Medidores inteligentes da Copel chegam a mais 29 municípios do Oeste

A terceira fase do programa Rede Elétrica Inteligente da Copel, que troca os relógios convencionais de medição de consumo de energia por modelos digitais inteligentes, está chegando a mais 29 municípios do Oeste do Paraná.

 A região receberá até o fim de 2025 um total de 661 mil medidores inteligentes, em 50 municípios, com instalações tanto na área urbana, quanto nas unidades consumidoras rurais.

Os municípios que estão recebendo a nova tecnologia neste mês de março são: Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Catanduvas, Diamante do Oeste, Diamante do Sul, Entre Rios do Oeste, Formosa do Oeste, Guaíra, Ibema, Iracema do Oeste, Lindoeste, Maripá, Matelândia, Medianeira, Mercedes, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste, Palotina, Pato Bragado, Quatro Pontes, Santa Helena, Santa Lúcia, Santa Terezinha de Itaipu, São José das Palmeiras, São Miguel do Iguaçu, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Tupãssi e Vera Cruz do Oeste.

Até o momento, o Oeste já recebeu 173 mil medidores inteligentes, em 17 municípios: Anahy, Assis Chateaubriand, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Cafelândia, Cascavel, Céu Azul, Corbélia, Foz do Iguaçu, Guaraniaçu, Iguatu, Jesuítas, Marechal Cândido Rondon, Nova Aurora, Santa Tereza do Oeste, Toledo, Três Barras do Paraná.

Em Cascavel, 85% das 166 mil unidades consumidoras já receberam medidores inteligentes. Em Santa Tereza do Oeste, as instalações alcançaram 89% dos 5,9 mil imóveis do município. Em Corbélia, o projeto chegou a mais de 70% dos 7,8 mil imóveis.

INSTALAÇÕES – Neste momento da fase de instalações no Oeste, o ritmo chega a 2,5 mil trocas de medidores por dia. A substituição é gratuita e leva cerca de 20 minutos. O processo é realizado por eletricistas identificados e credenciados. Os profissionais acessam apenas o medidor, garantindo segurança para os consumidores.

A terceirizada Eletromil é responsável pela troca do medidor convencional por modelo inteligente em Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Catanduvas, Diamante do Sul, Ibema, Lindoeste, Matelândia, Medianeira, Santa Lúcia, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu.

Já a terceirizada Eleng responde pelas instalações em Diamante do Oeste, Entre Rios do Oeste, Formosa do Oeste, Guaíra, Maripá, Mercedes, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste, Palotina, Pato Bragado, Quatro Pontes, Santa Helena, São José das Palmeiras, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Tupãssi, Vera Cruz do Oeste. Em Iracema do Oeste, uma equipe da própria Copel fará a instalação.

MEDIDORES INTELIGENTES – Os smart meters registram o consumo de energia em tempo real e enviam os dados automaticamente para as centrais de operação da Copel. Essa comunicação gera a detecção imediata de falhas, permitindo que a Copel responda rapidamente a quedas de energia, o que reduz o tempo de restabelecimento.

No Brasil, a tendência de troca por medidores inteligentes é crescente, com distribuidoras de energia realizando a atualização tecnológica em estados como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, além do Paraná.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, os dispositivos – que são homologados pelo Inmetro – cumprem uma função relevante, pois monitoram o consumo de energia e enviam os dados para a distribuidora em tempo real, evitando a necessidade de leitura presencial e da possibilidade de erros ou impedimentos nesse processo.

Nos Estados Unidos, 65% das residências já utilizam medidores inteligentes. No Japão, o objetivo é atingir 100% até 2030. No Paraná, a Copel lidera a implementação da tecnologia, com grande adesão dos consumidores.

MONITORAMENTO – No aplicativo da Copel, consumidores das regiões onde a Rede Elétrica Inteligente já foi implementada podem acompanhar o consumo diário. Isso facilita a identificação de desperdícios e ajuda a planejar os gastos com energia. O monitoramento também auxilia na detecção de oscilações inesperadas, que podem indicar problemas elétricos internos.

