Foi pensando em otimizar o dia a dia do produtor rural, através das soluções financeiras que nasceu a Primato Credi.
Fundada oficialmente no dia 9 de agosto de 2023, a Primato Credi contou com um grupo de pessoas que assim como as Cooperativas Primato e Cresol, acreditaram no projeto de uma Cooperativa de Crédito que pudesse atender com agilidade as demandas do homem do campo, seus colaboradores, bem como fornecedores.
“Estamos diante de um grupo de pessoas o qual somos extremamente gratos, afinal vocês se tornaram nossos sócios fundadores e juntos queremos comemorar a idealização de uma Cooperativa que vem crescendo graças a confiança depositada na Primato Credi lá no seu início”, disse o presidente da Primato Credi, Luiz Cezar Dondoni.
O reconhecimento aos sócios fundadores aconteceu na associação dos funcionários da Primato e reuniu mais de 50 sócios fundadores da Primato Credi, uma Cooperativa que atualmente conta com mais de 440 cooperados em seu quadro social.
Por - Assessoria
A citricultura é a principal atividade da fruticultura no Paraná, respondendo por 53,7% da área de 55,2 mil hectares com frutas no Estado.
Os municípios de Paranavaí (Noroeste do Estado), Cerro Azul (Região Metropolitana de Curitiba) e Altônia (Noroeste) lideram, respectivamente, os cultivos de laranjas, tangerinas e limões. As informações estão no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 29 de março a 4 de abril. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
Os dados mais recentes do Deral, de 2022, mostram que o Paraná cultivou aproximadamente 29 mil hectares de frutas cítricas. Elas representam 63,4% do volume de 1,3 milhão de toneladas produzidas na fruticultura. A laranja é cultivada em 20,8 mil hectares, e Paranavaí responde por 18,7% dos volumes colhidos. A tangerina ocupa 6,9 mil hectares, sendo 57,4% das frutas extraídas de Cerro Azul; já a área destinada ao cultivo de limão é de 1,3 mil hectares e oferta a partir do mês de maio, com Altônia recolhendo 67,8% do total.
De acordo com o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, a laranja, com intensificação da safra a partir de julho, tem grande parte da produção destinada ao processamento industrial, transformada em suco concentrado e subprodutos encaminhados ao mercado externo, além do suco "pronto para beber" dirigido ao mercado nacional. A comercialização de frutas frescas é focada no consumo interno, local e regional.
A tangerina, com início de colheitas modestas em abril, se destina ao mercado "in natura", é uma fruta com oferta concentrada em 10 semanas do ano, tem alta perecibilidade e baixa vida de prateleira. Segundo Andrade, a produção de suco é uma realidade buscada pelos citricultores do Vale do Ribeira, visando o fornecimento – via transformação agroindustrial – de um produto diferenciado, o que representaria um novo nicho de mercado para os produtores.
MILHO E SOJA – Com o calor intenso no Paraná, aliado a poucas chuvas, as condições de lavoura do milho segunda safra 2023/24 tiveram uma piora significativa nesta semana. Segundo o Deral, 81% dos 2,4 milhões de hectares plantados têm condição boa no campo, enquanto 17% têm condição mediana. Em relação à soja, a colheita chegou nesta semana a 93% dos 5,7 milhões de hectares plantados nesta safra. Já no mercado os preços permanecem estáveis nos últimos meses.
TRIGO – Apesar de o zoneamento já permitir o plantio de trigo em alguns municípios do Paraná, especialmente na região Norte, não há registro de semeadura até o momento. Com os trabalhos podendo se estender nesses municípios até, no mínimo, o final de maio, a intensificação dos tratores a campo ainda deve demorar algumas semanas para acontecer.
BOVINO DE CORTE – Durante o mês de março, a arroba do boi-gordo foi comercializada, em média, a R$ 228,11 no Paraná, correspondendo a uma queda de aproximadamente 1,4% em relação a fevereiro. Apesar da pequena variação no comparativo entre os últimos dois meses, o produto já acumula queda de 16,4% em um ano.
