Eutanásia em cães: como saber que chegou a hora e lidar com a decisão

Quando Harry chegou na casa do recém-graduado em Direito João Gabriel Dias, o tutor ainda não sabia qual era o dia exato de seu nascimento. Foi ao fazer o cadastro no pet shop que veio a surpresa: o filhote de lhasa apso havia nascido exatamente um dia após o seu aniversário, em 18 de agosto.

Frente às comemorações sempre duplas e anuais, parentes e amigos concluíam que tudo se dava porque Harry havia chegado como um presente — mas a realidade é que se tratava de uma verdadeira e oportuna coincidência da vida.

Preguiçoso e amante de banhos de sol, o cachorro era também um amigo fiel. “Ele gostava de subir as escadas para deitar nos diferentes tapetes da casa. Era um sommelier de tapete. Mas também era um baita companheiro — eu sempre falo que ele se formou comigo, porque ficava madrugadas adentro estudando do meu lado. Companheirismo e preguiça formariam a dicotomia de personalidade dele”, continua João.

A parceria durou 15 anos e 10 meses. Harry morreu em julho deste ano, depois de uma série de afecções e tentativas de tratamentos. Vista em uma situação comum a muitos tutores e diante do sofrimento do amigo canino, a família optou pela eutanásia.

A eutanásia

A eutanásia só é aplicada quando não há outra solução e quando o animal está em sofrimento (Foto: Unsplash/ Ryan Stone/ CreativeCommons)

A eutanásia só é aplicada quando não há outra solução e o animal está em sofrimento (Foto: Unsplash/ Ryan Stone/ CreativeCommons)

A eutanásia é considerada a maneira humanitária de levar o pet à morte, sem dor ou estresse. De acordo com Pollyana Moura, médica-veterinária pós-graduada em clínica e cirurgia de pequenos animais, a prática só deve ser realizada quando não houver mais nada que se possa fazer para salvar a vida do mesmo.

“Ela é indicada para casos em que o animal já esteja em estágio final, com a finalidade de aliviar o seu sofrimento; em algumas doenças incuráveis para as quais não há condição de tratamento; e em doenças infectocontagiosas. Porém é proibido realizar eutanásia que não seja nesses casos de extrema necessidade e sem o laudo do médico-veterinário que atendeu o paciente, além do termo de eutanásia devidamente assinado pelos tutores”, explica a médica.

 

Completamente indolor, o procedimento geralmente consiste na aplicação de anestesia profunda, seguida de uma medicação que para o coração.

João e Harry eram inseparáveis, mesmo nos estudos para a graduação madrugadas adentro (Foto: Instagram/ @joaodavd/ Reprodução)

João e Harry eram inseparáveis, mesmo nos estudos para a graduação madrugadas adentro (Foto: Instagram/ @joaodavd/ Reprodução)

No caso de Harry, houve uma sobreposição de situações que comprometiam a sua qualidade de vida desde outubro de 2021. Primeiro, ele contraiu a doença do carrapato e, por isso, precisava ser medicado.

“Ele também sempre apresentou um quadro de artrose, então sempre tomou remédio para os ossos… e aí, com o passar do tempo, o número de remédios foi aumentando”, conta João.

Em janeiro de 2021, o cão iniciou um processo de cegueira, com catarata muito avançada em um dos olhos e em desenvolvimento rápido no outro. Em outubro do mesmo ano, Harry teve uma síncope tão estranha e súbita que levou seus tutores a acreditarem que ele morreria naquele dia.

“A gente até achava que era o dia que ele estava morrendo pela forma que ele estava grunhindo, que ele estava deitado, respirando ofegante. Foi desesperador e, desde esse ataque, ele ficou com algumas alterações também no quadro neurológico. Trocava a noite pelo dia, não entendia muito bem os horários; e também acentuou a incontinência urinária que ele tinha há um tempo”, diz João.

Harry acompanhou João por toda a vida, e seu tutor esteve com ele até os seus últimos momentos (Foto: João Gabriel Dias/ Arquivo Pessoal)

Harry acompanhou João por toda a vida, e seu tutor esteve com ele até os seus últimos momentos (Foto: João Gabriel Dias/ Arquivo Pessoal)

Desde o dia da pior crise, a família entendeu que se tratava do fim da vida do cão e que era hora de apenas dar carinho para que ele tivesse assistência na reta final.

