A Justiça de Curitiba proibiu que a Central de Monitoramento Eletrônico do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) compartilhe informações com as polícias Civil e Militar. De acordo com a decisão do juiz Ronaldo Sansone Guerra, que a Banda B teve acesso nesta segunda-feira (13), a troca de informações sobre a localização de presos depende de prévia autorização do Poder Judiciário.
O pedido de proibição foi feito pela Vara de Corregedoria dos Presídios de Curitiba.
Na decisão, Sansone diz que “o ato de repassar informações sobre a localização dos monitorados é proibida e que somente será possível com ordem judicial, sob pena de responsabilidade criminal e responsabilidade civil.”
Para o presidente da Associação dos Praças do Estado do Paraná (Apra), Orélio Fontana Neto, a decisão prejudica “enormemente” o trabalho policial. “O tempo com que você agora tem que solicitar ao juiz de plantão a autorização, faz o ‘timing’ ser perdido no momento do ato delituoso. Agora passamos a não ter dados concretos do ato”, explica.
Neto justifica a necessidade por uma questão de agilidade. “São características peculiares de cada crime que são levantados e é questionado se há possibilidade de existir uma tornozeleira eletrônica no local e assim conseguimos fazer o monitoramento. Acreditamos que é um excesso de zelo por parte do juiz”, conclui.
A Banda B entrou em contato com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) e aguarda retorno. (Com Banda B)
Funcionários da Unidade Básica de Saúde São João, no Bairro Três Bandeiras em Foz do Iguaçu, encontraram na manhã desta segunda dia 13, um jovem preso a janela da unidade já sem vida.
Acredita-se que o rapaz tenha acessado a Unidade para roubar, e durante a fuga, ficou preso na janela causando corte em seu pescoço e levando ao óbito.
O jovem apresentava apenas o ferimento no pescoço no momento em que foi encontrado, e por estar sem as vestimentas inferiores, acredita-se que tenha se debatido por algum tempo na tentativa de escapar da situação.
Além disso, ele estava com uma tornozeleira eletrônica.
A Polícia Civil investiga o caso, na tentativa de confirmar a causa da morte e identificação da vítima (Com Catve)
O número de mortes relacionadas a transtornos mentais e comportamentais bateu recorde no Paraná. Segundo dados preliminares do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, em 2018, último ano com dados disponíveis, 910 pessoas faleceram no Paraná em decorrência de problemas como depressão e transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas (como o álcool, fumo, alucinógenos e canabinóides, entre outros).
O número aponta para um recorde da série histórica do Sistema, iniciada em 1979. Na comparação com 2017, nota-se um aumento de 21% no número de registros de óbitos, que saltaram de 752 para 910. Os números de 2018, contudo, são preliminares, o que significa que ainda há casos que podem não ter sido registrados no sistema, o que elevaria ainda mais a estatística.
Importante destacar, porém, que o número de mortes relacionadas à questões de saúde mental é provavelmente maior do que mostram as estatísticas oficiais, uma vez que é comum, no atestado de óbito, a doença mental não aparecer como causa associada de morte.
De toda forma, com o intuito de alertar sobre a questão, o primeiro mês do ano foi batizado de Janeiro Branco, uma campanha dedicada a colocar os temas da Saúde Mental em evidência, tendo como foco a prevenção ao adoecimento emocional da humanidade.
Além disso, conforme relatam os criadores da iniciativa, a ideia é também convidar as pessoas a pensarem sobre suas vidas, o sentido e o seu propósito, a qualidade dos seus relacionamentos e o quanto elas conhecem sobre si mesmas, suas emoções, seus pensamentos e sobre seus comportamentos.
“Precisamos falar sobre Saúde Mental e sobre absolutamente tudo o que diz respeito às múltiplas dimensões da Saúde Mental dos indivíduos e das instituições sociais. Precisamos falar sobre Saúde Mental e ensinar os indivíduos a pensarem sobre as condições pessoais, sociais, materiais, culturais, subjetivas e objetivas nas quais vivem, nas quais se relacionam e nas quais reproduzem as suas existências. Todo ser humano precisa aprender a cuidar da sua Saúde Mental e da Saúde Mental das pessoas com quem convive e com quem se relaciona no dia-a-dia”, escrevem os criadores da Campanha Janeiro Branco, lançada em 2014.
Opção pelo mês de janeiro é estratégica
A escolha do mês de janeiro para realizar a campanha de conscientização sobre saúde mental não é por acaso. É que o início de um novo ano pode gerar ansiedade pelo desejo de cumprir as metas dos próximos 12 meses, aliao ainda à frustração de não ter cumprido com todos os objetivos para o ano anterior.
Assim, a campanha Janeiro Branco serve como um alerta sobre o início do novo ciclo e também como uim convite àqueles que querem viver de forma sadia, tanto emocional quanto psicologicamente. E o primeiro passo para tornar isso possível pode ser fazer terapia com um psicólogo qualificado.
Mortes relacionadas a transtornos mentais e comportamentais
Paraná
2018
910
2017
752
2016
821
2015
791
2014
787
TOTAL
4.061
Brasil
2018
13.713
2017
12.858
2016
821
2015
12.674
2014
12.558
TOTAL
64.283
(Com Bem Paraná)
O Paraná recebeu 44 mil doses da vacina pentavalente nesta sexta-feira (10). A previsão, segundo o Ministério da Saúde, é que na próxima semana a Secretaria de Estado da Saúde receba mais 45 mil doses para atender os municípios.
