O mês de abril tem programação bastante versátil no Paraná. Com festas, exposições, feiras náuticas, encontros sobre rodas, enoturismo, eventos gastronômicos e religiosos, o calendário turístico do Paraná está recheado de alternativas que agradam a diferentes públicos.
As atrações do quarto mês do ano são divulgadas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Turismo (Setu) e do Viaje Paraná.
Uma das maiores atrações do mês é voltada aos que buscam maior contato com a religiosidade. Entre os dias 24 e 26, a cidade de Lunardelli, no Vale do Ivaí, conhecida como a capital estadual da fé, sedia a 6ª edição do Fórum Paranaense de Turismo Religioso. O evento busca valorizar os patrimônios histórico-culturais, como forma de atrair mais visitantes e alavancar as economias regionais.
O espaço anexo ao Santuário de Santa Rita de Cássia será palco de debates, palestras e oficinas, todas ligadas à fé e seu potencial turístico. Para se inscrever, basta clicar AQUI.
ENOTURISMO – Os apreciadores do vinho podem aproveitar o Wine Festival Serra das Nascentes, entre os dias 16 e 17, em Roncador, região central do Estado. A programação transporta os visitantes às sete vinícolas mais renomadas do Paraná e do Rio Grande do Sul, por meio de degustações exclusivas. A experiência também oferece pratos típicos locais, acesso à feira do produtor e shows em meio às belas paisagens rurais do município.
Outra boa opção, também do segmento de enoturismo, é o 100fronteiras Malbec Day que oferece, no dia 26, um open bar de vinhos premiados. O encontro acontece no Grand Carimã Resort, em Foz do Iguaçu, e conta com pacotes para hospedagem exclusiva aos participantes do evento, alguns com opção de comida à vontade.
GASTRONOMIA – No segmento da culinária típica, o Paraná sedia a Festa Tradicional do Churrasco no Espeto de Bambu, no município de Rio Bom, no Vale do Ivaí, nos dias 26 e 27.
Outra boa opção é a Festa do Carneiro Recheado, em Altamira do Paraná, no Centro-Oeste. O evento, que acontece dia 27, também conta com música, montagens culturais e, claro, a venda do prato tradicional da região.
SOBRE RODAS E TURISMO NÁUTICO – Nova Londrina, no Noroeste, sedia o 2° Encontro de Fuscas e Carros Antigos. Será dias 13 e 14, na Praça da Igreja Matriz. O evento, que promete atrair participantes de toda a região, contará a exposição de uma variedade de automóveis, shows e um “mercado de pulgas” para negociação de peças e acessórios para veículos de época.
Já os que preferem uma experiência em mar podem participar da 3ª edição do Yacht Day, no dia 20, na Praça Romildo Gonçalves Pereira, em Antonina, no Litoral. O evento reúne diversos marinheiros e entusiastas para uma exposição de jet skis, lanchas e outras embarcações. Além de confraternização, o encontro busca inserir Antonina na rota do turismo náutico brasileiro, ao propor um contato dos visitantes com a gastronomia, história local e as belas paisagens da cidade.
EXPOSIÇÕES E FESTAS – Londrina, no Norte do Estado, abriga a 62ª edição da Expo Londrina a partir desta sexta-feira (05). Com quase 300 expositores, a feira acontece no Parque Governador Ney Braga e promove shows, rodadas de negócios e palestras. O Governo do Estado participa com diversos lançamentos, eventos técnicos e palestras voltadas a produtores rurais e a outras áreas. O estande do turismo paranaense, primeiro da história da feira, expõe produtos locais de 11 municípios da região.
Exposições também marcam o aniversário de 60 anos de três municípios: Tapejara, no Noroeste, com a Expojará entre os dias 12 e 14; Porto Rico, também no Noroeste, com a 1° edição da Expo Porto Rico, entre os dias 19 e 21; e Capitão Leônidas Marques, no Oeste, com a Expocap, do dia 25 ao 28. Todas as celebrações têm entrada gratuita e contam com shows, competições, boa culinária e outras atrações.
Já na cidade de Manoel Ribas, região Central do Estado, o Rodeio Crioulo acontece do dia 19 a 21, reunindo entusiastas com boa comida, competições e baile gaúcho, regado a sanfonas e músicas típicas.
