O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) iniciou a publicação de boletins online mensais sobre o andamento da Ponte da Integração Brasil – Paraguai. Cada edição conta com um resumo das principais realizações do mês, detalhes sobre a estrutura, e a porcentagem de conclusão da obra, de acordo com a medição mais recente.
A primeira edição do boletim aborda a chegada das maiores longarinas metálicas da obra no lado brasileiro, enquanto a edição mais recente destaca o início da montagem da aduela metálica, estrutura composta pelas duas longarinas e sete transversinas metálicas, e que será a primeira a compor o vão livre da ponte.
O avanço dos serviços nos pilares da ponte do lado paraguaio é detalhado em ambas as edições, com ênfase no método de concretagem utilizado para subir a estrutura.
Os boletins também incluem informações sobre programas ambientais realizados no âmbito da obra, como a prospecção arqueológica seguindo plano de trabalho aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), monitoramento da qualidade da água no Rio Paraná, no Rio Iguaçu e em alguns rios menores da região, e o monitoramento da fauna local.
Os boletins podem ser acessados pelo portal do DER/PR, ou recebidos por e-mail, fazendo inscrição na página http://www.der.pr.gov.br/inscrever
OBRA – Com 760 metros de extensão e vão-livre de 470 metros, a segunda ponte internacional entre o Brasil e o Paraguai representa um investimento de cerca de R$ 323 milhões. Serão duas pistas simples com 3,6 metros de largura, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro nas laterais. A previsão é que a ela seja entregue em três anos.
Outros R$ 140 milhões serão investidos nas obras da Perimetral Leste, que ligará a ponte à rodovia BR-277.
A obra é uma parceria entre os governos Federal e do Paraná, com investimentos da Itaipu Binacional. (Com AEN)
O trabalho da Ouvidoria Geral da Saúde é silencioso e discreto, mas diverso e amplo, e tem alcance em todo o Estado. Há ouvidores nas 22 Regionais de Saúde do Paraná, assim como em todos os hospitais próprios e outras unidades hospitalares. Desde que os primeiros casos de residentes do Paraná infectados pelo novo coronavírus foram divulgados, em 12 de março, a área de atuação foi ampliada.
Para o secretário de Saúde, Beto Preto, desde então a Ouvidoria se tornou integrante da linha de frente. “Quando fizemos a divulgação dos casos iniciais, a população precisou ter mais informação e esclarecer dúvidas que eram mais comuns naquele momento sobre a doença, como proceder em relação ao isolamento, qual a melhor conduta para a prevenção, entre tantas outras solicitações”.
No mesmo dia da divulgação dos primeiros casos, a Ouvidoria Geral da Saúde do Estado passou a atender 24 horas por dia, sete dias por semana, sem cessar em momento algum. Com as demandas crescentes, foi criada a Central de Atendimento Avançado Covid-19.
“Recebemos de uma hora para a outra uma imensidão de chamadas telefônicas e mensagens via whatsapp sobre a nova doença. Como nosso atendimento pelo aplicativo de mensagens já estava bem organizado, precisamos ampliar o número de atendentes. Mas aí surgiu outra necessidade. Necessitávamos também de pessoas que pudessem esclarecer a população sobre sintomas, sinais da doença”, explicou o ouvidor-geral da secretaria, Yohhan Souza.
ESCLARECIMENTO – Nesses cinco meses de pandemia no Estado, a Ouvidoria recebeu 26 mil solicitações. O aumento da demanda pode ser verificada no comparativo entre março deste ano e do ano passado. Em 2019 foram contabilizados 2.139 atendimentos no período, enquanto em 2020 foram registradas 7.487 manifestações – um aumento de 250%.
“O papel da Ouvidoria impacta diretamente no comportamento das pessoas. Percebemos que tivemos algumas fases, desde março, em relação ao tipo de dúvidas. Entendemos que uma população mais informada resulta em uma população mais calma, mais atenta e mais esclarecida”, disse o ouvidor Yohhan.
São quatro as fases identificadas por Souza:
- Busca por dados oficiais: por se tratar de uma doença que surgiu fora do País, as informações chegavam geralmente em língua estrangeira. Assim, a população acionava a Ouvidoria para saber como era a doença, como estava a situação no Estado, no Brasil e no mundo.
- Medo: após o entendimento básico da doença, as pessoas manifestavam sensação de insegurança, pânico, preocupação e ansiedade.
