O Comitê Estadual Gestor do Programa Criança Feliz, vinculado à Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, que tomou posse no último dia 09 de maio, promoveu nesta segunda-feira (23) sua primeira reunião sobre a elaboração do plano de trabalho.
A reunião ordinária que aconteceu no Palácio das Araucárias em Curitiba, deliberou sobre o Plano de Ações para uso de recursos disponíveis ainda este ano.
O Criança Feliz foi instituído em 2016 e, desde 2019, o Paraná conta com uma coordenação estadual do programa, que tem como base visitas domiciliares pela equipe técnica dos CRAS (Centros de Referência de Assistência Social) à família com gestantes ou crianças de até 3 anos cadastradas no CadÚnico, famílias com crianças de até 6 anos que sejam beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC), ou crianças de até 6 anos afastadas do convívio familiar e sob guarda do Estado.
A pauta da reunião incluiu diversas ações a serem desenvolvidas até novembro de 2022. Entre elas está a questão de recursos, da ordem de R$ 650 mil, do Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS), na modalidade fundo a fundo. A proposta é aplicar esses valores na promoção de cursos de capacitação de monitores, supervisores e visitadores do Criança Feliz, e também na aquisição de um veículo, compra de materiais de informática e na realização de eventos.
GRUPO – O Comitê Estadual vai formalizar convite às secretarias estaduais da Saúde, da Educação e do Esporte e da Comunicação Social e Cultura para compor um grupo de trabalho intersetorial, visando cumprir as metas estabelecidas pelo plano aprovado na reunião desta segunda-feira. Para poder usar os recursos disponíveis do programa, as propostas aprovadas na reunião ordinária vão passar pela aprovação do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS), em reunião agendada para o próximo dia 3 de junho.
Para o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Rogério Carboni, oferecer ao Comitê do Criança Feliz suporte para que seu trabalho seja efetivado é fundamental. “A composição do Comitê e sua ação imediata vem ao encontro da nossa intenção de atender sua estrutura para a inclusão de novos municípios ao programa. A meta é envolver todos os 399 municípios do Estado, seguindo determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior”, afirmou.
ADESÃO – Para ser elegível para receber o programa o município precisa ter um mínimo de 140 famílias dentro desses critérios. O coordenador do Comitê Estadual do Programa, Edson Camargo, explica que 68 dos 399 municípios paranaenses já aderiram ao programa. Na próxima etapa, mais 60 municípios serão alcançados.
“Precisamos levar ao conhecimento dos prefeitos, dos departamentos intersetoriais da saúde, educação, cultura e justiça os benefícios do Criança Feliz”, disse. “Eles precisam entender a importância do programa no sentido de prevenir, de realizar desde a fase em mãe que está gerando o filho, um trabalho de orientação, buscando ampará-la adequadamente para o futuro, para que a criança que vai nascer possa estar mais preparada para este mundo”.
Por - AEN
As unidades penais do Paraná passarão a ser monitoradas por aeronaves remotamente pilotadas (RPAS), também conhecidas como drones. Os equipamentos foram adquiridos pelo Governo do Estado, por meio do Departamento de Polícia Penal (Deppen), e entregues nesta segunda-feira (23). O investimento é de R$ 1,2 milhão.
Ao todo, 21 equipamentos atuarão no monitoramento aéreo de 35 unidades penais. "É necessário investir em tecnologia, e também na integração das forças de segurança, para que possamos combater a criminalidade e as facções criminosas”, afirma o secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita. “Sem dúvida, esse trabalho se reflete no fortalecimento do sistema prisional”.
Para o diretor-geral do Deppen, Francisco Caricati, não há dúvida de que os equipamentos vão auxiliar na repressão a ilícitos e no combate à criminalidade dentro dos presídios. “É um sistema de proteção e monitoração eficaz que atuará, principalmente, na prevenção de ataques externos”, explica.
Segundo ele, a aquisição dos equipamentos faz parte de uma série de investimentos e da estruturação do sistema prisional. “Ano passado criamos o Grupo de Operações Aéreas Penitenciárias (GOAP), agora estamos implantando o equipamento no setor para que ele possa contribuir em trabalho diário”, afirma.