Era assim que eles se encontravam no dia 24 de junho, quando Harry morreu: a sensação de perda já havia sendo absorvida gradualmente. Em uma noite de muita vocalização e desconforto por parte do animal, João e seus pais ficaram em silêncio, cada um em seu papel para garantir conforto ao amigo de quatro patas.

“Quando a gente acordou, depois dessa madrugada, eu só cruzei o olhar com o meu pai e falei 'a gente vai fazer a eutanásia de Harry hoje, né?'. E ele só respondeu 'exatamente'”, lembra João.

Juntos, eles então levaram Harry à clínica, sem que João deixasse o seu lado um segundo sequer. Ele esteve fazendo carinho até o último momento, verbalizando que seu amigo poderia ir; que já estava na hora.

Na reta final da vida, Harry acumulava uma série de dificuldades, como cegueira por catarata, incontinência urinária, artrose e outros problemas (Foto: Instagram/ @joaodavd/ Reprodução)

Na reta final da vida, Harry acumulava uma série de dificuldades, como cegueira por catarata, incontinência urinária, artrose e outros problemas (Foto: Instagram/ @joaodavd/ Reprodução)

“O meu maior sentimento, além da óbvia e inevitável tristeza diante de tudo que estava acontecendo, foi de querer dar conforto para ele. E querer dizer para ele que o que ele tem para fazer aqui já estava feito. Estava grato por isso, por ter tido tempo de sobra com ele”, diz o tutor sobre Harry, que ultrapassou a expectativa de vida de sua raça.

Luto: tristeza, culpa, resignação e saudade

Optar pela eutanásia de alguém que lhe acompanhou a vida inteira e a quem você destina grande parte de seu amor pode ser terrivelmente doloroso. Segundo Pollyana, é comum que os tutores sejam tomados por uma tristeza profunda: “Em geral, é sempre muito difícil perder um pet, que é como um membro da família”.

São sentimentos comuns às mortes que não envolvem eutanásia — mas, neste segundo caso, há outro fator inerente: a culpa.

“O luto, seja relacionado a uma perda de um ente querido ou animal doméstico, é um processo complexo e único para cada pessoa que o vivencia”, explica Beatriz Sassi, psicóloga formada em zooterapia, ética e bem-estar animal.

Muitos tutores veem o seu pet como membro da família (Foto: Unsplash/ Chewy/ CreativeCommons)

Muitos tutores veem o seu pet como membro da família (Foto: Unsplash/ Chewy/ CreativeCommons)

Contudo, ter de decidir sobre a vida de um animal que você ama requer muita aceitação para não implicar em um autojulgamento seguido de culpa.

“Convido o tutor a pensar que decidir pela eutanásia, após recorrer a todos os cuidados, pode ser uma atitude de compaixão para com seu animalzinho, a fim de cessar seu sofrimento. Também o oriento a refletir acerca de nossa vulnerabilidade diante da vida, visto que não temos controle em relação aos fenômenos da natureza e as leis do universo, propiciando assim melhor aceitação”, sugere Beatriz.

Foi o que João sentiu. “É preciso aceitar a inevitabilidade daquilo e reconhecer que é um dos últimos atos de amparo e de cuidado que você pode ter pelo bichinho. Para fazer isso, você precisa aceitar que aquilo não diz respeito só a você, mas também ao próprio animal. É saber enxergá-lo, porque às vezes podemos ser egoístas e lembrar apenas da dor que sentiremos. Mas se ele chegou em um quadro em que eutanásia aparece como solução, está sofrendo aqui”, diz.

 

Como lidar com a eutanásia

Para optar pela eutanásia, é preciso ter uma boa aceitação e ter empatia pelo sofrimento do animal (Foto: Unsplash/ Sherry Wright/ CreativeCommons)

Para optar pela eutanásia, é preciso ter uma boa aceitação e empatia diante do sofrimento do animal (Foto: Unsplash/ Sherry Wright/ CreativeCommons)

Beatriz explica que o luto por pets é designado, pela psicologia, como luto não-reconhecido. Ou seja, trata-se de um processo de dor e perda não legitimado pela sociedade e até mesmo pelos próprios enlutados.