No Paraná, de 2021 a 2024, a Copel observou um aumento médio de 9,5% no consumo de energia elétrica das residências paranaenses nos meses mais quentes, de outubro a março, em comparação com os meses mais frios do ano, o período de abril a setembro.

A variação é mais expressiva na região Oeste, onde o consumo residencial médio nesta mesma comparação subiu 20,6%. O Noroeste aparece em seguida, com um crescimento médio de 17%, e o Norte, com aumento médio de 10,7%. Já nas regiões Leste e Centro-Sul do Paraná, o impacto das altas temperaturas no consumo residencial foi mais discreto, com variações médias de 1% e 2%, respectivamente.

“A nova tecnologia da Rede Elétrica Inteligente permite identificar padrões de uso, evitar desperdícios e distribuir melhor o funcionamento dos aparelhos ao longo do dia. Os medidores são seguros e aferidos pelo Inmetro, por isso é importante que os consumidores se atentem ao seu histórico de consumo no ano anterior, uma vez que a variação recebe forte influência das temperaturas neste período do ano”, explica Gustavo Klinguelfus, engenheiro e gestor de projeto da Rede Elétrica Inteligente da Copel.

FATURA DIGITAL – A tecnologia também dispensa a necessidade de leitura presencial do medidor, incentivando o consumidor a aderir à conta de luz digital, enviada por e-mail. Em Ipiranga, município que já recebeu os medidores inteligentes, 95% dos consumidores optaram pelo modelo digital. Para cadastrar a opção, basta acessar copel.com.

SUSTENTABILIDADE – Desde 2018, a Copel evitou a emissão de mais de 470 toneladas de CO2 ao reduzir perdas elétricas e deslocamentos de equipes. A Rede Elétrica Inteligente é um investimento em inovação e sustentabilidade que garante um futuro energético mais eficiente para os paranaenses.

 

 

 

 

 

Por - AEN

Paraná tem adesão de 100% dos municípios ao Programa Saúde na Escola pela 1ª vez na história

O Governo do Paraná, por meio das Secretarias de Estado da Saúde (Sesa) e Educação (Seed), concluiu nesta sexta-feira (21) a adesão dos 399 municípios ao ciclo 2025/2026 do Programa Saúde na Escola (PSE). Essa é a primeira vez que o programa alcança 100% dos municípios desde o seu lançamento em 2007.

O programa visa contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, no enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento dos estudantes. A articulação entre escola e a Atenção Primária à Saúde (APS) é a base do PSE.

Ele é pautado em estratégias para a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde para estudantes de toda a rede pública de educação básica de ensino, desde a educação infantil até ao ensino médio, e Educação para Jovens e Adultos (EJA).

O PSE é um programa federal, instituído pelo Decreto nº. 6.286, de 5 de dezembro de 2007 e regulamentado pela Portaria Interministerial nº 1.055 de 25 de abril de 2017, mas é a Sesa quem faz a sua gestão, apoiando os gestores municipais na articulação, planejamento e implementação das ações. Além disso, faz o monitoramento e avaliação e coordena o Grupo de Trabalho Intersetorial Estadual do PSE (GTI-E PSE).

A adesão ao programa iniciou no dia 20 de dezembro de 2024, permanecendo aberta até 21 de março de 2025. Foi realizada uma grande mobilização para esta adesão através dos técnicos regionais de saúde e de educação, dos apoiadores do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/PR), da diretoria da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

No último ciclo de 2023/2024, o programa alcançou o total de 396 municípios, 5.169 unidades escolares pactuadas, atingindo o total de 1.133.999 de estudantes pactuados. Já neste ciclo (2025/2026) foram 5.494 escolas pactuadas atingindo o total de 1.197.354 estudantes.

PROGRAMA – O compromisso entre os gestores municipais da saúde e da educação contempla a realização das 14 ações em todas as escolas pactuadas anualmente, considerando o planejamento local, o qual deve contemplar o contexto escolar e social, o diagnóstico local em saúde, e a capacidade operativa.