Outro destaque é a 45ª Festa das Nações de Guaíra, no Oeste do Paraná. Realizada desde 1976, a feira tem como objetivo a exaltação das culturas e etnias que ajudaram a construir o município. Ela é realizada no Centro Náutico e Recreativo Marinas, do dia 27 de abril a 05 de maio. A celebração conta com uma programação completa, repleta de shows e gastronomia típica.
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MAIO EM ABRIL – As comemorações do Dia do Trabalho serão antecipadas e começam já no dia 26 em Jaguapitã, no Norte do Estado, com shows, cinema ao ar livre, praça de alimentação e a típica Feira da Lua. A mesma celebração toma conta de Mirador (Noroeste), no dia 27, com atrações na praça ao lado da Igreja Matriz da cidade. No dia 30, a Festa do Trabalhador acontece em Tamarana (Norte), com shows de bandas regionais e barracas gastronômicas.
EVENTOS NACIONAIS – O Paraná também estará presente em eventos de destaque nacional, como, por exemplo, a WTM Latin America, feira que acontece em São Paulo, voltada para negociações e fortalecimento do trade turístico. As atividades acontecem de 15 a 17 na Expo Center Norte (SP). No Rio de Janeiro, o Estado estará presente no Rio Boat Show, grande evento que acontece na Marina da Glória, voltado ao segmento de turismo náutico, entre os dias 28 de abril a 05 de maio.
Confira a lista de atrações turísticas do mês:
Dia 05 a 14 – Expo Londrina
Dia 12 a 14 – Expojará, em Tapejara
Dia 13 a 14 – Encontro de Fuscas, em Nova Londrina
Dia 15 a 17 – WTM Latin America, em São Paulo
Dia 19 a 21 – Expo Porto Rico
Dia 19 a 21 – Rodeio Criolo, em Manoel Ribas
Dia 20 – Yacht Day, em Antonina
Dia 24 a 26 – Fórum de Turismo Religioso, em Lunardelli
Dia 25 a 28 – Expocap, em Capitão Leônidas Marques
Dia 26 – 100fronteiras MalbecDay, em Foz do Iguaçu
Dia 26 a 28 – Festa Tradicional do Churrasco no Espeto de Bambu, em Rio Bom
Dia 27 – Dia do Trabalhador, em Mirador
Dia 27 – Festa do Carneiro Recheado, em Altamira do Paraná
Dia 27 a 05 de maio – 45° Festa das Nações de Guaíra
Dia 27 a 01 de maio – Festa do Trabalhador, em Jaguapitã
Dia 27 a 01 de maio – Boat Show Rio de Janeiro
Dia 27 a 28 – Wine Festival Serra das Nascentes, em Roncador
Dia 30 a 01 de maio – Dia do Trabalhador, de Tamarana
Por - AEN
O Paraná registrou mais 44.985 notificações e 23.396 casos confirmados de dengue em uma semana. Há ainda, 10.454 casos descartados.
Ao todo, desde 30 de julho do ano passado, o Estado já soma 351.325 notificações, 159.357 casos confirmados, 101.879 casos descartados e 77 óbitos. Os dados são do informe semanal da doença elaborado e publicado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (2).
Ainda de acordo com o boletim, os 399 municípios do Estado já registraram notificações de dengue e 389 tiveram casos confirmados. Apenas 10 cidades não possuem casos confirmados de dengue: Adrianópolis, Agudos do Sul, Doutor Ulysses, Piên, Fernandes Pinheiro, Rio Azul, Paula Freitas, Coronel Domingos Soares, Honório Serpa e Santana do Itararé.
O boletim não registrou novas mortes pela doença. A Coordenadoria de Vigilância Ambiental da Sesa segue monitorando e auxiliando os municípios na investigação e encerramento de óbitos suspeitos por dengue. As equipes municipais de saúde são responsáveis pela investigação das mortes suspeitas pela doença, e, após concluírem os casos, devem atualizar e encerrar as informações no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde.
