Mesmo com todas as dificuldades de arrecadação em 2020, o Paraná se manteve no rol dos estados com “selo de bom pagador” pelo Tesouro Nacional (leia mais abaixo). Isso permitiu ao governo estadual captar recursos no mercado com a garantia da União, possibilitando assim a contratação de taxas de juros mais vantajosas.
A boa gestão fiscal e financeira, garantiu a assinatura do maior financiamento já realizado pelo Estado: R$ 1,6 bilhão, junto ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal. Os recursos estão destinados para obras de infraestrutura rodoviária, modernização de estradas rurais, revitalização do Litoral, e aquisição de equipamentos para a Secretaria de Segurança Pública.
É a primeira vez que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil se juntam para liberar recursos para investimentos para uma unidade da Federação. “É uma grande vitória do Estado”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Ele explica que a equipe de governo trabalhou um ano e meio nesse projeto e precisou vencer vários desafios, principalmente em razão da pandemia de Covid-19, que provocou mudanças profundas na administração pública e alterou também a situação do mercado financeiro.
“O consórcio, que era de quatro bancos, mudou para dois”, pontua Ratinho Junior. “Temos que agradecer a compreensão da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil por assumir esse volume de recursos e o grande trabalho do Ministério da Economia para efetivar essa liberação”, afirmou.
HUB LOGÍSTICO - O financiamento acelera o plano de tornar o Paraná um hub logístico na América do Sul, que inclui projetos como o novo Anel de Integração, modernizações nos aeroportos e nos portos públicos, e o corredor ferroviário entre Maracaju (MS) e Paranaguá e suas possíveis ramificações.
Trata-se de um trecho essencial para viabilizar o projeto de uma futura ligação bioceânica, conectando o litoral paranaense ao porto chileno de Antofagasta.
O secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, destaca que a operação é um grande gesto de confiança na gestão financeira e na sustentabilidade das contas públicas paranaenses. “O Governo do Estado começa a acelerar. Até esse momento todas as ações foram suportadas pelo Tesouro Estadual, que é escasso. Agora vamos voar mais alto”, disse.
PRECATÓRIOS – O Governo do Paraná também está contratando outra operação de crédito. O objetivo é a captação de R$ 1 bilhão. O montante será utilizado exclusivamente para o pagamento de precatórios judiciais em 2021.
A operação permitirá ao Estado não apenas cumprir as regras instituídas pelo Regime Especial, conforme a Emenda Constitucional N° 99/2017, mas fazer no próximo ano o maior repasse financeiro da história do Estado (R$ 1,85 bilhão) para pagamento de precatórios. (Com Agência Brasil)
O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) investiu R$ R$ 263,5 milhões em obras rodoviárias em 2020. Há mais de uma dúzia de obras de grande porte em andamento em todas as regiões do Estado, além de dezenas de menor porte.
“Sem sombra de dúvida, a nova Ponte da Integração entre o Brasil e o Paraguai é o grande destaque desse ano, com quase 50% de conclusão. Essa obra foi o primeiro passo de uma parceria entre o Governo Ratinho Júnior, o governo federal e a Itaipu Binacional, que vai resultar em mais de R$ 1 bilhão investidos em infraestrutura no Paraná”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
“Inclusive já assinamos os convênios para a duplicação da Rodovia das Cataratas e para concluir a pavimentação da Estrada da Boiadeira, com várias outros já em tratativas”, diz destaca o secretário.
Este ano a população acompanhou o início dos serviços na duplicação da PR-092, a Rodovia dos Minérios, entre Curitiba e Almirante Tamandaré, obra que inclui dez pontes e quatro viadutos, novas vias marginais e execução de pavimento de concreto na via central. Outros destaques foram a retomada do Contorno de Francisco Beltrão e do Contorno de Palotina, obras que aguardavam desapropriações para ter continuidade.
“2020 não foi um ano fácil, mas conseguimos garantir a execução de grandes obras, com algumas sendo concluídas já nas próximas semanas, e tiramos do papel obras que recebemos com as desapropriações todas por fazer. E, além de tudo isso, realizamos a licitação de novas obras para 2021, e de novos projetos que serão aproveitados ao longo dos próximos anos, inclusive por gestões futuras”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.
Estão em fase de conclusão as obras de duplicação da PR-445, entre Londrina e o distrito de Irerê, e da PR-323, entre Paiçandu e Doutor Camargo. Ambas contam com iniciativas que darão continuidade a essas duplicações. No caso da PR-445 está em andamento o projeto executivo de duplicação entre Mauá da Serra e Irerê e na PR-323 já são duas obras sendo licitadas, uma de Doutor Camargo até o Rio Ivaí e outra em Umuarama, do Trevo do Gaúchão até o entroncamento com a PR-468 (acesso para Mariluz), além de execução de terceiras faixas em 23 segmentos considerados críticos.
Outra obra de duplicação em andamento é a da PR-412 em Matinhos, a Avenida Juscelino Kubitschek. Os serviços iniciaram no segundo semestre de 2020 e devem ficar prontos no final do ano que vem.