O abastecimento nacional foi suspenso em julho de 2019 quando as vacinas tiveram os lotes recolhidos por reprovação no teste de qualidade do Instituto Nacional de Controle de Qualidade de Saúde (INCQS) e na análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“A falta de uma vacina prevista em calendário nacional causa uma comoção geral”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “O Paraná vem fazendo um grande trabalho de regionalização, e neste sentido a Secretaria da Saúde realiza constantemente capacitações com profissionais de salas de vacinas de todos os municípios. Recebendo essas novas doses, imediatamente enviaremos às Regionais para distribuição”, disse ele.
DEMANDA – O Paraná precisa, em média, de 60 mil doses por mês para abastecer as 22 Regionais de Saúde que fazem a distribuição aos municípios de sua abrangência. A previsão é de que até o final de janeiro todas as Regionais já tenham recebido.
No final de outubro de 2019 o Estado recebeu 40 mil doses. Após três meses de desabastecimento, devido à demanda reprimida, a quantidade não foi suficiente para regularizar a fila de espera nas salas de vacina.
“Considerando que nos meses anteriores não recebemos a vacina, esse envio total de 89 mil doses, programado para os próximos dias, ainda é insuficiente para atender a demanda do Estado. No entanto, estes lotes vão permitir a cobertura vacinal de boa parcela da população até a situação se normalizar com o envio de mais vacinas pelo Ministério da Saúde”, informou a técnica do Programa de Imunização da Secretaria da Saúde, Fernanda Crosewski.
ONDE SE VACINAR – As vacinas são ofertadas gratuitamente nas 1.852 salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o Paraná.
ORIENTAÇÃO AOS PAIS – A Secretaria da Saúde orienta que os pais devem dar continuidade ao esquema de vacinação até sua conclusão para uma proteção mais eficaz da saúde da criança. A indicação é entrar em contato com as UBS do município de sua residência para verificar a disponibilidade da vacina na região.
PENTAVALENTE – A vacina pentavalente protege contra múltiplas doenças ao mesmo tempo (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta).
Desde 2012, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, oferta a vacina pentavalente na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. As crianças devem tomar três doses da vacina: aos dois, aos quatro e aos seis meses de vida.
DTP – Os reforços da vacina pentavalente são realizados em crianças aos 15 meses e quatro anos de idade, com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertússis (DTP).
O Ministério da Saúde enviou um ofício aos Estados sugerindo a substituição temporária da vacina pentavalente pela vacina DTP para crianças menores de um ano de idade em decorrência da indisponibilidade na rede pública do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Secretaria da Saúde determina que com a normalização que está prevista para fevereiro, os profissionais de saúde devem optar pela aplicação da pentavalente e evitar a substituição pela DTP, considerando que a mesma trata-se de reforço e não propriamente do esquema primário de vacinação.
“Orientamos que os pais aguardem a chegada da pentavalente que é a vacina indicada para a criança, visto que as remessas da vacina estão sendo regularizadas. Não se faz necessário nesse momento a substituição”, finalizou Crosewski. (Com AEN)
Morreu na manhã deste domingo dia 12, a menina Antonella Nardino Nobrega, de cinco anos, vítima de uma queda de portão em Araucária, na região metropolitana de Curitiba.
Antonella ficou internada por nove dias no Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, mas não resistiu.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a queda aconteceu na Rua Orlete do Roccio Matzger Dobjanski, no bairro Costeira, no último dia 3 de janeiro. Ela sofreu um traumatismo craniano grave e foi levada ao pronto-socorro de helicóptero.
Nas redes sociais, amigos e familiares prestam homenagens à vítima.
O velório da pequena acontece ao longo desta segunda-feira, na Capela Municipal de Araucária. (Com Banda B)
Na manhã de sábado dia 11, compareceram no Destacamento de Polícia Militar de Capitão Leônidas Marques, duas mulheres relatando que uma terceira mulher, durante o velório de um homem de 83 anos, parente das envolvidas começou a ameaçá-las desde a noite anterior (10) dizendo que iria "moer a pau" e matá-las.
Segundo relatos, na madrugada de sábado a mulher chegou a tirar o morto do caixão, balançando o corpo com violência.
Perto das 8 horas as envolvidas, foram novamente ameaçadas, e procuraram a delegacia de polícia, a equipe policial foi ao velório, onde encontrou a acusada dormindo.
Os policiais encaminharam a envolvida ao destacamento de polícia para a confecção do Boletim de Ocorrência.
Durante todo o procedimento a mulher fez diversas ameaças contra as envolvidas, dizendo que iria bater, matar e quebrar os ossos delas. Foi necessário o uso de algemas na mulher, pois a mesma estava muito agressiva.
A mulher chegou a acusar as vítimas que o idoso faleceu em razão de maus tratos.
Diante dos fatos a equipe policial deu voz de prisão a mulher pelo crime de ameaça, impedir ou perturbar enterro ou cerimônia funerária e calúnia. A mulher e as vítimas foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para os demais procedimentos cabíveis. (Com FM Interativa)








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