O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná aumentou em 39,6% o número de missões realizadas ao longo de 2022, na comparação o com o ano anterior.
Houve 539 apoios às operações da própria instituição e da Polícia Federal, além do transporte de órgãos em conjunto com a Divisão de Transporte Aéreo da Casa Militar. Em 2021, foram 386 missões contabilizadas.
O GOA marcou presença também no Noroeste do Estado durante o Verão Maior Paraná com o policiamento ostensivo e repressivo a partir das aeronaves. Os voos ocorreram nos finais de semana com o objetivo de oferecer apoio aos outros órgãos, reforçando a segurança na região durante a temporada.
Em relação ao número de horas de voo da unidade nos dois períodos comparados, o crescimento foi de 29,8%, subindo de 624, em 2021, para 810 em 2022.
Criado há sete anos, o grupamento possibilitou que a PCPR expandisse a sua atuação através do reforço aéreo. Durante esse período, tem participado de operações exclusivas e programadas para cumprimento de mandados por todo o Paraná.
No ano passado, além das operações policiais, o GOA passou a fazer também o transporte de órgãos e tecidos para transplantes em assistência à Divisão de Transporte Aéreo da Casa Militar, por meio de um termo de cooperação técnica.
“As missões e operações programadas foram intensificadas, auxiliando e fornecendo apoio às Polícias Civil, Militar e Federal, Corpo de Bombeiros e Guardas Municipais, além das ocorrências específicas da PCPR e em auxílio às demais forças, em especial à Casa Militar no transporte de órgãos para transplante”, explicou o delegado-chefe do GOA, Renato Coelho de Jesus.
A partir do segundo semestre de 2022, o Grupamento passou a utilizar aeronaves para o transporte de órgãos. Antes, o translado era feito apenas por helicópteros. De janeiro a outubro de 2022 houve 24 voos com esta finalidade.
Desde que iniciou os trabalhos, em 2016, a unidade dispõe de dois helicópteros R44, um helicóptero Bell 407, um avião Beecheraft modelo Baron B58 e um helicóptero Eurocopter AS 350, locado.
Atualmente, o GOA conta com três comandantes, cinco copilotos e três operadores aerotáticos para os helicópteros. Além deles, são mais dois copilotos em ascensão para comandantes de aeronave de asa fixa (avião).
“O avião contribui nos voos mais distantes, enquanto os helicópteros são mais específicos para apoio em operações policiais em diversas localidades”, completou o delegado-chefe do GOA.
A base principal da unidade permanece no aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, desde a fundação do GOA. Além da Capital, o município de São Miguel do Iguaçu, na região Oeste do Paraná, possui uma estrutura desde 2020, com o objetivo de intensificar o combate ao contrabando e ao tráfico de drogas nas fronteiras do Estado com o Paraguai e a Argentina.
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio do Instituto Água e Terra (IAT), reforça a importância da campanha “não compre, adote!”.
A ideia é sensibilizar as pessoas a aderirem a uma guarda responsável de animais silvestres, muitos deles provenientes de apreensões, de entregas voluntárias, resgates ou vítimas de maus-tratos, cujas condições físicas impedem o seu retorno à natureza.
Há uma grande quantidade de espécies à disposição da população para o processo de guarda compartilhada com o Estado. Entre os pássaros, destaque para o trinca-ferro, bem-te-vi, azulão, cardeal, pintassilgo, maritaca e papagaio-verdadeiro, entre outros. Existe, ainda, a opção de passar a cuidar de tartarugas como o jabuti e o tigre-d'água.
No ano passado, 81 animais foram encaminhados a novos lares por meio do Termo de Guarda de Animais Silvestres (TGAS). A regulamentação foi criada pela Portaria 137/2016 do IAT e validou a prática da adoção da guarda responsável no Paraná.
“Esse termo nos permite dar um fluxo de atendimentos para os animais silvestres, dar uma destinação digna para esses bichos que já sofreram devido aos maus-tratos e outras atividades humanas”, afirmou o biólogo do setor de Fauna do IAT, Allyfer Ziemmer.
O processo de pedido de guarda de um animal silvestre é simples, rápido e totalmente digital, sem a necessidade de o interessado sair de casa. Para isso, basta acessar o site do IAT e preencher o cadastro – é preciso completar o formulário integralmente. Após análise e aprovação, é só aguardar o contato do órgão ambiental para pegar o animal. Há limitação de até cinco bichos por registro, sendo possível somente um cadastro por endereço. Também não é permitido o recebimento de espécies classificadas com algum grau de ameaça de extinção.
