O volume produzido pelos agricultores paranaenses na safra de grãos 2021/2022 pode somar 36,86 milhões de toneladas em uma área de 10,9 milhões de hectares, segundo relatório mensal divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
Se confirmado, o volume representa um aumento de 10% em relação à safra 2020/2021, que foi bastante afetada pelo clima.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destaca que, em que pese os problemas climáticos, como frio, granizo e seca em alguns locais, o Paraná mantém a estimativa de uma boa safra de milho safrinha, estimada em 16 milhões de toneladas. “Essa produção é importante para estabelecer um bom nível de oferta no Brasil, equilibrar os preços e também exportar”, diz.
Com relação à soja, o ciclo foi concluído com 12 milhões de toneladas, quebra de 43% em relação à estimativa inicial.
O relatório deste mês ainda não mostra impactos significativos das geadas das últimas semanas nas lavouras, apenas problemas pontuais em regiões mais frias do Estado que cultivam feijão e milho, explica o chefe do Deral, Marcelo Garrido. “Num primeiro momento, não temos reflexos generalizados. Só será possível avaliar a situação com mais exatidão no momento da colheita”, aponta.
MILHO SEGUNDA SAFRA – O relatório do Deral indica aumento de 9% na área plantada de milho na comparação com a safra anterior, somando 2,7 milhões de hectares. Essa área deve gerar produção de 16 milhões de toneladas – 180% maior comparativamente ao ciclo 20/21, que havia sido prejudicado pelas condições climáticas.
O Norte do Paraná é a região que mais plantou milho nesta segunda safra, segundo o analista do Deral, Edmar Gervásio. Foram 981 mil hectares, representando 36% do total. Já a região Oeste tem 817 mil hectares (30%). As condições de lavoura apresentam-se boas para 84% da área, 14% têm condição mediana e apenas 2% estão ruins. Em relação às fases das lavouras, 14% estão na final, 59% em frutificação e 27% divididos nas demais fases.
Os preços sofreram uma redução de 10% comparativamente ao ano passado. Na última semana, os produtores paranaenses receberam, em média, R$ 82,69 pela saca de 60 kg. Gervásio explica que esse cenário refletiu no abastecimento e inclusive nos preços da carne suína no varejo no primeiro quadrimestre deste ano, que também reduziram. “Provavelmente isso se deve ao custo menor do milho para o produtor, já que o grão é elemento fundamental na cadeia de proteínas animais”, destaca.
FEIJÃO SEGUNDA SAFRA – As condições climáticas da última semana estão favorecendo a colheita de feijão, que atingiu 39% da área nesta semana. O restante deverá se prolongar durante a primeira quinzena de junho, segundo o economista Methodio Groxko.
O Paraná cultivou nesta safra uma área de 303 mil hectares, 11% superior à de 2021, quando foram cultivados 272,3 mil hectares. A colheita está mais adiantada nos núcleos regionais de Guarapuava, que tem 38% da área colhida; Irati (60%); Pato Branco (50%) e Ponta Grossa (60%).
Na segunda safra, ao contrário de outros anos, os produtores paranaenses apostaram mais no feijão tipo preto. Assim, a menor oferta de feijão tipo cores provocou aumento nos preços recebidos pelos produtores nos últimos 15 dias. Já o feijão-preto sofreu uma considerável queda e chegou ao patamar mais baixo no mesmo período.
Na última semana, o produtor recebeu, em média, R$ 410,00/sc de 60 kg pelo feijão-carioca, aumento de 22% frente ao período anterior, e R$ 208,00/sc de 60 kg pelo feijão tipo preto, com aumento de 1% comparativamente à semana passada. “Com o avanço da colheita e o aumento da oferta de ambos os tipos, os agentes de comercialização observam que o consumidor final começa a migrar para o feijão-preto. Essa pequena alteração no consumo já freou a subida do feijão-carioca e, ao mesmo tempo, estagnou a redução dos preços do feijão-preto”, explica Groxko.