O policial penal Marcelo Ferreira Quines, que integra o GOAP, explica que os drones serão utilizados, principalmente, na vigilância, monitoramento e inteligência. “Esses equipamentos possuem diversas aplicações, mas uma das funções principais no Deppen será a detecção de pessoas à noite, por meio das câmeras térmicas que possibilitam uma visão noturna”, diz.
Quines explica, ainda, que os equipamentos oferecem mais segurança aos policiais penais durante operações de patrulhamento e escoltas. “É possível identificar uma ameaça a quilômetros de distância e avisar a equipe que está em solo. Você antecipa, classifica e neutraliza essa ameaça. O equipamento vai na frente e identifica qualquer risco em potencial”, destaca.
MODELOS – Três modelos foram adquiridos para atender os diferentes perfis de unidades penais. Há os mais robustos, capazes de monitorar áreas de mata, como também equipamentos mais leves, que serão utilizados em meio urbano nas cadeias públicas.
TREINAMENTO – O GOAP desenvolveu um Manual Operacional e Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs), que serão adotados em todo o Estado. Segundo o policial penal Vinicius Vieira Pedroso, a grade de formação de operadores já foi elaborada e os cursos devem iniciar em breve. Por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento Penitenciário do Paraná (Espen), 132 policiais penais de diferentes regiões serão habilitados para operar as RPAS.
Por - AEN
Os paranaenses estão recebendo o maior programa do País para modernização da rede elétrica.
A Copel alcançou a marca de 350 mil medidores inteligentes instalados em 73 municípios das regiões Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Paraná. Até outubro deste ano, serão 462 mil equipamentos implantados, com investimento que soma R$ 252 milhões em atualização tecnológica, sem custo para o consumidor.
A Rede Elétrica Inteligente (REI) consiste na troca dos medidores atuais por modelos digitais que se comunicam diretamente com o Centro Integrado de Operação da Distribuição da Copel. O novo sistema emite sinais sobre o consumo de energia a cada 15 minutos, com informações adicionais sobre a qualidade da energia que está chegando até a unidade consumidora.
Em caso de interrupções, o medidor inteligente avisa automaticamente o centro de controle da Copel, permitindo que a manutenção aconteça mais rapidamente e sem que o consumidor precise avisar sobre a ocorrência do problema.
“A Copel está fazendo essa troca para modernizar o atendimento ao consumidor. Com os medidores inteligentes, é possível religar a energia muito rapidamente e também detectar falhas antes mesmo que o consumidor perceba que houve algum problema”, explica o gerente de projetos especiais da Copel, Tiago Augusto Silva Santana.
Os técnicos que estão fazendo a troca dos equipamentos são terceirizados, da empreiteira Spin, e devem estar devidamente identificados. O serviço é executado no quadro de medição, sem a necessidade de entrar na residência.
A troca por medidores inteligentes não irá alterar a fatura de energia. A única diferença é que ficou mais fácil receber a conta de energia digital, por e-mail ou via aplicativo Copel. “A fatura continua sendo exatamente como era, sem nenhum valor referente à troca do medidor, então não vai ser cobrado nada, esse é um investimento da Copel”, diz Santana.
Em breve, o próprio consumidor poderá acompanhar por meio de aplicativo seu consumo de energia em tempo real.
FATURA DIGITAL – A instalação dos medidores inteligentes segue a tendência de digitalização do setor elétrico e facilita a emissão da fatura digital, que chega ao consumidor direto por e-mail ou aplicativo para celular. A adesão pode ser feita pelo site www.copel.com ou pelo aplicativo da Copel, disponível gratuitamente nas lojas virtuais Google Play e App Store.
O cadastro de débito automático também pode ser feito pelos canais virtuais de atendimento. No Banco do Brasil, é preciso informar o número do convênio: 13896.
PROGRAMA – Maior programa do gênero em execução no País, o REI teve início em abril de 2021 e tem como objetivo modernizar a gestão e a distribuição de energia elétrica no Paraná. Dividido em três fases, até 2025 serão R$ 820 milhões de investimento em 151 municípios das regiões Leste (Região Metropolitana de Curitiba), Centro-Sul, Oeste e Sudoeste, beneficiando aproximadamente 4,5 milhões de paranaenses.
A rede inteligente da Copel utiliza um modelo que já existe em países como os Estados Unidos e o Japão. Além dos benefícios já expostos, ela ainda facilita a integração com programas municipais dentro do sistema de cidades inteligentes.
