Segundo pesquisa. Mais da metade dos brasileiros prefere trabalhar em home office ou jornada híbrida
Mais da metade dos brasileiros gostaria de poder escolher trabalhar remotamente.
Pesquisa do Datafolha realizada entre os dias 19 e 20 de dezembro com DOIS MIL 26 trabalhadores apontou que 24 POR CENTO dos entrevistados preferem o modelo home office.
Outros 28 POR CENTO desejam trabalhar no sistema híbrido, tanto em casa quanto na empresa.
Ao todo, são 52 POR CENTO do mercado de trabalho que se adaptou bem ao modelo que ganhou mais solidez durante a pandemia de covid-19, pelo distanciamento social imposto pelo vírus.
Entre os ouvidos em 126 municípios de todo o país, 45 POR CENTO disseram que preferem o trabalho presencial e TRÊS POR CENTO não opinaram.
Mulheres são as que mais preferem a jornada em casa desde a faixa etária dos 16 aos 24 anos, como é ainda maior acima dessa idade, até 60 anos.
O sistema híbrido também tem preferência um pouco maior do público feminino, mas, neste caso, o percentual fica bem próximo também na opção dos homens.
No entanto, o modelo versátil, ora com jornada presencial na empresa, ora em casa, agrada mais aos jovens e cai à medida em que avança a idade do trabalhador.
Já a opção pelo trabalho 100 POR CENTO presencial é maior entre homens – 48 POR CENTO, contra 41 POR CENTO do público feminino.
A psicóloga Bruna Nunes de Faria, de 27 anos, teve parada cardíaca após passar mal ao tomar contraste para fazer uma ressonância magnética em Goiânia, segundo o relatório médico emitido pela clínica no dia que a jovem morreu, em 21 de dezembro.
"Paciente evoluiu logo em seguida com PCR (parada cardiorrespiratória) em assistolia. Realizado IOT (intubação orotraqueal) mais manobra de RCP (ressuscitação cardiopulmonar), sendo realizado 3 ciclos com administração de 2 ampolas de adrenalina", escreveu a equipe que socorreu a psicóloga.
O documento mostra que Bruna relatou mal estar e falta de ar 30 segundos após receber 10ml de contraste na corrente sanguínea.
Os casamentos estão ganhando sobrevida no Brasil. O número de divórcios no país diminuiu 10% neste ano em relação a 2021, segundo pesquisa do Colégio Notarial do Brasil.

Entre janeiro e novembro, foram 68,7 mil separações registradas nos cartórios de Notas. É o menor número desde 2018.
De acordo com o vice-presidente do Colégio Notarial, Eduardo Calais,o fim do isolamento social e a retomada das atividades podem estar entre os motivos para a queda nos divórcios.
Em 2021, foram 76,6 mil divórcios nos cartórios, recorde na história brasileira.
Com relação a 2020, primeiro ano da pandemia, a queda foi de 3,8%. Naquele ano, foram encerrados 71 mil casamentos.
Os divórcios realizados em cartório são consensuais, quando as partes têm acordo sobre os termos. Nesse caso, não é necessário passar por um juiz para oficializar o fim do casamento
Com Agência Brasil
A dengue é uma realidade no Brasil, há décadas. Já sabemos quais são os sintomas da doença e como combater a reprodução do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, mas muitas pessoas ainda confundem os pernilongos normais com os transmissores da dengue. As diferenças são muitas e fáceis de identificar.
Para começar, o mosquito da dengue e o pernilongo são mosquitos de famílias diferentes. Enquanto o primeiro é o Aedes aegypti, o pernilongo é o Culex quinquefasciatus. É possível identificá-los tanto durante o voo, “em ação”, quanto em repouso. As cores são diferentes. O pernilongo tem uma coloração uniforme marrom e o Aedes aegypti tem o corpo preto com listras brancas. O tamanho também: o primeiro mede de 3 a 4 milímetros enquanto o segundo tem de 5 a 7 milímetros.
As características e o hábito do voo de ambos também são diferentes. Enquanto o pernilongo tem um voo mais lento e ruidoso (gerando um zumbido), o Aedes aegypti é mais veloz e silencioso e costuma atacar de 9h às 13h. Os pernilongos, por sua vez, agem à noite, a partir das 18h.
Outra diferença está na picada. O pernilongo deixa um pequeno calombo avermelhado e essa marca provoca coceira. Já o mosquito da dengue não deixa marcas e não provoca coceira na picada. Vale lembrar ainda que o Aedes aegypti também é o transmissor da febre chikungunya, da febre amarela e do zica vírus.
Ambos colocam ovos em água parada, mas o mosquito da dengue prefere água limpa e deposita os ovos em vários locais, individualmente. Já o pernilongo coloca seus ovos juntos, em forma de jangada, em água suja, poluída.
Com Agência Brasil
O CPF deverá constar nos cadastros de órgãos públicos.
A Câmara dos Deputados aprovou no último dia 22, o Projeto de Lei 1422/19, do deputado Felipe Rigoni (PSB-ES) e outros 11 deputados, que estabelece o número do CPF como único número do registro geral (RG) em todo o País. A matéria será enviada ao Senado.
O texto foi aprovado na forma do substitutivo da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG).
Segundo o substitutivo, o CPF deverá constar nos cadastros e documentos de órgãos públicos, do registro civil de pessoas naturais ou em documentos de identificação emitidos pelos conselhos profissionais.
Assim, a partir da vigência da futura lei, o CPF será usado como número em certidões (nascimento, casamento e óbito), como identificação perante o INSS (NIT), na carteira de trabalho, na CNH e outros.
Vigência
A vigência prevista é de 12 meses a partir da publicação para que os órgãos e entidades realizem a adequação dos sistemas e dos procedimentos de atendimento aos cidadãos para adoção do CPF como número de identificação.
Será de 24 meses o prazo para que órgãos e entidades façam as mudanças para que os sistemas e bases de dados troquem informações entre si a partir do CPF.
Celulares e tablets tem ganhado cada vez mais espaço na lista de pedidos das crianças para o Papai Noel.
Entre os pequenos com idades entre três e cinco anos, o percentual aumentou de 21%, em dezembro de 2021, para 25% este ano.
Mas por enquanto, as preferências dessa faixa etária ainda são as bicicletas, os patinetes e patins, com 32%, seguido das bonecas, com 30%.
Já partir dos seis anos, os celulares aparecem com 30,7% e as bonecas, com 23,4%.
Os dados são da empresa de pesquisas Askids, que realizou três mil 592 entrevistas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru.
Foram ouvidas crianças e adolescentes dos três aos 18 anos, de diversas classes sociais.
O levantamento também mostrou que os pequenos estão mais otimistas em relação ao Natal e acreditam que encontrarão mais presentes embaixo da árvore, do que no ano passado.
Por Rádio 2




/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/e/84kniyRB2PKJ6RUAEvtQ/bruna-clinica.jpg)







_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)