“Dessa forma, muitas pessoas que optam pela eutanásia sentem medo e vergonha em demonstrarem suas emoções e sentimentos a respeito da perda de seu pet”, diz a psicóloga.

É importante, porém, permitir-se sentir a dor e as emoções que derivam da perda, porque escondê-las ou negá-las pode desenvolver um luto traumático e causar um processo ainda mais doloroso, acarretando sintomas e quadros de ansiedade e depressão.

“O luto consiste em um processo de adaptação à perda, envolvendo várias fases, sendo uma delas o sentimento de culpa. Vale lembrar que não há superação do luto, uma vez que o sofrimento é inevitável e sempre existirá a dor da perda, a falta, o vazio, a saudade”, explica Beatriz.

A eutanásia é realizada de forma indolor, com anestesia e medicação que pare o coração do animal (Foto: Unsplash/ Reba Spike/ CreativeCommons)

A eutanásia é realizada de forma indolor, com anestesia e medicação que pare o coração do animal (Foto: Unsplash/ Reba Spike/ CreativeCommons)

Contudo há também um processo de elaboração da dor, em que o enlutado vai paulatinamente adaptando-se a uma nova realidade. Com isso, apesar da presença inevitável da saudade, a dor diminui sua intensidade e surgem outros significados para o que aconteceu.

O caso de João e Harry, por exemplo, demonstra este fenômeno: apesar do uso das palavras que confirmam a conformidade da decisão, muitas vezes João conjugou os verbos no presente — como se dissesse que Harry ainda está aqui; como se sentisse a sua presença. É a saudade que fica.

Para aqueles que enfrentarão a eutanásia de seu pet em breve ou se veem em momentos de despedida, Beatriz indica não comparar as dores. “O período de duração das etapas desse processo é subjetivo, pois o tempo de cada sujeito é único”, diz.

Mas há luz no fim do túnel, e, segundo sugere a psicóloga, há profissionais especializados em auxílio para casos de luto por pet. Não hesite em buscar ajuda, se necessário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Vida de Bicho

Como esconder arquivos e informações pessoais no celular? Veja 5 dicas

Ocultar arquivos e informações pessoais no celular são ações úteis para ter mais privacidade, e que podem ser feitas por meio de recursos nativos ou aplicativos para Android e iPhone (iOS).

Dessa forma, mesmo que terceiros tenham acesso ao seu smartphone, dados e documentos sigilosos ficarão inacessíveis se não houver consentimento, pois estarão protegidos por senha, ou ainda escondidos. Por isso, confira, a seguir, cinco funcionalidades que podem deixar documentos, mídias e informações armazenados com mais segurança no telefone.

 
 

 

1. Esconda fotos e vídeos da galeria do celular

Algumas fotos e vídeos podem apresentar conteúdo sigiloso, mas, em algumas situações, excluir esses arquivos simplesmente não é uma alternativa. Por isso, escondê-los em pastas ocultas pode ser uma boa opção, já que, mesmo que outra pessoa tenha acesso ao aparelho, apenas o dono conseguirá visualizá-los.

No Android, essa ação pode ser feita no Google Fotos, por meio da função “Pasta trancada”. Para usá-la, abra o app e toque em “Biblioteca” > “Gerenciamento” > “Pasta trancada”. A mesma senha utilizada na tela de bloqueio será solicitada para abrir a pasta. Insira-a e, depois, toque em “Mover” para transferir os arquivos desejados para ela.

No iPhone, o processo pode ser feito no aplicativo “Fotos”. Para isso, basta tocar na imagem ou vídeo que deseja ocultar e, em seguida, ir até “Compartilhar” > “Ocultar” > “Ocultar foto” ou “Ocultar vídeo”. Outra opção é o aplicativo Keep Safe, disponível tanto para Android quanto para iPhone (iOS). Com ele, é possível salvar conteúdos em pastas protegidas com senhas e até fotografar possíveis invasores.

