O Paraná reafirmou o compromisso com o uso de Sistemas e Práticas do ABC+, programa que propõe novas estratégias com o objetivo de reduzir emissões de 1,1 bilhão de toneladas de carbono equivalente até 2030.
O posicionamento foi apresentado na 1ª Reunião Nacional do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (ABC+), realizada em maio no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília, com a presença dos coordenadores dos Grupos Gestores Estaduais (CGE) das 27 unidades federativas.
O Estado está reestruturando o Grupo Gestor Estadual do ABC+, que tem coordenação da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Dele participam outras 15 instituições, que indicaram 30 profissionais para estudar e estabelecer novas metas de mitigação, além de definir estratégias de ação para que o programa seja cumprido.
“Muitos dos sistemas e práticas preconizadas pelo programa já estão consolidadas há décadas no Estado”, disse Breno Menezes de Campos, chefe do Departamento de Florestas Plantadas (Deflop), da Seab, e coordenador do Grupo Gestor Estadual do ABC+.
O Plano ABC tornou-se uma referência para as políticas públicas promotoras de sustentabilidade no setor agropecuário, especialmente num período em que temas ambientais estão entre as principais preocupações mundiais.
“A estratégia de ação do Plano ABC levou à implementação de iniciativas que têm por objetivo garantir fundamentais ganhos econômicos aos produtores brasileiros, mas de forma intrinsecamente alinhada com o estabelecimento de sistemas de produção que permitam aumentar sua resiliência, garantindo capacidade de adaptação frente aos impactos externos e que controlam também as emissões de gases de efeito estufa associados ao setor”, reforçou Breno Campos.
NOVOS SISTEMAS – O primeiro programa brasileiro previa recuperação de áreas degradadas, plantio direto, integração lavoura e pecuária, posteriormente acrescido de florestas; tratamento de dejetos (suínos) e florestas plantadas. No Programa ABC+, estabelecido para o decênio 2020-2030, foram acrescentados três novos sistemas e práticas: sistema plantio direto hortaliças, sistemas irrigados e terminação intensiva na pecuária de corte.
Também ampliou-se o escopo de outras três práticas já existentes: recuperação de pastagens degradadas; bioinsumos, que inclui fixação biológica de nitrogênio e microrganismos promotores do crescimento de plantas; e manejo de resíduos da produção animal, que considera outros excedentes, além de dejetos animais, e estimula o uso de subprodutos obtidos, como bioenergia e biofertilizante.
PARCEIRA – Segundo o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o setor agropecuário tem contribuído de forma positiva nesse esforço. “A agricultura paranaense sempre foi parceira do governo federal e, mais uma vez, está unida para impedir a emissão de 1,1 bilhão de toneladas de carbono equivalente até 2030, de acordo com a meta estabelecida”, enfatizou.
“Já avançamos bastante, mas continuaremos desenvolvendo nossas atividades com base em critérios de sustentabilidade social, ambiental e econômica, garantindo que a família rural se mantenha como protagonista das ações”, arrematou.
Por - AEN
A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) abriu nesta segunda-feira (23) Consulta Pública destinada a obter sugestões, críticas e demais manifestações para disciplinar a gestão e recolhimento da chamada Taxa de Regulação (TR).
Recolhida das concessionárias dos serviços regulados pela Agepar – como Compagas, Sanepar, empresas de ônibus intermunicipais, pedágio e transporte por ferry boat – a TR assegura investimento na regulação e, por conseguinte, a melhor qualidade nos serviços e garantia dos contratos de concessão. A Consulta Pública fica aberta até o dia 22 de junho de 2022 e pode ser acessada através deste link ou pelo menu do site da Agepar, na opção “Participação Social”.
A regulamentação desenvolvida a partir da Consulta Pública tem o objetivo de atender a Lei Complementar Estadual nº 243 – de 17 de dezembro de 2021 – que alterou a legislação de regência institucional da Agepar, notadamente no regramento da TR.
As contribuições podem ser enviadas no formato de simples comentários ou propostas, referências e modelos para as diretrizes regulatórias de cada item disposto no link da Consulta, descrevendo seus pontos positivos e negativos.
As manifestações deverão indicar, com clareza, seu teor e respectiva justificativa, o nome do proponente, e-mail, endereço, telefone, além de eventuais informações sobre entidades, empresas, associações ou órgãos públicos que represente.
Qualquer pessoa, independentemente de formação acadêmica ou exercício profissional, bem como empresas e entidades públicas, podem participar dessa tomada de subsídios, submetendo à Agepar suas contribuições.
Contudo, não serão apreciadas contribuições anônimas, conforme vedação constitucional ao anonimato, prescrito no art. 5º, inc. IV, da Constituição Federal.
As contribuições recebidas serão analisadas em conjunto e não serão objeto de resposta individualizada. Serão analisadas somente as contribuições recebidas entre os dias 23 de maio a 22 de junho de 2022.