Espera-se a produção de 601,9 mil toneladas de feijão no Paraná, 110% mais do que no ano passado, quando o Estado teve uma safra prejudicada pela seca e as geadas, quando foram colhidas 286 mil toneladas.
TRIGO – Aproximadamente 53% da área de trigo no Paraná está semeada. Grande parte dos municípios do Norte do Estado concluíram o plantio, confirmando uma redução média de área de praticamente 10% na região, em função da concorrência com o milho. A região Oeste também está com a semeadura avançada e vivenciou situação semelhante, com uma retração de área ainda mais expressiva, superior a 20%.
“A partir de agora, os trabalhos devem se intensificar nas regiões mais frias, Sul e Sudoeste, onde a frequência das geadas inibe a presença de uma segunda safra de milho e, consequentemente, o trigo deve ter um aumento superior a 5% na área a ser plantada”, explica o agrônomo do Deral Carlos Hugo Godinho. Segundo ele, essa expectativa de incremento não é suficiente para compensar as retrações observadas em outras regiões, e a área tritícola paranaense deve recuar 4% com relação à safra passada, de 1,22 milhão para 1,17 milhão de hectares.
De acordo com o agrônomo, em função das lavouras não terem atingido as fases reprodutivas, as geadas da semana anterior não foram prejudiciais. Assim, a expectativa de produção permanece em 3,9 milhões de toneladas, volume 21% superior ao obtido em 2021, quando a seca prejudicou as lavouras e foram colhidas 3,2 milhões de toneladas.
Os triticultores paranaenses receberam, em média, R$ 100,00 pela saca de 60 kg na última semana, valor 18% superior ao que recebiam no ano passado. Com preços em patamares altos e chuvas nos momentos ideais para o desenvolvimento do cereal, os produtores têm expectativa de uma safra positiva, ainda que a alta nos custos de produção – especialmente nos fertilizantes – possa gerar preocupação.
MANDIOCA – Os números do Deral indicam redução na oferta de mandioca no Paraná. Para esta safra, a expectativa é de que sejam produzidos 2,87 milhões de toneladas em uma área de 130 mil hectares. O volume é 6% menor do que na safra 20/21, enquanto a área é 3% menor. As regiões de Paranavaí e Umuarama, principais produtoras, representam, juntas, 65% da produção estadual.
Já os preços estão aquecidos. Os produtores estão recebendo, em média, R$ 751,00 pela tonelada de mandioca posta na indústria, um aumento de 60% comparativamente ao mesmo período do ano passado, quando recebiam R$ 469,00. Esse valor é satisfatório para os agricultores, embora o custo de produção tenha subido significativamente. A qualidade do produto também apresentou melhora, segundo o economista Methodio Groxko.
CEVADA – A produção estimada de cevada no Paraná é de 345,8 mil toneladas, 17% superior à última safra, se as condições climáticas colaborarem. A área total cultivada no Estado é de 74, 3 mil hectares. O núcleo regional de Guarapuava, que ganhava mais área plantada nos últimos anos, apresentou uma redução de 3% nesta safra, possivelmente devido ao cultivo de trigo. O plantio deve iniciar na primeira quinzena de julho, segundo o agrônomo do Deral Rogério Nogueira.
No núcleo regional de Ponta Grossa, estima-se um aumento de 10% na área plantada em relação ao ciclo anterior, de 20 mil para 22 mil hectares. Nessa região, 5% da área já está plantada.
CAFÉ – A safra brasileira de café está estimada hoje em 53 milhões de sacas, segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgadas na semana passada. São quase 10 milhões de sacas a menos do que o colhido em 2020, último ano de bienalidade positiva. Esse resultado já era esperado, devido à seca e às geadas que afetaram o início do ciclo.
No Paraná, o Deral aponta quebra acentuada, especialmente em razão das geadas ocorridas no ano passado. A colheita chegou a 13% da área, índice considerado adequado para o momento e adiantado com relação a 2021, ano com atraso significativo. “As incertezas com relação ao clima continuam. Temos baixas temperaturas antecipadas e o vento frio afetou os grãos em alguns pontos do Estado, embora não haja registros de danos na safra como um todo”, explica o economista Paulo Franzini.