FRANGO E OVOS – Segundo a Embrapa Suínos e Aves, o custo de produção do frango vivo no Paraná atingiu em fevereiro de 2024 o valor de R$ 4,38/kg, uma redução de 0,23% em relação ao mês anterior (R$ 4,39/kg) e uma diminuição de 19,93% em comparação com fevereiro de 2023, cujo valor foi de R$ 5,47/kg.
Sobre os ovos, o boletim destaca o levantamento de março do Deral sobre os preços do produto. O preço nominal médio do ovo tipo grande ao produtor no Paraná foi de R$ 149,46 por caixa de 30 dúzias. Isso representa uma queda de 0,51% em relação a fevereiro (R$ 150,26) e uma elevação de 3,4% em comparação a março de 2023 (R$ 144,49).
Por - AEN
O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) realizará em Cascavel, em 18 de abril, um leilão de 105 veículos aptos a circular em via pública.
Eles foram recolhidos pela Polícia Militar e não retirados por seus proprietários dentro dos prazos e na forma da legislação.
Pessoas físicas e jurídicas, maiores de 18 anos e portadoras de CPF ou CNPJ, podem participar dos leilões conforme especificado no edital disponível AQUI.
Também neste mês, mais três leilões serão promovidos, em Curitiba, Maringá e Londrina, somando 344 veículos aptos a transitar em via pública – as quatro cidades totalizam 449 veículos.
O prazo para inscrição encerra em 15 de abril. Os interessados podem visitar e examinar os lotes nos locais indicados abaixo, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, nos 10 dias que antecedem o leilão. Apenas quem fez a inscrição prévia dentro do prazo poderá participar.
Para obter autorização de acesso aos depósitos, é necessário apresentar um documento de identidade reconhecido por lei federal em um dos endereços indicados, seguindo as regras estipuladas no edital.
GOLPES – O Detran-PR alerta os usuários para que não caiam em golpes e fiquem atentos a sites falsos ou outros meios oferecendo estes veículos. O leilão do Detran é apenas presencial e nos locais indicados nos canais oficiais do órgão.
Serviço:
Detran-PR leiloa 105 veículos destinados à circulação – Cascavel
Data:18 de abril, quinta-feira
Horário: 9h
Local: Sest/Senat – Rua das Pampulhas, nº 204 – Cascavel
Total de Lotes: 105
Total da avaliação: R$ 218.400,00
Locais de visitação:
Pato Branco – Rua Argentina, nº 888 – (46) 3220-3250
Guarapuava – Av. Sebastião Camargo Ribas, nº 131 – (42) 3629-8950
Cascavel – Rua Galibis, s/nº – (45) 3321-3350
Campo Mourão – Av. José Tadeu Nunes, nº 51 – (44) 3518-1900
Cruzeiro do Oeste – Avenida Brasil, 3347 - Bairro Jardim da Luz – (44) 3621-1862
Foz do Iguaçu – Av. Gen. Meira, 2000 - Jardim Eldorado - (45) 3545-5246
Francisco Beltrão – Rua Marilia, nº 665 – (46) 3520-4350
Toledo – Rua Gisela Merlin Leduc, 390, Jardim Gisela - (45) 3378-3144
Ivaiporã – Rua Polônia, 120, Jardim Europa - (43) 3472-1121
Goioerê – Rua Di Cavalcanti, 165, Jardim Curitiba - (44) 3522-4431
Nova Aurora – Rua Maringá, 592, Centro - (45) 3243-1709
Medianeira – Avenida Brasil, 3720, Centro - (45) 3264-0650
Matelândia – Avenida Borges de Medeiros, 1575, Centro - (45) 3262-1744
Marechal Cândido Rondon – Rua Irio Jacob Welp, nº 1221 – (45) 3379-7680
Anahy – Rua da Areia, 390, Centro - (45) 3249-1306
Araruna – Rua Miguel Couto, Centro - (44) 3562-1082
Cafelândia – Avenida Governador Moisés Lupion, 760, Centro - (45) 3241-1190
Cândido de Abreu – Avenida Paraná, 630, Centro - (43) 32476-1190
Iracema do Oeste – Rua João Pereira da Silva, 777, Centro - (44) 3551-1310
Lidianópolis – Rua Santa Catarina, 1046, Centro - (43) 3473-1230
Por - AEN
A produção de ovos no Paraná cresceu cerca de 72% na última década, reforçando o protagonismo do Estado na produção de proteína animal.
