Mais de 350 mil pessoas usam sistema estadual para bloquear telemarketing indesejado

Pessoas que se sentem incomodadas com chamadas insistentes de telemarketing podem recorrer a um sistema estadual de bloqueio de ligações para não serem mais incomodadas.

É o Cadastro para Bloqueio de Recebimento de Ligações de Telemarketing (CBRLT), uma iniciativa da Celepar e do Procon-PR que já conta com 351.716 consumidores ativos no sistema.

O direito de integrar o cadastro para não receber estas ligações é garantido por lei no Paraná desde 2009. Ao se cadastrar, o consumidor precisa informar seus dados pessoais e os números que pretende bloquear. Desde o início do serviço, mais de 600 mil números de telefone já foram registrados para bloqueio.

“O telemarketing abusivo é um pesadelo na vida dos cidadãos. Ligam dia e noite, aos finais de semana e várias vezes ao dia. Uma situação que pode ser muito incômoda e que pode causar outros problemas, como a pessoa perder uma ligação importante porque está recebendo uma chamada indesejada”, destacou o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Santin Roveda.

CADASTRO – O processo de cadastro é simples e gratuito. Ele pode ser feito pela internet, no site do Procon-PR, pelo telefone 0800 41 1512 ou presencialmente, em uma das sedes do órgão pelo Estado. Uma vez feito o cadastro, o usuário pode alimentar o sistema com vários números de telefone que devem ser bloqueados.

A lei determina que as ligações dos números cadastrados devem cessar até 30 dias após o registro no sistema do Estado. Caso as ligações persistam, os usuários podem registrar uma reclamação no Procon-PR. Dependendo da reincidência das denúncias, as multas aplicadas às empresas que desrespeitam o cadastro podem variar de R$ 900 a R$ 12 milhões.

“Ao fazer a denúncia, é importante que o consumidor tenha as informações de data e hora da ligação, nome da empresa, número de telefone e nome do operador da chamada. Com isso, tomamos todas medidas cabíveis, como sanções e multas”, disse a diretora do Procon-PR, Claudia Silvano.

O cadastro estadual também está alinhado ao sistema nacional de bloqueio de chamadas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Não Me Perturbe. Portanto, os usuários cadastrados no sistema estadual estão automaticamente vinculados ao serviço nacional.

“É um sistema simples que alivia um incômodo muito grande para muitas pessoas. Com este serviço, reforçamos nosso compromisso em proteger a privacidade e o bem-estar dos paranaenses", afirmou o diretor-presidente da Celepar, Gustavo Garbosa.

O usuário também consegue, de maneira simples, pedir o fim do bloqueio, caso queira. Basta acessar o mesmo sistema e seguir os passos indicados no site. O cidadão também pode escolher algum serviço específico de telemarketing que permite que continue fazendo as ligações. O bloqueio não atinge entidades filantrópicas que solicitam doações.

EMPRESAS – As empresas que utilizam serviço de telemarketing também podem acessar o sistema estadual para consultar os números que pediram bloqueio. Neste caso, o cadastro também é aberto para consulta por empresas de outros estados, que não queiram correr o risco de fazer ligações indesejadas a consumidores cadastrados. Atualmente, o Cadastro para Bloqueio de Recebimento de Ligações de Telemarketing (CBRLT) tem mais de 2 mil empresas registradas.

 

 

 

 

 

Por -AEN

 Alta de 77%: bancos de leite dos HUs atenderam 21 mil mães e bebês em 2024

O Governo do Paraná registrou, em 2024, um aumento de 77,4% no atendimento dos quatro bancos de leite da rede de hospitais das universidades estaduais, nas regiões Norte, Noroeste, Oeste e dos Campos Gerais.

Foram 21.576 atendimentos ao longo do ano passado, com orientações sobre o aleitamento materno e serviços de coleta, processamento e distribuição de leite humano para bebês que não podem ser amamentados pelas mães. Em 2023 houve 12.156 atendimentos em toda a rede.

Ligados às universidades estaduais de Londrina (UEL), de Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste), os hospitais também recebem doações de leite humano. O estoque é destinado para os bebês internados em Unidades Neonatais. Além disso, o banco de leite atende mulheres com condições que dificultam o aleitamento natural, como baixa produção de leite, problemas de saúde que impedem a amamentação, lesões nos mamilos ou o nascimento prematuro dos bebês.

Parte do leite arrecadado é destinada a demandas de outras unidades hospitalares, contribuindo, inclusive, com a rede privada de saúde.

O leite arrecadado passa por um processo de pasteurização, ou seja, é aquecido e resfriado para eliminar micro-organismos que possam causar danos aos recém-nascidos. Entre janeiro e dezembro de 2024, os quatro hospitais universitários (HUs) coletaram, aproximadamente, 9.348 litros de leite humano, com uma média mensal de 779 litros. De acordo com o Ministério da Saúde, um litro de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia, fornecendo a nutrição necessária para o desenvolvimento saudável das crianças.