Google Fotos tem pasta que oculta fotos e vídeos — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Google Fotos tem pasta que oculta fotos e vídeos — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

 

2. Remova app da Tela de Início

Ocultar aplicativos para evitar que outras pessoas os vejam pode ser útil para ter mais privacidade e segurança. No Android, isso é possível através do Hidder App. A plataforma exclui o aplicativo que o usuário deseja ocultar da tela inicial e o mantém escondido dentro do próprio Hidder App. Para usá-lo, basta fazer o download, abrir o serviço e, então, tocar em “(+)”. Aí, é só selecionar o app que deseja esconder e pressionar “Importar”.

Já no iPhone, isso pode ser feito de forma nativa a partir da tela inicial. Basta tocar e pressionar o app que deseja ocultar e, em seguida, apertar em “Remover aplicativo” > “Remover da tela inicial”. Dessa forma, o serviço será ocultado, mas ainda estará disponível na biblioteca de aplicativos, ao deslizar para a esquerda até a última tela.

 
App Hidder App oculta aplicativos da tela inicial — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

App Hidder App oculta aplicativos da tela inicial — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

 

3. Ocultar conteúdo de notificações de apps

Esconder o conteúdo das notificações evita que o que foi recebido em aplicativos seja exibido na tela de bloqueio. O recuso impede, por exemplo, que alguém consiga ler mensagens do WhatsApp ao ligar a tela do celular. Dessa forma, quando uma plataforma te notifica, o alerta apenas exibe o ícone do app, mas não o conteúdo.

Para ativar a função no Android, vá em “Configurações” > “Tela de bloqueio” > “Notificações” > “Só ícone”. No iPhone, a função pode ser obtida ao ir em “Ajustes” > “Notificações” > “Estilo de notificação”. Então, escolha o app desejado e selecione “Mostrar visualizações” como “Nunca”.

Esconder o conteúdo das notificações na tela de bloqueio ajuda a ter mais privacidade — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Esconder o conteúdo das notificações na tela de bloqueio ajuda a ter mais privacidade — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

 

 

4. Tranque as Notas do celular

As notas do celular podem conter conteúdos e arquivos que o usuário quer manter privado. Por isso, adicionar uma senha de acesso pode ser um procedimento útil. No Android, o app ColorNote permite usar esse recurso. Para isso, basta selecionar um arquivo, pressioná-lo por alguns segundos e, então, apertar nas três bolinhas verticais. Feito isso, toque em “Proteger” e insira uma senha.

Já no iPhone, o recurso pode ser usado no app nativo do sistema. Para ativá-lo, abra “Ajustes” > “Notas” > “Senha”. Selecione a conta que deseja configurar e, em seguida, insira o código. Depois, é possível escolher se deseja bloquear o app por senha alfanumérica, Face ID ou Touch ID.

Guarde notas com senhas e proteja dados — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Guarde notas com senhas e proteja dados — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

 

5. Use o navegador em modo anônimo/privado

 

Usar o modo de navegação privado impede que o histórico de sites e buscas fiquem salvos no celular. Assim, ao ativá-lo, outras pessoas não poderão ver as páginas visitadas ou as pesquisas feitas. Por isso, para usar o modo anônimo no Chrome, basta abrir o app e tocar nas três bolinhas, localizadas na parte superior da tela. Em seguida, pressione “Nova guia anônima”.

Já no Safari, o recurso pode ser habilitado ao pressionar o botão “Tabs”, no canto inferior direito. Em seguida, aperte “Start page” > “Privado” > “(+)”.

 
Use o modo de navegação anônima se deseja que seu histórico não fique visível — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Use o modo de navegação anônima se deseja que seu histórico não fique visível — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Guerra de tomates na Espanha volta a acontecer pela 1ª vez depois do início da pandemia da Covid-19

Milhares de pessoas jogaram tomates uns nos outros nesta quarta-feira (31), quando a famosa luta de tomate de rua "Tomatina" da Espanha ocorreu após uma suspensão de dois anos por causa da pandemia da Covid-19.

Caminhões levaram 130 toneladas de tomates que passaram do ponto para os participantes usarem na “batalha”, deixando a rua principal da cidade de Buñol encharcada de polpa vermelha.

Segundo os organizadores, até 20.000 pessoas participaram do festival que cobrou um ingresso de 12 euros (aproximadamente R$ 60). As ruas da cidade ficaram fechadas e os foliões tinham direito a uma hora de batalha de tomate e um banho de mangueira no final.