As ações desenvolvidas no programa são: promoção da atividade física, alimentação saudável e prevenção da obesidade, saúde ambiental; promoção da cultura de paz e direitos humanos, prevenção das violências e dos acidentes, prevenção de doenças negligenciadas e Covid-19, saúde mental, bucal, auditiva e ocular, verificação da situação vacinal, saúde sexual e reprodutiva; prevenção ao uso de álcool, tabaco, e outras drogas.

“O programa é direcionado para estudantes da rede de ensino, contribui para o desenvolvimento integral e exercício da cidadania de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Finalizamos o prazo para as adesões e ter atingido 100% dos municípios demonstra um grande comprometimento de todos”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

COMPROMISSO – A adesão ao programa se dá após os municípios pactuarem as unidades escolares que farão parte do Ciclo 2025/2026. São escolas sob as gestões municipais, estaduais e federal (se houver).

Todas as escolas públicas da educação básica de ensino puderam ser pactuadas, com prioridade para as creches e pré-escolas, escolas em áreas rurais, indígenas, quilombolas, em assentamentos, escolas que atendem medidas sócio educativas, escolas em que mais de 50% dos estudantes são membros de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, e escolas com oferta de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

"Quando unimos esforços para cuidar da saúde dos estudantes, estamos também fortalecendo o aprendizado, pois um aluno saudável tem mais condições de se concentrar, participar das aulas e desenvolver todo o seu potencial. Essa parceria entre educação e saúde garante um ambiente escolar não somente mais seguro, mas também mais propício ao sucesso dos nossos jovens”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda

ALINHAMENTO – O GTI-E PSE é representado pela Sesa, Secretaria de Educação (Seed), Cosems-PR, Undime-PR, Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), Distrito Sanitário Especial Indígena Litoral Sul (Dsei Litoral Sul) e Universidade Federal do Paraná (UFPR). "Gostaríamos de agradecer a todos aqueles que contribuíram para o alcance deste resultado histórico em nosso Estado", comemorou a coordenadora de Promoção da Saúde da Sesa, Elaine Cristina Vieira de Oliveira.

 

 

 

 

Por - AEN

 Governo do Paraná inicia estudo inédito para diagnosticar bacias hidrográficas

O Governo do Estado anunciou nesta sexta-feira (21), véspera do Dia Mundial da Água, o início de um estudo inédito para mapear e compreender as características de todos os recursos hídricos do Paraná.

O projeto, coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), prevê a revisão e elaboração dos Planos de Bacia Hidrográfica do Estado, em acordo com a Política Nacional de Recursos Hídricos nº 9.433/97 e com a Política Estadual de Recursos Hídricos nº 12.726/1999. O investimento é de R$ 30 milhões, com conclusão prevista para 2027.

Os planos serão desenvolvidos pela gerência de Gestão de Bacias Hidrográficas (GEBH) do Instituto Água e Terra (IAT) e, entre as informações relevantes, apresentarão os resultados integrais de diagnóstico, prognóstico e desenvolvimento das ações para as 16 bacias hidrográficas do Estado.

“Os planos de bacias são elaborados levando em conta os aspectos hídricos, ambientais, sociais, econômicos e políticos, buscando sempre a solidez da segurança hídrica”, explicou a gerente da Gestão de Bacias do IAT, Danielle Tortato.

Ela ressalta que esse planejamento tem diversos tipos de aplicabilidade, ajudando a viabilizar os usos múltiplos da água, que incluem indústrias têxteis e alimentícias, fábricas de papel, piscicultura, agricultura, pecuária, transporte, higiene pessoal, lazer e irrigação, entre outros.

“Para que todos os setores tenham acesso saudável e suficiente aos recursos, é importante que o aproveitamento de cada unidade hidrográfica seja adequado às condições de localização, quantidade e qualidade das águas. Além disso, os planos também servirão para evitar conflitos”, afirmou Danielle.