As atividades dos bancos de leite dos HUs contemplam, ainda, assistência para as mães de bebês internados nas unidades de terapia intensiva neonatal e pediátrica dos HUs, incluindo suporte emocional, a fim de assegurar a produção de leite para essas mulheres. Esse acompanhamento nutricional, que envolve orientações e informações sobre a preservação e a armazenagem adequadas do leite materno, além de técnicas de extração, é importante para promover a saúde tanto das mães quanto dos bebês.

LONDRINA – A equipe do banco de leite do HU da UEL, na região Norte do Paraná, alcançou a marca de 8.542 atendimentos coletivos e individuais, além de visitas domiciliares. Em 2023, a unidade somou 6.336 atendimentos. Ao todo, foram coletados 2.016 litros de leite no decorrer do ano passado, número que equivale a 168 litros mensais.

A coordenadora interina do banco de leite humano do HU-UEL, Renata Portero Wielganczuk, destaca a importância de auxiliar as mães com os desafios da amamentação. “Muitas vezes, as mães têm alguma dificuldade com a descida do leite, lesão no mamilo, pega incorreta, e a gente oferece orientação de manejo, faz laserterapia, que ajuda a aliviar o desconforto e corrige a pega do bebê”, afirma. “A mãe conta com avaliação especializada, que auxilia no diagnóstico e tratamento de condições como candidíase e mastite”.

MARINGÁ – No Noroeste do Estado, o Hospital Universitário Regional de Maringá dobrou a quantidade de atendimentos do banco de leite de 2023 para 2024, saltando de 2.100 para 4.200. Esse aumento é resultado da realocação desse tipo de serviço para a área central da cidade, em uma estrutura física maior, que possibilitou a ampliação da capacidade da unidade. O hospital da UEM coletou, aproximadamente, 3.000 litros de leite humano entre janeiro e dezembro do ano passado (250 litros em média por mês).

Para a coordenadora do banco de leite do HU da UEM, Christyna Beatriz Genovez Tavares, é importante manter um fluxo de doações durante todo o ano. “Mesmo com uma média de 250 doadoras mensais em 2024, é necessário que esse número chegue, pelo menos, a 300 para suprir uma demanda de até 120 bebês prematuros por mês”, afirma.

PONTA GROSSA – Inaugurado há três anos, o banco de leite do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais registra números expressivos. De 2023 para 2024, a quantidade de atendimentos saltou de 1.211 para 2.841, o que representa uma alta de 134,5%. A unidade recebeu 735 litros de leite em doação ao longo do ano passado, o que corresponde a 61 litros mensais, em média.

A diretora do banco de leite do HU da UEPG, Cláudia Cancian, enfatiza a importância do leite que é doado para a saúde dos recém-nascidos. “Além de fornecer nutrientes essenciais, o leite materno oferece proteção contra doenças como infecções respiratórias e alergias, sendo uma fonte valiosa para os recém-nascidos que não podem mamar diretamente nos seios das mães, principalmente para as mulheres hospitalizadas”, explica.

CASCAVEL – No Hospital Universitário do Oeste (Huop) os atendimentos subiram 66% em 2024, passando de 3.600 para aproximadamente 6.000. As doações mantiveram a média do ano anterior, com cerca de 300 litros de leite por mês. Ao todo, 25 municípios da 10ª Regional de Saúde são beneficiados pela unidade.

COMO DOAR – A doação de leite humano é recomendada para mulheres saudáveis, que tenham uma produção maior do que os filhos consomem. Na rede estadual de hospitais universitários do Paraná, as voluntárias passam por uma triagem, com apresentação de exames pré-natais para avaliação médica, e recebem orientações sobre os cuidados necessários para a extração do material. O leite coletado em casa é transportado por equipes dos Hus.

Confira os endereços e telefones dos bancos de leite dos HUs estaduais do Paraná para o agendamento das doações:

Londrina

Endereço: Avenida Robert Koch, 60 - Vila Operária

Telefone: (43) 3371-2390

Maringá

Endereço: Avenida Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras

Telefone: (44) 3011-9174 ou (44) 99900-4692 (WhatsApp)

Ponta Grossa

Endereço: Augusto Ribas, 81 - Centro

Telefone: (42) 3311-8414 e (42) 3311-8527 (WhatsApp)

Cascavel

Endereço: Rua Carijós, s/n - Santa Cruz

Contato: (45) 3321-5243.

 

 

 

 

Por - AEN

Primato inaugura unidade cerealista e Casa do Produtor em Vera Cruz do Oeste (PR

No dia 24 de janeiro, a Primato Cooperativa Agroindustrial inaugurou sua unidade cerealista e a Casa do Produtor em Vera Cruz do Oeste (PR).