- Dúvidas sobre os decretos e leis: com o passar dos dias, semanas e meses, os governos federal, estadual e municipal, publicaram regras para garantir o isolamento e distanciamento social, como uso de máscaras, horários de funcionamento de estabelecimentos, entre outras. A cada publicação, a Ouvidoria recebe centenas de questionamentos sobre a conduta a seguir para cumprir a norma.
- Denúncias por descumprimento dos decretos e leis: após o entendimento e assimilação das regras e normas, neste período a Ouvidoria recebe as denúncias sobre o descumprimento da legislação.
Segundo Yohhan, há relatos de atendimentos em que o cidadão está ansioso e, acredita, com sintomas de infecção, mas após uma conversa com um dos atendentes a angústia dá lugar à tranquilidade. “No meio da madrugada ocorrem atendimentos de pessoas desesperadas, querendo ir a uma unidade de saúde porque acreditam que estão com falta de ar, com febre. Depois de um diálogo com um dos nossos atendentes o pânico e ansiedade são controlados e o cidadão segue a vida com mais tranquilidade. É uma das formas de evitar a saída de casa e a aglomeração desnecessária em unidades de saúde.”
BOLSISTAS - A Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP) lançou edital para que estudantes de Medicina se inscrevessem para atuar na orientação à população. A equipe que atua na central, coordenada pela Ouvidoria, é composta por 30 estudantes dos últimos anos da graduação que trabalham em sistema de rodízio para que população possa tirar dúvidas a qualquer dia e em qualquer horário. Além dos bolsistas, a central tem duas profissionais da enfermagem, uma médica e uma psicóloga.
O secretário Beto Preto reforça o quanto o trabalho de bolsistas é importante na pandemia. “Temos modalidade de bolsistas estudantes e também os profissionais. Foi um grande avanço essa possibilidade de chamar essas pessoas que muitas vezes estavam com as atividades suspensas, como os estudantes, para atuar na linha direta de atendimentos à população.”
Além do atendimento na central, há bolsistas vinculados à Escola de Saúde Pública do Paraná atuando também no serviço Telemedicina. O papel deles neste processo é no segundo momento da assistência. Após o paciente responder algumas questões que são automáticas, os bolsistas têm a responsabilidade de seguir com a orientação para direcionar ou não para a teleconsulta com um médico. Em todo o período de atividade os alunos intermediaram 12 mil atendimentos.
AGENDAMENTO DE EXAMES – A Ouvidoria assumiu também o agendamento de exames RT-PCR para servidores da sede da secretaria estadual da Saúde. Desde que o serviço começou foram 1,2 mil agendamentos de testes. Quando o resultado está pronto é enviado por e-mail para o servidor. Em caso positivo de algum do funcionário ele é orientado sobre o isolamento e pode sanar dúvidas. (Com AEN)
Manter a atenção de estudantes durante as aulas já é uma missão importante de educadoras e educadores. No contexto da pandemia, em que a sala de aula passou a ser o ambiente virtual, a competição pela atenção é ainda maior. No Paraná os professores da rede estadual têm usado a criatividade e desenvolvido meios para chamar a atenção dos alunos.
Um bom exemplo disso são professores que estão utilizando fantasias durante as aulas, justamente para tentar prender o foco de crianças e adolescentes.
Rodrigo Cardozo Gomes é pedagogo do CEC Ilha de Superagui - no município de Guaraqueçaba, litoral do Paraná - e sempre buscou por promover atividades diferenciadas com os estudantes.
Durante a pandemia, entendeu que tinha ainda mais espaço. “Tenho acompanhando este momento ímpar que estamos atravessando e comecei a me perguntar o que poderia fazer para que os estudantes e professores sorriam e se distraiam desse cotidiano tão pesado. Aí veio a ideia de ‘invadir’ aleatoriamente e de surpresa às aulas no meets dos professores com os estudantes, sempre caracterizado e falando sobre algum assunto”, conta. Rodrigo, que já se caracterizou de palhaço e até de Charles Chaplin, diz que a interferência é recebida com leveza e passou até a ser esperada por estudantes.
A iniciativa também foi adotada pela professora Helen Botion, da Escola São Vicente Palotti, de Mandaguari. Ela viu que o tema ‘biografia’ seria trabalhado nos encontros virtuais, e pensou como poderia tornar tudo mais atrativo. “Eu teria que pesquisar uma personagem interessante, e cheguei na Frida Kahlo. Escolhi ela até pela questão de trabalhar a transversalidade com a arte, e mostrei pinturas e coisas que ela produziu. Pra ficar mais chamativo, avisei todo mundo que a aula seria uma festa à fantasia, até porque todo ano a nossa escola faz uma festa à fantasia em meados de setembro/outubro, e é algo que eles esperam o ano todo. Então aproveitei o momento para resgatar a tradição da escola”.
