição de indicadores de programas e a identificação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos programas.
Além disso, será preparado um manual técnico para orientar o processo de elaboração, monitoramento e revisão do PPA e, também, disponibilizado um processo permanente de capacitação a quem estiver envolvido na formulação e acompanhamento do documento.
PROCESSO – O trabalho para aprimoramento de metodologia do PPA foi executado pela Coordenação de Monitoramento e Avaliação (CMA/SEPL), em conjunto com a Coordenação de Planejamento Setorial (CSP/SEPL) e o Ipardes, por meio do estudo de benchmarking – análise das melhores práticas da União e nos Estados. As etapas incluíram a análise situacional do modelo atual do PPA do Paraná, a avaliação das demandas internas e externas de alterações do Plano Plurianual e, por fim, a construção do novo modelo.
O grupo de trabalho, com auxílio do Ipardes, desenhou um modelo lógico, adaptando a metodologia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O PPA será elaborado a partir de diretrizes e programas mensurados por indicadores, compostos por iniciativas, acompanhadas por meio de suas entregas à população.
Por - AEN
O Paraná alcançou mais uma marca importante na redução do tempo médio para a abertura de empresas. Em setembro de 2022, foram necessárias apenas 15 horas para a criação de um empreendimento no Estado. Esse é o menor tempo da história recente, ao lado de junho.
Em setembro de 2019, por exemplo, o empresário paranaense levava 3 dias e 19 horas para abrir uma empresa. No mesmo mês de 2020, eram 3 dias e 14 horas. Em 2021, 1 dia e 10 horas.
O resultado de setembro de 2022 o terceiro melhor do País, atrás apenas de Espírito Santo (13 horas) e Pernambuco (14 horas), com a diferença de que o Paraná processou também o terceiro maior volume de pedidos, com 4.911 registros, ficando atrás somente de São Paulo, com 22.466 registros, e Minas Gerais, com 6.419. A média brasileira está em 1 dia e 7 horas, com o movimento de 61.703 processos.
“O Paraná é um dos estados com mais pedidos de abertura de empresas de todo o País em setembro e ao longo dos últimos meses. Estarmos com esse tempo tão curto é motivo de alegria e orgulho de todo o trabalho que vem sendo realizado. Trabalhos para melhorar ainda mais esses resultados”, comemorou o presidente da Junta Comercial, Marcos Rigoni.
Do total de empresas abertas no Estado, 96% concluíram o trâmite em até 3 dias, 3% em até 5 dias, 1% em até 7 dias e nenhuma demorou mais de 7 dias. Os dados são da RedeSim, plataforma do governo federal.
O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade, de validação cadastral que os órgãos efetuam e de efetivação do registro e obtenção do CNPJ. Não são considerados os tempos de inscrições municipais ou estaduais e nem a obtenção de licenças para funcionamento do negócio.
ABERTURA DE EMPRESAS – Apenas em setembro, os empresários do Paraná abriram 22.990 empresas, número superior ao mesmo período de 2021, quando foram criados 21.017 empreendimentos. No ano foram 213.122 novas empresas, sendo 160.865 MEIs e 45.180 LTDAs.
O saldo total do ano, que leva em consideração a diferença entre essas aberturas e baixas de empresas (91.437) e representa o crescimento efetivo das atividades econômicas do Estado, está em 121.685. O Paraná tem, atualmente, 1,57 milhão de empresas ativas. Confira o relatório .
Por - AEN
A Fomento Paraná vai repetir nos meses de outubro e novembro a Caravana de Crédito Fomento Turismo.
A partir do dia 11 de outubro, equipes da instituição financeira estadual vão percorrer 24 municípios paranaenses em uma ação para divulgar linhas de crédito destinadas a apoiar empreendimentos ligados ao turismo, como pousadas, hotéis, restaurantes, bares e outras estruturas, como parques ou centros de eventos.
De acordo com o diretor-presidente da Fomento Paraná, o objetivo é contribuir com os preparativos dos empreendedores para receber visitantes no período de festas de fim de ano e temporada de férias de verão.
“Temos linhas de crédito com condições muito competitivas para ajudar a compor estoques, comprar móveis e equipamentos ou fazer pequenas reformas e melhorias nos estabelecimentos para melhor atender o turista e valorizar o potencial atrativo das cidades”, explica Neves.
Os primeiros eventos da caravana serão em Campina Grande do Sul e Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Na sequência, as equipes estarão em municípios do Litoral, da Costa Oeste paranaense, e também em cidades que possuem áreas de marinas nas represas no Norte, Norte Pioneiro e do Rio Iguaçu, além cidades de que querem fortalecer roteiros de turismo religioso ou gastronômico.
“Na maior parte dos casos o atendimento acaba sendo para donos de pequenos negócios, que são atendidos com empréstimos de microcrédito, até R$ 20 mil, para capital de giro ou pequenos investimentos”, explica o diretor de Mercado, Vinícius Rocha. “Mas a Fomento Paraná tem recursos e pode atender propostas maiores, de acordo com a necessidade e o porte de cada empreendimento”.
Para os pequenos negócios, com faturamento anual de até R$ 360 mil, as linhas de microcrédito disponibilizam taxas de juros a partir de 0,95% ao mês, pelo Banco da Mulher Paranaense, e 1,10% ao mês, pelo Banco do Empreendedor, com 36 meses para pagar.
Na linha Fomento Turismo Giro, que tem limite até R$ 500 mil, a taxa de juros é de 1,47% (vinculada à variação da Selic) ao mês para financiamentos com prazos de até 60 meses. Há também outras linhas de crédito disponíveis para investimentos fixos, como reformas e aquisição de equipamentos, que contam com repasses do BNDES e apresentam taxas a partir de 1,13% ao mês.
Em cada município a ação será sempre realizada em parceria com agentes de crédito da prefeitura ou correspondentes de entidades parceiras, em espaços compartilhados com a administração municipal e associações comerciais ou, ainda, espaços públicos centrais, com acesso fácil ao público.
Confira as datas de eventos da Caravana de Crédito Fomento Turismo
Campina Grande do Sul (11/out)
Colombo 13/out)
Morretes (13/out)
Antonina (14/out)
Sengés (18/out)
Tibagi (19/out)
Carambeí (20/out)
Sertaneja (18/out)
Ribeirão Claro (19/out)
Carlópolis (20/out)
Guaíra (25/out)
Medianeira (26/out)
Foz do Iguaçu (27/out)
Prudentópolis (25/out)
Colonia Witmarsum – Palmeira (26/out)
Lapa (27/out)
Guaratuba (03/nov)
Paranaguá (04/nov)
Matinhos (17/nov)
Sulina (22/nov)
Diamante do Norte (22/nov)
Itaguajé (23/nov)
Nova Laranjeiras (23/nov)
Alvorada do Sul (24/nov)
Por - AEN



