É a primeira vez que a ação será feita simultaneamente em todo o território estadual, novidade que, de acordo com a gerente, trará benefícios significativo para o gerenciamento das águas. “Teremos dados completos e padronizados de todas as regiões, com números atualizados para cada uma das unidades. Esse tipo de informação nos permite compreender, otimizar e definir limites para cada bacia, organizar e coordenar os trabalhar de uma maneira mais adequada”, disse.

A gerente explicou que os estudos serão divididos entre etapas de diagnóstico, prognóstico e plano de ação. Cada um deles serve para um objetivo específico.

O diagnóstico, por exemplo, compreende a situação atual da bacia hidrográfica, identificando características, particularidades, potencialidades e possíveis problemas a serem enfrentados. A área de prognóstico projeta a evolução dos recursos hídricos da bacia a partir do cenário atual, permitindo pressupor tendências de uso da água, pressões, futuras ameaças, possíveis cenários futuros e impactos das ações atuais.

Já o plano de ação vai definir diretrizes, metas, programas, projetos e ações para as bacias. É a etapa na qual se planeja os objetivos específicos de cada localidade, priorizando ações e propondo a gestão integrada entre instituições relacionadas aos impactos daquela unidade. É também nesta etapa que são determinados os mecanismos de monitoramento, avaliação e possíveis financiamentos.

UNIDADES HIDROGRÁFICAS – O Paraná possui 16 bacias, que foram reorganizadas e divididas entre 12 Unidades Hidrográficas de Gerenciamento de Recursos Hídricos (UHGRH): Litorânea; Alto Iguaçu, Afluentes do Rio Negro e Afluentes do Rio Ribeira; Itararé, Cinzas, Paranapanema1 e Paranapanema 2; Tibagi; Jordão; Pirapó, Paranapanema 3 e Paranapanema 4; Alto Ivaí; Baixo Ivaí e Paraná 1; Piquiri e Paraná 2; Paraná 3; Afluentes do Médio Iguaçu; e Afluentes do Baixo Iguaçu.

Essa divisão, realizada com suporte do Comitê de Bacias Hidrográficas, tem base nas características geográficas de cada região e serve para aperfeiçoar o gerenciamento específico dos recursos hídricos, de acordo com as particularidades de cada local.

Atualmente, apenas oito dessas unidades operam sob planos de ação, sendo cinco finalizados e três em fase de conclusão. A gerente da GEBH afirmou que os planos utilizados atualmente já estão defasados – o mais recente foi finalizado em 2017. Por isso, a necessidade de novas coletas para atualização. “É um passo muito significativo que o Paraná está dando na gestão da água”, disse Danielle.

NOVOS OBJETIVOS – O incremento dos dados coletados também vai implementar uma série de fatores inéditos aos estudos, com os relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e às mudanças climáticas.

“Buscamos reunir todas as informações que possibilitem uma atuação otimizada sobre a gestão de recursos hídricos no Paraná. Por isso, é essencial que essas perspectivas contemporâneas façam parte dos nossos planos”, destacou a gerente.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Não é cedo? Frio dá as caras e dez cidades tiveram madrugada mais fria de 2025 nesta sexta

O frio começou a aparecer no Paraná. Dez cidades registraram, na madrugada desta sexta-feira (21), a temperatura mais baixa de 2025, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

São elas: Cambará: 15,1°C; Campo Mourão: 15,3°C; Cândido de Abreu: 15,9°C; Cornélio Procópio: 15,5°C; Guaraqueçaba: 16,1°C; Jaguariaíva: 12,1°C; Laranjeiras do Sul: 13,8°C; Londrina: 16,7°C; Paranavaí: 19,2°C; e Telêmaco Borba: 12,1°C.

A mudança na temperatura já era prevista com a aproximação de uma frente fria logo no início do outono. A estação, que chegou às 6h01 de quinta-feira (20), é marcada pela grande amplitude térmica, ou seja, uma diferença maior na temperatura entre as madrugadas frescas, geralmente com presença de nevoeiros, e as tardes um pouco mais quentes. 

