Na manhã desta quinta dia 07, um homem ficou gravemente ferido após tombar um caminhão na rodovia BR 163, em Capitão Leônidas Marques.
Segundo informações repassadas no local, o caminhão carregado com algodão seguia sentido a Realeza quando tombou em uma curva.
O condutor ficou preso nas ferragens.
Socorristas do Samu foram acionados para atender a vítima que foi transportado com apoio do aeromédico até um hospital de Capitão Leônidas Marques.
O Corpo de Bombeiros de Capitão, PRF e Polícia Civil deram apoio no atendimento da ocorrência. (Com Interativa FM).

A Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho autorizou nesta quarta dia 06, a abertura do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para seleção de 65 candidatos com contratação temporária – por um ano – por meio do Programa Família Paranaense.
As vagas disponíveis serão para as funções de Administrador (6 vagas), Assistente Social (25 vagas), Contador (2 vagas), Economista (2 vagas), Estatístico (1 vaga), Pedagogo (3 vagas), Profissional de Tecnologia da Informação - TI (3 vagas), Psicólogo (22 vagas) e Sociólogo (1 vaga), de acordo com as normas estabelecidas no edital. O salário-base inicial será de R$ 3.657,27, com carga horária de 40 horas semanais.
O processo é exclusivamente para atender a necessidade temporária do programa, com aumento do efetivo profissional nos 24 Escritórios Regionais da Secretaria e nos municípios do Paraná.
INSCRIÇÃO
Os candidatos devem ter ensino superior completo na área, apresentar o diploma ou histórico escolar (com data da colação do grau) e registro no respectivo Conselho de Classe, quando couber.
As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 18, das 9h até às 17h do dia 22. (Com AN-PR)
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) publicou nesta quarta dia 06, nova norma que prorroga o prazo para a semeadura de soja no Estado. A portaria nº 342/2019, que estabelece o período de vazio sanitário e outras medidas para o controle da ferrugem asiática no Estado, substitui a nº 202/2017, que determinava 31 de dezembro como data limite para o plantio. A nova norma não define a data final para a semeadura.
No entanto, o produtor tem até o dia 15 de maio como limite para colheita ou interrupção do ciclo da cultura.
A prorrogação foi uma solicitação dos produtores paranaenses, já que fatores climáticos têm atrasado o plantio da soja, especialmente nas regiões Sul e Sudoeste. Eles argumentam que as características distintas do clima nas regiões do estado dificultam o cumprimento do calendário.
Outra justificativa é que o estado de Santa Catarina, que faz divisa com o Paraná, permite o plantio até 10 de fevereiro, o que tem exigido harmonização de procedimentos em algumas propriedades.
A decisão pela mudança aconteceu após reuniões entre a Secretaria da Agricultura, produtores e entidades do setor.
"A soja tem uma importância socioeconômica expressiva para o Paraná, que é o segundo maior produtor brasileiro. A decisão dará mais segurança para os produtores, considerando as diferenças climáticas no Estado", diz o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.
Para os agricultores, a medida garante maior capacidade de planejamento. ?Agora temos condição de produzir soja durante o mês de janeiro. Ela oferece mais estabilidade para os produtores, ao contrário do feijão, por exemplo, que oscila muito, a ponto de perdermos a produção por causa da chuva?, diz o presidente do Sindicato Rural de Pato Branco, Oradi Francisco Caldato. ?Haverá mais planejamento nas lavouras. Além disso, a área de milho na primeira safra tende a aumentar, porque será possível plantar soja um pouco mais tarde. É uma vitória de todo o Estado, e sem prejuízo às questões sanitárias, acrescenta.
SANIDADE VEGETAL
A nova norma também reforça medidas fundamentais para a sanidade vegetal no Estado. A prática do vazio sanitário, adotada de 10 de junho a 10 de setembro de cada ano como estratégia para retardar o aparecimento e diminuir o número de pragas responsáveis pela ferrugem asiática, continua garantida. Nesse período é proibido cultivar, manter ou permitir a existência de plantas vivas de soja, emergidas, em qualquer estágio vegetativo. A Adapar está alinhada com o Programa Nacional de Controle de Ferrugem Asiática da Soja do Ministério da Agricultura. Assim, segue o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja com a defesa sanitária vegetal, diz o diretor-presidente da Adapar Otamir Cesar Martins.
?É importante ressaltar que é proibido o plantio de soja seguido de outro na mesma área, em um mesmo ano agrícola. Vamos seguir acompanhando o andamento da aplicação da medida e orientar os agricultores e cooperativas para que possamos obter os melhores resultados possíveis?, diz o presidente do sistema Ocepar, José Roberto Ricken. (Com AEN)
Um homem de 48 anos morreu após ser picado por uma aranha marrom.
A vítima foi picada na sala da residência no bairro Vila Izabel em Pato Branco.
A princípio ele acreditava que se tratava de uma virose, mas na terça dia 05, o quadro de saúde se agravou e então ele foi levado até a UPA e imediatamente encaminhado a UTI do Hospital Policlínica, onde não resistiu e faleceu nesta quarta dia 06. (Com Olho Vivo Paraná).
