PSDB oficializa apoio à pré-candidatura de Simone Tebet à presidência

O PSDB oficializou hoje (9) o apoio à pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB) para a Presidência da República. A decisão ocorreu por meio de votação da executiva nacional do partido, em Brasília.

“PSDB define apoio à Simone Tebet, em votação finalizada há pouco. O partido segue firme e convicto na construção de uma alternativa a Lula e Bolsonaro por um país mais próspero e unido”, diz o texto divulgado pela legenda nas suas redes sociais.

A senadora Simone Tebet destacou que os partidos, PSDB e MDB, estão unindo forças por um Brasil sem fome e sem miséria.

“Este é um reencontro do centro democrático não agendado pela história, mas exigido por ela. No passado, democracia, cidadania, justiça social. Hoje, pelos mesmos valores e com a mesma urgência, unimos forças por um Brasil sem fome e sem miséria”, disse nas redes sociais.

Com a decisão, o PSDB confirma que, pela primeira vez, desde a redemocratização do país, o partido não terá um candidato próprio à presidência da República.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Nova frente fria atinge o Sul do Brasil neste fim de semana

Depois de uma frente fria que se espalhou por todo o país em meados de maio e tirou muitos casacos e cobertores dos armários, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para a chegada de uma nova onda de frio nos próximos dias.

As temperaturas caem a partir de amanhã (10). Desta vez, porém, a frente fria que deve durar até segunda-feira (13) ficará mais restrita ao Sul do país.

A massa de ar, de origem polar, vai derrubar as temperaturas na Região Sul e atingirá também parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste. Segundo o Inmet, as temperaturas mínimas ficarão abaixo de 0°C em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Amanhã, a temperatura começa a cair na Região Sul e também em Mato Grosso do Sul, áreas do Mato Grosso, São Paulo e no extremo sul de Goiás.

Já no sábado (11), toda a Região Sul será atingida por um frio intenso. As temperaturas mínimas ficarão em torno de -5°C nas serras gaúcha e catarinense. “Há chance de geada ampla nos estados da Região Sul e também em áreas de São Paulo e do Mato Grosso do Sul. Nos estados da Região Sul, a intensidade da geada será de moderada a forte”, afirmou o Inmet.

No domingo (12), o frio continuará presente na Região Sul e também nos estados de outras regiões que fazem divisa com o Paraná, além do Mato Grosso. Nesse dia, as temperaturas deverão variar entre 4°C e 20°C em Ponta Porã (MS), entre 5°C e 15°C em Campos do Jordão (SP) e entre 10°C e 20°C na capital paulista.

O domingo ainda deve contar com geada de moderada a forte em áreas do oeste, norte e Serras do Rio Grande do Sul, sul do Paraná e em praticamente todo o estado de Santa Catarina, excluindo apenas o litoral. Uma geada de menor intensidade é prevista para o centro e norte do Paraná e o sul de São Paulo e do Mato Grosso do Sul.

Na segunda-feira (13), as temperaturas mínimas ainda serão negativas nas serras gaúcha e catarinense. Há previsão de geadas na Região Sul, além de áreas do sul do Mato Grosso do Sul e de São Paulo e Serra da Mantiqueira. Existe ainda a possibilidade de ventos levarem esse frio para a Região Nordeste, esfriando a temperatura em algumas áreas da Bahia.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Fiocruz alerta para alta de 39,5% das síndromes respiratórias graves

A média móvel semanal de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) cresceu 39,5% entre a primeira e a última semana de maio, segundo o boletim InfoGripe divulgado hoje (9) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Entre os dias 29 de maio e 4 de junho, foram registrados no país 7,7 mil casos da síndrome.

A Fiocruz informa ainda que, se for considerada apenas a população adulta, com 18 anos ou mais, a estimativa é que esse crescimento tenha sido de 88,7%. Entre as crianças, os casos se mantêm estáveis em patamar considerado alto e continuam mais associados ao vírus sincicial respiratório (VSR).

O estudo mostra que o SARS-CoV-2 está retomando espaço entre os casos de síndrome respiratória na população em geral. Na última semana de abril, a covid-19 respondia por 41,2% das síndromes respiratórias graves com teste positivo para algum vírus. Já na última semana de maio, o percentual chegou a 69%. Se forem considerados apenas os óbitos por SRAG viral, 92,22% foram causados pelo SARS-CoV-2 na última semana pesquisada.

