Soltura de oito ararinhas-azuis ocorreu com sucesso

A soltura de oito ararinhas-azuis hoje (11), numa área de preservação ambiental no interior da Bahia, ocorreu com sucesso. As aves foram trazidas da Alemanha e da Bélgica para o Brasil, há dois anos, com a finalidade de reintroduzir a espécie no meio ambiente.

A ararinha-azul foi descoberta em 1819 e sofreu gradual processo de extinção na natureza. O último indivíduo conhecido, um macho, desapareceu em 2000, decretando-se assim a extinção da espécie na natureza.

O coordenador do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-Azul, Antonio Eduardo Barbosa, explicou como foi o preparo para as aves serem liberadas. Para a soltura, as ararinhas passaram por treinamento.

"Elas foram colocadas juntas para terem uma convivência mais harmoniosa. Houve um processo de treinamento de voo [com fortalecimento da musculatura] e de capacidade de interagir com os alimentos que elas vão encontrar na natureza", contou.

Segundo Barbosa, elas também passaram por "avaliação sanitária rigorosa" para verificar se estavam com alguma doença que possa colocar em risco os animais em vida livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - gência Brasil

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Terremoto na fronteira do Acre com Peru atingiu 6,5 de magnitude, a mais alta registrada no Brasil

Terremoto de magnitude SEIS PONTO CINCO na Escala Richter foi registrado a pouco mais de 100 quilômetros da cidade de Tarauacá, no Acre.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor ocorreu a uma profundidade de 600 quilômetros da superfície, sem provocar sinais para a população.

Foi o maior em escala na história do país desde 1955.

O abalo foi registrado às CINCO PRAS DEZ da noite de terça-feira, horário de Brasília, e atingiu a fronteira do Peru com o Brasil.

Não houve relatos de vítimas.

Para o país, que tem baixo histórico de terremotos, SEIS PONTO CINCO na Escala Richter é um índice bastante elevado.

Outro terremoto ocorreu no mesmo local em outubro do ano passado, com magnitude de CINCO PONTO NOVE.

 

 

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Polícia Rodoviária Federal não pode atuar fora das estradas federais

Justiça Federal determinou que policiais rodoviários federais não atuem fora de estradas sob sua jurisdição.

A decisão é da VIGÉSIMA SEXTA Vara Federal do Rio de Janeiro, mas vale para todo o país.

O pedido partiu do Ministério Público a partir da suspensão do Artigo SEGUNDO da Portaria 42 de 18 de janeiro de 2021, que estabelece participação da PRF em operações conjuntas.

O trecho suspenso define exatamente que a PRF pode designar efetivo, prestar apoio logístico, atuar na segurança das equipes e materiais, ingressar nos locais alvos de mandados de busca e apreensão e praticar atos referentes ao objetivo da operação.

A medida vai imperdir que a PRF de atue em locais como comunidades dentro da cidade do Rio de Janeiro e, em âmbito nacional, em todas as cidades.

De acordo com a Justiça, o trecho da Portaria viola o Artigo 144 da Constituição Federal, que especifica a atuação da Polícia Rodoviária Federal, que se destina ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.

O Ministério Público agiu após três operações policiais com participação da PRF, que resultaram na morte de 37 pessoas, uma na comunidade Chapadão, e outras duas na Vila Cruzeiro, ambas no Rio.

 

 

 

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