Estima-se a produção de 33,4 mil toneladas de café – 35% a menos do que na safra anterior, em uma área de 27 mil hectares, que é 15% menor. De acordo com o economista, a safra tem perspectivas positivas de preço. Na última semana, eles receberam aproximadamente R$ 1.160, 00 pela saca de 60 kg.
BOLETIM – Além dos produtos já tratados na estimativa de safra mensal, o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária traz informações sobre a redução no preço do tomate. Com metade da segunda safra colhida, a tendência é que continue recuando. Também há dados sobre a exportação de carne de frango no primeiro quadrimestre do ano tanto em relação ao Brasil quanto do Paraná.
O documento registra ainda a queda no preço da arroba bovina. O período de entressafra na pastagem, que se soma ao alto custo da suplementação, faz com que o produtor entregue os animais ao mercado. Com mais oferta, o preço reduz.
Por - AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) ministrou uma palestra para mais de 600 alunos sobre crimes em ambientes virtuais nesta semana em um colégio de Curitiba. Durante o evento, o delegado Emmanoel David conversou com os alunos sobre o tema, um dos dilemas desse século.
O público-alvo da palestra era composto por adolescentes com idades entre 14 e 18 anos. A interação visa a aproximação entre a PCPR e os adolescentes, além de conscientizar e prevenir contra esses crimes. São exemplos bullying, chantagem, calúnia, assédio, intimidação, extorsão, plágios, pornografia infantil, terrorismo e discriminação, além da ação de hackers e grupos que furtam dados.
Para David, ações como esta são importantes para trazer informação e conseguir a integração com a comunidade. “A aproximação da polícia com o público mais jovem é muito importante, pois com o conteúdo apresentado eles podem transmitir o conhecimento aos familiares e vizinhos, mostrando como nós trabalhamos”, completa.
Durante a palestra, ainda foi pontuado para os adolescentes quais os principais golpes aplicados durante o período de pandemia, trazendo dicas de prevenção. Além disso, foi apresentado como funciona o dia a dia da polícia judiciária.
A diretora da instituição, Jaqueline Rossato, afirma que a atuação da PCPR na palestra foi válida, pois os adolescentes estão constantemente ligados nas redes sociais. “Eles precisam saber qual a responsabilidade quando utilizam estes meios de comunicação, assim como ficarem prevenidos e também poderem orientar os pais e responsáveis”, afirma.
Por - AEN
Faltam apenas 100,6 metros para a Ponte da Integração Brasil-Paraguai conectar as duas margens. É a segunda estrutura que liga Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, ao país vizinho.
Nesta quinta-feira (26), o governador Carlos Massa Ratinho Junior vistoriou a obra, que chega ao final de maio com 84% de execução. O projeto é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado, o governo federal e a Itaipu Binacional e é executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).
Além da nova ponte, também está sendo construída uma via perimetral no lado brasileiro. A obra inclui uma ligação entre a Rodovia das Cataratas e a BR-277 pela Perimetral Leste, por onde trafegarão os veículos pesados que circulam entre Brasil e Argentina. O investimento no complexo é de R$ 323 milhões, com recursos da Itaipu. Até a etapa atual, foram destinados R$ 200 milhões à obra.
Com a obra concluída, todo o transporte de cargas entre os dois países será feito pela nova passagem, tirando o trânsito pesado da Ponte da Amizade e liberando o local para atender somente turistas e passageiros. “Esta obra vai transformar a logística entre o Brasil e o Paraguai a partir de Foz do Iguaçu. A Ponte da Amizade, construída há mais de 50 anos, já não comporta mais o tráfego de carros e caminhões que circula diariamente”, afirmou o governador.
Ratinho Junior esteve em uma das torres que formam a base da ponte, que tem cerca de 120 metros de altura. “É umas das maiores e mais fascinantes obras do Brasil, a ponte com maior vão-livre da América Latina, uma grande façanha da engenharia”, disse. “Há mais de 40 anos se falava desta obra, que o nosso governo tirou do papel, em parceria com o governo federal, através da Itaipu”.
O secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti, enfatizou que a ponte internacional ,aguardada há muitos anos, vai retirar do Centro de Foz do Iguaçu o tráfego pesado. “É um projeto muito significativo para a cidade e para o Paraná. Estamos trabalhando para entregar ainda neste ano a ponte e a perimetral, que liga até a BR-469”, disse.
INTEGRAÇÃO – A segunda ponte está sendo construída sobre o rio Paraná, no bairro Porto Meira, próximo à Tríplice Fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina. No lado paraguaio, a obra vai alcançar o município de Presidente Franco, vizinho de Cidade de Leste, onde está a Ponte Internacional da Amizade.
“A nova ponte tem uma grande importância para a logística de Foz do Iguaçu e para a integração com o Paraguai. Vamos fazer desse local um grande corredor de cargas para o Mercosul, que no futuro também vai se vincular à Ferroeste. Todo esse setor vai se transformar em um ponto estratégico para o transporte de cargas”, afirmou o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro.
A ponte do tipo estaiada, com duas torres de sustentação de 120 metros de altura, terá 760 metros de comprimento e um vão-livre de 470 metros – o maior da América Latina. Serão duas pistas simples com 3,6 metros de largura, acostamento de três metros e calçada de 1,7 metro nas laterais.
BOLETIM – O andamento da Ponte da Integração é detalhado mensalmente em informativo digital, disponível no portal do DER/PR e também enviado por e-mail para quem se inscrever nesta página (https://www.der.pr.gov.br/inscrever). O informativo traz também as atividades desempenhadas pela gestão ambiental da obra.
Em maio, continuam a execução das pré-moldagens das aduelas do canteiro de obras brasileiro, com o trabalho nas unidades 6.15, 6.16, 6.17, 6.18 e na Aduela de Fechamento, que fará a união do Vão Central da ponte entre o Brasil e o Paraguai. As aduelas são as estruturas metálicas da ponte, que serão instaladas em 18 segmentos. Elas dão sustentação à pista de rolamento de concreto, chamada de tabuleiro.
Também está sendo feito o posicionamento das lajes pré-moldadas sobre a Aduela Metálica 6.14, já no vão-livre da ponte; a concretagem de interligação sobre a unidade metálica, e o tensionamento do 14º par de estais — os cabos de sustentação das estruturas — em direção ao rio. Deve ocorrer ainda neste mês o lançamento da Aduela Metálica 6.15 no vão central da ponte para o processo de solda.
Na margem paraguaia, está em andamento a pré-montagem das Aduelas Metálicas 5.13, 5.14, 5.15 e 5.16. No Vão Central do tabuleiro continuam sendo executadas as armaduras dos guarda-rodas e bases do futuro guarda-corpo. Deve ocorrer, também neste mês, o lançamento das lajes pré-moldadas sobre a Aduela Metálica 5.12, a concretagem das aduelas e o tensionamento das cordoalhas que compõem o 12º par de estais em direção ao vão central da ponte.
PERIMETRAL – Na nova rodovia de acesso à Ponte da Integração Brasil-Paraguai continuam em andamento os serviços nos viadutos da Avenida General Meira, da via de acesso à Ponte Tancredo Neves e da Rodovia das Cataratas (BR-469).
No local onde serão construídas as novas aduanas Brasil-Argentina e Brasil-Paraguai estão em andamento os serviços de terraplenagem. Também foram iniciados os serviços para a execução do ramo de acesso ao Marco das Três Fronteiras, um dos principais pontos turísticos de Foz. Até o momento foram investidos R$ 11,6 milhões na Perimetral, que chega a 11,7% de conclusão.
OUTROS INVESTIMENTOS – Além da Ponte de Integração, a parceria do Governo do Estado com a Itaipu Binacional na área da infraestrutura, com projetos de destaque no Oeste e Noroeste do Paraná.
