Muitos usuários do Instagram e do Snapchat já devem ter percebido que atualmente não é mais possível adicionar GIFs ás suas “histórias” nos aplicativos.
É que no último fim de semana, as duas redes sociais decidiram retirar a função após a descoberta de um gif racista! Segundo o site ‘TechCrunch’, quando efetuada a busca com o termo “crime”, aparecia uma imagem que simula um contador de mortes de negros rodado por um macaco. No gif, um homem branco pedia para que o animal continuasse trabalhando já que os números não paravam de aumentar!
Procurados pelo ‘Tech Crunch’, ambos os aplicativos informaram tratar-se de uma suspensão temporária. Um representante do Snapchat disse que os gifs ficarão de fora enquanto a equipe do “Giphy” – serviço que fornece essas imagens para ambas as plataformas – não resolver a questão.
O Giphy permite que seus usuários adicionem imagens animadas ao catálogo, mas deixa explícito em suas diretrizes a intolerância a gifs ofensivos e obscenos. Em comunicado enviado ao site Engadget, um porta-voz do serviço explicou que houve um erro nos filtros de moderação de conteúdo e que o mesmo já foi revisto.
“Um usuário descobriu um adesivo GIF ofensivo em nossa biblioteca, e nós imediatamente removemos por nossas diretrizes de conteúdo. Este adesivo estava disponível devido a um bug em nossos filtros de moderação de conteúdo que afetam especificamente os adesivos GIF. Corrigimos o erro e re-moderamos todos os adesivos GIF em nossa biblioteca.
O pessoal da GIPHY também está revisando cada adesivo GIF manualmente, num processo que deve ser concluído em breve. Nós assumimos a responsabilidade total por esses eventos recentes e sinceramente pedimos desculpas a quem possa ter se ofendido“, finalizou.
Quem nunca ficou preocupado com o vazamento de suas senhas na Internet?
O LastPass é um cofre digital de senhas que oferece uma maneira simples de saber se suas informações foram expostas.
O TechTudo explica que o serviço funciona por meio de um plugin para Google Chrome. O recurso faz uma varredura nas suas credenciais cadastradas na plataforma e compara com bases de dados conhecidas de dados vazados.
A funcionalidade está oculta na função "Desafio de Segurança", modo de checagem de logins que também permite alterar senhas automaticamente na web.
A publicação listou o passo a passo de como usar o LastPass no PC. Saiba se a sua senha já vazou na web:
1. Faça o download e instale a extensão do LastPass para Chrome ao clicar em “Usar no Chrome” e, em seguida, escolha “Adicionar extensão”;
2. Abra o ícone da extensão na barra do navegador e faça login na conta do LastPass. Se ainda não tiver uma conta, crie uma nova. Para analisar suas senhas é preciso configurar o cofre digital e incluir dados de login manualmente no serviço;
3. Clique em “Mais opções”;
4. Acesse o item “Desafio de segurança”;
5. Clique em “Mostrar minha pontuação” para iniciar a análise das suas credenciais armazenadas no LastPass. O serviço deverá pedir a redigitação da senha master para prosseguir;
6. O LastPass fará uma aálise e pedirá permissão para comparar os seus e-mails com bases de dados de logins vazados na internet. Marque os itens que deseja investigar e vá em “Continuar”;
7. Se não houver detecções, o LastPass irá emitir uma mensagem de sucesso em inglês (“Great News!”);
8. No entanto, se houver algum problema, a página mostrará uma lista de serviços com senhas que foram vazadas e precisam ser alteradas imediatamente. Marque os itens desejados e clique em “Atualizar agora” para iniciar o alterador automático de senhas do LastPass;
9. O serviço irá abrir os sites um por um em novas abas e executar a alteração de senha automaticamente, com substituição das informações anteriores por sequências fortes, difíceis de serem adivinhadas. Deixe as abas do navegador abertas enquanto o processo está em execução.
Após trocar as senhas, a informação é atualizada no cofre digital para ser usada pelo preenchimento automático do LastPass no PC ou no celular. Embora os códigos possam ser consultados na busca da plataforma, o serviço fará futuros logins por conta própria, sem interferência do usuário.
A professora de Psicologia da Universidade da Flórida Laurie Mintz, revelou a ligação existente entre a qualidade da vida sexual e a duração do sono.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista 'The Conversation'.
Mintz apontou que cada terceiro norte-americano adulto não dorme horas suficientes. Com isso, 31% dos homens e 45% das mulheres estão insatisfeitos com sua vida sexual.
A investigadora acredita que estes indicadores estão interligados. E não apenas porque as pessoas dormem e fazem sexo no mesmo lugar — na cama. Mas também porque mau sexo e mau sono têm a mesma causa — o estresse.
Segundo Mintz, as pessoas entram em um círculo vicioso: sexo ruim leva a problemas no sono e estes, por sua vez, diminuem o desejo sexual. Pelo contrário, bom sexo garante bom sono.