As 77 mortes já confirmadas pela doença foram registradas nos municípios de Antonina, Chopinzinho, São João, Ampére, Cruzeiro do Iguaçu, Dois Vizinhos, Nova Esperança do Sudoeste, Salto do Lontra, Santa Terezinha de Itaipu, Boa Vista da Aparecida, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Lindoeste, Nova Aurora, Quedas do Iguaçu, Luiziana, Mariluz, Cianorte, Marilena, Paranavaí, Planaltina do Paraná, Mandaguari, Maringá, Sarandi, Apucarana, Arapongas, Cambira, Jandaia do Sul, Cambé, Londrina, Rolândia, Cornélio Procópio, Siqueira Campos, Terra Roxa, Toledo e Ivaiporã.
COMPARATIVO – O documento da Sesa também apresenta um comparativo dos registros realizados na semana epidemiológica 31 a 13 desde 2019 (os boletins começam na semana 31 de cada ano). No período 2019/2020, por exemplo, nesta mesma semana o Paraná apresentava 204.807 notificações, 87.900 casos confirmados e 69 óbitos. Comparado com os dados atuais, o aumento foi de 71,53% em notificações, 81,29% em casos confirmados e 11,59% em óbitos. Em relação a 2022/2023, com 14.032 casos confirmados e 12 óbitos, os aumentos são de 1.035% e 541%.
CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS – O informe também registra 64 novas notificações e cinco casos confirmados de chikungunya no Estado. Ao todo o Paraná soma 987 notificações e 97 casos confirmados. Já com relação ao zika vírus, dentre as 93 notificações, não há registros de casos confirmados da doença no Estado.
Confira o informe semanal AQUI e mais informações neste link.
Processo administrativo, multas por meio de Autos de Infração Ambiental (AIA), restrição de diferentes direitos como a proibição da venda do imóvel, da contratação de financiamentos bancários ou com a administração pública, além da perda de incentivos e benefícios fiscais e até o confisco de premiações do Nota Paraná.
Essas são parte das sanções administrativas previstas em lei para quem agride o ecossistema, reforçando que o crime ambiental não compensa no Estado.
No Paraná a vigilância é intensa, com apoio da tecnologia, com o deferimento de R$ 387,5 milhões em multas apenas entre 2019 e 2023. Esse rigor permitiu ao Estado, entre outras iniciativas, reduzir em mais de 70% o desmatamento ilegal da Mata Atlântica no ano passado. O Instituto Água e Terra (IAT) é o órgão responsável pelo licenciamento, autorização, monitoramento e fiscalização do meio ambiente.
A legislação que orienta a atuação é a Lei Federal 9.605/1998 e o Decreto Federal 6.514/2008. Elas apontam as infrações e as consequências. Depois de flagrada uma irregularidade, que pode envolver captura de animais silvestres ou impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas, por exemplo, tudo começa com o processo administrativo do órgão ambiental. Ele prevê amplo direito ao contraditório, mas pode culminar com uma sanção administrativa. A partir dele são estruturadas as ações para garantir a reparação dos bens ou impedir a impunidade.
“Independentemente do crime ambiental, a partir da decisão administrativa as consequências se sucedem. Ao não pagar uma multa imposta a um crime, por exemplo, a Certidão Negativa de Débitos Ambientais fica bloqueada, o que impede a venda do imóvel ou qualquer outra transação que o responsável venha a fazer. Isso ocorre até que o Estado seja ressarcido do dano ao meio ambiente”, afirma o gerente de Monitoramento e Fiscalização do IAT, Álvaro Cesar de Goes.
Responsável pelo setor de documentos e informações da Divisão de Fiscalização Ambiental do IAT, Luzia Brunkow acrescenta que a punição administrativa só é formalizada após as alegações finais por parte do infrator, dentro de um prazo de 10 dias. “E o processo administrativo não se trata só da multa aplicada: pode ter bens apreendidos, área embargada, uma série de outras situações”, destaca.
“Quando sai a decisão administrativa pela sanção, o CPF ou CNPJ é bloqueado no sistema de Certidão Negativa de Débitos Ambientais do IAT. A partir disso, o infrator não consegue mais ter acesso a nenhum serviço disponibilizado pelo órgão ambiental”, complementa.
Ou seja, o responsável pela área onde ocorreu o crime, como um desmatamento ou construção irregular, perde o direito aos procedimentos que licenciam a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, como a Licença Prévia, Licença de Instalação, Licença de Operação, entre outras. Também ocorre a perda de repasse de recursos financeiros como ICMS Ecológico, Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e isenção do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR).