O biólogo ressaltou, porém, que mesmo após a confirmação da posse compartilhada, é necessário obedecer a uma série de requisitos. Entre eles, providenciar um local adequado à espécie, respeitando as necessidades e particularidades do animal; garantir a marcação dos bichos por meio de anilha ou microchip em uma clínica veterinária; e apresentar anualmente para o IAT um relatório como fotos do local, da alimentação e do próprio animal, além de um atestado de saúde.
“Assim que possível fazemos o encaminhamento dos animais, mas continuamos monitorando por meio de relatórios a situação desses bichos no novo lar”, disse Ziemmer.
O termo prevê, também, a proibição da reprodução desses animais e do transporte sem autorização, além de exigir que o bicho permaneça no Paraná, já que a legislação é do órgão ambiental estadual – em caso de mudança do tutor para outro estado, a TGAS deverá ser cancelada e o animal devolvido ao IAT.
TRÁFICO – De acordo com a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), o tráfico de animais silvestres é a terceira atividade ilegal mais praticada no mundo em números absolutos, atrás apenas do tráfico de armas e de drogas. A estimativa aponta que 38 milhões de animais silvestres são retirados da natureza todos os anos no Brasil (Renctas).
No Paraná, o IAT e os Centros de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS) são os responsáveis pela fiscalização. Atuam também na recuperação, cuidados e intermediação para um novo lar para os animais.
SAIBA MAIS – Para mais informações é só acessar o site do IAT. Orientações pelo telefone (41) 3213-3465.
Por - AEN
Com o aumento de chuvas e elevação da temperatura, os primeiros meses do ano propiciam o aumento no número de casos envolvendo animais peçonhentos, em especial escorpiões. Por esta razão, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), faz um alerta para a população tomar alguns cuidados.
Normalmente encontrados em ambientes escuros, os escorpiões preferem locais úmidos e com pouca movimentação. Uma maneira eficiente de evitar o aparecimento destes animais é impedir o acúmulo de entulhos, pois esses são locais que podem atrair insetos, como baratas, que são sua principal fonte de alimento.
“Com a expansão das chuvas e aumento de temperatura, os escorpiões acabam deixando seus abrigos, muitas vezes pelo acúmulo de água proveniente destes períodos. Por isso, medidas simples como manter os quintais limpos, evitando o acúmulo de entulhos, materiais de construção e resíduos orgânicos podem evitar ou ao menos dificultar seu aparecimento e proliferação”, destacou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Com maior circulação de escorpiões, os acidentes também aumentam. No Paraná, segundo dados preliminares do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), em 2022, foram registrados 4.418 acidentes com escorpiões. Neste ano, dados preliminares apontam 418 registros de acidentes no Estado.
AJUDA – De acordo com o biólogo da Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa, Emanuel Marques da Silva, em caso de acidente, o paciente deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) o mais rápido possível.
“A principal medida é encaminhar a vítima da picada diretamente para uma Unidade de Pronto Atendimento, para que o tratamento possa ser iniciado de maneira imediata. Uma recomendação bastante importante é, se possível, levar o animal causador do acidente junto ao serviço de saúde, ou ao menos uma foto dele, para auxiliar no diagnóstico clínico.”, afirma.
Ao encontrar um escorpião, com muito cuidado, ele deve ser colocado em um pote com tampa para ser encaminhado às autoridades de saúde. Será realizado então, o laudo de identificação do peçonhento, que será encaminhado para o serviço de saúde do município, que por sua vez deverá entrar em contato com o cidadão, fazendo as orientações de prevenção de acidentes e correção dos prováveis ambientes favoráveis para os animais.
PICADA – A picada de um escorpião causa dor imediata, podendo irradiar para o membro e ser acompanhada de adormecimento, vermelhidão e suor. Podem surgir suor excessivo, agitação, tremores, náuseas, vômitos, salivação excessiva, dentre outros sintomas mais graves.
Para tirar dúvidas sobre acidentes causados por animais peçonhentos e intoxicações, a população pode ligar no 08000 410 148 - Centro de Informações e Assistência Toxicológica do Paraná.
Por - AEN
Os contribuintes com veículos de placas com finais 5 e 6 devem pagar a segunda parcela do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores - IPVA até esta quarta-feira (22). A guia pode ser emitida pelo portal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), neste LINK.