 O evento foi inspirado em uma luta de comida entre crianças em 1945 na cidade, localizada em uma região produtora de tomate.

A atenção da mídia na década de 1980 transformou-o em um evento internacional, atraindo participantes de todos os cantos do mundo.

Autoridades locais disseram que esperavam menos visitantes estrangeiros este ano, principalmente devido aos temores contínuos sobre a Covid-19 nos países asiáticos.

Os participantes usam óculos de natação para proteger os olhos enquanto suas roupas, tipicamente camisetas e shorts, ficam cobertas de polpa.

Além de ser a primeira batalha desde antes da pandemia começar em 2020 na Espanha, a celebração deste ano teve o incentivo adicional de ser o 75º aniversário do evento e 20 anos desde que o festival foi declarado pela Espanha como uma atração turística internacional. Ele é tradicionalmente realizado na última quarta-feira do mês de agosto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - G1

Álbum da Copa 2022: saiba organizar suas figurinhas usando aplicativo

Organizar o álbum da Copa 2022 é possível por meio do aplicativo "Figurinhas Copa Qatar 2022", disponível para celulares Android.

Através da plataforma, usuários podem registrar os adesivos que já possuem, checar um gráfico para ver quantos faltam e até fazer arrumações por ordem alfabética. Além disso, também é possível criar listas com itens repetidos ou faltantes e compartilhar com amigos para fazer trocas. Confira, a seguir, tudo sobre o app de "álbum virtual" e como utilizar os recursos que ele oferece.

 
 

 

 

Como organizar figurinhas com o app “Figurinhas Copa QATAR 2022”

Passo 1. Abra o aplicativo “Figurinhas Copa QATAR 2022”. Na página inicial, é possível visualizar diferentes grupos de figurinhas, como “Estádios”, “Museu da FIFA”, países do “Grupo A”, “Grupo B” e assim sucessivamente. Para fazer o registro de uma figurinha que já possui, é necessário localizá-la entre os agrupamentos, tocar sobre ela e, então, selecionar o botão “Adicionar”;

Para registrar uma nova figurinha dentro do app “Figurinhas Copa QATAR 2022”, basta localizá-la, clicar sobre ela selecionar o botão “Adicionar” — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Para registrar uma nova figurinha dentro do app “Figurinhas Copa QATAR 2022”, basta localizá-la, clicar sobre ela selecionar o botão “Adicionar” — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

 

Passo 2. As figurinhas registradas passarão a ter a cor cinza, enquanto as faltantes seguirão na cor amarela. Na seção ao lado, representada pelo ícone de gráfico, é possível ter mais controle sobre a coleção a partir de um percentual - ou seja, o usuário pode visualizar quantas figurinhas estão disponíveis e quantas ele já possui;

Gráfico do app mostra total de figurinhas disponíveis e quantas delas o usuário já tem — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Gráfico do app mostra total de figurinhas disponíveis e quantas delas o usuário já tem — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Passo 3. Na seção de configurações, localizada na parte superior direta da tela, estão disponíveis ferramentas para otimizar o uso do app. O usuário pode ativar a opção de ocultar as figurinhas que já possui, registrar figurinhas com um toque (sem precisar fazer a confirmação na caixa de diálogo) e até organizá-las em ordem alfabética. Também existe a opção “Excluir todas as figurinhas”, que zera o “álbum” virtual, e há a possibilidade de compartilhar listas de itens faltantes ou repetidos. Para isso, basta tocar “Compartilhar” e selecionar um contato ou rede social.

Aplicativo permite que usuários compartilhem com seus contatos uma lista com figurinhas faltantes ou repetidas, com o objetivo de trocá-las — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Aplicativo permite que usuários compartilhem com seus contatos uma lista com figurinhas faltantes ou repetidas, com o objetivo de trocá-las — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

 

 

 

 

 

Por - TechTudo

Com 5G, Brasil se consolida como arena para eSports

Na década passada, antes da pandemia, o Brasil atraiu a atenção do mundo como palco de competições mundiais como Copa do Mundo, Olimpíadas e Paraolimpíadas. Agora, um novo tipo de evento esportivo aquece a retomada: os campeonatos presenciais de eSports.

A chegada do 5G, a nova geração de internet móvel, há pouco mais de um mês, aumenta o otimismo do setor de jogos eletrônicos no país e reforça a vocação brasileira para transformar experiências virtuais em grandes celebrações reais.