As contribuições poderão ser digitadas diretamente no respectivo campo constante no formulário da página de consulta, ou registradas por meio de upload de arquivo próprio (formatos .doc, .docx, .xls, .xlsx, .txt, .pdf ou .zip), com tamanho máximo de 2 MB por arquivo.
Por - AEN
O calendário para pagamento parcelado do IPVA 2022 chega ao fim. Os proprietários de veículos de placas com finais 9 e zero devem pagar a quinta e última parcela do imposto até esta segunda-feira (23). Para emitir a guia basta acessar o portal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa).
É possível quitar o débito via PIX pelos canais eletrônicos de qualquer instituição bancária ou mesmo por meio de aplicativos. A alíquota do tributo é de 3,5% ou 1% do valor do veículo, dependendo do tipo. É preciso ter em mãos o número do Renavam, que consta no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV). O pagamento do imposto é requisito obrigatório para emissão do certificado pelo Detran/PR.
O contribuinte que deixar de recolher IPVA fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 30 dias, o percentual da multa é fixado em 10% do valor do imposto.
A inadimplência do IPVA impossibilita também obter o licenciamento. Após o vencimento, que é definido pelo Detran/PR, o veículo estará em situação irregular perante a legislação de trânsito e o proprietário poderá sofrer sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), inclusive com a apreensão do veículo.
CARTÃO DE CRÉDITO – Em caso de atraso, os contribuintes podem parcelar o imposto atrasado de 2022 em até 12 vezes pelo cartão de crédito – vale para falta completa do pagamento ou de alguma parcela já vencida.
Confira o calendário de vencimento do parcelamento do IPVA 2022:
Finais de placa 1 e 2 – 17/05 (vencido)
Finais de placa 3 e 4 – 18/05 (vencido)
Finais de placa 5 e 6 – 19/05 (vencido)
Finais de placa 7 e 8 – 20/05 (vencido)
Finais de placa 9 e 0 – 23/05
Por - AEN
A semana começa com a oferta de 11.150 vagas de emprego com carteira assinada nos postos avançados e nas Agências do Trabalhador do Paraná. A maior parte das oportunidades é para auxiliar na linha de produção, com 2.715 vagas em todo o Estado.
A Região Metropolitana de Curitiba conta com 1.859 vagas abertas. Entre elas, para operador de telemarketing ativo e receptivo, com 402 oportunidades, auxiliar de cozinha, com 102, e auxiliar na linha de produção, com 80 vagas.
No Interior, são destaques em disponibilidade de vagas as regionais de Toledo (1.699), Cascavel (1.291), e Umuarama (1.069). Na região de Toledo as vagas mais ofertadas são para auxiliar de linha de produção (319), safrista (89) e pedreiro (73).
Em Cascavel, a maior quantidade é também para auxiliar na linha de produção (475). Em Umuarama, assim como em Toledo e Cascavel, auxiliar na linha de produção é a que tem maior oferta, com 588 vagas, seguida de costureiro para máquina na confecção em série (52), e alimentador na linha de produção (50).
Repositor de caixa, vendedor pracista, operador de máquinas fixas em geral, alimentador de linha de produção, cozinheiro, ascensorista e professor de ciclos são outras vagas em destaques que estão disponibilizadas aos profissionais na maioria das Agências do Trabalhador do Estado.
ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas disponíveis esta semana, devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é para que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito no site da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.
Confira as principais vagas disponíveis.
Por - AEN
Foi lançada nesta semana, em Foz do Iguaçu, a Rede Fitossanidade Tropical (RFT), proposta de âmbito nacional que propõe otimizar cadeias de colaboração já existentes entre centros de pesquisa públicos e privados para desenvolver estudos sobre pragas, doenças e plantas daninhas nas culturas de soja, milho, algodão, feijão e trigo.
A ideia é consolidar 20 anos de experiências em pesquisas colaborativas. A RFT surge para fortalecer a integração entre projetos, pesquisadores e especialidades, possibilitar a abertura e aceleração de frentes inovadoras de investigação científica, aprimorar a comunicação com os diversos setores do agro e, principalmente, reduzir a dispersão de esforços.
O propósito é contribuir para o sucesso de agricultores e empresas do agronegócio na superação de problemas fitossanitários e oferecer ferramentas para decisões que promovam o aumento de produtividade e a sustentabilidade das lavouras.
“A RFT é o amadurecimento de diversas iniciativas espalhadas pelo Brasil”, avalia Adriano de Paiva Custódio, pesquisador do IDR-Paraná, que fará parte do projeto. “Como são trabalhos de características semelhantes, o objetivo é fortalecer as cooperações já existentes e formar uma base para a criação de futuras redes de parcerias”.