“Ainda nesta sexta-feira as temperaturas em média ficam mais altas entre o Oeste e o Noroeste do Paraná, com máximas previstas entre 32°C e 34°C. Os índices de umidade relativa do ar devem ficar abaixo dos 40% em algumas cidades destas regiões”, ressalta Samuel Braun, meteorologista do Simepar. 

O sábado continuará com as características do outono. O dia amanhece com temperaturas mais amenas e alguns nevoeiros, especialmente entre o Centro Sul, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba. Nas demais regiões o sol predomina, e o aquecimento mais expressivo segue entre o Oeste e o Noroeste. No sábado as temperaturas máximas podem passar de 34°C em algumas cidades. 

No domingo há expectativa de mudança nas condições do tempo. Um sistema de baixa pressão se forma entre o Sul do país, Norte da Argentina e Paraguai, e acaba contribuindo para a formação de áreas de instabilidade. No Interior do Estado, inclusive, o dia já deve amanhecer com chuva, especialmente entre as regiões Noroeste, Oeste e Sudoeste. Ao longo do dia chove no resto do Estado de forma isolada”, explica Braun.  

Na próxima semana a instabilidade deve permanecer, com o tempo bastante abafado. Está prevista uma sequência de dias com possibilidade maior de chuvas em todo o Paraná.

SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações meteorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas meteorológicas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.

Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.

 

 

 

 

 

por - AEN

 Renovação da frota escolar: Governo entrega mais 102 ônibus novos a 86 municípios

O Governo do Estado realizou nesta quinta-feira (20) a segunda entrega de ônibus escolares adquiridos por meio do programa Caminho da Escola, do governo federal.

Nesta etapa, 102 novos veículos foram destinados a 86 municípios paranaenses, com um investimento de aproximadamente R$ 47 milhões. A aquisição foi viabilizada por meio de emenda da Bancada Federal do Paraná (RP7 n.º 71170007/2024), com contrapartida financeira do Estado.

A entrega fez parte de um contrato maior, que soma investimento total de R$ 91 milhões na renovação da frota escolar. A primeira remessa, composta por 113 ônibus, foi entregue em fevereiro. Com a conclusão desta segunda etapa, o Estado já repassou 215 veículos aos municípios, garantindo mais segurança e conforto no transporte de estudantes da rede estadual.

Para o secretário da Educação, Roni Miranda, a ação é uma maneira de fortalecer a frequência escolar e incentivar a participação ativa dos estudantes nas aulas, ao longo do ano letivo. 

“Vamos ajudar os municípios a transportarem os alunos de forma ainda mais eficaz. A medida beneficiará cerca de meio milhão de estudantes, que serão transportados por esses veículos”, avaliou. “É importante ressaltar que são ônibus com acessibilidade para cadeirantes e portadores de necessidades especiais”, concluiu.

A entrega da frota é fruto de uma parceria iniciada no começo da atual gestão do Governo do Estado, em conjunto com a bancada federal, na qual cada real investido em emendas pelos parlamentares tem a mesma quantia investida como contrapartida pelo Governo do Estado.  

Outros R$ 165 milhões em emendas devem ser investidos ainda neste ano para a compra de mais ônibus escolares. Com aporte do mesmo valor pelo governo, seriam cerca de 800 ônibus a mais, a serem entregues até o fim do ano.

MODELOS – Os 102 ônibus entregues nesta quinta-feira são de dois modelos. São 97 veículos do tipo ORE 3, com espaço para 59 alunos sentados (a um custo de R$ 469 mil cada). Já os cinco do modelo ORE 2 tiveram o custo unitário de R$ 398 mil e comportam 44 estudantes sentados. 

Os veículos são 100% acessíveis, com dispositivo de poltrona móvel (DPM) que permite ao aluno com pouca mobilidade embarcar e desembarcar sentado, além de contarem com ar-condicionado para maior conforto dos estudantes.

 

 

 

 

 

Por - AEN

feed-image
SICREDI 02