O Paraná avança em ritmo forte para ser cada vez mais protagonista da economias nacional, e isso passa pela atração de empresas para geração de emprego e renda, transformando a vida de todos os paranaenses.
Na última semana de junho de 2022, foram confirmados R$ 5,3 bilhões em investimentos privados de empresas dos setores automotivo, pet e de bebidas. O montante se soma aos mais de R$ 100 bilhões já anunciados por empresas do setor industrial ao Estado nos últimos três anos e meio.
Esses investimentos, conforme explica o governador Carlos Massa Ratinho Junior, têm refletido na geração de oportunidades de trabalho no Paraná. “É a consolidação dessa geração de emprego que está tendo no Estado. Nós fechamos o ano passado com a maior geração de emprego na história, e fechamos, até maio, segundo os dados do Caged, com 75 mil empregos gerados no Paraná somente neste ano”, afirma o governador. “Um dos focos do nosso governo é trabalhar para atrair cada vez mais empresas para o nosso Estado”.
Em 2021, durante o auge da pandemia, o Paraná gerou 172 mil empregos com carteira assinada. E em 2022, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, quase 76 mil vagas foram criadas, sendo o melhor desempenho entre os estados do Sul do País e o quarto do País.
Na terça-feira (28), Ratinho Junior celebrou a consolidação do convênio firmado entre a Prefeitura de Carambeí, nos Campos Gerais, e a Ambev, multinacional do ramo de bebidas, para a construção na cidade de sua primeira unidade de garrafas sustentáveis no Estado e que deve ser a maior fábrica de vidros do segmento no País.
O investimento é de R$ 870 milhões e deverá gerar 1,5 mil empregos diretos durante a obra e cerca de 400 quando estiver em operação, prevista para 2025. As tratativas para instalação da Ambev em Carambeí começaram na missão organizada pelo Governo do Estado à Dubai, em outubro de 2021.
No setor automotivo, três grandes anúncios foram realizados na semana. A Audi do Brasil anunciou na quarta-feira (29) a retomada da produção de veículos na fábrica instalada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A produção, que foi interrompida no fim de 2020, devido ao avanço da pandemia da Covid-19, vai contar com a montagem de dois novos veículos: Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.
O investimento da empresa, que está no Brasil desde 1999, é de R$ 100 milhões. Se somados os recursos já aplicados pela empresa desde 2012, quando o Governo Federal criou um programa para incentivar a produção automotiva, já foram R$ 446 milhões investidos pela marca na última década.
O Grupo Volvo América Latina anunciou um investimento de R$ 881 milhões na sua planta na Cidade Industrial de Curitiba, na Capital. O objetivo da marca é a modernização, com foco em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços, de olho em automação e indústria 4.0. Esses recursos fazem parte de um ciclo de investimentos, que deve alcançar R$ 1,5 bilhão no Brasil no período de até 2025.
O maior volume de investimentos confirmados nesta semana também é do setor automotivo. A Renault do Brasil vai aplicar R$ 2 bilhões em sua fábrica em São José dos Pinhais, na RMC, visando a instalação de uma nova plataforma, a CMF-B, e a produção de um SUV e de um motor 1.0 turbo, anunciados em março. Os recursos somam-se a outros R$ 1,1 bilhão realizados a partir de março de 2021, na fábrica paranaense.
No setor pet, um dos setores que mais cresceu no Brasil em 2021, com alta de 27% no faturamento em 2021 ante 2020, segundo levantamento do Instituto Pet Brasil, a PremieR inaugurou nesta quinta-feira (30) a maior fábrica de pet food da América Latina, em Porto Amazonas, nos Campos Gerais. A empresa é líder no segmento de alimentos de alta qualidade para cães e gatos e investiu R$ 1,1 bilhão, além de gerar 350 empregos diretos e 700 indiretos.
Outro setor com investimento novo é o de energia. A Aker Solutions do Brasil, de São José dos Pinhais, anunciou investimento de R$ 350 milhões. A empresa trabalha em um projeto de alta tecnologia para captura de carbono.
“O cenário atual do Paraná, de paz política, ajuda nesta atração de investimentos. E esses investimentos se transformam diretamente em empregos, distribuição de renda e no desenvolvimento do nosso Estado. Como o governador sempre diz: emprego é a melhor ferramenta social que existe”, afirmou o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin. A agência atua como ponte entre governo e iniciativa privada, auxiliando no levantamento de dados, fornecimento de informações e tomada de decisões estratégicas.
Os R$ 120 bilhões destinados por empresas do setor industrial no Paraná desde o início de 2019 são três vezes superior ao que foi estipulado inicialmente para o período, de R$ 40 bilhões.