Com o processo administrativo julgado, caso o infrator não efetue o pagamento em até 90 dias, o IAT também encaminha os dados do devedor para a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), para que sejam inseridos no Cadastro Informativo Estadual, o Cadin, algo como o Serasa na vida do cidadão comum e, eventualmente, na dívida ativa do Estado, estágio em que os débitos podem ser protestados ou cobrados judicialmente. “O Cadin do Estado funciona como se fosse o Serasa, tanto para a pessoa física como jurídica”, afirma Luzia.
“Com o nome no Cadin, o infrator não consegue financiamento no banco, empréstimo, não pode fazer transação para adquirir um bem ou algo em que é exigida a certidão negativa do Estado”, complementa. A pessoa é prejudicada até nos sorteios do programa Nota Paraná. Caso seja beneficiada, ela não consegue recuperar o dinheiro, por exemplo.
SUPRESSÃO VEGETAL – Nos casos de crimes ambientais com desmatamento ilegal, que envolvem destruição de floresta, há ainda mais rigidez. Segundo Goes, quando existe supressão de vegetação em estágio médio e avançado é obrigatória a reparação do dano no próprio local, com o plantio de mudas de espécies nativas para recuperar a área degradada, sob orientação e acompanhamento do IAT.
“Mas, além disso, a partir do momento que é detectado o alerta de desmatamento na propriedade, é feito o cruzamento com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a própria plataforma já informa aos bancos que existe um alerta de desmatamento nessa área. Com isso, o cidadão fica impedido de buscar financiamentos até mesmo de uma compra de um maquinário agrícola”, diz o gerente.
REGULARIZAÇÃO – Para voltar a ter acesso à certidão negativa da dívida ativa, o devedor precisa resolver suas pendências diretamente com a Secretaria de Estado da Fazenda, mesmo que seu cadastro no Cadin seja referente ao Instituto Água e Terra.
Segundo Luzia, assim que a dívida for quitada, as certidões serão desbloqueadas. “Mas se foi parcelado, ele pode solicitar uma certidão positiva com efeito de negativa e, com base nisso, o processo de licenciamento dele segue. Mas ele não está ok ainda, porque está devendo as parcelas”, reforça.
ATUAÇÃO POLICIAL – Além da atuação administrativa, cidadãos ou empresas que cometem crimes ambientais podem responder nas esferas civil e penal. Essa avaliação é feita pelo Ministério Público, que pode apresentar denúncia ao Poder Judiciário, depois de investigações policiais.
No caso de exportar para o Exterior peles e couros de anfíbios e répteis, por exemplo, a punição pode chegar a três anos de prisão. Causar dano direto ou indireto às Unidades de Conservação pode resultar em cinco anos de detenção. Causar poluição que resulte ou possa resultar em danos à saúde humana pode dar prisão de quatro anos.
Confira as punições administrativas para quem comete crime ambiental:
- Suspensão ou cancelamento de registro, licença ou autorização ambiental
- Auto de Infração Ambiental com pagamento de multa
- Bloqueio da Certidão Negativa de Débitos Ambientais
- Proibição da venda do imóvel
- Apreensão de bens
- Área embargada
- Recuperação da área degradada
- Perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais nas diferentes esferas governamentais
- Perda ou suspensão da participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito
- Proibição de contratar com a administração pública
- Inserção dos dados no Cadastro Informativo Estadual (Cadin)
- Protesto em Dívida Ativa do Governo do Estado
- Proibição de receber premiações que envolvem o Governo do Estado como o Nota Paraná
Por - AEN
O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Administração e da Previdência, abriu o período de cadastro para pessoas interessadas em participar de um novo leilão de veículos do Estado.
Para se inscrever basta acessar o sistema oficial do leilão. Os lances serão abertos em 25 de abril, mas apenas pessoas cadastradas podem participar.
Nesta edição são 56 veículos disponíveis, todos em condições de recuperação para voltarem a rodar. Os automóveis fazem parte da frota oficial do Estado, mas que não são mais utilizados pelo poder público. Os lotes estão distribuídos nos municípios de Curitiba, Santa Tereza do Oeste, Guarapuava, União da Vitória e Palotina. Entretanto, pessoas de todo o Brasil podem participar de forma virtual.