Com atuação na área de fitopatologia, entomologia e herbologia, a RFT reúne 34 centros públicos e privados de pesquisa e diversos apoiadores do setor produtivo, fomento e indústria. Mais informações sobre a RFT podem ser obtidas AQUI.
HISTÓRICO – A rede vai unir diversas pesquisas em andamento. A primeira iniciativa desse tipo de colaboração ocorreu em 2003, quando, na XXV Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, foi criada uma rede de cooperação para avaliar fungicidas no controle da ferrugem-asiática. Mais tarde (2008), esse trabalho se estendeu para o combate ao mofo-branco, inclusive com avaliação de bioinsumos (2011).
Proposta semelhante foi iniciada em 2013 para estudar a eficiência de inseticidas no combate ao percevejo-marrom e, em 2017, com foco na mosca-branca, pragas de difícil controle no cultivo da oleaginosa.
Na cultura do feijão, em 2008, foi estabelecida uma rede para pesquisar resistência genética a doenças como a antracnose, iniciativa da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e outras cinco entidades parceiras.
Capitaneada pela Embrapa Trigo, em 2010 foi criada uma rede de pesquisas para avaliar eficiência de fungicidas no tratamento de doenças que atingem o cereal de inverno. Sete anos depois, outra iniciativa começava, desta vez para investigar a resistência genética de cultivares à brusone em espigas.
Em 2017 foi estabelecida uma cooperação para avaliação de fungicidas em algodão, iniciativa da Embrapa Algodão, e em milho segunda safra, esta última liderada pelo IDR-Paraná juntamente com a Embrapa Milho e Sorgo.
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, lança a segunda etapa do programa Recomeça Paraná, que vai ofertar 4.500 vagas para aperfeiçoar as habilidades empreendedoras de indivíduos em situação de vulnerabilidade social, a fim de promover a melhoria da renda familiar. É executado em parceria com as prefeituras e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PR).
Os interessados devem se inscrever nas 216 Agências do Trabalhador ou postos avançados da Rede Sine Paraná espalhados pelo Estado. “Esse é um programa muito interessante que, além de ofertar uma oportunidade de crescimento econômico para as pessoas, é também uma fonte de renda, já que ao final das aulas o aluno recebe R$ 900 para iniciar seu projeto”, ressaltou Rogério Carboni, secretário da Justiça, Família e Trabalho.
Uma das marcas do Recomeça Paraná são as histórias de vidas mudadas a partir do curso. Maiara Rosa Batista, 28 anos, moradora do município de Marilena, no Noroeste, está realizando os módulos, mas consegue ver no seu dia a dia a diferença que faz o conhecimento adquirido.
“Já no primeiro módulo eu aprendi muito sobre a abertura da minha empresa. Não apenas as necessidades da lei, mas também como administrar, como escolher o nome da empresa, redes sociais, como expor meus produtos e tantos outros. Estou muito feliz, animada e cheia de expectativas para as próximas etapas”, contou.
Maiara estava desempregada e viu na produção de bolos, doces e chocolates a oportunidade de obter sua renda. Assim que descobriu o Recomeça Paraná, fez sua inscrição. De acordo com ela, com o recurso que receberá ao final do curso investirá na compra de matérias-primas e embalagens.
Assim como Maiara, Júlio César Pedroso, de 38 anos, do município de Guaíra (Oeste), elogiou a qualidade das aulas ministradas. Ele concluiu todos os módulos em 2021 e levou como principal lição as melhores formas de abordar os clientes. Atualmente, se considera um empreendedor autônomo e trabalha com panfletagem.
“Eu aprendi a administrar meu tempo e minhas atividades, e assim consigo estar presente em todas as etapas do trabalho, desde a criação do panfleto, escolha do melhor material, além de mapear os melhores locais de distribuição”, relatou. Os R$ 900,00 recebidos também foram investidos no próprio negócio.
Como se inscrever na 2ª Etapa Recomeça Paraná?
Indo até uma das 216 Agências do Trabalhador ou Postos Avançados da Rede Sine
Quais os pré-requisitos para ingressar no Recomeça Paraná?
Ser residente e domiciliado no Paraná.
Ser membro de família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com cadastro atualizado nos últimos 24 meses.
Ser membro de família em situação de vulnerabilidade social, conforme Índice de
Vulnerabilidade das Famílias do Paraná (IVFPR).
Ter renda familiar mensal per capita, declarada no CadÚnico, de até meio salário
mínimo nacional.
Ter 18 anos completos.
Possuir perfil empreendedor.
Quais documentos necessários?
Carteira de Identidade/Registro Geral (RG).
Cadastro de Pessoa Física (CPF).
Comprovante de residência e domicílio no Paraná.
Folha-resumo do CadÚnico devidamente atualizada nos últimos 24 meses.
Comprovante de conta-corrente ativa no Banco do Brasil em sua titularidade para recebimento do incentivo financeiro.
Por - AEN








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