Entre elas estão a revitalização da Estrada da Boiadeira entre Umuarama e Icaraíma, as duplicações da Rodovia das Cataratas, em Foz; da BR-277 e do Contorno Oeste de Cascavel, pavimentação entre Ramilândia e Santa Helena e a nova iluminação viária da BR-277 em municípios da região Oeste. Além disso, será assinada nesta sexta-feira a restauração da Ponte Ayrton Senna, em Guaíra, e estão em tratativas a implantação do contorno no mesmo município.
Por - AEN
A nova onda de Covid junto com a alta de casos de síndromes respiratórias, que vem atingindo Curitiba, e desta vez as crianças também, já provoca o retorno ao ensino remoto em algumas turmas em colégios de Curitiba.
É o que aconteceu no Colégio Bom Jesus, sede Água Verde. Lá, segundo a assessoria de imprensa, sete turmas estão de quarentena devido a surtos de Covid. A medida, segundo o colégio, foi determinada pela Vigilância Epidemiológica de Curitiba e visa garantir a segurança dos alunos, professores e impedir que o surto atinja outras turmas.
Na semana passada, o Colégio Bom Jesus notificou a Vigilância Epidemiológica, como previsto em protocolo de saúde, sobre alguns casos de covid-19 em turmas da unidade Água Verde. Por isso, segundo a assessoria de imprensa do colégio, a autoridade sanitária determinou que as turmas envolvidas entrassem em período de quarentena. “Sendo assim, os estudantes foram orientados a permanecer em suas casas e acompanhar as aulas de forma on-line durante o período indicado pelo órgão competente. Até segunda (23), sete turmas permaneciam em isolamento”, afirmou o colégio em nota. Mais dois estabelecimentos de ensino da capital também suspenderam aulas em algumas turmas por surto de Covid, mas até o fechamento da reportagem, as assessorias não enviaram notas de esclarecimento.
Mas, quando as aulas presenciais devem ser suspensas para evitar surto de Covid? Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, há sempre uma avaliação epidemiológica da situação. “Em geral, com três casos numa mesma sala com vinculação epidemiológica entre eles, e com progressão da transmissão, fecha a classe. E três casos na escola, em classes diferentes, com vinculação epidemiológica, e progressão de casos, fecha a escola”, disse a secretaria, em nota encaminhada à redação do Bem Paraná.
Questionado pela reportagem do Bem Paraná sobre se há alguma recomendação aos colégios em caso de surtos de Covid, o Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/PR) informou que “respeita a autonomia de cada instituição associada por manter ou suspender as aulas presenciais”. Em nota, o Sindicato disse ainda que “em conformidade com o decreto número 700.2022 que institui o novo protocolo de Responsabilidade Sanitária e Social de Curitiba para doenças de transmissão respiratória, publicado pela Secretaria Municipal da Saúde, o Sinepe/PR enfatiza - conforme estabelece a cláusula 15 - que ‘crianças que apresentarem sintomas respiratórios não devem ir à escola até a melhora dos sintomas’”.
Na rede estadual de ensino, há 1.549 casos positivos de Covid
Nos colégios estaduais do Paraná, de acordo com a Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEED), eram na segunda (23) 1.549 casos positivos de Covid, incluindo professores, alunos e funcionários, e uma turma de um colégio em Cambé, no Norte do Paraná, estava com as aulas suspensas. A rede estadual de ensino segue a normativa de 14/02 da SEED sobre suspensão de aulas por causa da Covid.
A normativa diz que quando são diagnosticados três ou mais alunos, a turma é fechada. Se o colégio tiver 50% das turmas com três alunos ou mais com Covid-19 em cada uma delas, o turno tem as aulas suspensas. Se 50% das turmas tiveram com três ou mais alunos com Covid-19 em cada uma delas, em cada turno, a escola é fechada. Se o professor positivar para Covid, ele fica em isolamento e as turmas continuam em sala de aula.
Por - Bem Paraná
Para responder a dúvidas recorrentes de produtores rurais do Paraná sobre questões ambientais, a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Turismo (Sedest) e o Sistema FAEP/SENAR-PR lançaram a cartilha “Meio Ambiente em Tópicos”.