MEIO AMBIENTE E SEGURANÇA – Com a medição de energia executada de maneira totalmente digital, a Copel trabalha para automatizar o processo de leitura do consumo, o que reduz as emissões de carbono e os riscos de acidente com o deslocamento dos leituristas que hoje visitam mensalmente as quase 5 milhões de unidades consumidoras em todo o Paraná. O projeto-piloto do Rede Elétrica Inteligente começou em 2018, no município de Ipiranga (Campos Gerais), onde a tecnologia foi implantada em todas as unidades consumidoras.
No site da Copel é possível acompanhar o andamento do projeto.
Por - AEN
O Paraná está capacitando novos profissionais para avaliação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC). A oficina é uma parceria entre Ministério da Saúde e a Secretaria estadual da Saúde, começou nesta segunda-feira (23) e prossegue até sexta-feira (27). O evento acontece na Escola de Saúde Pública do Paraná, em Curitiba.
A IHAC tem o objetivo de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, que é a estratégia isolada de maior impacto na redução da mortalidade em crianças menores de cinco anos por causas preveníveis em todo o mundo. Além de ampliar a rede paranaense de avaliadores e, consequentemente, ampliar a sensibilização para habilitação de novos hospitais na iniciativa, o curso busca reforçar as boas práticas no parto e nascimento e estabelecer ações que garantam o aleitamento materno e reduzam as taxas de mortalidade infantil.
Atualmente, o Paraná conta com 21 hospitais credenciados com o título de Amigo da Criança. Neste curso, que tem carga 40 horas, entre aulas teóricas e práticas, serão formados 28 novos avaliadores técnicos das 22 Regionais de Saúde e do Nível Central da Secretaria da Saúde e seis avaliadores do Rio Grande do Sul.
“A oficina possibilita a reavaliação nos métodos de trabalho da instituição que poderá receber o título de Hospital Amigo da Criança. Além de ser um importante incentivo ao aleitamento materno e estabelecer um maior vinculo entre mãe e filho, a iniciativa fortalece ainda mais a política de saúde pública materno-infantil do Estado”, disse o secretário da Saúde, César Neves.
HABILITADOS – Ao serem qualificados, os profissionais ficam habilitados pelo Ministério da Saúde para avaliar os hospitais e os pontos estabelecidos na normatização, e do cumprimento dos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno”, instituídos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
De acordo com Marina Rea, consultora do Ministério da Saúde, além de avaliar os critérios para obter ou permanecer como Hospital Amigo da Criança, os tutores serão multiplicadores das informações dentro das unidades. “Torcemos para que todos os hospitais possam fazer o papel de treinar seus próprios funcionários, aprimorando o serviço, qualificando a equipe, para orientar a mulher e apoiar a família. Tudo isso abrangendo boas práticas de parto, nascimento e estímulo à amamentação”, explicou.
IHAC – Para garantir a saúde e melhorar a qualidade de vida das crianças, o Brasil dispõe de uma política de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, sendo a Iniciativa Hospital Amigo da Criança uma das estratégias dessa política. O intuito é mobilizar toda a equipe de saúde dos hospitais maternidade para que modifiquem condutas e rotinas responsáveis pelos altos índices de desmame precoce. Para isso, mundialmente foram estabelecidos os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno.
Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno:
1 – Ter uma Política de Aleitamento Materno, que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde;
2 – Capacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta Política;
3 – Informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno;
4 – Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento, conforme nova interpretação, e colocar os bebês em contato pele a pele com suas mães, imediatamente após o parto, por, pelo menos, uma hora e orientar a mãe a identificar se o bebê mostra sinais que está querendo ser amamentado, oferecendo ajuda se necessário;
5 – Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação mesmo se vierem a ser separadas dos filhos;
6 – Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica e/ou de nutricionista;
7 – Praticar o alojamento conjunto, permitir que mães e recém-nascidos permaneçam juntos 24 (vinte e quatro) horas por dia;
8 – Incentivar o aleitamento materno sob livre demanda;
9 – Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a recém-nascidos e lactentes;
10 – Promover a formação de grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos quando da alta da maternidade, conforme nova interpretação, e encaminhar as mães a grupos ou outros serviços de apoio à amamentação, após a alta.
