O diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, participou nesta segunda-feira (13) do Simpósio Global de Soluções Sustentáveis de Água e Energia, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), pela Itaipu Binacional e pela Rede Soluções de Água e Energia Sustentáveis. Realizado de forma virtual e presencial, com representantes de instituições de diversos países, o presidente da Sanepar participou do painel sobre Soluções Sustentáveis de Água e Energia e Estudos de Caso de Água.
Na apresentação sobre a relação entre água, energia e alimento, o presidente falou sobre a Companhia, seus investimentos e como foi o enfrentamento à maior crise hídrica dos últimos 90 anos, com mais de 20 ações emergenciais e estruturantes para manter o abastecimento público, incluindo campanha de conscientização junto à população para o uso racional da água. Ele também citou a captação de água em pedreiras e o projeto de indução de chuvas com semeadura de nuvens.
Stabile explicou o uso de energia no processo de produção e distribuição e como a Sanepar trabalha essa vertente. “O uso da energia elétrica pela Companhia é um grande desafio, uma vez que esse é o insumo de maior custo do sistema operacional da empresa”, disse.
Para diminuir essa despesa com eficiência, ele citou algumas soluções que vem sendo executadas pela Sanepar, como a hidroenergia, que utiliza a força da própria água nos reservatórios, na distribuição ou no descarte das estações de tratamento de esgoto (ETEs). Citou também as placas fotovoltaicas sobre as águas na barragem de captação Passaúna. “Fizemos a primeira planta do setor no Brasil e agora estamos prontos para replicá-la em maior escala”, disse.
Além disso, com mais de 200 ETEs que operam com sistema anaeróbio, a Sanepar tem o maior parque do mundo com essa tecnologia no tratamento do esgoto doméstico. “Uma das grandes vantagens dessa tecnologia é a geração de biogás, que pode ser transformado em energia elétrica, ou purificado para gerar biometano e CO2”, explicou.
E o biogás pode ser convertido em calor para a secagem do lodo de esgoto que, seco, pode ser empregado como combustível. A Sanepar tem ainda higienizado e destinado o lodo para uso agrícola, há duas décadas, numa prática reconhecida e recomendada pela ONU.
PAINEL – O painel teve também apresentações de representantes do Canal de Isabel II, empresa pública responsável pelo ciclo da água na Comunidade de Madri, na Espanha; da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal – Eclac); da seção de Energia da Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para a Ásia Ocidental (Escwa); do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA), na Áustria; da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); da Agência Nacional da Água (ANA); do Instituto Nacional de Pesquisa de Engenharia Rural, Água e Floresta (INRGREF), da Tunísia; do Comitê Executivo do Fundo Internacional para Salvar o Mar de Aral, do Tajiquistão; da Universidade de Inteligência Artificial Mohamed Bin Zayed (Masdar), dos Emirados Árabes; do Departamento de Água Potável e Saneamento, do Ministério das Obras Públicas e Comunicações, do Paraguai; e de Itaipu Binacional.
Por - AEN
O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (14) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirma a morte de mais dez pessoas no Paraná pela doença e eleva para quase 97 mil o número de casos confirmados.
Os dados são do 42º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho deste ano.
Os dez novos óbitos somam-se aos 41 anteriores desse período, totalizando 51 mortes por dengue no Estado entre 2021 e 2022. As mortes ocorreram entre os dias 7 de março e 11 de maio em Pato Branco (2), Verê (2), Medianeira (1), Umuarama (2), Arapongas (1), Cambé (1) e Ribeirão do Pinhal (1). São três mulheres e sete homens, com idades entre 28 e 93 anos, sendo que cinco deles tinham comorbidades.
Até o momento, são 211.229 casos suspeitos, com 96.956 confirmações, em 349 municípios, ou seja, 87,46% dos municípios paranaenses. Segundo a Saúde, 315 registraram autoctonia, quando a dengue é contraída no município de residência.
“Estamos a 45 dias para fechar o período sazonal epidemiológico da dengue. Temos de continuar a monitorar e remover potenciais criadouros para evitar a proliferação do mosquito”, alertou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
As equipes da Sesa seguem em alerta e combatendo o vetor Aedes aegypti, uma vez que o mosquito também é responsável, além da dengue, pela zika e chikungunya. Durante este período não houve registro de casos de zika e 19 casos de febre chikungunya foram confirmados, sendo 4 autóctones e 15 importados.
Confira o informe completo clicando AQUI.
Por - AEN
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia à zero hora desta quarta-feira (15) a Operação Corpus Christi 2022. O objetivo é promover a segurança viária nas rodovias federais em todo o país.
Durante os feriados, historicamente há um aumento relevante do fluxo de veículos e de ônibus de passageiros nas rodovias federais, o que contribui para o aumento da violência no trânsito.
As ações seguem até a meia-noite de domingo (19), visando a livre circulação, a prevenção de acidentes e a promoção da segurança viária. Os esforços são intensificados em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de ocorrência de crimes, de acordo com as estatísticas da PRF.