Por - AEN
A Receita Estadual encaminhou nesta semana o comunicado para autorregularização aos contribuintes ou responsáveis pelo recolhimento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), de quaisquer bens ou direitos, devido nas doações realizadas em 2017 e 2018 – e informados nas declarações do Imposto de Renda de 2018 e 2019, respectivamente.
Os contribuintes têm até 29 de julho para regularizar a pendência.
Junto ao comunicado foi encaminha uma Guia de Recolhimento do Estado do Paraná (GRPR) para pagamento durante o mês de julho, com os benefícios do Refis 2022 – redução de multa e juros para pagamentos à vista. Se precisar emitir uma nova guia de pagamento, isso deve ser feito no portal de emissão de guia de recolhimento (AQUI), informando o número da declaração e o CPF do beneficiário.
Caso o recolhimento não seja efetuado até a data do vencimento, nova guia relativa a este ITCMD pode ser emitida no Portal Receita/PR, em “emitir GRPR”, utilizando o CPF do beneficiário e o número da Declaração de ITCMD - DITCMD informado na correspondência.
Quem recebeu doação nos anos de 2017 e 2018, mas não recebeu o comunicado para Autorregularização do ITCMD, pode acessar o portal Adesão ao Novo Refis, indicando a Lei 20.946/2021 e após o CPF do beneficiário.
Por - AEN
Profissionais da Atenção Primária, Vigilância Epidemiológica, da Promoção da Saúde e do Laboratório Central do Estado (Lacen), gestores municipais da saúde e diretores de Regional de Saúde se reuniram nesta quinta-feira (30), no auditório da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em Curitiba, para traçar metas e estratégias de eliminação da hanseníase no Estado.
Esta foi a 1ª reunião do grupo para organizar a participação do Estado no Projeto Sasakawa, do Ministério da Saúde.
O principal objetivo deste projeto, conhecido internacionalmente, é capacitar profissionais da Atenção Primária à Saúde com relação ao diagnóstico, busca ativa na comunidade e de contatos de casos de hanseníase. Ele será desenvolvido nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Alagoas. No Estado dois municípios foram elencados: Piraí do Sul e Dr Ulysses.
Os municípios foram escolhidos pelo perfil epidemiológico, com pouca concentração de casos, mas que apresentam diagnóstico com a forma mais avançada da doença, grau de incapacidade física e casos em menores de 15 anos.
“Atuamos de forma efetiva hoje no Paraná, mas queremos agregar alguns componentes para a detecção precoce e avaliação e recuperação de pacientes. Com o projeto implantado, as ações podem se expandir ainda mais”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
PROJETO – O projeto é fruto de uma parceria entre o governo federal e a Sasakawa/Nippon Foundation. A fundação atua em diversas frentes relativas aos problemas da hanseníase. Sasakama é o representante da causa, nomeado como Embaixador da Boa Vontade da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a eliminação da doença. O projeto iniciou de forma remota em 2021 e terá a duração de três anos (2021-2023) no Estado.
De acordo com a coordenadora geral do Programa de Combate à Hanseníase do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro, na região Sul o número não é tão alto, mas o trabalho precisa ser feito para que não aumentem. “Os municípios escolhidos foram a critério do Estado. Os dois que fazem parte do projeto tiveram poucos casos. Como estamos começando agora aqui, um município com menos população facilita a capacidade de desenvolvimento das atividades, mas, podemos ampliar para outros municípios, inclusive, Curitiba”, ressaltou.
NÚMEROS – Apesar da diminuição do número de casos nos últimos anos no Estado, somente em 2021 foram mais de 410 novos diagnósticos. Dados parciais da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mostram que desde o início deste ano 87 pessoas foram diagnosticadas com a doença. O Brasil está em primeiro lugar no mundo em incidência de hanseníase e em segundo lugar em número absoluto de casos, atrás apenas da Índia (que tem mais de 1,3 bilhão de habitantes).
“A hanseníase é uma doença milenar. Se considerarmos que já temos tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), que é de fácil detecção, e com profissionais capacitados para os atendimentos, ainda temos um número alto e é isso que queremos interromper e detectar precocemente, evitando a transmissão”, alertou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.
AÇÕES – A Sesa tem o Plano Estratégico de Controle da Hanseníase no Paraná, o qual prevê ações integradas entre Vigilância e Atenção à Saúde que, apoiadas pela assistência farmacêutica e laboratorial e promoção da saúde, coordenam as estratégias para o controle da hanseníase no Paraná.
Por - AEN
O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, fechou junho com estimativa de pequena redução na produção de milho da segunda safra 2021/22, o que contribui para baixar, nos mesmos patamares, a previsão da safra paranaense.
