Não há nada pior numa relação do que estar na chamada 'friend zone', isto é, na zona da amizade de alguém quando, na verdade, o que se queria era mesmo estar na zona do amor.
Passar da amizade para o amor é um processo que requer alguns cuidados, especialmente se uma das partes não mostrar logo de imediato o interesse em trocar um/a amigo/a por um/a namorado/a. Mas, tal como acontece com qualquer início de relação (exista ou não já uma amizade à mistura), há que lutar pelo coração da outra pessoa.
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Para facilitar a vida a quem quer sair da 'friend zone', a revista norte-americana Cosmopolitan listou aqueles que são os três passos a seguir:
1. Evite comportamentos de melhor amigo/a. Para conquistar o coração da outra pessoa é preciso, claro, preservar a amizade, mas existem pormenores que deixarão de fazer sentido, como aqueles que dizem respeito à última relação que se teve.
2. Elogie muito. Massajar o ego de alguém resulta sempre quando queremos captar a sua atenção, por isso, faça elogios, mas adapte-os aos discurso romântico, como "estás muito atraente" ou "muito interessante". Deixe claro com esses elogios que não vê a outra pessoa apenas como uma amiga.
3. Fale. Se as dicas e indiretas que colocou em prática nos últimos dias ou semanas não o levaram a bom porto, então está na hora de falar abertamente com a outra pessoa sobre o que sente.
Uma investigação publicada recentemente pela Samsung indica que a tecnológica conseguiu criar baterias que podem ser recarregadas em apenas 12 minutos sem correr risco de sobreaquecimento, uma vez que é capaz de se manter a 60º Celsius.
A solução para estas novas baterias está na substituição do lítio (material que costuma ser aplicado em baterias para smartphones e carros elétricos) por grafeno.
Tal como conta o The Next Web, este material é conhecido pela sua força e condutividade, qualidades que o tornam ideal para ser usado em baterias de smartphones.
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Por enquanto ainda não são conhecidos os planos da Samsung para lançar estas baterias no mercado mas, tendo em conta que a empresa sul-coreana já submeteu duas patentes para esta tecnologia, crê-se que o momento tenha lugar nos próximos anos.
As festas de fim de ano exigem cuidado com a ligação elétrica de elementos de decoração. Ao instalar ou manusear os enfeites, é preciso estar atento para evitar choque elétrico e curtos-circuitos.
Um dos principais cuidados ocorre já no momento da compra dos enfeites, que devem possuir certificação do Inmetro. Verifique a procedência e a qualidade dos equipamentos que utilizam energia elétrica, principalmente os cordões de luzes
"É também importante garantir que os enfeites que utilizam eletricidade sejam compatíveis com a capacidade de carga das instalações elétricas do imóvel, o que evita a sobrecarga", alerta o gerente de segurança, João Alberto Kucek Junior, da Segurança do Trabalho da Copel.
INSTALAÇÃO - Outro ponto importante é que durante a instalação ou montagem dos enfeites seja mantida uma distância da rede elétrica, evitando o choque elétrico por contato com a rede energizada, e também a ocorrência de quedas.
Somente após a conclusão da montagem da decoração é que se deve fazer a ligação dos enfeites na tomada para evitar acidentes por falhas no isolamento de fios ou nas emendas
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Todas as emendas e conexões devem estar protegidas com fita isolante de boa qualidade para evitar choques e curtos-circuitos. Se for preciso trocar lâmpadas, arrumar fios ou mudar os enfeites de lugar, a tomada sempre deve ser desligada antes.
Incêndios são as consequências mais frequentes e catastróficas das sobrecargas, que geralmente têm a sua origem no curto circuito ou no superaquecimento dos circuitos elétricos. Neste caso é importante evitar ligar vários equipamentos em uma mesma tomada, pois pode haver sobrecarga.
"Evite, também, que as crianças brinquem ou fiquem muito próximas dos enfeites com instalações elétricas", lembra o gerente de segurança da Copel. (Com AEN)
O tempo no sexo é relativo e depende de quão excitado você esteja, de algumas disfunções, se tomou álcool ou não, do lugar, do momento, da pessoa.
No entanto, alguns especialistas realizaram cálculos, cujos resultados são bastante surpreendentes.
De acordo com uma vendedora de brinquedos para adultos da loja on-line Lovehoney, ao entrevistar 4,4 mil clientes, eles descobriram que o sexo para a maioria dos casais heterossexuais dura em média 19 minutos: 10 minutos de carinhos e 9 de sexo.
Além disso, a enquete mostrou que 52% dos casais entrevistados estão satisfeitos com o tempo, mas 23% dos homens e 19% das mulheres disseram que o tempo gasto é insuficiente, apesar de passarem mais tempo na cama do que a média.
