Google ganha opção para remover seus dados pessoais da Internet; saiba

O Google começou a liberar nesta terça-feira (20) o "Resultados sobre você", recurso que permite descobrir e apagar o que aparece sobre você em buscas, e que pode ser muito útil para garantir mais privacidade e segurança.

A ferramenta, anunciada durante a conferência I/O 2022, em março deste ano, permite que usuários peçam a remoção de múltiplas informações pessoais que estejam disponíveis como resultados de pesquisas no buscador - como número de celular, endereço, e-mail e outros dados. Contudo, por enquanto ela só está disponível na Europa e nos EUA, e não há previsão de quando chegará em mais países. Entenda, a seguir, tudo sobre a função. 

 

De acordo com informações divulgadas pelo portal 9to5Google, o novo recurso já pode ser encontrado no aplicativo da gigante das buscas - mas somente para usuários das regiões mencionadas. Para isso, basta tocar na foto de perfil, localizada no canto superior direito da tela, e abrir a aba "Resultados para você". Nela, é possível checar quais informações suas estão disponíveis como resultados de pesquisas - como endereço, número de celular e e-mail - e, então, solicitar a remoção.

 

Além disso, também dá para pedir ao Google que remova uma informação sua logo que encontrá-la durante uma pesquisa. Isso porque a opção do "Resultados sobre você" também pode ser acessada pelo menu representado por três pontinhos, localizado ao lado de um resultado. Assim, basta tocar nele e apertar na alternativa com o nome do recurso. Vale ressaltar, porém, que a possibilidade está restrita ao aplicativo para celulares Android e iPhone (iOS).

Results About You Google — Foto: Reprodução/9to5Google

Results About You Google — Foto: Reprodução/9to5Google

Ainda, caso queira, também é possível acompanhar o andamento do seu pedido, já que a ferramenta exibe um status da solicitação - como "Em andamento" e "Aprovada". Para mais, usuários também podem checar um feed exclusivo da funcionalidade, onde são apresentados todos os requerimentos realizados, e fazer novos pedidos através da opção "Por que você gostaria de remover este resultado?".

A função já está disponível em alguns locais da Europa e dos Estados Unidos, mas não tem previsão de chegada no Brasil e demais países. Ainda, vale ressaltar que, embora ela possa ajudar a remover os dados das buscas do Google, ela não os exclui completamente da internet. Por isso, a gigante das buscas, durante a I/O 2022, sugeriu que, nesse caso, usuários entrem em contato diretamente com o site de hospedagem das informações.

Mas, enquanto o recurso não fica disponível em solo brasileiro, é possível utilizar outros meios para solicitar a remoção de informações pessoais do Google - como acessar o formulário "support.google.com/websearch/troubleshooter/9685456#ts=2889054%2C2889099" (sem aspas). Veja mais formas de apagar tudo que o Google sabe sobre você.

 

 

 

 

 

 

Por - TechTudo

Bichinho virtual Tamagotchi ganha versão Baby Yoda

A empresa japonesa Bandai Namco tem investido nos últimos anos para trazer de volta à vida o tamagotchi, bichinho virtual que fez muito sucesso na década de 1990.

Depois de lançar versões que variam do robô R2D2, de Star Wars, até a banda de K-Pop BTS, agora é a vez do amado personagem Grogu, mais conhecido como Baby Yoda, da série The Mandalorian, também parte de Star Wars.

Segundo o portal The Verge, o bichinho, assim como nas gerações antigas, precisará ser alimentado e cuidado. Em relação à comida, seu dono deverá lhe oferecer sopa de lula e macarons. Mas é preciso cuidado, pois, se ele comer demais, uma lula pulará nele.

 O tamagotchi também vem com minijogos, através dos quais será possível desbloquear várias roupinhas para vestir o Baby Yoda.

Outro ponto a se destacar é que ele tem um vilão, o Dark Trooper, uma versão do soldado Stormtroopers de Star Wars. Será preciso cuidar muito bem do bichinho para que ele não se torne vítima do inimigo.

A Bandai Namco informou que o Grogu estará disponível para pré-encomenda “em breve” na Amazon. A data exata não foi divulgada e nem os valores.

 

 

 

 

 

 

Por - Epoca Negócios

Alimentação ou atividade física? O que funciona mais para emagrecer?