A projeção agora é que serão produzidos pouco mais de 36,2 milhões de toneladas contra 36,8 milhões de toneladas previstas em maio. Ainda assim, se trata de uma safra recorde. A área de plantio é de quase 10,9 milhões de hectares.
O chefe do Departamento de Economia Rural, Marcelo Garrido, destacou os bons crescimentos projetados para alguns produtos, em relação à safra anterior, particularmente as culturas de milho e de feijão. “É importante observar que, apesar dos problemas enfrentados pelo agricultor, sobretudo os climáticos, a persistência e a vontade de semear a terra venceram e novamente vislumbramos recordes em alguns produtos”, afirmou.
A Previsão Subjetiva de Safra (PSS),apresentada nesta quinta-feira (30) pelos técnicos do órgão, aponta que a produção de milho nesta segunda safra deve ficar em torno de 15,4 milhões de toneladas. É uma redução de 700 mil toneladas em relação à projeção inicial de 16,1 milhões de toneladas. Mas será 170% superior ao colhido na safra anterior, muito afetada pelas condições climáticas adversas, e que ficou em 5,7 milhões de toneladas.
“A estimativa desse ajuste na produção em relação a maio está também ligada a fatores climáticos pontuais e a doenças na lavoura, especialmente a cigarrinha”, afirmou o analista de milho no Deral, Edmar Gervásio. Segundo ele, foram plantados 2,7 milhões de hectares neste ciclo no Paraná, o que representa 8% a mais que na segunda safra anterior, e a colheita está apenas começando, com 6% de área efetivada. “De modo geral, é ótima safra, com recuperação de estoques, que estavam afetados pelos problemas dos ciclos anteriores, e um alento para regiões que consomem mais milho.”
FEIJÃO – O feijão de segunda safra paranaense deve ter a colheita encerrada nos próximos dias. A tendência é que se confirme o aumento expressivo de 95% na produção, em comparação com a segunda safra do período 2020/21, chegando a 557 mil toneladas. De acordo com o analista do produto no Deral, economista Methodio Groxko, a melhora nas condições climáticas durante esta semana possibilitaram a intensificação no trabalho de colheita, que atingiu 96% da área de 318 mil hectares.
Segundo Groxko, a qualidade do produto também é boa, com pouca influência do período chuvoso no que está colhido. “Teremos uma safra recorde e o Paraná deve ser responsável por cerca de 40% da segunda safra nacional”, disse. “O mercado está abastecido, a comercialização está lenta e os preços recebidos pelos produtores estão diminuindo.”
Entre os dias 20 e 24 de junho, o produtor recebeu, em média, R$ 330,00 pela saca de 60 quilos do feijão de cor, o que representa queda de 6% em relação à semana anterior. O feijão-preto também teve o mesmo percentual de queda, se estabelecendo em R$ 192,00.
CAFÉ – A colheita do café no Paraná atingiu 40% da área produtiva estimada em 27 mil hectares. “Está em ritmo razoável, dentro da média histórica para o final de junho”, disse o economista Paulo Sergio Franzini, analista de café no Deral. Segundo ele, as geadas devem provocar quebra significativa de 30% a 40% na produção, mas neste momento ainda não é possível uma análise mais apurada.
A colheita, que é na maior parte manual e usa bastante mão de obra, está mais cara este ano, em razão da menor produção e pela necessidade de ser mais cuidadosa para que não fiquem grãos no pé ou no chão, o que ajuda a evitar a broca, uma das principais pragas da cultura, para o próximo ano. No entanto, os preços estão estabilizados, em média acima de R$ 1,1 mil a saca. “É um preço que remunera a atividade, mesmo com o aumento do custo de produção”, ponderou Franzini.
TRIGO – A PSS de junho mantém a expectativa de que sejam plantados em torno de 1,17 milhão de hectares de trigo no Estado, com previsão de se colher 3,9 milhões de toneladas. Se for confirmada, a produção será 20% superior à da safra anterior, ainda que a área plantada seja 5% inferior. A colheita já teve início mais ao Sul do Estado, mas ainda representa menos de 0,1% da área total.
“No geral, a safra ainda deve demorar a ganhar volume, pois não há áreas significativas em enchimento de grãos ou maturação”, disse o agrônomo Carlos Hugo Godinho, analista da cultura no Deral. Segundo ele, as lavouras mais adiantadas estão em floração, representando 7% do total. “Essas áreas estão mais no Norte do Estado, onde não há previsão de geadas para os próximos dias”, ponderou.
