Unioeste define data do vestibular para maio de 2021

Tradicionalmente o concurso é realizado no ano anterior ao ingresso dos novos alunos, no entanto, com a pandemia e a suspensão das atividades acadêmicas, a universidade entendeu que a prorrogação oferece maior condições aos candidatos de se prepararem para o vestibular.

 

A instituição reforça que todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e os decretos municipais e estaduais, tem sido rigorosamente respeitados a fim de preservar os alunos e servidores. A decisão de transferir o concurso vestibular para 2021 foi tomada de maneira conjunta para que não haja nenhum prejuízo. "Sempre priorizamos salvar vidas. Todos os esforços administrativos foram voltados ao Hospital Universitário, referência no tratamento da Covid-19 na região. Agora, começamos a estruturar a retomada acadêmica e a data em maio mostrou-se apropriada pois democratiza o acesso, dando tempo ao aluno para se preparar e fazer uma boa prova", enfatiza o reitor da Unioeste, Alexandre Webber.

 

De acordo com o coordenador geral do Concurso Vestibular, Paulo Renan Effgen, a prorrogação da data do vestibular possibilitará que o candidato tenha um prazo maior para efetivação das inscrições, ou seja, cerca de 60 dias. A previsão é de que elas sejam realizadas entre os meses de fevereiro e abril. A nova data escolhida foi pensada para que o concurso não ocorra no mesmo dia do Enem, caso haja uma nova alteração para o mês de maio, umas das opções de escolha na pesquisa realizada pelo MEC junto aos candidatos, ou de outras instituições que também já estão definindo os vestibulares para 2021.

 

Renan salienta ainda que outro motivo para mudança de data é que o período de divulgação da lista dos aprovados no concurso e efetivação de matrícula será menor, o que deve ocasionar uma menor desistência das vagas. "A grande preocupação da Unioeste é sempre com o candidato, para que ele tenha condições de se preparar para a prova, tempo hábil para se inscrever, que não haja coincidência de provas e que tenhamos o menor número de desistências", afirma.

 

O site oficial do vestibular já está disponível com a bibliografia necessária para a prova. Além disso, começa agora o processo de elaboração das provas, reserva de espaço para aplicação aos candidatos e formação das bancas de avaliação.

 

 

Por Assessoria

 

 

 

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PRF apreende mais de 1 tonelada de maconha no Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde de terça dia 14, 1.240 quilos de maconha em Nossa Senhora das Graças (PR). A droga era transportada em uma carreta e iria para Minas Gerais. Um casal foi preso em flagrante.

 

Por volta das 15 horas, agentes da PRF, em deslocamento pela PR-317, observaram uma carreta com placas de Foz do Iguaçu (PR) e realizaram a abordagem do motorista. No interior do caminhão, estavam um casal, o motorista, de 65 anos e sua esposa, de 63, ambos moradores de Foz do Iguaçu. Diante do nervosismo do casal, os policiais elevaram o nível da vistoria e solicitaram ao motorista que tirasse a lona da carreta.

 

Com acesso ao interior da carreta, os policiais verificaram que, embaixo dos "pallets" que estavam sendo transportados, havia uma grande quantidade de fardos de maconha, que após pesadas, totalizaram 1.240 quilos da droga.

 

Aos policiais, o casal informou que a droga foi retirada em Cascavel e seria entregue em Belo Horizonte.

 

Diante dos fatos, a droga o caminhão e o casal foram encaminhados para a Polícia Civil em Maringá, para o registro do crime de tráfico de drogas, que tem uma pena máxima de 15 anos de prisão. (Com Catve)

 

 

 

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Comitê de volta às aulas intensifica reuniões setoriais

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte deu sequência nesta terça dia 15, às reuniões setoriais do Comitê de Volta às Aulas previstas para esta semana. Um dos encontros foi com representantes do Ministério Público e o outro com deputados da Assembleia Legislativa.

 

As reuniões que fazem parte da programação do comitê, divulgada na semana passada, ocorrem por videoconferência e destacam as preocupações de cada setor para a organização de um plano de retorno às aulas presenciais.

 

O deputado Hussein Bakri (PSC), líder do Governo na Assembleia, destacou a importância do retorno das aulas só ocorrer quando houver o respaldo da Secretaria da Saúde. Ele ressaltou também a preocupação dos deputados em mobilizar prefeitos e secretarias municipais de Educação neste plano para que todo o Estado esteja integrado na ação quando a data for definida.

 

Na reunião com o Ministério Público do Paraná, as promotoras Luciana Lineiro e Beatriz Splinder também apresentaram a preocupação da instituição com o nivelamento dos estudantes ao se definir o retorno, assim como em estabelecer ações que garantam uma redução da evasão escolar.