Para ambos a ideia torna o momento mais atraente e descontraído, o que ajuda os estudantes na fixação do conteúdo.
Heloá Vitória Silva dos Santos, aluna do pedagogo Rodrigo, de Superagui, reforça que o incentivo é um grande benefício. “É uma surpresa muito legal, e a fantasia fez a gente rir bastante. Ajuda na motivação para estudar e participar das aulas”, diz.
Na experiência o também professor Guilherme dos Santos Amadeu, do Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo, em Guairaçá, comenta que o retorno dos alunos tem sido satisfatório. Ele se fantasia de palhaço e faz atividades utilizando material reciclável. “É uma satisfação ver os alunos participando, e visivelmente participam por interesse no conteúdo. Tem sido legal ver o envolvimento dos familiares, também. Teve um caso de um pai que parecia estar se divertindo mais que o próprio filho”. (Com AEN)
O Governo do Estado lança nesta quarta dia 2, às 15 horas, em evento online, o projeto de criação do Laboratório de Inovação do Sistema Estadual de Agricultura do Paraná (Seagri). A partir de agora serão realizadas várias outras atividades virtuais de sensibilização sobre o tema. Depois, a Paraná Projetos fará a prototipação do laboratório.
O Laboratório de Inovação i-Lab Agro é a primeira experiência do setor público brasileiro voltada ao tema agro. A ideia nasceu na Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), mas logo foi expandida para os outros órgãos do Sistema Seagri – Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) e Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa).
“Começamos a estudar os modelos de inovação e projetos e chegamos à conclusão de que o tipo de estrutura seria um laboratório de inovação”, disse o gerente de Apoio Técnico da Adapar, Alessandro Casagrande. Com a experiência adquirida em outros projetos, a Paraná Projetos, órgão ligado à Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, e a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento assumiram a tarefa de fazer prototipação do laboratório.
ABERTURA – A prototipação será iniciada após esse processo de sensibilização, que começa nesta quarta-feira (02), no lançamento do projeto, que contará, entre outros, com a presença do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, do secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, e do superintendente-geral de Inovação do Paraná, Henrique Domakoski.
O evento terá também palestras de representantes da Embrapa, Frísia Cooperativa Agroindustrial e Banco Mundial, que falarão sobre as experiências em laboratórios de inovação. A previsão é que nas próximas seis quartas-feiras, até meados de outubro, outros modelos sejam discutidos, com a intenção de ter referências nacionais e internacionais sobre inovação em governo, economia comportamental e transformação digital.
Posteriormente, serão promovidos eventos para capacitação de facilitadores e mentores em metodologias de inovação. Eles terão a tarefa de conduzir oficinas de ideação e prototipação do laboratório para iniciar o processo de priorização de iniciativas de inovação a serem desenvolvidas na primeira fase.
PARANÁ INOVADOR – O Laboratório de Inovação i-Lab Agro é mais uma das iniciativas do Estado para tornar o Paraná mais competitivo também na área de tecnologia para o agronegócio, da mesma forma que já é na produção de alimentos. Para isso, o Governo tem estimulado o desenvolvimento de startups voltadas para esse segmento, inclusive com perspectiva de exportação tecnológica.
Com o mesmo interesse, o Governo do Estado destinou a Granja do Canguiri, ex-residência oficial dos governadores, para se transformar na Escola Agrícola 4.0. A área de 27 mil metros quadrados funcionará como suporte às atividades do Colégio Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia, que fica ao lado. Ali serão oferecidas disciplinas relacionadas à inovação e ao uso de tecnologias aplicadas à agricultura familiar.
As inscrições para acompanhar o evento de abertura e as demais palestras, gratuitas, podem ser feitas no site agrogov.live (Com AEN)
O Paraná encerra cinco meses e meio de pandemia (173 dias desde os primeiros casos) com queda no número de óbitos pela terceira semana epidemiológica consecutiva, redução na média móvel de mortes, estabilidade de novas infecções, quadro ainda complexo nos internamentos e alerta sobre a necessidade de manter a higiene e o distanciamento social para que a curva comece a apontar para baixo mais consistentemente. São 130.500 casos e 3.251 óbitos.