A cerimônia, que reuniu cooperados, autoridades e colaboradores, contou com a bênção do Diácono Genésio Villas Boas, seguida do corte da fita e de um jantar de recepção, que proporcionou um momento de confraternização entre os presentes. Na ocasião, também foi realizada a Reunião de Campo e entregue o prêmio Excelência - Cliente Casa do Produtor de Vera Cruz do Oeste.

O presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, destaca a relevância estratégica da nova unidade para a região, conhecida por sua alta produtividade. “A unidade receberá milho, soja, trigo e todas as atividades pecuárias, como bovino de leite, bovino de corte, suinocultura, tilápia e avicultura. Estamos aqui para agregar valor, gerar empregos e contribuir com o desenvolvimento local”, afirma. A nova unidade, de acordo com Sabadin, conta com secadores e capacidade de armazenagem de 330 mil sacas, além de balança de entrada e saída, o que permite um fluxo ágil de recebimento e envio de grãos, beneficiando tanto o plantio quanto a colheita.

Ele também enfatiza os serviços oferecidos na unidade, como as linhas de financiamento, disponíveis por meio da Primato Credi. “Temos um gerente da Primato Credi no local, que atende o produtor com linhas de custeio, Pronaf e Pronamp. Além disso, a corretora de seguros e aplicações financeiras também está disponível, ampliando as opções”, explica.
O gerente da unidade de Vera Cruz do Oeste, Andrei de Lima, reforça a importância da cooperação com o produtor rural. “Com muita alegria, a Primato traz soluções e parcerias para o produtor, que poderá entregar toda a sua produção, com assistência técnica e assessoria a campo que oferecemos. Ele conta ainda com um portfólio completo que disponibilizamos dentro da cooperativa”, destaca Andrei.

Juliano Millnitz, diretor executivo da Primato, compartilha a visão da cooperativa para o futuro da região. “Vera Cruz do Oeste é uma área com enorme potencial, tanto para grãos quanto para pecuária. Estudamos a viabilidade de um frigorífico de peixes, aproveitando a expertise da cooperativa na piscicultura desde 2020. A ideia é começar com o abate de 30 mil peixes por dia e, futuramente, chegar a 120 mil peixes por dia, o que geraria até 40 toneladas de filé diariamente”, revela Millnitz.

Anderson Sabadin reforça o convite para o produtor rural de Vera Cruz do Oeste: “Esperamos que ele realmente participe, pois a unidade é dele, para ele. Oferecemos tudo para que ele faça o seu relacionamento comercial junto ao gerente Andrei. A Primato realmente acredita que, juntos, criamos valor”, finaliza o presidente da cooperativa.

Vale lembrar que o atendimento da Casa do Produtor é realizado de segunda a sábado, das 08h às 17h30, com horário estendido durante os períodos de safra, para garantir a conveniência e o suporte necessário aos cooperados.

 

 

 

 

 

Por -Assessoria

 Além do caso Eloah: Paraná soluciona 100% dos casos de crianças desaparecidas

A integração das forças policiais no Paraná tem transformado o Estado em referência nacional na resolução de crimes, especialmente envolvendo crianças.

A articulação entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, bem como unidades especiais como o Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (grupo Tigre) e a Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone), foi fundamental na solução do desaparecimento da menina Eloah, que foi resgatada em menos de 30 horas após ter sido sequestrada na última semana em Curitiba. Uma mulher foi presa pelo crime.

"O trabalho integrado das forças de segurança no Paraná é um exemplo de como a cooperação e a especialização podem salvar vidas. Temos uma resolutividade de crimes muito alta. E no caso de desaparecimentos de crianças temos 100% de sucesso. Cada caso solucionado é uma vitória para as famílias paranaenses e uma demonstração de que a segurança pública do Paraná está sempre pronta’ para atuar com eficiência e agilidade”, diz o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

Outro fator que eleva o patamar do Paraná nesse cenário é a atuação do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), única unidade no Brasil dedicada exclusivamente à localização de crianças desaparecidas, que também participou da busca pelo paradeiro da menina. Entre 2019 e 2024, 888 casos envolvendo crianças desaparecidas foram registrados no Estado, entre aqueles com grande complexidade, como o do caso que comoveu o país na semana passada, ou mais corriqueiros. Todos eles já foram concluídos.

Com sede em Curitiba, o Sicride centraliza as notificações de desaparecimentos de crianças de até 12 anos incompletos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e atua em sintonia com outras forças de segurança e setores da sociedade civil.

Um dos grandes diferenciais do Sicride é sua equipe especializada. Os policiais dedicados exclusivamente à localização de crianças desaparecidas trabalham de forma ágil e coordenada para atender ocorrências em qualquer região do Paraná.