Em 2021, a indústria de games faturou mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões) no país, alta de 14,5% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da consultoria especializada NewZoo. A expectativa do setor, com o 5G chegando em quase todas as capitais até outubro, é de um avanço ainda maior neste ano.

Maior parte dos participantes ainda é do sexo masculino. — Foto: Infoglobo

Maior parte dos participantes ainda é do sexo masculino. — Foto: Infoglobo

Pesquisa recente da International Data Corporation (IDC) projeta que o setor como um todo alcance US$ 2,2 bilhões em faturamento até o fim de 2022, impulsionado pela internet móvel de altíssima velocidade e baixa latência (demora entre o envio e o recebimento de uma informação) e o aumento das competições virtuais e presenciais no país, que atraem grandes audiências nas arenas e on-line e movimentam serviços, turismo e patrocínios com orçamentos milionários.

 
 

5G promete revolução

Luciano Saboia, gerente de Pesquisa e Consultoria de Telecomunicações da IDC Brasil, diz que o 5G deve revolucionar a maneira como os usuários e competidores usam consoles tradicionais como Playstation e Xbox. Na visão do especialista, os dispositivos móveis vão ganhar mais espaço nos grandes campeonatos on-line:

— Aqueles que acompanham e comentam vídeo streaming, que é a transmissão (das partidas), vão ser potencializados pelo 5G. Na era do 3G ou 4G, tanto para quem transmite quanto para quem assiste, era inviável fazer isso sem interferências ou perda de sinal de internet. Isso deve demorar um pouco.

 

O potencial tecnológico e o espaço disponível em arenas estão fazendo do Brasil o mais novo polo de competições de eSports no mundo, apontam os agentes do setor. Já existe um calendário consolidado, que só cresce.

 

No ano passado, a final do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL), da Riot Games, a principal competição do jogo eletrônico no país, teve como cenários o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, no Rio, atraindo milhares de jogadores e aficionados para a cidade.

Modelos da Samsung, Apple, Motorola, Xiaomi e Realme já tem a frequência de 3,5 GHz que suporta a 5G

A Wild Tour Brasil, um circuito esportivo do jogo Wild Rift (versão mobile do League of Legends), por exemplo, reuniu cerca de 5 mil pessoas em Belo Horizonte, em abril deste ano.

Em junho, o Chance Qualifier de Valorant, um jogo de tiro do gênero FPS (first person shooting), teve parte de sua primeira edição internacional realizada em São Paulo, mas ainda sem público presencial por causa das restrições da Covid-19.

 

Outro evento estreante promete ser ainda maior, a final do campeonato de Counter Strike: Global Offensivemar (CS:GO), um game de tiro. Está marcada para novembro na Jeunesse Arena, no Rio.

Os ingressos estão esgotados e a estimativa é de 52 mil pessoas divididas entre os quatro dias do evento. Um mês antes, no mesmo lugar, 24 equipes devem buscar o título mundial do Intel Extreme Masters (IEM CS GO Major League), com premiação de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões).

Mascote anima plateia da segunda etapa do CBLOL 2022: campeonatos de games atraem milhares de pessoas — Foto: Divulgação/Cesar Galeão

Carlos Antunes, líder de eSports da Riot Games no Brasil, uma das principais desenvolvedoras de jogos do mundo, diz que o mercado brasileiro de esportes eletrônicos tem se dividido em duas camadas: eventos (envolvendo público consumidor, criação de conteúdo e patrocínios) e campeonatos com grandes embates de equipes que atraem turistas, público pagante, empresas terceirizadas e ainda mobilizam a economia das cidades que sediam.

Para ele, o país tem vocação para desenvolver essa nova indústria de entretenimento.

— O Brasil está lotado de arenas, com grandes espaços e uma logística de organização de eventos muito bem definida, como a do Rock in Rio e do carnaval — diz o empresário, destacando que Rio e São Paulo, que recebem a maior parte dos torneios de eSports, também concentram a maior parte do público consumidor de games.

 

Um levantamento do Atacado dos Jogos, empresa com mais de 20 anos de experiência no comércio de games, mostra que a Região Sudeste é a mais engajada no comércio eletrônico de games. São Paulo é o estado que mais compra jogos on-line, com 60% das vendas, seguido por Rio (30%).