No aplicativo Serviços Rápidos da Receita Estadual e no site da Fazenda Estadual é possível pagar as parcelas (sem desconto) ou com cartão de crédito, que permite parcelar o valor do imposto em até 12 vezes, com juros. O pagamento pode ser feito, também, por meio da Guia de Recolhimento com QRCode via PIX, o que garante mais facilidade para os contribuintes. A quitação pode ser realizada nos canais eletrônicos de qualquer instituição bancária, não se restringindo às conveniadas com o Estado.
Ao contribuinte cabe avaliar as condições mais favoráveis para o pagamento do imposto e, caso opte por pagar no cartão de crédito, deve exigir o comprovante de pagamento dos débitos fiscais recolhidos.
A alíquota do tributo é de 3,5% ou 1% do valor do veículo, dependendo do tipo. Proprietários que não pagarem o imposto nos prazos definidos terão multa de até 10% por parcela atrasada e os valores devidos sofrerão acréscimo de juros pela variação da Selic. Também é possível parcelar os débitos de IPVA de exercícios anteriores.
Neste ano, a Secretaria da Fazenda e a Receita Estadual registraram o pagamento (total ou parcial) de 2,59 milhões de contribuintes. Ao todo, entre a quitação à vista ou primeira parcela foram recolhidos no primeiro mês do ano R$ 2,2 bilhões. O valor lançado do imposto para 2023 é de aproximadamente R$ 6 bilhões para mais de 4,6 milhões de veículos tributados.
Confira o calendário de vencimento do IPVA - 2023:
1 e 2 – 19/01 (vencida), 16/02 (vencida), 20/03, 17/04, 18/05
3 e 4 – 20/01 (vencida), 17/02 (vencida), 21/03, 18/04, 19/05
5 e 6 – 23/01 (vencida), 22/02, 22/03, 19/04, 22/05
7 e 8 – 24/01 (vencida), 23/02, 23/03, 20/04, 23/05
9 e 0 – 25/01 (vencida), 24/02, 24/03, 24/04, 24/05
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na manhã desta sexta-feira (17) um novo lote de vacinas bivalentes da Pfizer.
A remessa, com 97.200 doses, é para o início da Campanha Nacional de Vacinação 2023 contra a Covid-19, com início em 27 de fevereiro. Os imunizantes desembarcaram no Aeroporto Internacional, em São José dos Pinhais e foram encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).
A vacina bivalente é uma versão atualizada para a proteção contra cepas do coronavírus, incluindo a variante Ômicron. Para receber essa dose, a pessoa deve ter o esquema de vacinação completo contra a doença, com as duas primeiras doses ou uma única dose da vacina monovalente.
Desde o início do mês, até agora, o Paraná recebeu mais de 200 mil vacinas bivalentes. De acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), as doses são específicas para grupos prioritários. Nessa primeira fase, estão incluídas as pessoas idosas acima de 70 anos, além daquelas vivendo em instituições de longa permanência (ILP), a partir de 12 anos, abrigados e trabalhadores dessas instituições; imunocomprometidos; comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.
“As vacinas bivalentes são destinadas para os grupos estabelecidos pelo programa nacional, o PNI. Reforçamos que as pessoas não inclusas nesses grupos, devem se vacinar com as doses monovalentes. Até final do mês o Estado irá receber ainda outras doses”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Os imunizantes serão enviados para os 399 municípios do Paraná na próxima quinta-feira (23), perto do início da campanha.
Por - AEN
O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) emitiu 120 mil boletins de monitoramento meteorológico sistemático em 2022, totalizando 8.760 horas de prestação de serviços com atualização a cada três horas.
Esse trabalho inclui a previsão meteorológica completa dos 399 municípios do Paraná, com horizonte de até quinze dias, e, no início de cada estação, o lançamento de boletins de previsão climática sazonal para o Estado, com acompanhamento mensal dos parâmetros.
Para a Defesa Civil Estadual, o Simepar emitiu 672 alertas de tempo severo e 32 informes de focos de calor em unidades de conservação. Para o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), foram lançados 44 alertas e 84 informes de focos de calor com potencial para atingirem linhas de transmissão. O setor energético recebeu 9.147 informes de alto impacto. Também foram emitidos 7 mil alertas de tempestades de raios.
Entre maio e novembro, foram divulgados 170 boletins diários de risco de geada para o Instituto de Desenvolvimento Rural – IDR-Paraná, gerando informações para o setor agrícola. O Simepar contribuiu, ainda, para a gestão do frio intenso, expedindo 170 boletins sobre previsão de temperaturas inferiores 10 graus Celsius para a Fundação de Ação Social (FAS) e a Defesa Civil de Curitiba.