Muitas pessoas acreditam que para emagrecer devemos priorizar a alimentação. E quantas vezes não escutamos frases como “para emagrecer tem que fechar a boca”, “quero emagrecer, vou começar uma dieta”, “vou procurar um nutricionista porque quero emagrecer”, entre outras...

Então, invariavelmente as pessoas procuram por soluções através da alimentação. E apenas através da alimentação. E esquecem que de outro lado há um fator que muito ajuda, não apenas a quem quer emagrecer, mas sobretudo, a quem quer ter mais saúde.

Um estudo, feito na Espanha, chamou minha atenção essa semana. Ele dizia que a quantidade de calorias consumidas em média pelos espanhóis é, atualmente, de cerca de 2600, enquanto que há 40 anos, era de 3 mil calorias. Ou seja, um deficit de cerca de 400 calorias por dia. Mesmo assim o número de pessoas com sobrepeso e obesidade ainda continua a crescer no país.

Recentemente no Brasil, foi constatado também uma mudança no comportamento alimentar, e o brasileiro voltou a comer mais alimentos in natura, como frutas e legumes, e reduziu o consumo de açúcar, sal e gorduras. E ainda assim, temos aumento da obesidade por aqui também. Na verdade, de 2006 até 2016 a obesidade cresceu 60% no Brasil, foi o maior crescimento no mundo!

Aqui, na Espanha, e em muitos outros países do mundo, comendo menos ou comendo melhor, as pessoas estão ganhando peso porque passam a maior parte do tempo inativas. Sim, sentadas, recostadas, deitadas. E quanto mais as pessoas tiverem o foco em reduzir a alimentação ou cortar alimentos, sem incorporar algum movimento físico em suas rotinas, maior será o efeito reverso na balança.

Não fazer movimento físico reduz o ritmo metabólico. Ao passo que, fazer exercício físico regular, aumenta. E não apenas pelo gasto calórico aumentado durante o exercício ou movimento físico, mas pela construção de massa muscular que acontece através do estimulo da atividade física regular e que também ajuda a acelerar o ritmo metabólico.

Ficar sentado durante horas, reduz as contrações musculares e deixa nosso corpo mais lento, preguiçoso e econômico, o que se traduz em estoque de energia através de gordura. Mas não apenas isso. O movimento físico estimula todos os órgãos do nosso corpo a funcionar melhor. Então, comer bem, é ótimo, é saudável, e claro que é um esforço (para uns) ou um hábito (para outros), que vale muito a pena. Mas, o que proponho é que não se faça da alimentação um recurso único. Investir em prática de exercícios físicos regulares é ainda mais fácil e mais eficiente para a saúde e para o emagrecimento.

Até agora, falamos do ponto de vista estético, falamos basicamente de emagrecimento. Porém, ao falar em saúde, em longevidade, em doenças, claro que ter uma boa alimentação é importante. Alguns estudos, como um recente feito por cientistas noruegueses, mostram que uma boa alimentação pode aumentar a expectativa de vida em até 13 anos, quando comparado a pessoas que comem mal.

Na verdade, ao procurar uma alimentação mais saudável, pessoa ganha saúde, e isso é maravilhoso. Quando se coloca o emagrecimento em primeiro lugar, o resultado pode ser desastroso. Na vontade de emagrecer e, às vezes, emagrecer cada vez mais, a pessoa vai apenas cortando, tirando, se privando... Pensar no alimento como fonte de saúde, e não como vilão, é o melhor caminho.

Portanto, o que importa mais? Fazer dieta ou atividade física quando se quer emagrecer? O ideal é trazer o corpo para o equilíbrio, em que se tenha de um lado o gasto calórico promovido pelo movimento físico e do outro, a ingestão de calorias, ou seja, a energia que jogamos para dentro do corpo, ambos em harmonia. No final das contas, o que realmente importa é o estilo de vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - O Globo

Pando, o maior ser vivo do mundo, está morrendo lentamente, conclui estudo

O que lembra uma floresta de árvores individuais é, na verdade, o maior organismo vivo da Terra. A enorme colônia vegetal no centro-sul de Utah, nos Estados Unidos, é composta por um conjunto geneticamente idêntico de álamos-trémulos (Populus tremuloides) e foi apelidada por cientistas de Pando (significa “eu espalho”, em latim).

O problema é que, após ter durado possivelmente por milênios, Pando está em declínio devido a animais herbívoros que têm se alimentado dele. É o que sugere uma pesquisa publicada em 8 de setembro na revista Conservation Science and Practice.