O Estado saltou de 252,3 milhões de dúzias para 434,1 milhões de dúzias no período entre 2013 e 2023, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que dá cerca de 1,2 milhão de dúzias por dia. Os números levam em conta tanto a produção de ovos diretamente para consumo, quanto de ovos incubados para criação de frangos de corte, setor que o Paraná lidera nacionalmente.
Esse incremento levou o Paraná a assumir em dez anos o posto de segundo maior produtor de ovos do Brasil, ultrapassando Minas Gerais. Em 2013, São Paulo liderava a produção com 819,1 milhões e Minas Gerais aparecia em segundo com 277,4 milhões. O primeiro colocado continua sendo São Paulo, que produziu no ano passado 1,1 bilhão de dúzias de ovos, mas o Paraná já está em segundo, com Minas Gerais fechando 2023 com 372 milhões de dúzias. A produção paranaense representa 10,3% da produção nacional. Fatia que há dez anos era de 9,2%.
A produção de ovos do Paraná foi a que mais cresceu em todo país ano passado, com todos os trimestres fechando com marca superior a 100 milhões de dúzias (a primeira vez que ultrapassou essa marca foi no segundo trimestre de 2022). O incremento foi 7,1% em relação a 2022 (405,3 milhões). O segundo estado cuja produção mais subiu em 2023 foi Minas Gerais, com aumento de 2,3%. A alta paranaense foi inclusive maior do que a média brasileira, que ficou em 2,7%. O país saltou de 2,7 bilhões para mais de 4 bilhões em dez anos.
OVOS INCUBADOS – Um dos principais fatores que puxa para cima a produção de ovos no Paraná é a criação de frangos para abate – setor em que o Estado é líder nacional com 2,3 bilhões de aves produzidas em 2023, representando 34,3% do mercado brasileiro. O Estado é líder na criação de ovos para incubação, com 242,9 milhões de dúzias produzidas ano passado, representando 25,4% do mercado nacional.
Esse mercado tem recebido grandes investimentos. A Lar Cooperativa inaugurou em março deste ano a expansão da maior incubadora de ovos da América Latina, em Itaipulândia, no Oeste do Estado. Com investimento de R$ 80 milhões, a unidade passou a incubar 20,1 milhões de ovos por mês, quase o dobro do volume com o qual operava desde a inauguração da incubadora em 2017.
“Somos grande produtores de genética de ovo porque somos o maior produtor de frangos do Brasil. E o pintainho é, depois da ração, o principal insumo desse mercado”, explica Roberto de Andrade Silva, técnico do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab).
A avicultura como um todo gera 95,3 mil empregos diretos e cerca de 1,5 milhão de empregos indiretos no Paraná. São mais de 19 mil aviários e 8,4 mil propriedades rurais distribuídas em 312 municípios paranaenses, segundo o Sindiavipar.
OVOS PARA CONSUMO – No mercado de ovos para consumo, o Paraná ocupa a oitava colocação no ranking nacional. Em 2023, o Estado produziu 191,2 milhões de dúzias, correspondendo a 5,6% do mercado nacional. Esse volume representou crescimento de 2,7% na produção de ovos para consumo em relação ao ano de 2022.