Por - AEN
O Brasil que dá certo passa necessariamente pelo Paraná.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou nesta segunda-feira (23), durante o 18º Congresso Catarinense de Rádio e Televisão, em Florianópolis (SC), os projetos que transformaram o Estado em referência nacional na geração de empregos, sustentabilidade, infraestrutura, logística e desenvolvimento industrial.
Ratinho Junior integrou, ao lado dos governadores Carlos Moisés da Silva (Santa Catarina) e Ranolfo Vieira Jr. (Rio Grande do Sul), o painel “O Brasil que dá Certo”. Segundo ele, o Paraná conseguiu avançar nos últimos três anos em razão da execução de um planejamento de longo prazo, que teve como base as reduções da burocracia e da máquina pública.
“Podemos dizer que nesses três estados o Brasil realmente dá certo, é só analisar os diferentes indicadores. No Paraná, remodelamos a gestão pública, incentivando o planejamento de médio e longo prazo. Deixamos de pensar apenas no mandato de quatro anos, algo recorrente no País, para pensar no Paraná dos próximos 10, 20, 30 anos. E essa ação deu muito certo, em diferentes setores”, afirmou o governador.
Ele ressaltou que o Paraná conseguiu atrair mais de R$ 120 bilhões em investimentos industriais privados ao longo de 39 meses, entre janeiro de 2019 a março de 2022. Desempenho que ajudou o Estado a bater recorde na geração de empregos formais no ano passado. Foram 172,6 mil carteiras assinadas. Outras 56 mil vagas foram ocupadas apenas nos primeiros três meses de 2022
Com taxa de desemprego de apenas 6,8%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Paraná se aproxima do chamado pleno emprego, quando a População Economicamente Ativa (PEA) está quase toda trabalhando.
“Isso é resultado de uma visão moderna de gestão pública, baseada na eficiência, na agilidade e na inovação. Sempre digo que se o Estado não puder ajudar, ao menos que não atrapalhe. Ao desburocratizar, já estamos ajudando a quem quer investir e criar emprego e renda”, disse Ratinho Junior. “Respeitando sempre o meio ambiente, por isso fomos eleitos pela OCDE referência para o País em sustentabilidade”.
Outro aspecto positivo é o incremento dos investimentos públicos e privados em infraestrutura. O pacote de obras inclui a estruturação de rodovias, ampliação do Porto de Paranaguá, a criação da Nova Ferroeste e a modernização de aeroportos, entre outras ações. No total, o Governo do Estado reservou R$ 7,5 bilhões para ampliar a logística paranaense ao longo de quatro anos. “Por uma questão geográfica, estamos no centro de 70% do Produto Interno Bruto da América do Sul. Somos referenciais e por isso precisamos nos estruturar para ser o hub logístico da região", disse.
PARCERIA – Ainda durante o encontro, Ratinho Junior propôs o planejamento de ações em conjunto que possam beneficiar os três estados da Região Sul. “Investir em uma pauta unificada, inclusive com a participação do Mato Grosso do Sul. Há temas que dependem do Congresso Nacional, por exemplo, que podemos unir as bancadas em busca do bem comum. Por que a Região Sul não tem um fundo de desenvolvimento, como Sudam (Superintendência Desenvolvimento Amazônia) e Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste)? São bilhões de reais que poderiam ser usados para melhorar a infraestrutura de toda a Região Sul”, afirmou.
Ele lembrou que para essa reunião de pautas a parceria com o setor de radiodifusão é fundamental. “Digo sempre que não é para falar de mim, é para falar do Paraná. Mostrar o que temos de bom aqui e ajudar a avançar na divulgação de boas pautas. Os três estados são muito semelhantes, com necessidades comuns”, destacou o governador. “Seguindo o mesmo modelo aplicado durante a pandemia da Covid-19, em que a radiodifusão foi essencial para fazer com que a informação correta chegasse à população”.
ENCONTRO – “Pensando grande em novos tempos”. Esse é o tema do 18º Congresso, promovido pela ACAERT. O evento é considerado o mais importante do segmento no estado vizinho. Estava programado para 2020, data em que a entidade completou 40 anos, mas por conta da pandemia da Covid-19 teve que ser adiado.
PRESENÇAS – O secretário de Estado da Comunicação Social e da Cultura, João Evaristo Debiasi, também participou do evento.