A Operação contempla o somatório das ações operacionais e de combate à criminalidade junto às atividades de educação para o trânsito, objetivando a prevenção e redução da gravidade dos acidentes, bem como aumento a percepção de segurança nas rodovias federais.
Alguns temas que receberão destaque: ultrapassagens indevidas, embriaguez ao volante, utilização do cinto de segurança, utilização dos dispositivos de retenção para crianças, uso do capacete, excesso de velocidade, uso do celular ao dirigir, entre outros. Essas são as condutas que, historicamente, provocam o maior número de fatalidades nas rodovias.
Neste ano, não haverá restrição de tráfego para veículos ou combinações de veículos excedentes em peso ou dimensões, nas rodovias federais que cortam o estado.
CHUVAS
A PRF orienta que nesse período chuvoso o motorista tenha cuidados especiais. Os acidentes que ocorrem sob chuva, geralmente são provocados pela diminuição da visibilidade, falta de atenção e velocidade incompatível.
Nos locais com possíveis interdições devido às chuvas, o motorista pode acompanhar as notícias atualizadas pelo twitter da PRF no Paraná.
Orientação: os motoristas devem transitar com velocidade moderada, sempre a direita da via, acender os faróis (baixo), manter distância segura do outro veículo que segue à sua frente, evitar manobras e freadas bruscas. Procurar um lugar considerado seguro fora da pista que não seja debaixo de árvore ou de fiação elétrica é recomendável.
SE BEBER, NÃO DIRIJA
O álcool produz efeitos no organismo que afetam a coordenação motora e os sentidos e mesmo em pequenas doses diminui os reflexos, aumentando o tempo de resposta em caso de imprevistos.
Por isso, dirigir alcoolizado é perigoso e a tolerância é zero. Não arrisque a sua vida, nem a do próximo. A PRF faz um apelo: não permitam que qualquer pessoa dirija depois de beber.
ACIDENTES
Em caso de acidente, não havendo feridos, retire os veículos da pista imediatamente. Você pode registrar a ocorrência pela internet, através do link: https://declarante.prf.gov.br/declarante/ . Havendo feridos, sinalize e informe a PRF.
Para emergências em rodovias federais, ligue 191.
Em 2021, a PRF registrou 115 acidentes, 130 pessoas ferias e sete mortes durante o feriado, de 2 a 6 de junho.
Por - PRF
No Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado nesta terça-feira (14), o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) faz um alerta para que os doares compareçam nas unidades de coleta do Estado.
A partir de junho, com a diminuição das temperaturas, o número de doações costuma cair, comprometendo os estoques de sangue dos hemonúcleos. Atualmente, os estoques estão cerca de 30% abaixo do necessário. O Hemepar é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, aproveita a data para alertar os doadores sobre a necessidade de haver a regularidade das coletas em todos os períodos do ano. “Doar sangue é um ato de solidariedade, um serviço à população e merece todo nosso respeito. Agradeço aos paranaenses que doam sangue de forma altruísta e solidária e ajudam a salvar milhares de vidas todos os anos”, diz o secretário.
No Paraná, o Hemepar conta com 23 unidades de coleta, armazenamento e distribuição de sangue para 385 hospitais públicos, privados e filantrópicos, além de atender 92,8% de leitos SUS. Para manter o estoque adequado do banco de sangue são necessárias muitas doações. O ideal é que cada pessoa doe pelo menos duas vezes ao ano.
Os homens podem doar a cada dois meses, quatro vezes ao ano. Já as mulheres, a cada três meses, num máximo de três doações ao ano.
Depois de coletado, o sangue é fracionado e acontece o processo de separação dos hemocomponentes (plasma, hemácias, plaquetas e crio). Após isso, a bolsa fica estocada até o resultado dos exames para a liberação. Por isso, também é importante ressaltar a validade da doação com antecedência, uma vez que, após a coleta, o sangue pode levar até 48 horas para ser liberado.
Atualmente os estoques estão com uma média de 35% abaixo do necessário. “Estamos em situação crítica para alguns tipos sanguíneos (O-, O+, A- e B-), outros tipos em situação adequada a estável, porém é importantíssimo que tenhamos uma regularidade no número de doações para suprir a demanda em todo Estado”, afirma a diretora do Hemepar, Liana Labres de Souza.
PARA DOAR – Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 51 quilos, estar alimentado e hidratado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação) e apresentar documento oficial com foto.
HEMEPAR – O Hemepar é uma entidade sem fins lucrativos e atende à demanda de fornecimento de sangue e hemoderivados do Estado graças às doações dos voluntários. Está localizado nas regiões de Paranaguá, Curitiba, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo, Telêmaco Borba, Ivaiporã e Biobanco – HC.
Por - AEN
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está trabalhando para coibir a prática do uso abusivo de agrotóxicos e orientar os produtores sobre o manejo correto, com vistas a evitar a contaminação nas principais áreas produtoras de feijão no Paraná.
A ação decorre da fiscalização que apontou índices irregulares de contaminação em 26% das amostras coletadas no Estado no segundo semestre do ano passado.