“Os lances serão realizados em um sistema próprio de leilão do Estado, o que significa economia para quem arrematar os lotes, uma vez que com essa ferramenta não há cobrança da taxa do leiloeiro”, detalhou o secretário da Administração, Elisandro Pires Frigo. De acordo com ele, o sistema criado em parceria com a Celepar traz mais celeridade aos leilões realizados pelo Estado.
MODELOS – Os principais destaques são os carros Renault Fluence, Renault Logan, Ford Ecosport e Volkswagem Gol, com lances iniciais a partir de R$ 1.845,30 (Gol).
O período para lances será de 25 de abril a 8 de maio. As informações detalhadas sobre todos os lotes estão disponíveis no site oficial do certame.
Quem tiver interesse pode visitar os pátios, conforme cronograma abaixo:
Curitiba
Pátio da Emater - Rua Engenheiro Gastão Chaves, nº 162 - Santa Cândida
Visita dia 06/05/2024. das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Santa Tereza do Oeste
Pátio do IDR- Paraná: Rodovia PR 163, KM 188 - Cruzinhas
Visita dia 02/05/2024, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Guarapuava
Pátio do IDR- Paraná: Rodovia Br 277, KM 348, s/n - Morro Alto
Visita dia 30/04/2024, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
União da Vitória
Pátio do IDR- Paraná; Rua Professor Amazília nº 747
Visita dia 29/04/2024, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Palotina
Pátio do IDR- Paraná: Linha são Roque, km 8 - Cx.postal 69
Visita dia 03/05/2024, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Por - AEN
Para marcar o mês de abril e o Dia Internacional da Conscientização sobre o Autismo (2 de abril), o Governo do Paraná promove a partir desta terça-feira mutirões em todo o Estado para a confecção da Carteirinha do Autista, a Ciptea (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista).
As ações ocorrerão de forma regionalizada nos escritórios e instâncias avançadas da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família, responsável pela elaboração de políticas públicas e garantia de direitos para as pessoas com deficiência.
A Ciptea garante o atendimento prioritário em espaços públicos e privados e oferece a identificação das pessoas com transtorno do espectro autista. “Além de todas essas funções, a Ciptea é essencial para a coleta de dados e informações sobre a área. Sem números específicos, a elaboração de políticas públicas fica comprometida, e é isso que queremos encontrar, formas de sermos assertivos em nossas ações”, destacou o secretário do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), Rogério Carboni.
Os mutirões também ocorrerão nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), em aproximadamente 200 municípios. A Coordenação da Garantia de Direitos das Pessoas com Deficiência realizou um levantamento prévio de pessoas que já possuem laudo e que ainda não possuem o documento. Ao todo, devem ser emitidas mais de duas mil carteirinhas no mês.
Para o diretor de Políticas para Família da pasta, Ronaldo Olmo, essa parceria garantirá que as ações atendam as pessoas que precisam não apenas do documento, mas também de orientações. “Realizamos uma capacitação para os nossos técnicos sobre diversos aspectos do Transtorno do Espectro Autista e todos receberam orientações de como trabalhar com as famílias, as documentações necessárias para a emissão do documento e como ela funciona”, explicou.
Os números de confecção da Ciptea estão crescendo ano após ano. De 2022 para 2023, por exemplo, o crescimento foi de 214%, de 3.868 para 12.175. Atualmente, 18.418 pessoas já possuem o documento no Paraná.
Luísa Sampaio recebeu o diagnóstico de autismo na vida adulta, aos 24 anos. Após se aprofundar no assunto e entender melhor do que se tratava, pesquisou também quais eram seus direitos. Foi aí que solicitou a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Ela se surpreendeu com a agilidade do processo para obter a carteirinha, que pode ser solicitada de forma 100% online.
“Fiquei muito surpresa com a celeridade de todo o processo. Entrei no site, dizia que receberia em até 30 dias, mas em dois dias já recebi o alerta de que estava pronta. Foi tudo digital, anexei os documentos, recebi um número do protocolo e já fui alertada que poderia imprimir,” disse.
Luísa destaca outro ponto que chamou sua atenção: a segurança do documento. “Quando estava vendo as informações que estariam disponíveis na carteirinha, vi que tinha um QR Code que direcionava para o laudo médico. No início fiquei receosa, se qualquer um poderia apontar o celular e ver o documento, mas não é assim. É preciso que eu autorize essa visualização. Estou muito feliz e uso a minha carteirinha para a garantia dos meus direitos e como um documento pessoal”, avaliou.