Normalmente, os álamos-trémulos ocupa, individualmente, menos de 4 mil metros quadrados. Porém, Pando supera a marca e se estende por 42 hectares, uma área equivalente a quase 60 campos de futebol, de acordo com a National Geographic. No planalto do Colorado, em um trecho da Floresta Nacional, o organismo apresenta, ao todo, 47 mil álamos interconectados por uma única raiz.

O professor Paul Rogers, autor da pesquisa e diretor da organização Western Aspen Alliance, que promove ecossistemas sustentáveis de álamos, avaliou Pando pela primeira vez há 5 anos. Ele mostrou que o pastoreio de veados (e, em menor grau, o gado) estava prejudicando o crescimento do organismo.

À medida que as árvores mais velhas envelheciam, novos brotos de álamo não sobreviviam, o que significava que Pando estava morrendo lentamente. Em resposta à ameaça, foram erguidas cercas em torno do ser vivo gigante para manter os animais pastando do lado de fora.

Mapa mostra (em linha amarela contínua) a extensão de 'Pando' no centro-sul de Utah, nos Estados Unidos (Foto: Paul C. Rogers)
Mapa mostra (em linha amarela contínua) a extensão de 'Pando' no centro-sul de Utah, nos Estados Unidos (Foto: Paul C. Rogers)

Rogers voltou recentemente para avaliar a estratégia e fazer uma verificação da saúde geral de Pando. O estudo mostrou que cerca de 16% do organismo está cercado contra a entrada de animais, porém, a cerca caiu em mais de um terço do álamo-trémulo, só sendo reforçada recentemente. Com isso, árvores velhas e moribundas ainda superam as jovens.

Aproximadamente 50% das áreas agora estão sem cercas, continuando a ter uma alta presença de veados e gado consumindo os brotos de Pando. Os caules maduros do ser vivo morrem sem serem substituídos, abrindo a cobertura e permitindo que mais luz solar atinja consistentemente o solo da floresta.

De acordo com Rogers, isso altera a composição da planta. As zonas atingidas estão mudando de maneiras distintas: os locais cercados têm um declínio mais rápido, enquanto os demais estão tomando seus próprios cursos. Isso deixa os padrões de crescimento da vegetação em desacordo com o seu passado de séculos.

Conforme o álamo-trémulo diminui e morre, inúmeras espécies dependentes dele, como aves chapins (Poecile) e vegetações de mirtilos (Vaccinium myrtillus), saem prejudicadas, gerando um possível “efeito em cascata”.

Rogers defende, diante desse cenário, que a sobrevivência de “Pando” precisa ser ajustada para resolver de uma vez o problema dos muitos cervos e do gado na região. “Acho que, se tentarmos salvar o organismo apenas com cercas, nos veremos tentando criar algo como um zoológico na natureza”, ele critica.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Galileu

Cresce o número de golpes envolvendo games. Mais de 380 mil pessoas foram atingidas

Usuários de games populares — jogos que podem ser baixados no celular ou NO computador — estão vulneráveis a ataques de criminosos virtuais.

O alerta foi feito pela Kaspersky, empresa de segurança da internet, que detectou um aumento de 13% nos ataques no primeiro semestre do ano, em comparação ao mesmo período de 2021. Os criminosos, alerta a empresa, instalam programas maliciosos que coletam dados sigilosos dos usuários. As vítimas somam mais de 380 mil pessoas nos últimos 12 meses.

O relatório da Kaspersky identificou quase 92 mil arquivos maliciosos que imitavam 28 jogos, que podem rastrear dados digitados no teclado e fazer capturas de tela, roubar dados de pagamentos e coletar informações de login de contas de jogos, entre outras ações ilícitas.

Outros 3.700 arquivos distribuíam softwares nocivos disfarçados de jogos populares ou grandes lançamentos, como Roblox, FIFA, Minecraft, Elden Ring, Halo e Resident Evil — que foram explorados ativamente por cibercriminosos que disseminam o malware RedLine.

O RedLine é um programa que extrai dados sigilosos do dispositivo da vítima como senhas, dados de cartões bancários, carteiras de criptomoeda e credenciais de VPN (acesso remoto). Considerando apenas este caso, foram 2.300 gamers atacados pelo RedLine que, segundo a Kaspersky, é vendido por um preço muito baixo em vários fóruns de hackers.