O boletim aponta que, nas últimas seis semanas, há tendência de crescimento da síndrome em 24 das 27 unidades da federação. As exceções são Tocantins, Ceará e Pernambuco. Os pesquisadores acrescentam que, no Rio Grande do Sul, tem se observado aumento também nos casos positivos para Influenza (gripe) em diversas faixas etárias.

Vacinas e máscaras

O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta que o momento é de retomar medidas preventivas contra o coronavírus e pede que a população não deixe de tomar as doses de reforço disponíveis para suas faixas etárias.

"É fundamental que a população retome certas medida simples e eficazes, como o uso de máscaras, especialmente no transporte público, seja ele coletivo ou individual - tais como ônibus, trem, metrô, barcas, táxis e aplicativos. E quem ainda não tomou a dose de reforço da vacina da covid, é preciso tomar. A vacinação é simplesmente fundamental", disse. "Ela é fundamental em todo o país porque esse cenário, que hoje é particular no Rio Grande do Sul, pode acabar refletindo nos demais estados nas próximas semanas".

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Varíola dos macacos: capacitação reúne profissionais da América Latina

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sedia hoje (9) a primeira capacitação sobre diagnóstico laboratorial da varíola dos macacos para profissionais de saúde de sete países da América Latina.

O treinamento é iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Vão participar técnicos de institutos nacionais de Saúde da Bolívia, do Equador, da Colômbia, do Peru, Paraguai, Uruguai e da Venezuela. 

Serão discutidos até amanhã (10) procedimentos de detecção e diagnóstico do vírus no contexto de preparação e resposta a uma possível emergência sanitária. A capacitação inclui treinamento prático para realização de diagnóstico molecular pela metodologia de PCR em tempo real (protocolo padrão adotado pela Organização Mundial da Saúde). Além de aprender a realizar o teste diagnóstico, os profissionais serão capazes de identificar as linhagens virais, que são da África Central e da África Ocidental. 

O treinamento será ministrado pelo Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz. A revisão dos protocolo e materiais necessários será conduzida pelo virologista Edson Elias da Silva, chefe do laboratório da Fiocruz, que também realizará atividades teóricas e práticas.

Na manhã desta quinta-feira, haverá cerimônia de abertura para marcar o início do curso. Estão previstas as participações da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, da diretora do Instituto Oswaldo Cruz, Tania Araujo-Jorge, do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, da representante da Opas no Brasil, Socorro Gross Galiano, e do assessor regional para doenças virais da organização, Jairo Mendez.

Diante da circulação da doença em diversos países em que ela não é endêmica, a Opas recomenda que todos os casos suspeitos de varíola dos macacos, considerando a avaliação clínica e epidemiológica, devem ser testados. Os sintomas podem incluir lesões na pele, febre, dor no corpo e dor de cabeça, entre outros. Segundo a Fiocruz, a letalidade é estimada entre 1% e 10%, com quadros mais graves em crianças e pessoas com imunidade reduzida. 

A chamada varíola dos macacos é endêmica em países da África Ocidental e Central, mas, desde o dia 13 de maio, 780 casos foram confirmados em 27 países fora da área onde a doença costuma circular. Segundo a Fiocruz, a maioria das pessoas com casos confirmados relatou viagens a países da Europa e América do Norte, em vez da África Ocidental ou Central. Na região das Américas, há casos confirmados no México (1), na Argentina (2), nos Estados Unidos (19) e no Canadá (58). No Brasil, havia oito casos suspeitos, em balanço divulgado pelo Ministério da Saúde.

Apesar do nome, a doença não é transmitida por macacos. Eles apenas podem adoecer, assim como os seres humanos. Atualmente, não se sabe que animal mantém o vírus na natureza, mas acredita-se que roedores tenham papel na disseminação da doença na África, onde o vírus é endêmico.

A transmissão do vírus de animais para pessoas pode se dar por meio de mordida ou arranhadura, pelo manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Entre pessoas, a transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto, como beijo ou abraço, ou por feridas infecciosas, crostas ou fluidos corporais, além de secreções respiratórias durante contato pessoal prolongado.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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