Regulamentada por lei federal, a Ciptea é gratuita e traz ainda dados e informações tanto da pessoa com o espectro autista como de seus responsáveis. Todos os paranaenses que possuem TEA podem solicitar a Carteira no site www.carteiradoautista.pr.gov.br. Após análise e aprovação do cadastro, o usuário receberá mensagem por e-mail ou SMS para imprimi-la.
Documentos necessários para a solicitação da Carteira do Autista:
- RG, CPF do autista.
- RG, CPF do responsável.
- Fotografia do autista digitalizada, e deve ser o mais recente possível. Serão aceitas apenas fotos nas proporções usadas para documentos e com boa resolução para impressão.
- Laudo Médico digitalizado. O laudo deve conter os dados do paciente, a Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados a Saúde (CID) e assinatura e carimbo de identificação com CRM do médico responsável.
- Exame de Tipo Sanguíneo digitalizado.
Por - AEN
O Paraná gerou 107.805 novas vagas de emprego no acumulado dos últimos doze meses (março de 2023 a fevereiro de 2024), o melhor resultado da região Sul, atrás apenas de São Paulo (435.164), Rio de Janeiro (164.185) e Minas Gerais (160.738).
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
O resultado ajudou a impulsionar o crescimento do PIB estadual em 2023, com evolução de 5,8%, e também é fruto da expansão da economia das cidades. De acordo com o Caged, 311 municípios, o que equivale a 78% do total de 399, tiveram alta no mercado de trabalho no período. Em um deles, Flor da Serra do Sul, o número de admissões foi o mesmo que o de desligamentos. As outras 87 cidades registraram saldo negativo no período.
Curitiba liderou as contratações com 22.682 vagas abertas. Entre os dez melhores resultados também estão Londrina (7.243), Maringá (6.465), São José dos Pinhais (5.956), Ponta Grossa (4.459), Foz do Iguaçu (2.887), Cascavel (2.735), Assis Chateaubriand (2.657), Araucária (2.561) e Colombo (2.239).
O Caged também aponta que o Estado gerou 52.091 vagas de emprego com carteira assinada no primeiro bimestre de 2024, terceiro melhor saldo do País no período. Foram 19.048 novas vagas em janeiro e 33.043 postos abertos em fevereiro, o melhor resultado para o mês em três anos no Estado. O Paraná ficou atrás apenas de São Paulo (137.498) e Santa Catarina (52.193), com um saldo mais alto inclusive que o de estados mais populosos, como Minas Gerais (47.538) e Rio de Janeiro (18.624).
Entre os 399 municípios paranaenses, 303 tiveram saldo positivo na abertura de vagas no bimestre, o que equivale a 76% do total. Em cinco deles, o número de admissões e de desligamentos foi o mesmo, e nos outros 93, o saldo foi negativo.
Respondendo por um terço das vagas abertas, Curitiba liderou a geração de empregos no Estado no período, com 17.768 novos postos. Na sequência aparecem Londrina (3.081), Maringá (2.706), Cascavel (2.001), Araucária (1.557), Ponta Grossa (1.428), Toledo (1.418), São José dos Pinhais (1.312), Foz do Iguaçu (689), Apucarana e Francisco Beltrão, com 624 vagas cada.
Completam o top 30 as cidades de Arapongas (584), Palmas (584), Pinhais (554), Pato Branco (547), Colombo (541), Ibiporã (539), Rolândia (487), Paranavaí (465), Irati (447), Campo Largo (420), Fazenda Rio Grande (418), Guarapuava (412), Assis Chateaubriand (377), Medianeira (370), Campina Grande do Sul (368), Campo Mourão (342), Paiçandu (342), Sarandi (326) e Almirante Tamandaré (312).
E com essa movimentação positiva no mercado de trabalho, o Paraná chega a um estoque 3.143.492 trabalhadores com carteira assinada. “Estamos em um bom momento da economia no Paraná, que foi o Estado que teve o maior crescimento da atividade econômica em 2023”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Esse movimento positivo se reflete diretamente na geração de empregos, que ajuda a movimentar nossas cidades e garante qualidade de vida ao paranaense”.
Por - AEN