A AMOP (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná) publicou uma nota oficial sobre a proposta apresentada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, em acabar com municípios com menos de cinco mil habitantes.
Nota Oficial:
A Amop observa com preocupação a proposta apresentada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em promover a extinção de municípios com população inferior a cinco mil habitantes e que não têm condições de serem sustentáveis economicamente.
Mais uma vez, é a pequena cidade que paga o preço de um sistema que ainda não se fez perceber de que não é punindo os mais fracos que as soluções virão, como se a toque de caixa.
Neste simplismo de raciocínio, o debate sobre as soluções do país permanecerá pendente. Mas, atendo-se a argumentos, e não às suposições, é preciso que se exponham as seguintes informações:
a) Sob a ótica econômica, são os maiores municípios brasileiros aqueles que mais devem à União, e não os pequenos municípios.
b) Sob a ótica da presença do Estado no provento das necessidades básicas da população, há um nítido retrocesso na regressão do status de município a distrito.
c) Esse retrocesso se dará também nos aspectos fiscal, educacional, de atenção à saúde básica e outras ações.
d) A prefeitura, para o pequeno município, é a mais importante estrutura, talvez única, à disposição do cidadão para buscar meios de atender às suas necessidades, especialmente nos municípios menos providos financeiramente.
e) A Amop sugere um debate mais maduro, transparente e honesto sobre um assunto tão caro à população dos sete municípios diretamente influenciados pela medida e também sobre os reflexos que virão aos municípios que receberão de volta seus antigos distritos, e impactos dessa assimilação.
f) A entidade municipalista oestina reitera que confia nas intenções do ministro e do governo, ciente de que o País precisa ser passado a limpo e inconsistências existentes em todos os âmbitos do poder público devem ser sanadas.
g) Mas o preço deve ser pago por todos, com equilíbrio e isonomia. Menos tribunais dispendiosos, mordomias em todas as esferas e ineficiência crônica.
h) O governo deveria voltar suas energias ao combate à burocracia, ao desperdício e à corrupção. As medidas precisam ser assimiladas por todos, e não apenas pelo morador da pequena cidade, que sequer foi ouvido e é a principal parte envolvida neste processo. (Com Assessoria AMOP).
Prefeitos de cidades paranaenses com menos de cinco mil habitantes, que podem ser extintas no Pacto Federativo proposto pela equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro, se revoltaram com a possibilidade. Dois mandatários ouvidos, que comandam Araupuã e Guapirama, afirmaram que grandes conquistas serão perdidas. Um deles, ainda disse que a proposta é ‘mais uma loucura’ do presidente. Por sua vez, um especialista no tema acredita na viabilidade da proposição.
O prefeito de Arapuã, Deodato Matias, confirma que se precisa melhorar a arrecadação dos municípios pequenos, mas a fusão pode piorar conquistas adquiridas. “Sou contra acabar, porque quando pertencíamos a Ivaiporã sofríamos muito aqui. Agora, avançamos na Saúde, Educação e tudo mais. A gente passa por dificuldade em alguns momentos, porém conseguimos tocar”, disse o comandante do município, que tem mais um população estimada em pouco mais de três mil habitantes e fica na região central do Paraná.
No Norte Pioneiro, o prefeito de Guapirama, Pedro de Oliveira, teve uma reação mais áspera a decisão de Bolsonaro. “É mais uma loucura de um presidente que não sabe o que faz. Nós fomos, pelo Tribunal de Contas, definidos como a segunda melhor gestão do Paraná. Quem não está bem, são os grandes centros. Aí o ‘louco’ quer fazer isso”, falou o prefeito do município, que tem quase quatro mil habitantes.
De acordo com o prefeito, a reforma deveria atingir outras áreas, garantido que não tem qualquer preocupação com a perda do cargo. “Não estou preocupado com isso, mas sim com o que vai acontecer com a nossa população. Tem juiz que acha que o auxilio-moradia, que é o dobro do que ganha um professor municipal, é pouco e isso ninguém muda”, criticou.
Viável
Já para o professor de Direito da Universidade Positivo, Fernando Manica, o tema precisa sim ser debatido. “Tivemos uma ampliação muito grande de municípios e, muitos deles, sem estudos pela viabilidade. Não se tem que pensar apenas na contenção de gastos, mas no fortalecimento deles. O maior problema que temos hoje é que os recursos não chegam às cidades. Eu não vejo motivo da preocupação em geral com algumas fusões em municípios pequenos. O principal é garantir que não se perca benefícios”, concluiu.
Bolsonaro
Na manhã desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a extinção de municípios com baixa arrecadação e a sua incorporação a uma cidade vizinha com maior sustentabilidade financeira. Segundo ele, uma eventual fusão teria de ser feita mediante consulta pública, ao contrário do que prevê o texto da PEC.
Tem a proposta de fundir município. É município que está… Que não tem como, né? Tá no negativo e a população vai ter que dar uma concordada também. Ninguém vai impor nada não”, disse o presidente nesta manhã, enquanto conversava com um vereador de Pato Branco (PR), na saída do Palácio da Alvorada. (Com Banda B).








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