Imitação de interface

Pela primeira vez, os especialistas da Kaspersky identificaram um novo esquema de "infecção" que ataca jogadores: sites que imitam a interface das lojas dos jogos, como CS:GO, PUBG e Warface. Nessa modalidade, os golpistas oferecem itens (como armas) para os jogos de maneira gratuita.

Para receber o suposto brinde, explica a empresa, os jogadores precisam inserir dados de login de suas contas em redes sociais, como Facebook ou Twitter.

"Depois de apoderar-se das contas, os criminosos provavelmente procurarão dados de cartões nas mensagens pessoais ou pedirão dinheiro a vários amigos da vítima, aproveitando-se de sua confiança e desatenção", afirma o relatório.

"Durante a pandemia, a indústria de jogos teve um crescimento enorme, com um aumento do número de fãs de jogos", ressalta Anton Ivanov, pesquisador sênior em segurança da Kaspersky, em nota.

Ele completa:

"Os cibercriminosos exploram ativamente essa tendência, criando esquemas e ferramentas para atacar jogadores e roubar dados de cartões de crédito e até contas de jogos, possivelmente com skins caras que podem ser revendidas posteriormente".

Ivanov acrescenta que novos tipos de ataques sobre gamers devem ocorrer no próximo ano, com e-sports, por exemplo, que estão ganhando muita popularidade no mundo inteiro.

Como se proteger

É mais seguro fazer download dos jogos somente nas lojas oficiais, como Steam, Apple App Store, Google Play ou Amazon. Os jogos desses marketplaces não são 100% seguros, mas são verificados pelos representantes das lojas, e há algum tipo de sistema de seleção: não são todos os aplicativos que conseguem entrar nessas lojas.

Se quiser comprar um jogo que não está disponível nas grandes lojas, faça isso somente no site oficial. Confira a URL do site para garantir que é verdadeira.

Cuidado com campanhas de phishing e jogadores que você não conhece. Não abra links recebidos por e-mail ou nos chats em jogos, a menos que você confie no remetente. Não abra arquivos obtidos de desconhecidos.

Não baixe softwares-piratas nem qualquer outro conteúdo ilegal, mesmo que seja redirecionado a ele de um site legítimo.

Instale uma solução de segurança eficaz e confiável. Será de grande ajuda, especialmente se não tornar o computador lento enquanto joga.

 

 

 

 

 

 

Por - Extra

A premiada foto de cometa que nunca mais será visto na Terra

A imagem mostra um pedaço da cauda do cometa Leonard se partindo e sendo levado pelo vento solar.

O cometa fez uma breve aparição próximo à Terra depois de ser descoberto em 2021, mas agora deixou o nosso Sistema Solar.

O Observatório Real de Greenwich, em Londres, realiza a competição de Fotografia de Astronomia do Ano e classificou a imagem como "surpreendente".

As imagens farão parte de uma exposição no Museu Nacional Marítimo, em Londres, a partir de sábado (17/9).

"Os cometas parecem diferentes de hora em hora — são coisas muito surpreendentes", explicou o fotógrafo vencedor Gerald Rhemann, de Viena, na Áustria.

A foto foi tirada em 25 de dezembro 2021 de um observatório na Namíbia, que abriga alguns dos céus mais escuros do mundo.

Rhemann não tinha ideia de que a cauda do cometa se desconectaria, deixando um rastro de poeira cintilante atrás.

"Fiquei absolutamente feliz em tirar a foto. É o ponto alto da minha carreira de fotógrafo", contou à BBC News.

O astrônomo Ed Bloomer, que foi um dos juízes da competição, disse que a imagem é uma das melhores fotografias de cometas da história.

"A astrofotografia perfeita é a colisão da ciência e das artes. A foto vencedora não é só tecnicamente sofisticada e projeta o espectador no espaço escuro profundo, como também é visualmente cativante e emotiva", descreveu Hannah Lyons, assistente de arte dos Museus Reais de Greenwich à BBC News.

Os juízes analisaram mais de 3 mil inscrições de todo o mundo.