As demais regiões do país respondem por apenas 10% desse mercado.

Chegada do 5G é vista como mais um impulsionador para segmento. — Foto: Divulgação

Até 2019, um evento de jogos eletrônicos de grande porte custava entre R$ 5 milhões e R$ 7 milhões. Agora, no atual contexto inflacionário, a retomada tem vindo com orçamentos de 10% a 15% mais caros, estima Antunes:

— Precisamos de, pelo menos, 200 pessoas envolvidas nos eventos, entre transmissão, palco, atendentes, apresentadores e materiais eletrônicos. No setor de logística, são cerca de cem funcionários de empresas terceirizadas.

 

Maioria masculina

André Abreu tem apenas 18 anos, mas já é um jogador profissional de Counter-Strike. O jovem atleta competiu pelo time da Fúria em países como EUA, Polônia, Suécia, México, Alemanha, Romênia, Bélgica e Sérvia. Neste ano, jogará o IEM CS GO Major League no Brasil, o que dará um sabor especial: o público.

— O campeonato mundial aqui é bom para criar laços com a torcida brasileira, que é enorme. A expectativa é fazer um espetáculo bonito para quem torce por nós — diz o ciberatleta.

Entre os jogadores, a grande maioria é masculina. Mas os games também crescem entre o público feminino. Izaa, como é conhecida a capitã do time feminino de CS da Fúria, conta que, neste ano, dois campeonatos femininos vão ocorrer no país.

 

O Brasil Game Show (BGS), em outubro, será em formato presencial. Também está previsto o CS Masters, de 31 de outubro a 13 de novembro.

— O cenário gamer cresceu muito, em relação a times, salário. Infelizmente a disparidade de gênero ainda é muito grande, mas está melhorando aos poucos. Vamos jogar um torneio na Espanha que terá a mesma premiação para homens e mulheres — comemora, ansiosa para os próximos campeonatos.

 

 

 

 

 

 

Por - O Globo

5 mitos sobre celulares Android que você provavelmente já cansou de ouvir

Celulares com sistema Android, embora estejam entre os mais populares do Brasil - compõem 90% dos smartphones no país, segundo relatório lançado em 2020 pela Google em parceria com a empresa de consultoria Bain & Company -, são rodeados por diversos mitos sobre seu funcionamento há anos.

As ideias de que seria inferior ao iOS, sistema operacional do iPhone, ou ainda de que conta com pouca segurança e é difícil de usar, são alguns exemplos disso. Na lista a seguir, relembre cinco "mentiras" sobre celulares com sistema Android que todo mundo já se cansou de ouvir.

 

1. É pouco seguro

É comum ouvir que os celulares com Android são menos seguros do que outros smartphones. Essa percepção foi difundida principalmente porque o sistema da Google dá mais liberdade aos usuários - como ao manter código aberto e permitir instalar APKs -, enquanto a Apple mantém o iOS fechado. Porém, embora exista o risco de acontecerem infecções, o perigo não é tão comum como se imagina – basta que o usuário tenha atenção e tome precauções.

Uma delas é ativar o Google Play Protect, recurso de segurança da Play Store. A ferramenta verifica os apps antes da instalação e garante que eles estejam livres de infecções. Para isso, basta acessar a loja de apps e tocar na foto de perfil, no lado superior direito da tela. Em seguida, vá em “Play Protect” e selecione o ícone de engrenagem para ativar as opções “Verificar apps com o Play Protect” e “Melhorar a detenção de apps nocivos”.

Google Play Protect garante maior proteção na instalação dos aplicativos disponíveis na Play Store — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Google Play Protect garante maior proteção na instalação dos aplicativos disponíveis na Play Store — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Outra medida importante é analisar as avaliações dos aplicativos, já que, embora a Play Store conte com bastante segurança, ainda assim podem existir plataformas maliciosas. Por isso, checar o feedback oferecido por outros usuários pode ser interessante para decidir baixar um app ou não. Vale ressaltar, contudo, que a maioria dos malwares não vêm da plataforma oficial do Google, mas sim de serviços instalados por sites aleatórios. Nesse sentido, se você faz seus downloads apenas pela Google Play Store, as chances de contrair vírus no celular são baixas.