A pesquisa mostrou que, para as mulheres, apenas uma hora extra de sono fez com que 14% das participantes tivessem melhor sexo no dia seguinte. (Com Sputnik News)
O aplicativo de paqueras Jaumo (www.jaumo.com) consultou mais de 365 mil usuários de 25 países para saber se ainda acreditam no amor verdadeiro, aquele grande amor da sua vida, e se poderiam manter um relacionamento de longa distância.
Para os que esperam encontrar sua cara-metade, a tecnologia claramente acelera a busca, embora os números ainda reflitam que o caminho para o amor continua não sendo nada fácil.
As respostas dos usuários refletem que o romance está presente na maioria dos homens portugueses já que 70,9% dos entrevistados dizem ainda acreditar no amor. Os mexicanos estão perto, com 64,45%, e os espanhóis com 63,76%. Os argentinos firmes com 62,54% e os chilenos com 62,28% pareceriam estar também no alto da escala romântica, seguidos pelos brasileiros com o 55,82%.
Nas culturas latinas são as mulheres as que parecem estar perdendo a esperança já que somente a metade ainda mantém a fé no amor e são as portuguesas que lideram com 57,55%.
Novamente as mulheres mexicanas se colocam no segundo lugar (55,28% de aprovação entre as mulheres entrevistadas), seguidas pelas espanholas com 54,88% e as argentinas com um 52,11%. As chilenas levam 49,70% e as garotas brasileiras 45,33%. Em comparação com os solteiros masculinos, as solteiras de culturas latinas acreditariam consideravelmente menos no amor verdadeiro.
A pesquisa consultou também se eles já têm um relacionamento que tenha surgido de um aplicativo de paquera e se mudariam de cidade por causa do amor.
A Bélgica também foi um dos países que participou da enquete. Os belgas dariam (quase) tudo por amor: 70,40% deixariam suas casas por amor e se mudariam a uma nova cidade. Os homens portugueses (67,34%), por sua vez, também aceitariam um movimento a favor do amor inclusive deixando seu maravilhoso clima mediterrâneo.
Na América Latina, 61,19% dos chilenos se mudaria de cidade para morar junto com sua companheira enquanto os homens do resto das regiões mostrou os seguintes resultados: México (59.62%), Argentina (58.63%) Colômbia (56.30%), Brasil (51.84%).
A bebida é indicada para emagrecer e ideal para recuperar o corpo dos excessos gastronômicos do final de semana.
Anote a receita!
Ingredientes
Pera-abacate: 1 grande
Peras com casca: 2 pequenas
Espinafres: 2 mãos cheias de folha tenra
Alface iceberg: 2 folhas
Alho: 1 dente
Tomates: 2 grandes
Pepino com casca: 1/2 grande
Suco de lima acabada de espremer: 1/2 grande
Pimenta caiena: 1 pitada
Sementes de sésamo brancas: 1 colher de sopa (bem cheia)
Água fresca: 200 ml
Preparação
1. Lave muito bem os alimentos e descasque o abacate e o alho, retirando-lhe o gérmen para evitar o odor e o sabor intenso do alho.
2. Coloque todos os ingredientes no copo da liquidificadora, junte cerca de 100 ml de água e triture até obter uma mistura homogênea.
Dicas
Se preferir, em vez de usar o suco, pode descascar a lima, retirar os caroços e usá-la inteira, pois aumenta o conteúdo de fibra e o poder de saciedade desta bebida. O poder termogênico da pimenta-de-caiena ajuda a queimar calorias extra mas é importante que não exagere.
Os benefícios que estão associados ao emprego, recebidos pelo trabalhador, precisam ser apresentados no Imposto de Renda 2018.
Contudo, é importante saber qual o tipo de recebimento está incluído ou não na declaração.
O advogado Claudio Lopes Cardoso Junior, tributarista do Diamantino Advogados Associados respondeu em três perguntas o questionamento feito pelo 'G1'. Confira:
1. Quais benefícios é preciso declarar?
Todo e qualquer rendimento deve ser declarado por quem está obrigado a declarar o IR, incluindo valores recebidos por seguro-desemprego, auxílio-creche, auxílio-doença, auxílio-funeral, auxílio pré-escolar, salário-maternidade, prêmio assiduidade, gratificações por quebra de caixa, indenização adicional por acidente de trabalho, entre outros.
2. Como declarar benefícios?
Eles devem ser incluídos na ficha “rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica”, “rendimentos isentos e não tributáveis” ou “rendimentos sujeitos à tributação exclusiva”, a depender do tipo de rendimento.
3. Vale-transporte, alimentação e refeição entram na declaração?
Não. Devem ser declarados apenas benefícios considerados como remuneração. No caso de quem trabalha sob o regime CLT e recebe vale-alimentação e vale-transporte, as pessoas não devem incluir esses valores na declaração do IR.