Galáxia de Andrômeda - Vencedora do prêmio Jovem Fotógrafo de Astronomia do Ano (Foto: YANG HANWEN, ZHOU ZEZHEN via BBC)

Galáxia de Andrômeda - Vencedora do prêmio Jovem Fotógrafo de Astronomia do Ano (Foto: YANG HANWEN, ZHOU ZEZHEN via BBC)

Para a imagem vencedora na categoria Jovem Fotográfo de Astronomia do Ano, os chineses Yang Hanwen e Zhou Zezhen, ambos com 14 anos, trabalharam juntos para fotografar Andrômeda, uma das galáxias vizinhas mais próximas da Via Láctea.

A imagem mostra as cores impressionantes de uma galáxia que fica perto de nós. "Acho que esta foto mostra o quão lindo é o nosso vizinho mais próximo", disse Hanwen.

A categoria Jovem Fotógrafo de Astronomia do Ano contempla apenas competidores menores de 16 anos.

Lyons disse que ficou "deslumbrada" com a qualidade dos jovens fotógrafos, "que produziram as imagens mais notáveis".

As imagens vencedoras e altamente elogiadas

"No Abraço de uma Dama Verde" - Vencedor na categoria Aurora (Foto: FILIP HREBENDA via BBC)

Esta imagem do fotógrafo eslovaco Filip Hrebenda mostra a aurora boreal refletida em um lago gelado da Islândia perto da montanha Eystrahorn.

'Mosaico Mineral da Lua' - Altamente elogiada na categoria Jovem Fotógrafo de Astronomia (Foto: PETER SZABO via BBC)

"Mosaico Mineral da Lua" - Altamente elogiada na categoria Jovem Fotógrafo de Astronomia (Foto: PETER SZABO via BBC)

Peter Szabo recebeu menção honrosa na categoria na Jovem Fotógrafo de Astronomia do Ano por esta fotografia da Lua, que ele tirou em Debrecen, na Hungria.

A imagem usa processamento de alta qualidade para mostrar a superfície da Lua com detalhes incríveis, revelando uma visão que é familiar para a maioria das pessoas, mas de uma maneira extraordinária.

'O Centro da Nebulosa do Coração' - Menção honrosa na categoria Estrelas e Nebulosas (Foto: PÉTER FELTÓTI via BBC)

"O Centro da Nebulosa do Coração" - Menção honrosa na categoria Estrelas e Nebulosas (Foto: PÉTER FELTÓTI via BBC)

Péter Feltóti capturou esta imagem da Hungria. O IC 1805 é uma área que abriga enormes quantidades de gás ionizado e poeira interestelar. Um forte vento estelar sopra o material circundante para fora, criando uma forma oca semelhante a uma caverna em uma nuvem de gás.

"É muito difícil capturar nebulosas escuras com qualquer tipo de clareza", explicou Ed Bloomer.

Essa astrofotografia é importante, acrescentou o especialista, porque revela características do cosmos que o olho humano não pode ver olhando apenas para o céu noturno.

'O Olho de Deus' - Vencedora na categoria Estrelas e Nebulosas (Foto: WEITANG LIANG via BBC)

"O Olho de Deus" - Vencedora na categoria Estrelas e Nebulosas (Foto: WEITANG LIANG via BBC)

Weitang Liang tirou esta foto da Nebulosa Helix em Rio Hurtado, no Chile.

"É fácil ver como os antigos costumavam observar as estrelas no céu e imaginar que o cosmos estava nos vigiando, mantendo um olhar atento sobre nós", interpretou o juiz Imad Ahmed.

'Árvore Solar Tree' - Vencedora do Prêmio Annie Maunder na categoria Inovação Digital (Foto: PAULINE WOOLLEY via BBC)

"Árvore Solar Tree" - Vencedora do Prêmio Annie Maunder na categoria Inovação Digital (Foto: PAULINE WOOLLEY via BBC)

Esta imagem de Pauline Woolley combina fotos tiradas por grandes telescópios e ganhou o prêmio de inovação.

Ela mostra como o sol muda ao longo do tempo utilizando a ideia de datação por anéis das árvores.

'A ponte da Via Láctea' - Vencedora do Prêmio Sir Patrick Moore na categoria Melhor Iniciante (Foto: LUN DENG via BBC)

"A ponte da Via Láctea" - Vencedora do Prêmio Sir Patrick Moore na categoria Melhor Iniciante (Foto: LUN DENG via BBC)

Usando uma câmera comum, Lun Deng capturou esta imagem da Via Láctea ao subir a Montanha Minya Konka, o pico mais alto de Sichuan, na China.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - BBC

feed-image
SICREDI 02