O material traz informações sobre outorga da água, Cadastro Ambiental Rural (CAR), Programa de Regularização Ambiental (PRA) e energias renováveis. A publicação gratuita está disponível AQUI .
A cartilha é resultado de uma videoconferência realizada pela FAEP/SENAR-PR, com participação da Sedest e do Instituto Água e Terra (IAT). Produtores e lideranças rurais de todo o Paraná apontaram dúvidas sobre aspectos ambientais, como outorga da água, propriedades rurais inseridas total ou parcialmente em unidades de conservação, autorizações para obtenção de crédito para produtores com relação às questões ambientais e compensação de Reserva Legal.
Na parte de outorga da água e usos insignificantes, há uma introdução com as legislações que regulam o setor. Na sequência, um passo a passo apresenta as etapas que o produtor precisa cumprir para requerer a outorga. Uma terceira etapa reúne questões e respostas, entre as quais como proceder em relação a pedidos feitos em papel; a indisponibilidade hídrica e impasses para empreendimentos de aves, suínos, peixes de bovinos de leite; e redimensionamento de água nas atividades já existentes.
O capítulo do CAR e do PRA também traz um compilado de legislações e definições que os produtores precisam ficar atentos. Entre os destaques estão assuntos como a análise de cadastros que estão com áreas embargadas ou multas ambientais; a perda de acesso à central do proprietário no CAR; como pedir o cancelamento do cadastro ou fazer atualizações no mesmo; e termos de compromisso em propriedades maiores que quatro módulos fiscais.
A respeito de licenciamento de geração de energia solar e biodigestores, além do compilado legal, há um glossário com os principais conceitos envolvidos nesses tipos de empreendimentos. Uma tabela aponta os tipos de licenças cada investimento precisa e se há necessidade de estudo ambiental e o tipo. Nas perguntas e respostas há informações sobre como é o procedimento de licenciamento ambiental, se é possível questionar condicionantes da licença ou autorização emitida e o que é avaliado em processos de licenciamento ambiental.
Por - AEN
A beleza das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (Oeste), uma das Sete Maravilhas da Natureza, será o palco da abertura do Rally dos Sertões, o maior rally do mundo em trechos cronometrados.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior acompanhou nesta quarta-feira (25) o lançamento da competição no Estado, que pela primeira vez na história sedia a largada, marcada para o dia 26 de agosto.
Por meio da Superintendência Geral do Esporte, o Governo do Estado é parceiro do evento, que entra para o calendário dos Jogos de Aventura e Natureza do Paraná. Na rota paranaense, além de partir de Foz do Iguaçu, passará também por Umuarama, no Noroeste, seguindo então para Presidente Prudente (SP).
“O Brasil tem mais de 5 mil cidades, que brigam para trazer um evento como esse, que tem uma grande importância no calendário automobilístico mundial e atrai a imprensa do mundo inteiro. Para nós é muito importante ter essa oportunidade, porque um dos nossos objetivos é promover os atrativos turísticos do Paraná”, afirmou Ratinho Junior.
“Estamos saindo do enfrentamento da pandemia, depois de dois anos. Foz do Iguaçu tem uma retomada forte no setor, que é a grande vocação da cidade. Além disso, passa por Umuarama, mostrando as belezas do Noroeste”, disse.
O governador também destacou os investimentos em infraestrutura em Foz, que preparam a cidade para receber grandes eventos e o volume alto de turistas. “Conseguimos tirar do papel a ampliação da pista do aeroporto, que se tornou uma das maiores do Sul do País, a segunda ponte com o Paraguai e agora vamos duplicar a Rodovia das Cataratas”, disse.
MAIOR DA HISTÓRIA — A edição de 2022, que homenageia o Bicentenário da Independência do Brasil, também será a maior da história do Rally dos Sertões. Tradicionalmente, o Sertões tem oito dias de duração, mas a edição de 30 anos terá praticamente o dobro de dias para os competidores cruzarem o País.