 

O diretor-geral da Secretaria da Educação, Gláucio Dias, avaliou os encontros como muito positivos. “Em todas as reuniões discutimos questões centrais do retorno e que mostraram que todos estão em sintonia na construção de um plano que garanta a segurança, a participação e a aprendizagem” destacou o diretor. “Mais uma vez ficou claro o importante papel que o comitê vai cumprir ao definir como será essa volta, contando com as orientações da Saúde para estabelecer quando ele deve ocorrer. Ao final, todos saberemos o papel que devemos cumprir quando esse retorno ocorrer”, completou.

 

OUTRAS REUNIÕES – Nesta segunda-feira (13), a secretaria promoveu um encontro com a presidente do Conselho Estadual de Educação, Maria das Graças Saad. Até 17 de julho a pasta deve se reunir individualmente com todos os integrantes do comitê.

 

PLANO DE RETORNO - Na semana que vem, após as reuniões, o comitê vai definir um plano de retorno das aulas presenciais, que deve ser apresentado aos epidemiologistas da Saúde ainda em julho e levado novamente ao comitê no dia 30 deste mês. (Com AEN)

 

 

 

 

 

Laranjeiras - Covid-19: Diretor de Gestão da Saúde do Paraná visita estrutura disponibilizada pela prefeitura

O Governo do Estado abriu 913 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos na rede pública desde o início da pandemia do novo coronavírus. A previsão é alcançar até 1,1 mil UTIs nos próximos dias, o que faria o Estado praticamente dobrar a oferta de unidades avançadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

O número de novas unidades abertas já representa quase 70% das 1.315 UTIs adultas disponíveis no Paraná antes do começo da pandemia. Desde março, o esforço de enfrentamento à Covid-19 permitiu ampliar a estrutura de atendimento em 50 hospitais de 31 municípios, nas quatro macrorregionais de Saúde do Estado.

 

Somente nas duas últimas semanas houve incremento de 106 novas unidades de terapia intensiva para tratamento da infecção. Vinte foram ativados nesta segunda-feira (13): dez no Hospital Cemil, em Umuarama, e dez no Hospital do Idoso, em Curitiba.

 

Em paralelo, foram abertos 1.403 leitos de enfermaria em todas as regiões do Estado, 37 UTIs pediátricas e 70 enfermarias para crianças. Além disso, o governo entregou três hospitais regionais (Ivaiporã, Telêmaco Borba e Guarapuava), cujas conclusões estavam previstas para o final do ano. Também houve reforço de alas novas nos hospitais universitários de Londrina, Cascavel, Ponta Grossa e Maringá.

 

Essa estrutura é parte de um investimento que já ultrapassou R$ 400 milhões no Paraná. “Em poucos meses abrimos praticamente a totalidade de leitos de UTI que o Estado disponibilizou para a população nos últimos 30 anos. Todos eles com insumos, equipes e recursos disponíveis. É um esforço muito grande para atender a população com dignidade”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

REDE – O governador destacou a estratégia regionalizada, adotada desde o começo de 2019, e o apoio dos outros Poderes para a formatação dessa rede robusta. Foram R$ 130 milhões disponibilizados pela Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas para enfrentamento da pandemia.

 

“O Paraná vinha implementando o atendimento local, perto da casa das pessoas, em parceria com os hospitais privados e filantrópicos. Essa rede foi fortalecida para a epidemia de dengue e potencializada com a Covid-19. Nunca abrimos tantos leitos em tão pouco tempo. É um legado que ficará para a saúde pública”, acrescentou Ratinho Junior.

 

Segundo a Secretaria de Saúde, novos leitos serão ativados nos próximos dias para ampliar o atendimento. Na sexta-feira (17) serão abertas novas unidades no Hospital Regional de Guarapuava e até o fim do mês está prevista a inauguração do novo espaço da maternidade do Hospital Universitário do Norte do Paraná, em Londrina. A ala terá 30 leitos de UTI adulto e 42 leitos de enfermaria. O Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, deve ganhar mais seis leitos de UTI.

 

“A estratégia regionalizada permite atendimento contra a Covid-19 perto da casa das pessoas. É uma estrutura que exige investimentos robustos e profissionais capacitados. O Governo do Estado não mediu esforços para aumentar a estrutura disponível para atender aqueles pacientes que desenvolvem quadros mais graves da doença”, explica o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

 

HISTÓRICO – No dia 26 de março, no primeiro mês da pandemia, o Estado tinha 3.603 leitos de atendimento especializado (públicos e particulares, adultos e infantis) espalhados pelo Paraná, dos quais 1.315 apenas de UTIs adultas.