“Estamos trabalhando intensamente para identificar os possíveis problemas no cadastro, comércio e uso dos agrotóxicos recomendados para a cultura do feijão, com o objetivo de melhorar a qualidade do alimento e a segurança alimentar para os todos os consumidores”, afirmou o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.
Analisando as hipóteses para o índice de contaminação, foi identificada a antecipação da dessecação, na qual o agrotóxico pode estar sendo aplicado ainda com a planta toda verde, sendo que a recomendação para uso de glufosinato é para quando a cultura estiver com 50% das vagens secas. “O adiantamento da dessecação pode ser um dos motivos de estarmos detectando resíduos em limites acima dos permitidos. Tudo indica que para a próxima safra o problema deve ser resolvido”, salientou Young Blood.
Em 2019, um estudo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontou que, no País, cerca de 89% das amostras de feijão-caupi, também conhecido como feijão-de-corda, e 32% do feijão comum apresentaram resíduos de agrotóxicos superior ao limite permitido. Em 2020, os feijões continuaram fora do padrão, com 77% das amostras de feijão-caupi e 37% do feijão comum.
Já em 2022, em ação com o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), o Mapa apreendeu 4,2 mil toneladas de feijão-caupi com resíduo de herbicida proibido para a cultura.
Como as amostras para as análises do Mapa são coletadas em pontos comerciais do Brasil, a Adapar iniciou, no segundo semestre de 2021, um trabalho de monitoramento dos resíduos de agrotóxicos no feijão em nível estadual. As amostras foram recolhidas principalmente no momento da colheita. Por serem tomadas nas propriedades é possível garantir a rastreabilidade.
Foram coletadas 38 amostras, das quais 26% apresentaram índices de agrotóxicos fora do padrão, com valores acima do Limite Máximo de Resíduo (LMR) permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou proibido na modalidade de uso para a cultura.
O principal ingrediente ativo detectado nas amostras fora do padrão foi o glufosinato, representando 80%. Esse produto é autorizado para dessecação pré-colheita. Das amostras que apresentaram glufosinato, 20% também apresentaram glifosato, com LMR acima do permitido, indicando mistura de tanque para dessecação. Também foi observada a presença do acefato, autorizado no controle de pragas, representando 10% das amostras fora do padrão.
Todos os produtores flagrados em ações que não respeitam as normas legais foram autuados pela Adapar e tiveram os processos remetidos para o Ministério Público.
Por - AEN
A maioria dos municípios paranaenses não teve homicídios dolosos no primeiro trimestre de 2022.
O Relatório Estatístico Criminal da Segurança Pública do Paraná, divulgado na segunda-feira (13) pela Secretaria estadual da Segurança Pública, mostra que em 254 cidades, 63% do total, não houve crime desta natureza, e em outras 84 (21%) houve apenas uma ocorrência do crime nos primeiros três meses deste ano.
De acordo com o levantamento, houve queda nas mortes violentas na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 555 entre janeiro e março de 2021 para 551 para o primeiro trimestre do ano. A maior redução foi nos casos de latrocínios (roubos seguidos de morte), que caíram 53%. No primeiro trimestre do ano passado, foram registrados 17 latrocínios, contra oito no mesmo período deste ano.
Também houve redução de 40% no número de ocorrências de lesão corporal com resultado de morte. O número caiu de 15 ocorrências de lesão corporal entre janeiro e março de 2021, para nove nos primeiros três meses de 2022.
Também foi possível perceber uma redução de 9,52% nos casos de feminicídio em todo o Estado, com 21 ocorrências no primeiro trimestre de 2021, contra 19 no mesmo período de 2022. Houve, porém, um pequeno aumento no número de homicídios dolosos, quando há intenção de matar, com 523 casos no primeiro trimestre do ano passado e 534 neste ano.
Para o secretário estadual da Segurança Pública, Wagner Mesquita, os projetos elaborados para a área e o trabalho integrado das forças de segurança têm como objetivo intensificar a queda nos índices de criminalidade. “Trabalhamos com planejamento para a implementação de novas tecnologias e com o fortalecimento da integração entre as forças policiais para a redução da criminalidade em todo o Estado. Unindo forças, de maneira coordenada, conseguiremos melhorar cada vez mais os índices”, afirmou.
ROUBOS – A queda na criminalidade também foi perceptível no número de roubos. Foram 727 ocorrências a menos entre janeiro a março deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior, uma redução média de oito roubos por dia.
Ao todo, foram 6.181 roubos nos primeiros três meses de 2022, contra as 6.908 ocorrências no primeiro trimestre do ano anterior, uma queda de 10,52%. A redução pode ser vista em todas as qualificações do crime de roubo como: à residência (-4,9%), a veículos (-14,50%), ao comércio (-18,75%) e em ambiente público (-10,44%).
As maiores reduções foram registradas nas regiões de Telêmaco Borba, Rolândia, Apucarana, Paranaguá, São José dos Pinhais e Ponta Grossa.
Por - AEN








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