Por - AEN
O Paraná é um dos cinco estados brasileiros escolhidos para aprimorar as políticas públicas existentes para o controle do tabaco no Brasil.
O Estado representará a Região Sul para a expansão das ações no âmbito epidemiológico e legislativo do tabagismo. Para o desenvolvimento do plano de ação, começou nesta segunda-feira (23), em Curitiba, a Semana Mundial sem Tabaco 2022, que tem como tema este ano “Ajude a proteger a saúde e o Meio Ambiente. Não permita que a nicotina faça parte da sua vida!”.
Até a próxima sexta-feira (27), haverá uma série de reuniões e atividades para o fortalecimento de ações para o controle do tabaco no Paraná, que deverão ser replicadas para outros estados. Participam do encontro equipes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), do Instituto Nacional de Câncer (Inca), da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
A semana termina em 31 de maio, o Dia Mundial sem Tabaco. “É de extrema importância discutir e implantar ações nesse sentido, já que o tabagismo é a maior causa de mortes evitáveis no mundo, atingindo sete milhões de pessoas, vítimas de doenças provocada pelo tabaco. Nosso Estado tem uma política muito consistente que ao longo dos anos traz resultados positivos”, ressaltou o secretário estadual da Saúde, César Neves.
O secretário também falou sobre a iniciação precoce ao tabagismo por parte dos adolescentes e do uso de cigarros eletrônicos. “Muitas vezes a iniciação do tabaco leva a outras dependências, sendo a porta de entrada para outras substâncias. É preciso reiterar também que esta semana o Conselho Federal de Medicina emitiu uma nota repudiando o consumo e alertando para o uso de cigarros eletrônicos e dos malefícios que pode acarretar”, complementou.
No encontro, a representante do Instituto Nacional do Câncer, Vera Borges, falou sobre o protagonismo do Paraná no cenário de combate ao tabagismo. “Destaco as importantes ações que foram e são implementadas no Estado. Estamos aqui revendo as políticas existentes. No Brasil foram escolhidos os estados do Tocantins, Rio de Janeiro, Paraíba, Goiás e o Paraná para o fortalecimento dessas ações que serão expandidas para outros estados”, disse.
Dentro dos temas a serem discutidos durante a semana estão o cenário epidemiológico e legislativo do tabagismo no Estado, o estabelecimento de parcerias para criação de uma agenda conjunta, além das reuniões técnicas com representantes regionais do Programa Estadual de Controle do Tabagismo e da Assistência Farmacêutica das 22 Regionais de Saúde. No evento estão membros de conselhos profissionais, secretarias municipais da saúde, sociedades científicas, conselho de saúde e universidades.
PROGRAMAÇÃO – Na quinta-feira (26), durante a programação, será realizada no Centro de Curitiba, uma série de atividades em alusão ao Dia Mundial sem Tabaco, que é lembrado em todo o mundo no dia 31 deste mês. Será ofertada avaliação odontológica para detecção precoce de câncer bucal, espirometrias, orientações sobre promoção da saúde, aferição de pressão arterial e testes de glicemia capilar e distribuição de materiais informativos.
“Com ações efetivas, podemos realizar boas experiências e levá-las para outros parceiros e até países. A continuidade das políticas realizadas deu ao Paraná esse destaque nacional, com equipes estruturadas e com bons resultados", enfatizou o representante da Opas, Diogo Alves.
DADOS – Atualmente, 72% dos 399 municípios paranaenses contam com, ao menos, com uma equipe capacitada para o tratamento do tabagismo, seja na Atenção Primária em Saúde ou na Atenção Especializada. O Programa de Cessação do Tabagismo é ofertado em 288 municípios do Estado. Em 2019 o programa atendeu 10.065 usuários de tabaco; em 2020, foram 3.641 e, no ano passado, 6.475 usuários. A redução leva em conta a pandemia de Covid-19.
A Secretaria da Saúde, por meio de Educação Permanente, promove a capacitação dos profissionais da saúde para manutenção e ampliação das equipes municipais de atendimento ao tabagista. Em 2021 foram capacitadas 675 pessoas das equipes multiprofissionais para cessação do tabagismo e 209 profissionais das áreas da saúde e educação, referente à prevenção da iniciação ao uso do tabaco.
Por - AEN








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