Segundo o boletim publicado nesta segunda-feira (31) pela Secretaria de Estado da Saúde, houve redução de 2,2% nas confirmações da doença e 11,7% nas mortes entre as semanas epidemiológicas 35 (23 a 29 de agosto) e 34 (16 a 22 de agosto). A semana passada registrou o acumulado mais baixo de casos desde o recorte de 02 a 08 de agosto (semana 32, com 12.959 casos). As mortes despencaram com mais intensidade e chegaram a 219 na semana encerrada no sábado (29), contra saldo de 355 na semana 32.
Os casos ainda mantêm números regulares em todas as macrorregionais. No Leste (Curitiba, Campos Gerais, Litoral e Guarapuava), área que acumula mais diagnosticados em números absolutos, houve redução de 4,9% nos indicadores, mesmo ritmo do movimento estadual de queda pela terceira semana consecutiva.
O Norte e o Noroeste também registraram queda na semana 35, mas em outro tom. Os casos na região de Londrina e Cornélio Procópio caíram 1,6%, de 2.337 para 2.299, mas dentro de um padrão numérico relativamente igual desde o começo do mês. A região de Maringá e Umuarama aponta resultado 6,8% menor entre uma semana e outra (de 1.590 para 1.482), mas o indicador da semana 35 foi o terceiro pior da série histórica.
Os casos na região Oeste estão subindo dentro do comportamento de altos e baixos entre julho e agosto. Foi o segundo crescimento consecutivo na área de Cascavel e Foz do Iguaçu na semana passada, desta vez de 8,4% (2.042 x 2.214).
Os casos de Covid-19 cresceram no Paraná por 11 semanas consecutivas, de 10 a 16 de maio (semana 20) a 19 a 25 de julho (semana 30). Houve uma pequena queda na semana 31, evolução de casos na semana 32 e novas reduções nas semanas 33, 34 e 35.
O comportamento de óbitos foi mais irregular. Foram seis semanas seguidas de crescimento, desde 31 de maio a 06 de junho (semana 23) até 05 a 11 de julho (semana 28). Depois houve uma queda e três novos picos, inclusive o mais alto do registro histórico acumulado no Estado (355 mortes na semana 32, de 02 a 08 de agosto). Desde então são registradas baixas.
MÉDIA MÓVEL – A média móvel de casos é de 1.872 (acréscimo de 10,1% em relação aos últimos 14 dias) e de óbitos de 30 (decréscimo de 27,8% na comparação com duas semanas atrás). Os números são do recorte da data de identificação do caso ou do óbito e indicam estabilidade no primeiro caso (variações dentro de 15%) e queda no segundo.
A taxa de letalidade do coronavírus no Paraná é de 2,5%, uma das mais baixas do País. São cerca de 37 mil casos ativos da doença e mais de 88 mil recuperados.
AGOSTO – O mês de agosto ainda aponta grandes dificuldades relacionadas com a doença e chegou a registrar o pior dia de divulgação de casos em 24 horas (2.866 no dia 28) e dias com 84 óbitos (20 de agosto) e 78 óbitos (04 de agosto).
Agosto também foi o mês com os maiores registros de casos e mortes da série histórica. Foram divulgados 55.200 casos no mês, o que representa 42,2% do total de 130.500 desde março. A Secretaria da Saúde também comunicou 1.352 óbitos, 41,5% do total.
Em julho foram divulgados 52.677 casos e 1.263 mortes, e em junho 17.936 casos e 454 mortes. Segundo a Secretaria da Saúde, o crescimento de casos e óbitos freou entre julho e agosto na comparação com o indicativo de junho e julho. Houve aumento de 4,7% nos casos e 7% nos óbitos entre as divulgações de julho e agosto. Entre junho e julho o salto havia sido de 193% e 178,1%, respectivamente.
Apesar do breque no mês passado, a Secretaria ressalta que o período frio e chuvoso, além da estabilidade em números elevados, ainda exigem continuidade da política de isolamento domiciliar, distanciamento social e etiqueta respiratória.
RECORTE NACIONAL – O Paraná mantém o terceiro menor índice do País em casos por 100 mil habitantes (1.153,6) e a segunda menor taxa de óbitos pela mesma faixa populacional (29,8), segundo o Ministério da Saúde. O Estado ocupa a 11ª posição entre os 26 estados e o Distrito Federal em números absolutos de casos e mortes.