Eles vão percorrer, em 15 dias, 7.216 quilômetros, dos quais 4.811 quilômetros são de trechos especiais, passando por oito estados das cinco regiões brasileiras. A chegada está programada para o dia 10 de setembro, em Salinópolis (PA).
As inscrições ainda estão abertas e a organização espera a participação de cerca de 300 pilotos das quatro modalidades dos Sertões: carros, motocicletas, quadriciclos e UTV. Eles passarão por cidades do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Piauí, Maranhão e Pará.
Além disso, a previsão é agrupar até 3 mil pessoas, incluindo a equipe técnica, e movimentar de R$ 800 mil a R$ 1 milhão por dia nas cidades participantes. “Em 2022, os Sertões deixam de ser o maior rally das Américas e passam a ser o maior rally do mundo. E um dos objetivos é mostrar o Brasil e divulgar suas belezas internacionalmente”, afirmou o CEO da competição, Joaquim Monteiro.
“O Sertões chegou em Foz do Iguaçu em 2015, então nada mais honroso do que fazer esta edição especial de 2022, no Bicentenário da Independência e quando completamos 30 anos, em lugar que tenha essa grandeza como as Cataratas”, salientou Monteiro. “Será uma edição épica, para desafiar as máquinas e os seres humanos que vão cruzar o País, passando pelas cinco regiões para mostrar um Brasil que poucos brasileiros conhecem”.
Com a maior extensão em três décadas de disputa, a Dunas Race, organizadora do rally, criou duas provas à parte para quem não puder fazer o percurso completo: Sertões Sul e Sertões Norte. O primeiro, de 26 de agosto a 3 de setembro, com um prólogo e sete etapas e término em Palmas. A capital do Tocantins é de onde parte o segundo trajeto, também com sete etapas.
PROMOÇÃO DO TURISMO – O superintendente-geral do Esporte, Hélio Wirbinski, destacou que os eventos esportivos são grandes indutores do turismo. “Estamos trazendo para cá 3 mil pessoas, 300 competidores, hotéis lotados e o fomento da economia de Foz do Iguaçu e Umuarama. Assim estamos agindo no esporte do Paraná, trazendo grandes eventos para as nossas cidades”, salientou.
Além da competição automobilística, o Rally dos Sertões serve como uma vitrine de promoção do turismo brasileiro. Dentro dessa proposta, as Cataratas do Iguaçu são um dos quatro “tesouros” desta edição, ao lado da região do Jalapão, em Tocantins, dos Cânions de Viana, no Piauí, e a Ilha do Bananal, também em Tocantins.
Esta é a segunda vez que Foz do Iguaçu entra no roteiro da competição. Em 2015, a chegada da prova foi no lado brasileiro da Usina de Itaipu. Na palavra dos organizadores, Foz vai brindar a caravana com imagens únicas e atrativos que fazem dela um dos destinos mais procurados por turistas de todo o mundo. As Cataratas do Iguaçu impressionam pela beleza e volume de água, o que transformou o conjunto de 275 cachoeiras em Patrimônio Natural da Humanidade.
A cidade localizada a 640 quilômetros de Curitiba ainda abriga a Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior do planeta em geração de energia. Por se tratar do local de início do desafio, competidores e equipes terão a chance de conhecer tudo de perto, mesmo com a correria dos preparativos.
O prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, ressaltou que será um importante momento para a retomada do turismo pós-pandemia. “Este evento é grande conquista para o Paraná e para as cidades por onde vai passar. O fato de sair de Foz representa um atrativo a mais que teremos no mês de agosto, tanto para a divulgação do nosso destino internacionalmente, como na movimentação da economia”, afirmou.
PRESENÇAS – Acompanharam o lançamento o secretário estadual da Comunicação Social e da Cultura, João Evaristo Debiasi; o prefeito de Umuarama, Hermes Pimentel; a diretora de Operações do Rally dos Sertões, Eleonora Guedes; o diretor de Inovação da Superintendência Geral do Esporte, Tiago Campos; e o deputado estadual Guto Silva.
Por - AEN








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