Foram atendidas, ainda, 200 solicitações de dados hidrometeorológicos para estudos e pesquisas. Também foram emitidos 858 laudos para certificação de eventos meteorológicos de impacto e 144 informes técnicos para prefeituras e usuários.
TECNOLOGIA – Em 2022, o Simepar também implementou novidades tecnológicas. A Coordenadoria de Infraestrutura efetuou 159 ações de manutenção corretiva e 228 de manutenção preventiva em equipamentos, tais como estações meteorológicas, hidrológicas e pluviométricas, radares e sensores de descargas atmosféricas.
Outra novidade foi implementada para gerar a previsão hidrológica de longo prazo para gerenciamento de recursos hídricos paranaenses. No início de cada mês, é gerada a previsão de vazão média mensal para os sete meses seguintes em aproximadamente 700 bacias hidrográficas, em sua maioria mananciais de captação de água ou de corpos receptores de efluentes.
Entre as tecnologias em desenvolvimento, destaca-se o I2A - um programa que objetiva avaliar, quantificar, qualificar e executar o monitoramento de recursos hídricos. Um conjunto de Indicadores Ambientais Ativos trará a qualidade das bacias hidrográficas utilizadas para o abastecimento público, em caráter dinâmico.
O Simepar é um dos braços do Governo do Estado para a execução de programas alinhados com princípios de sustentabilidade e também atuou em diversos projetos no ano passado. O órgão integra o Programa Paranaense de Mudanças Climáticas (ParanaClima), o Programa de Gestão e Monitoramento da Biodiversidade (Siga-Bio), o Sistema de Apoio ao Cadastro Ambiental Rural, o Sistema de Alertas Hidrometeorológicos para o Centro Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres da Defesa Civil, o Sistema de Monitoramento Hidrometeorológico e Oceanográfico da Baía de Guaratuba, o Programa de Prospecção Tecnológica da Fundação Araucária e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável, e serviços tecnológicos de apoio à gestão de segurança de barragens.
Em 2022, a Coordenadoria de Inovação finalizou dois projetos de P&D: desenvolvimento de tecnologia para obtenção de diretriz de traçado automatizado para linhas de transmissão de energia elétrica e análise dendroecológica e alterações no clima local. Atualmente estão em curso o Rede Climasul (pesquisas sobre mudanças climáticas e prevenção de desastres naturais), o Prevsin (revisão hidroclimática para as bacias do Sistema Integrado Nacional), a estimativa e classificação de riscos de desligamentos em redes de distribuição de energia elétrica, e o sistema de diagnóstico e localização de faltas em tempo real para linhas de transmissão de 230 kV com base em aprendizagem profunda, ondas viajantes e dados ambientais. Além disso, estão em operação oito sistemas de modelagem ambiental.
CAPACITAÇÃO E COOPERAÇÃO TÉCNICA – O Simepar mantém seis acordos e convênios de cooperação técnica-científica, com nove colaboradores vinculados a programas de pós-graduação. Em 2022 foram concluídos três programas de mestrado e doutorado e um de pós-doutorado. Estão em execução dois programas de doutorado e três de estágio. A equipe de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico teve 92 colaboradores entre empregados, bolsistas e estagiários.
Pesquisadores locais também participaram dos seguintes eventos técnicos e científicos: XXVI Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (15-18/05/22 – Rio de Janeiro/RJ), Inovação e Sustentabilidade para Transformação das Cidades – Painel Cidades Resilientes (16/06/22 – CityHub - virtual), XXIV Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas – Encob (22-26/08/22 – Foz do Iguaçu/PR) e XXII Congresso Brasileiro de Meteorologia – CBMET (29/11-02/12/22 – Bauru/SP).
DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA – A página www.simepar.brcontabilizou 4,6 milhões de acessos em 2022. Nas redes sociais, são 20,7 mil seguidores no Instagram, 91,5 mil no Twitter e 48 mil no Facebook.
Para ampliar a divulgação do trabalho técnico, foi implantado o podcast Simepar Informa, que divulga a previsão do tempo para o dia às 6 horas da manhã. Foram postados oito vídeos de previsão do tempo para feriados. Em março, o Simepar realizou sua primeira live nas redes sociais por ocasião do Dia Meteorológico Mundial.
Em julho, uma pesquisa de marketing digital com 375 respondentes revelou o alto conceito da qualidade das informações divulgadas pelo Simepar no ambiente digital: ótima para 39%, excelente para 37,5% e boa para 19%, somando 95% de aprovação.
Por - AEN

