CEVADA E MANDIOCA – Uma das culturas de inverno no Paraná, a cevada está em fase final de plantio. Com o tempo mais firme nos últimos dias, os produtores apressaram o plantio e ao menos 90% da área total de 76 mil hectares já está semeada. A expectativa é produzir pouco mais de 353 mil toneladas, o que representa aumento de 19% em relação ao período anterior. “Cerca de 30% da produção estimada já está comercializada, devido aos fomentos das cooperativas para a produção de malte”, disse o agrônomo Rogério Nogueira, analista do Deral.
A cultura da mandioca perdeu 3% da área em relação à safra passada e está com 130 mil hectares plantados agora, com previsão de produção de 2,9 milhões de toneladas. Com menos chuvas nas últimas semanas, a colheita avançou e 50% da produção já foi retirada do campo. No caso do preço médio recebido pelos produtores para entrega à indústria, o aumento observado neste mês é 75% superior ao que se recebia no ano passado. De R$ 467,00 passou à média de R$ 815.
BOLETIM SEMANAL – Nesta quinta-feira, o Deral também divulgou o Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 24 a 30 de junho. Além de discorrer sobre as principais culturas a campo nesta safra, ele analisa os preços da pecuária de corte, tanto para o produtor quanto no varejo. O documento também registra dados da Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos (POG), do IBGE, que chegou a 977,20 milhões de dúzias no período.
Com base nos números da Secretaria de Comércio de Relações Internacionais, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o documento mostra que o setor de carnes, depois do complexo soja, se mostrou o mais representativo nas exportações do agronegócio brasileiro nos cinco primeiros meses deste ano. Esses mesmos dados apontam que o Paraná exportou 2,5 mil toneladas de pescados entre janeiro e maio. No ano passado todo, a exportação desse produto atingiu 2,2 mil toneladas.
Por - AEN
As disputas da primeira etapa da fase regional da 64º edição dos Jogos Abertos do Paraná (JAPS) será entre os dias 8 e 10 de julho. São seis modalidades serão disputadas: vôlei, handebol, bolão, bocha, futsal e basquete.
O JAPS fomenta o esporte em todo o Estado com a participação de 264 municípios com 806 equipes e 12.200 participantes. Os jogos acontecerão em 12 municípios-sede: Guaratuba, Prudentópolis, Cornélio Procópio, Arapongas, Terra Rica, Umuarama, Ivatuba, Planalto, Palmas, Laranjeiras do Sul, Toledo, Borrazópolis.
A programação completa dos jogos está no site oficial.
A segunda fase da regional será entre os dias 22 e 24 de julho nas mesmas cidades. A fase macrorregional acontece em setembro entre os dias 2 e 4 nos municípios de Irati, Jandaia do Sul, Floraí e Marechal Cândido Rondon, e as finais acontecem em novembro em dois fins de semana, nos dias 4, 5, 6 e 25, 26, 27 na cidade de Apucarana. O atletismo acontece nos dias 21, 22 e 23 de outubro na cidade de Cascavel.
Para o diretor de esportes da Superintendência Geral do Esporte, Cristiano d'El Rei, esse evento tem grande aceitação da comunidade esportiva. “Com esse processo de retomada do esporte a gente espera avançar ainda mais no ano de 2022 com toda programação de eventos que temos ainda estabelecidas a partir do mês de agosto”, declara.
Os Jogos Abertos do Paraná são promovidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação e do Esporte, com o apoio dos municípios-sede.
Por - AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) vai reforçar o atendimento nos Institutos de Identificação do Estado com a contratação de 40 funcionários terceirizados. A previsão é que eles comecem a atuar em até 30 dias.
Os novos funcionários ocuparão cargos de assistente administrativo e serão distribuídos entre unidades do IIPR de 13 municípios: Curitiba, Paranaguá, Ponta Grossa, União da Vitória, Apucarana, Londrina, Campo Mourão, Maringá, Umuarama, Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Toledo. O contrato inicial é de um ano.
Entre as atividades a serem desempenhadas estão recepção e atendimento não policial ao público, serviços de protocolo, classificação, registro, conferência e digitação de planilhas e relatórios, atualização de cadastros e sistemas, levantamento patrimonial, organização de almoxarifado, solicitação mensal de materiais de consumo para a unidade policial e controle da validade dos extintores de incêndio.
O efetivo da PCPR ainda ganhará o reforço de novos 50 papiloscopistas para compor o quadro de servidores. Esses novos profissionais fizeram o concurso em 2020 e foram convocados pelo Governo na segunda-feira (27). O planejamento é que ainda neste ano eles estejam atuando nas delegacias de polícia de todo o Estado.
Por - AEN










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