A delegada-chefe do Sicride, Patrícia Paz, destaca que essa prontidão é essencial para o sucesso das operações. “Atendemos ocorrências dos 399 municípios do Estado e assim que um alerta de desaparecimento é emitido nós já recebemos. O atendimento é 24 horas e os policiais de plantão já entram em contato com os responsáveis para as primeiras diligências. De imediato pedimos uma foto recente da criança para fazer um cartaz para auxiliar nas buscas”, explica.

A delegada informa que o Paraná foi o terceiro estado do País a se tornar signatário do Alerta Amber, em maio de 2024. Utilizado em 30 países, o programa permite que um comunicado especial seja encaminhado às plataformas da Meta (Instagram, Facebook e WhatsApp) para publicar o alerta para usuários das suas redes sociais no raio de até 160 quilômetros do local do fato ocorrido. “A ferramenta tem auxiliado muito e é uma ação imediata”, detalha.

A delegada do Sicride também reforça a importância de uma resposta imediata em casos de desaparecimento e orienta que qualquer situação suspeita seja informada à Polícia Civil. “Não há necessidade de esperar 24 horas para registrar um boletim de ocorrência. Assim que os responsáveis perceberem que a criança fugiu da rotina, devem buscar ajuda imediatamente”, alerta.

Ela também elenca algumas medidas que podem ajudar a prevenir desaparecimentos. “No caso das crianças menores, os responsáveis devem redobrar a atenção em locais com muita aglomeração de pessoas e desconfiar caso desconhecidos se aproximem pedindo informações sobre a criança”, diz.

Já no caso de crianças maiores, que usam aparelhos de telefone, têm acesso à internet, a delegada orienta diálogo constante. “A orientação é manter o monitoramento, mas também uma conversa franca sobre os perigos. Manter uma relação de confiança na família é muito importante. A internet representa um desafio imenso. É preciso atenção e vigilância a todo instante”, reforça.

Em caso de desaparecimento de crianças, o registro de boletim de ocorrência pode ser feito em qualquer delegacia do Estado. Além disso, denúncias anônimas podem ser encaminhadas pelos números 197 (PCPR) ou 181 (Disque-Denúncia). O site do Sicride também disponibiliza informações sobre crianças desaparecidas e materiais de orientação para prevenir novos casos.

CASOS ANTIGOS – Apesar de ter 100% de resolução em casos ocorridos desde 2018, o Sicride continua atento a desaparecimentos mais antigos, alguns até de décadas atrás. Nestes casos, as investigações podem ser retomadas se forem constatadas novas pistas ou denúncias, com o uso inclusive de tecnologias mais modernas, como o sistema que simula a progressão de idade da criança com base em fotos antigas e a identificação de material genético por DNA.

HISTÓRICO – O Sicride foi criado pela Resolução nº 698, de 31/07/95, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, e regulamentado pela Portaria nº 1316/95, de 10/08/1995, do Departamento de Polícia Civil (DPC). Desde então, é responsável por centralizar o registro de ocorrência envolvendo crianças desaparecidas no Paraná, promover a apuração dos fatos e prosseguir na instrução de inquéritos policiais já instaurados.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Paraná recebe mais de 128 mil doses de vacinas contra a Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu nesta segunda-feira (27) uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19. São mais de 128 mil doses de vacinas destinadas a reforçar a campanha de imunização no Paraná. As doses incluem 52.200 da Pfizer Baby, 59.100 da Zalika e 16.800 da Moderna.

A distribuição das doses para as 22 Regionais de Saúde (RS) está programada para começar na quarta-feira (29). A logística de distribuição seguirá o planejamento da Sesa, priorizando a equidade entre as regionais de saúde.

O objetivo é garantir que todos os municípios tenham acesso às doses de forma ágil, permitindo a continuidade da vacinação em crianças, adolescentes e adultos, conforme as faixas etárias e esquemas vacinais indicados.

“Essa remessa é fundamental para mantermos a proteção da população paranaense contra a Covid-19”, destacou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Reforçamos mais uma vez a importância de que todos os grupos elegíveis busquem a vacina e atualizem o esquema vacinal em uma das 1.800 salas de vacina espalhadas pelo estado”.

ESQUEMA – Atualmente a vacinação abrange crianças de 6 meses a menores de 5 anos, idosos e gestantes como parte da vacinação de rotina. A população prioritária elegível são as com comorbidades, puérperas, imunocomprometidas, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente, entre outros grupos prioritários.

A Pfizer Baby é indicada para bebês de seis meses até quatro anos, 11 meses e 29 dias, em esquema de três doses; a Zalika é direcionada para reforço e primeiras doses de adolescentes e adultos, e a Moderna para dose de reforço e esquema primário em adultos e grupos específicos.

 

 

 

 

Por - AEN

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