Para o presidente da Associação Paranaense de Avicultura (Apavi), Tohoru Furukawa, a produção paranaense de ovos para consumo vem atravessando um bom momento por dois fatores. Primeiro, o cenário que desmistificou o ovo como vilão da alimentação, aumentando a presença nas refeições. “Hoje o ovo não é mais o vilão do colesterol. O consumo melhorou pela conscientização de que o ovo melhora o desempenho em diversas áreas. Tanto que um dos públicos em que o consumo mais cresceu é do pessoal fitness, de academia”, aponta.
O segundo ponto que vem ajudando bastante o setor é a queda no valor dos insumos após o boom dos preços na pandemia. “Isso vem dando margem ao produtor, ajudando muito a nossa balança”, aponta Furukawa.
O presidente da Apavi afirma que os preços das commodities utilizadas como insumo na produção de ovos, em especial a soja e o milho, ainda não retornaram para o patamar pré-pandemia. Mesmo assim, o mercado vem se equilibrando. Como comparativo, em 2019 uma carga de 15 mil quilos de milho custava em torno de R$ 8 mil. No pico da pandemia de Covid-19, quando os preços das commodities dispararam, chegou a R$ 27 mil. Agora, a mesma carga de milho custa em torno de R$ 15 mil.
Tal cenário tem permitido a alguns produtores investirem em suas propriedades. É o caso de Arnaldo Cortez, proprietário da Granja Avícola Cortez, em Cruzeiro do Sul, no Noroeste do Paraná. Até o fim do ano, ele planeja aumentar em 10% as atuais 3,3 mil dúzias que produz com 50 mil galinhas. Para isso, calcula um investimento entre R$ 250 mil e R$ 300 mil na propriedade de 3,75 alqueires e que já tem 14 funcionários.
“O cenário no Paraná está bom até para um pequeno produtor como eu. Hoje já tenho essa demanda para crescer. Se já tivesse feito esse aumento na produção, já estaria vendendo a mais para essa demanda”, ressalta.
Os dados completos podem ser conferidos
.
Por - AEN
No Dia Mundial dos Animais de Rua, celebrado nesta quinta-feira (04), dentro do chamado Abril Laranja, mês reservado para a prevenção contra a crueldade animal, o Núcleo de Educação Ambiental do Instituto Água e Terra (IAT) reforça a importância do Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos – o CastraPet.
É por meio desta ação, que terá o quarto ciclo iniciado neste ano, que o órgão ambiental promove o controle responsável da população de animais no Paraná, contribuindo para a redução do abandono e dos maus tratos, além de impactar na saúde pública.
De acordo com a médica veterinária Girlene Jacob, coordenadora técnica e fiscal do Castrapet e uma das responsáveis pelo Núcleo de Educação Ambiental do IAT, o objetivo é fechar 2024 com 105 mil animais castrados desde o início do programa, em 2019. Serão mais de 30 mil, entre cães e gatos, apenas neste nova fase. O investimento do Governo do Estado apenas nesta fase é de R$ 8.980.000,00, com foco no atendimento específico de pets da população de baixa renda, organizações da sociedade civil e protetores independentes.
“O CastraPet é uma iniciativa que se dedica a promover a saúde e o bem-estar dos animais de rua através de um serviço essencial e muitas vezes inacessível para muitos: a castração. Não se trata apenas de uma ajuda para controlar a população de animais de rua, prevenindo o nascimento de milhares de filhotes que poderiam acabar sem lar, mas também uma medida crucial de saúde pública, prevenindo a transmissão de doenças”, destaca.
Segundo ela, a castração de 105 mil animais, considerando uma taxa média de 50% de fêmeas, evita potencialmente o nascimento de cerca de 420 mil filhotes em um ano. “Esse resultado, de quase meio milhão de animais por ano, é quando consideramos que cada fêmea pode ter no mínimo quatro filhotes por gestação, com duas gestações ao ano, já que entram no cio a cada seis meses”, diz Girlene.