 

A estratégia adotada pela Secretaria de Saúde foi de abertura gradual das novas vagas, conforme os espaços e as equipes foram sendo montadas nas unidades da capital e do Interior. Atualmente são quase 4,5 mil leitos no Estado, dos quais mais de 2 mil só de UTIs para adultos.

 

Secretaria de Saúde abre 106 leitos de UTI em julho

 

A Secretaria de Estado da Saúde abriu 106 novos leitos de UTI e 114 de enfermaria exclusivos para atendimento de pacientes acometidos pela Covid-19 apenas entre os dias 1º e 13 de julho. Os espaços foram entregues nas quatro macrorregionais de Saúde (Leste, Oeste, Norte e Noroeste).

 

Esse reforço do Governo do Estado foi feito durante a vigência dos decretos estaduais que limitaram a circulação de pessoas em 141 municípios e evitou que as ocupações dos hospitais públicos, privados e filantrópicos alcançassem patamares ainda mais alarmantes.

 

Neste domingo as taxas de ocupação eram de 73% e 53%, com 652 e 744 internados respectivamente, mas seriam de 80% e 57% se os atuais pacientes estivessem no quadro de leitos do começo do mês.

No começo do julho eram 23.965 casos e 650 óbitos, e, no domingo, o Paraná registrou 42.058 casos e 1.028 óbitos, crescimentos de 75,4% e 58,1%, respectivamente. Foram 17.936 casos e 454 óbitos em junho. Julho já acumula 19.435 casos e 392 óbitos.

 

UTIS – A macrorregião Leste ganhou 59 novos leitos. A ocupação atual é alta, de 88% (boletim do dia 12), mas estaria na casa de 98% sem esse reforço. As regionais de Curitiba e Região Metropolitana (2ª) e do Litoral (1ª), que pertencem a essa macrorregião, foram incluídas na legislação mais restritiva adotada nas últimas semanas.

 

Na macrorregião Norte, onde as regionais de Londrina e Cornélio Procópio foram impactadas pelo cálculo epidemiológico, foram implementados dez novos leitos de UTI no Hospital Universitário Regional. A ocupação atual de leitos de UTI na macrorregião é de 53%. No Noroeste houve incremento de dez novos leitos no Hospital Cemil de Umuarama.

 

No Oeste, que concentra as regionais de Cascavel, Toledo e Foz do Iguaçu, houve incremento de mais 27 leitos de UTI. Foram quatro na Policlínica de Pato Branco, 13 no Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu, e dez no Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel. A lotação atual está em 61%, com 131 leitos de UTI disponíveis.

 

ENFERMARIAS – Também foram abertas 114 novas enfermarias nessas duas semanas nas quatro macrorregionais: 70 no Leste, 7 no Oeste, 17 no Noroeste e 20 no Norte. Na macrorregião que vai do Litoral a Guarapuava são 704 atualmente, com taxa de ocupação de 62%. Foram disponibilizadas 51 novas enfermarias em Curitiba e 19 em Ponta Grossa. Sem essas estruturas, a ocupação ficaria em torno de 70%.

 

No Norte foram implementadas 20 enfermarias a mais no Hospital Universitário de Londrina; no Oeste, sete a mais no Hospital Universitário de Cascavel; e, no Noroeste, duas no Hospital Municipal Thelma Vil e 15 no Hospital Universitário Regional de Maringá.

 

Leitos de UTI abertos em julho:

 

Hospital Regional do Litoral (Paranaguá) – 4

Hospital Santa Casa de Curitiba (Curitiba) – 20

Hospital São Vicente – Unidade Centro (Curitiba) – 5

Hospital Evangélico Mackenzie (Curitiba) – 10

Hospital do Idoso Zilda Arns (Curitiba) – 20

Policlínica de Pato Branco (Pato Branco) – 4

Hospital Municipal Padre Germano Lauck (Foz do Iguaçu) – 13

Hospital Universitário do Oeste do Paraná – HUOP (Cascavel) – 10

Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná – HURNP (Londrina) – 10

Hospital Cemil (Umuarama) - 10

TOTAL – 106

 

Leitos de enfermaria abertos em julho:

Hospital Santa Casa de Curitiba (Curitiba) – 20

Hospital São Vicente – Unidade Centro (Curitiba) – 8

Hospital do Idoso Zilda Arns (Curitiba) – 23

Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (Ponta Grossa) – 19

Hospital Universitário do Oeste do Paraná – HUOP (Cascavel) – 7

Hospital Municipal Thelma Vil (Maringá) – 2

Hospital Universitário Regional de Maringá (Maringá) – 15

Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná – HURNP (Londrina) – 20

TOTAL – 114 (Com AEN)

 

 

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