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Em 2016, o Dr. Brendan Zietsch, da Universidade de Queensland, entrevistou 500 casais heterossexuais depois de quatro semanas de sexo ativo, pedindo para que medissem o tempo da duração das relações amorosas.
O tempo variou entre 33 segundos a 44 minutos. No entanto, na média, as relações duraram 5,4 minutos, corresponde ao momento da penetração até a ejaculação masculina, o que significa ser menos do que os indicados pelos entrevistados da Lovehoney.
O Dr. Zietsch também revelou que o uso do preservativo, circuncisão masculina ou também o país de origem não afetam a duração, acrescentando que o fator-chave do tempo gasto no ato sexual corresponde à idade, pois quanto mais velho era o casal, menos durava o sexo.
O estudo da Lovehoney também demonstrou que 75% dos homens atingem orgasmo em todas as relações sexuais, enquanto apenas 28% das mulheres chegam ao clímax. Ainda de acordo com a enquete, um orgasmo compartilhado ocorre uma a cada três vezes, mais ou menos. (Com Sputnik Brasil)
"Uma noite de amor para celebrar a diversidade". Essa foi uma das frases que marcaram o show do grupo Rouge em São Paulo, neste sábado dia 25.
Com algum atraso, as cantoras subiram ao palco por volta das 2h e se desculparam pelo "chá de cadeira".
O show marca o encontro de Aline Wirley, Karin Hils, Fantine Thó, Patrícia Martins e Luciana Andrade depois de 15 anos. Criado a partir do reality "Popstar", em 2002, as cantoras afirmam que não pretendem se restringir à nostalgia. "Vem música nova, clipe novo, show novo. A gente pretende produzir muito juntas ainda", disse Luciana.
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Questionadas sobre o retorno do grupo, elas explicam que a ideia foi do produtor Pablo Falcão, responsável pela festa "Chá da Alice", que promove apresentações nostálgicas, como o 'Chá da Xuxa" e, agora, o "Chá da Rouge".
Entre pausas para água e inúmeras brincadeiras internas, o grupo cantou hits dos anos 2000, como "Ragatanga" e "Um Anjo Veio me Falar". "Coreógrafo, não nos mate", brincaram entre uma pausa e outra para retomar o fôlego. "A Rouge já tem quarenta."
A idade, a maternidade para algumas e o tempo longe dos palcos, no entanto, não desanimou em nada o quinteto. "O coração ainda estremece", comentou Aline. Empenhadas, as cantoras não economizaram no vocal potente nem na sensualidade das coreografias.
A plateia era, em sua maioria, de jovens: no surgimento da banda, há 15 anos, muitos eram ainda, pré-adolescentes. "É muito emocionante e impactante esse reencontro com os nossos fãs", comentou Aline Whirley.
Embora mais velhos, Fantini acredita que os fãs não mudaram. "O carinho é o mesmo e a carinha é a mesma. Eles cresceram mas é o mesmo olhar de criança". Luciana acredita que seja até maior, "ganhou a força da nostalgia".
O novo cenário musical vem inspirando as cantoras. A presença de mais mulheres na música e o movimento de empoderamento feminino crescente foram alguns motivos para retomarem a carreira. "Não foi uma coisa pensada ou planejada, mas aconteceu naturalmente. Esse momento das mulheres empoderadas com certeza fortalece o Rouge", explicou Patrícia.
Os donos de cães vivem mais e melhor.
A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade de Uppsala, na Suécia, e que analisou mais de 3,4 milhões de pessoas.
De acordo com a pesquisa, recentemente publicada na revista Scientific Reports, os cães são benéficos para a saúde humana, especialmente se estas morarem sozinhas.
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Para o estudo, revela a revista Time, os cientistas suecos analisaram os registros de saúde de mais de três milhões de pessoas com idades entre os 40 e os 80 anos (nenhuma com histórico de doença cardiovascular) e compararam esses dados com o fato de terem ou não um cachorro ao longo de 12 anos.
Assim que cruzaram todas as informações obtidas, os pesquisadores concluíram que os donos de cães apresentavam um menor risco de doenças cardiovasculares quando comparados aos que não tinham um cão na família. O risco de morrer por qualquer causa foi também menor, independentemente se se tratava de uma pessoa fumante ou com excesso de peso.
Os menores riscos de doença cardíaca ou morte foram ainda mais notórios nas pessoas que tinham cachorros mas que viviam sozinhas, segundo a publicação, que destaca que cuidar de um cão implica mudanças no estilo de vida, sendo a inclusão de caminhadas a mais comum e a que traz mais benefícios.
Contudo, o estudo suspeita que não é apenas a atividade física que o cachorro obriga o dono a ter o único motivo para que tenham mais saúde. A possibilidade de o cão afetar positivamente a microbiota do dono é uma realidade em cima da mesa e que tem sido já testada pela ciência; um recente estudo concluiu que as crianças que vivem com cães têm menos propensão a sofrer de asma, por exemplo.