Além dessas ações, é possível, ainda, manter um antivírus ativado e realizar varreduras constantes. Também é válido evitar abrir links suspeitos. Desse modo, ao tomar os devidos cuidados, o sistema é tão seguro quanto qualquer outro.

 

 

2. É difícil de usar

O Android é um sistema de código aberto - ou seja, usuários têm mais possibilidades para editá-lo e customizá-lo como quiserem. Isso, porém, pode fazer parecer que, para usar um smartphone com esse sistema, é necessário primeiramente entender de programação - o que não é verdade, já que, caso queira, você pode manter todo o sistema de acordo com seu funcionamento de fábrica.

Um ponto verdadeiro, porém, é que o Android costuma variar conforme a fabricante do celular. Assim, um smartphone da Samsung terá interface diferente de um da Motorola, por exemplo, o que pode de fato parecer complicado, à primeira vista, no caso de troca de aparelho. Porém, em linhas gerais, o sistema é tão intuitivo quanto o da Apple para ações cotidianas - como aumentar o brilho da tela e acessar as configurações. No mais, basta usar o smartphone com recorrência para, então, se adaptar.

 

3. Os apps são piores

A ideia de que os aplicativos rodam pior nos celulares com Android também é equivocada, especialmente porque a usabilidade dos serviços, na verdade, depende de várias questões. Primeiramente, o modelo de celular escolhido pode afetar a instalação de apps, já que algumas plataformas podem estar disponíveis apenas para determinados fabricantes. Outro fator determinante é a versão do sistema operacional - que, quando defasada, pode interferir no funcionamento.

Uma verdade aqui é de que, no caso do iPhone, porque há menos modelos disponíveis, os desenvolvedores conseguem fazer aplicativos mais otimizados ao sistema operacional da Apple. Mas, no final, a maneira como apps funcionarão vai depender muito mais do modelo do seu celular e da versão do Android presente nele do que de qualquer outra coisa.

Porém, embora existam diferenças relacionadas a aplicativos entre um modelo e outro, vale ressaltar que a maioria das plataformas está disponível otimizada para todos os celulares Android através da Play Store - principalmente os apps mais utilizados, como Instagram, WhatsApp, Facebook e Twitter.

 
 
Aplicativos disponíveis na Google Play Store — Foto: Reprodução/Mariana Tralbak

Aplicativos disponíveis na Google Play Store — Foto: Reprodução/Mariana Tralbak

 

4. O sistema é feio

Outro mito bastante comum sobre celulares com sistema Android é que a sua interface é feia. Essa concepção é equivocada porque, hoje em dia, usuários podem customizar o smartphone da forma como quiserem, principalmente após o Android 12. Isso porque não apenas o sistema é aberto, permitindo utilizar diferentes launchers, mas também graças ao Material You, recurso de interface exclusivo lançado em 2021.

Entre as funcionalidades disponíveis no Material You estão alterações no formato de layout, tipo de fonte, tamanhos de exibição, cores e até formatos dos ícones. Assim, o Android não é “feio” – a realidade é que a aparência do smartphone dependerá do gosto pessoal de cada pessoa, o que pode gerar diferentes interpretações. Já no iOS, o visual segue o padrão definido pela Apple, que não mudou muito ao longo dos anos e ainda não permite muitas customizações (pelo menos não enquanto o iOS 16 não é lançado).

Dispositivos Android contam com variadas opções de personalização — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Dispositivos Android contam com variadas opções de personalização — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

 

 

5. É igual em todo celular

A afirmação de que o Android é “igual em todo celular” é outro equívoco bastante comum. Isso porque, no caso desses aparelhos, os fabricantes de smartphones primeiro obtêm a base do sistema da Google e, então, fazem a personalização da forma que preferem. Por essa razão, um telefone da marca Samsung não terá a mesma aparência que um Motorola, por exemplo.

As diferenças vão desde os apps pré-instalados até algumas funções de desempenho. Além disso, a regularidade de atualizações também variará de acordo com o fabricante - outro fator que impede que todos os dispositivos Android funcionem como um todo, diferentemente do que acontece com o iOS.

 

 

 

 

Por - TechTudo

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