“Este é um exemplo claro de como medidas preventivas, como programas de castração, são essenciais para o controle responsável da população de animais, contribuindo para a redução do abandono e sofrimento animal”, acrescenta.
NOVA FASE – Previsto para iniciar neste ano, o quarto ciclo do Castrapet vai contemplar 30 mil pets de 165 cidades de todas as regiões do Paraná, representando aproximadamente 42% do território estadual.
Desde o seu início, em 2019, o Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos já alcançou quase 70% dos municípios do Estado nas três fases anteriores. Nesse período, foram castrados 75 mil animais em 275 cidades paranaenses, demonstrando o impacto positivo e abrangente do projeto.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL – Além da promoção da saúde pública, um esforço contínuo é direcionado à educação sobre a tutela responsável de cães e gatos. A iniciativa assumiu um papel crucial na conscientização ambiental, especialmente entre crianças e adolescentes. Para isso, o Governo do Estado monitora de perto as atividades de educação ambiental organizadas pelas cidades parceiras, uma das condições para que os municípios sejam integrados ao Castrapet.
O governo estadual oferece ainda palestras sobre zoonoses e orientações sobre a vacinação e desvermifugação de animais. A colaboração se estende a uma rede que une diversas ONGs e milhares de protetores independentes, todos compartilhando o objetivo comum de elevar a conscientização da sociedade em relação aos animais. “O foco está sempre em melhorar a conscientização da sociedade para com os animais”, destaca Girlene.
Por - AEN
As universidades estaduais do Paraná estão muito bem representadas entre as instituições de ensino superior do País.
De acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC), calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), as universidades estaduais obtiveram conceitos entre 4 e 5, que indicam a maior pontuação na avaliação. Entre as sete estaduais, a Universidade do Oeste do Paraná (Unioeste) figura em primeiro lugar com a nota máxima na classificação (5).
O IGC é um indicador que considera a qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado), numa escala de 1 a 5, em relação a todas as instituições de ensino superior do País. Apenas 53 instituições de ensino superior estão classificadas com conceito 5, sendo duas universidades públicas do Paraná, a Unioeste e a Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Entre as demais instituições de ensino superior estaduais do Paraná, as universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), do Centro-Oeste (Unicentro), do Norte do Paraná (UENP) e Universidade Estadual do Paraná (Unespar) receberam conceito 4 pelo MEC.
O indicador de qualidade é baseado na nota que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) atribui à cada curso de pós-graduação da instituição e a média de cada curso do Conceito Preliminar de Curso (CPC), ou seja, para a divulgação da nota foram analisados diversos fragmentos importantes oferecidos pelas universidades, faculdades e centros universitários, como: Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), porcentagem de professores com mestrado ou doutorado, percepção do estudante sobre o curso e Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), que analisa como o aluno evoluiu ao comparar a nota do Enem com a do Enade.
O reitor da Unioeste, Alexandre Webber, ressaltou que o reconhecimento é resultado de trabalho e esforço de todos na instituição. “Isso mostra a dedicação dos nossos professores, acadêmicos e agentes universitários, é motivo de muito orgulho. E, mais do que isso, neste ano em que completamos 30 anos de reconhecimento, é um presente para a nossa comunidade”, afirmou.
No total, o MEC avaliou 24.144 cursos em 1.998 instituições. No Paraná foram 1.963 cursos de ensino superior em 145 instituições.
SISTEMA ESTADUAL – O Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná é um dos mais robustos de todo o Brasil. Ao todo as universidades estaduais reúnem mais de 90 mil estudantes, entre alunos de graduação de cursos tecnológicos, bacharelados e licenciatura; e de pós-graduação, em cursos de especialização e programas de mestrado e doutorado.
São mais de 380 cursos de graduação, mais de 300 cursos de especialização, mais de 190 cursos de mestrado e mais de 90 cursos de doutorado. Juntas, as instituições estaduais de ensino superior contam com aproximadamente 7.700 professores e 8.900 profissionais da carreira técnica-administrativa.
Por - AEN