INTERNADOS – Segundo o boletim epidemiológico, ainda há 948 internados, 0,7% do total de infectados no Paraná. Desses, 429 estão em uma das 1.101 Unidades de Terapia Intensiva (UTI) criadas pelo Governo do Estado desde o começo da pandemia e 519 em enfermarias exclusivas para a Covid-19.
As taxas de ocupação nos leitos exclusivos são de 71% em UTIs adultas, 27% em UTIs pediátricas, 49% em enfermarias para adultos e 22% em enfermarias infantis. A maior preocupação é na macrorregião Leste – 81% de ocupação nos 601 leitos de UTI adultos disponíveis em dez cidades. Apesar de alta, a taxa não tem apresentado crescimento nos últimos dias.
No entanto, somados confirmados e suspeitos internados nas redes pública e privada de Covid-19 em todo o Estado, são 2.165 internados em leitos clínicos (1.211) e em avançados (954).
Cerca de 66% dos casos hospitalizados desde o começo da pandemia apresentavam comorbidades. As mais comuns até agora foram faixa etária (5.404), cardiopatia (3.785), diabetes (2.575), obesidade (602), doença neurológica (547) e pneumopatia (546).
CIDADES – Apenas uma cidade paranaense ainda não registrou a presença do coronavírus: Boa Ventura de São Roque. Ela reúne 6.411 habitantes, 0,05% da população do Estado. As mortes já ultrapassaram 70% dos municípios, chegando a 280 na segunda-feira.
Já há casos do novo coronavírus em todos os municípios das regionais de Saúde de Paranaguá, Curitiba e Região Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Cianorte, Paranavaí, Umuarama, Maringá, Londrina, Apucarana, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo, Ivaiporã e Telêmaco Borba.
Em números absolutos, a regional de Curitiba e Região Metropolitana é a que concentra mais casos (52.433), seguida por Londrina (11.467), Maringá (9.213), Cascavel (8.305), Foz do Iguaçu (6.633), Paranaguá (5.184) e Toledo (4.968). Dez regionais já ultrapassaram 4 mil casos e apenas três das 22 ainda não alcançaram 1.000 casos.
As maiores incidências absolutas de mortes são em Curitiba e Região Metropolitana (1.658), Londrina (244), Cascavel (160), Maringá (158), Apucarana (134), Paranaguá (116), Campo Mourão (88) e Cornélio Procópio e Foz do Iguaçu (81). Já há mais de 50 óbitos em 13 regionais de Saúde.
FAIXA ETÁRIA – A faixa etária média dos casos no Paraná é de 39,9 anos, idade da população economicamente ativa, enquanto a de óbitos é de 68,3 anos, o que indica que as complicações da doença se concentram entre as pessoas mais idosas. É a segunda semana consecutiva em que o indicador de casos fica abaixo de 40 anos. A Covid-19 impacta mais a população feminina (52%), mas mata mais os homens (60%).
São 29.638 casos entre pessoas com 30 a 39 anos, parcela mais afetada pela doença, o que representa 22,7% do total de infectados no Estado. A segunda é a de pessoas entre 20 e 29 anos, com 26.945 casos, ou 20,6% dos infectados. São, ainda, 12.499 casos entre crianças e jovens de 0 a 19 anos (9,5% do total) e 17.979 casos entre quem tem mais de 60 anos, 13,7%.
Em relação às mortes, a análise do quadro mostra que a Covid-19 acomete mais mulheres conforme o aumento da idade. A faixa mais atingida é a de mais de 80 anos (364 óbitos), seguida por 70 a 79 anos (354), 60 a 69 (282) e 50 a 59 (174). Entre os homens há diferença. A faixa mais vitimada foi entre 70 a 79 (516 mortes), seguida por 60 a 69 (474) e mais de 80 (432).
POPULAÇÕES ESPECÍFICAS – O Paraná tem 121 casos confirmados nas comunidades indígenas, além de 355 suspeitos e 360 casos descartados. Entre a população privada de liberdade são 631 casos confirmados e 1.396 suspeitos.
PROFISSIONAIS DE SAÚDE – No recorte de profissionais de saúde, são 6.879 infectados desde o começo da pandemia, com prevalência de casos entre enfermeiros e técnicos de enfermagem (3.025), médicos (616), servidores administrativos (277), farmacêuticos (225) e dentistas e ortodontistas (170). (Com AEN)







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