Quando o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) anunciou que a nova licitação dos pedágios do Anel Viário do Paraná ficaria sob responsabilidade do governo federal, surgiu a hipótese de os interesses estaduais ficarem em segundo plano.
O governo conseguiu dispersar essa ideia ao manter uma intensa agenda de reuniões com os técnicos do Ministério da Infraestrutura ao longo deste ano. Agora, para sepultar a ideia de que um projeto concebido sob interesses da União será imposto ao Paraná, a bancada paranaense em Brasília também está se envolvendo nessas discussões.
Na última quarta feira (30 de outubro), oito deputados estiveram reunidos com Arthur Lima, presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) – estatal que estrutura o planejamento logístico do país. É a EPL que tem tocado os estudos para a concessão dos quase 4 mil quilômetros que vão compor o novo Anel Viário. O trabalho tem um custo de R$ 60 milhões e será ressarcido pela vencedora da concessão, que acontecerá em 2021.
Na reunião, um dos pleitos apresentados pelos parlamentares foi a expansão do trajeto estudado atualmente. Um dos defensores dessa ideia foi Rubens Bueno (Cidadania), que acredita que o atual traçado deixa de fora corredores importantes para o escoamento da produção agrícola.
“É um bom projeto, mas vamos sugerir a inclusão de outros trechos. Até porque podemos aproveitar esse momento para dar andamento a obras que estão há mais de 20 anos esperando uma conclusão. Outra preocupação é com relação ao valor do pedágio, que precisa ser justo”, afirmou.
O valor a ser cobrado nos pedágios da próxima concessão é um tema que mobiliza toda a bancada. Em uma reunião realizada em outubro, a banca firmou posição contra o modelo de licitação por outorga, que tem sido cogitado pelo governo federal.
Nesse modelo, o preço da tarifa é fixado em edital e ganha a licitação a empresa ou consórcio que oferecer mais dinheiro para o governo do estado – verba que, idealmente, será convertida em investimentos em infraestrutura.
A ideia que a bancada defende é que seja estabelecido o modelo de menor tarifa, onde vence a licitação quem oferecer o preço de pedágio mais barato.
Um dos principais defensores da ideia é o deputado Sérgio Souza (MDB) – que relatou a chamada MP das Concessões. Para o deputado, o modelo de outorga já levou os paranaenses a pagarem preços abusivos por mais de 20 anos se ter gerado a devida contrapartida em melhorias da infraestrutura.”
A morte de Isabella Bueno, de 19 anos, será investigada em Londrina. A jovem sofreu uma parada cardiorrespiratória na madrugada do último sábado dia 02, em uma casa noturna, e foi atendida por uma equipe do Samu.
Ela foi reanimada por 1h30 e encaminhada ao Hospital Evangélico após ser estabilizada. A paciente ficou internada por aproximadamente 24h, mas não resistiu às complicações e faleceu.
De acordo com familiares de Isabella, ela foi diagnosticada com uma leve arritmia cardíaca, mas o quadro não impedia que a jovem tivesse uma vida normal. Ela trabalhava em uma farmácia em Londrina e fazia um curso de técnico de enfermagem.
Segundo os amigos, Isabella passou mal após ingerir cerveja e energético em pouca quantidade. Médicos apontam que a combinação entre álcool e energético pode potencializar os riscos cardíacos.
O laudo do IML sobre a morte de Isabella Bueno ainda não foi concluído. O objetivo dos médicos é identificar se havia alguma outra substância na bebida ingerida pela jovem ou se ela apresentava outro problema de saúde.
O sepultamento será nesta segunda-feira (04), às 10h30, no Jardim da Saudade. (Com Paiquerê FM)
A adolescente Maria Eduarda, 14 anos, sofreu graves queimaduras na noite deste sábado dia 02, na região do Dallabona, em Ponta Grossa. Maria Eduarda, teve 60% do corpo queimado quando um disco de tacho utilizado pela família para fazer carne explodiu. O pai da garota também sofreu algumas queimaduras.
A adolescente recebeu atendimento do Samu ainda na residência e foi encaminhada para o Centro Cirúrgico do Hospital Regional onde permanece em estado estável. Neste domingo, Maria Eduarda será transferida para o Hospital Evangélico em Curitiba.
Disco de tacho onde a família assava carne explodiu na noite deste sábado em Ponta Grossa. (Com A Rede)
Um gravíssimo acidente deixou pai e filho feridos no início da tarde deste domingo dia 03, no bairro Alto Maracanã, em Colombo, região metropolitana de Curitiba. Um caminhão ficou sem freio e desceu de ré, acertando um carro que estava com dois ocupantes. O homem, de 58 anos, teve ferimentos moderados, já o garoto, de 17, foi socorrido com risco de morte ao Hospital do Rocio, em Campo Largo.
O caminhão desceu desgovernado a Rua Angelina Cavalli. Alguns carros conseguiram desviar, mas o Gol, que vinha pela Rua Luiz Sebastião Baldo, acabou atingido e só parou na garagem da dona de casa Jurema Montegutti. “A gente estava ali na frente alguns minutos antes. Se estivesse ali naquele momento, ia morrer e nem saberia o motivo. Sorte que na hora deu fome, mas infelizmente teve feridos no carro”, disse.
Osmair dos Santos, testemunha do acidente, contou que viu o caminhão desgovernado. “Tinha acabado de sair de casa e vi o caminhão na lombada, voltando para trás. Três carros escaparam, mas o outro acabou sendo levado”, afirmou.
Detalhe é que o motorista do caminhão não ficou no local, como confirmou o à Banda B o tenente Maycon. “O condutor não estava aqui e isso será apurado. Faltou freio, em uma descida acentuada, o que fez com que o veículo viesse de ré”, explicou.
Feridos
No local, o subtenente Coelho, do Corpo de Bombeiros, confirmou pai e filho feridos. “Quando chegamos, eram duas pessoas presas às ferragens. O pai, de 58 anos, e o filho, de 17. O adolescente está em estado grave, sendo encaminhado entubado ao hospital. O pai está um pouco mais tranquilo, apesar de sentir muitas dores. Foi uma pancada muito forte”, detalhou.
A Polícia Civil investiga o caso e busca, como prioridade, a identificação do motorista do caminhão. (Com Banda B)
Um homem morador em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, morreu afogado na Ilha do Mel, Litoral do Paraná, na tarde deste domingo dia 03. O homem, de aproximadamente 40 anos, foi socorrido por moradores e turistas, mas não foi possível salvá-lo.
Segundo uma testemunhas, lamentavelmente não houve socorro a tempo. "Infelizmente, aqui na Ilha do Mel não tem nenhum tipo de socorro. Foi algo realmente dessolador. A gente teve que fazer a retirada e um médico, que estava aqui de folga, veio ajudar e fez todos os procedimentos, mas ele não voltou", contou.
O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal. (Com Banda B)








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