Cinco obras de pavimentação estão em execução: PR-364, entre Irati e São Mateus do Sul; PR-912, entre Palmas e Coronel Domingos Soares; PR-685 entre Tamboara e Juranda; PR-090, no acesso ao futuro Contorno de Castro, e na PRC-466, em Pitanga, para acesso às indústrias locais.
Três Obras de Arte Especiais estão sendo executadas individualmente: uma nova ponte sobre o Rio Iguaçu em União da Vitória, uma trincheira na BR-277 em Santa Terezinha de Itaipu, e um viaduto na PRC-272, em Iporã. Há, ainda, duas obras de restauração de pavimento, uma na Avenida Bento Rocha, em Paranaguá, e outra na PR-578, entre Santa Cruz do Monte Castelo e Ivaté.
O DER/PR também realiza várias intervenções menores, como a recomposição de sistemas de drenagem ou de aterros, em sua maioria com valores abaixo de R$ 1 milhão, ou mesmo por administração direta.
PRONTAS - Em 2020 foram concluídas cinco obras: a duplicação da PR-417, a Rodovia da Uva, entre Curitiba e Colombo; a duplicação de um trecho da PRC-466 no perímetro urbano de Guarapuava; a restauração do pavimento entre Nova Tebas e o Rio Muquilão; a construção de uma trincheira na PR-492 próximo a Rondon, e a implantação do Contorno Noroeste de Pato Branco. (Com AEN)
A Paróquia de Nova Aurora (PR) divulgou nesta terça dia 29, informações de que o Padre Neimar Troes recebeu alta do Hospital São Lucas, em Cascavel.
O padre havia se envolvido em um acidente com moto enquanto participava de um evento com equipe de trilha, no interior de Nova Aurora, no dia 21 de novembro. Ele sofreu um trauma em crânio.
Ele foi socorrido pela equipe do Consamu e encaminhado a Cascavel com o aeromédico, onde outra ambulância do Samu terminou o deslocamento ao HUOP (Hospital Universitário do Oeste do Paraná). Posteriormente, ele foi encaminhado para o Hospital São Lucas.
Na rede social, muitos amigos, colegas e fiéis enviaram mensagens de apoio e felicidade por conta da alta hospitalar. (Com CGN).
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Em ano marcado pela pandemia da Covid-19, o Governo focou esforços e recursos na saúde, na área social e em ações e projetos que permitissem ao Estado se recuperar mais rapidamente da crise sanitária e econômica.
“Foi um ano de grandes desafios para o governo e para a sociedade como um todo. O governador Ratinho Junior determinou ações rápidas na estruturação da saúde, com a ampliação de leitos, entrega de novos hospitais e ampliação da testagem e o atendimento aos mais vulneráveis com a distribuição dos alimentos da merenda escolar e o Cartão Comida Boa”, destaca o chefe da Casa Civil, Guto Silva.
Ao mesmo tempo, diz, o governo manteve os serviços portuário e ferroviário funcionando e investimentos em infraestrutura. Paranaguá e Ferroeste bateram recordes de movimentação, os ótimos resultados do setor agropecuário impediram o aprofundamento da crise econômica e as obras rodoviárias e nos municípios geraram empregos.
LEIS E DECRETOS - A atividade legislativa, uma das atribuições da Casa Civil, foi intensa em 2020 e amparou as decisões tomadas ao longo do ano. Dos 159 decretos normativos editados, 68 estavam relacionados ao combate e enfrentamento do novo coronavírus. Foram, ainda, redigidas 14 leis e 144 resoluções e portarias motivadas pela doença.
No total, foram realizadas 2.862 ações entre projetos de lei, sanções e vetos, análise de decretos e revisões normativas. E mais 11.444 processos, como estudos e despacho de decretos e ofícios.
O processo de modernização da administração pública e controle de gastos avançou no ano. “Tivemos projetos importantíssimos aprovados e alguns ainda em votação, como a terceirização, que dá flexibilidade para que o Estado possa contratar sem gastar tanto, a lei de qualidade fiscal, que está sendo votada e é um marco legal de gasto público no Brasil, a modernização da Agepar e a reestruturação dos órgãos ambientais e de agricultura”, diz o chefe da Casa Civil. “São leis que vão, a médio e longo prazo, ter efeitos importantes no controle de gastos, aumento da eficiência e agilidade da administração pública”, afirma o chefe da Casa Civil.
INDICADORES - O ano que começou com otimismo e bons indicadores econômicos teve meses muito ruins, com forte queda da arrecadação do Estado.
O Paraná fecha o ano com sinais de recuperação econômica e ainda muita preocupação com a pandemia, que acelerou no final de novembro e obrigou o governo a prorrogar o estado de calamidade pública e decretar medidas mais duras para conter a disseminação do vírus.
O Estado lidera o crescimento industrial do país, com seis meses consecutivos de expansão. O comércio paranaense também vem mostrando novo fôlego, em outubro foi o segundo setor que mais contratou. E o Estado é o segundo do país em geração de emprego. “O Paraná já dá sinais de que vai avançar, vai ser a locomotiva do Brasil”, prevê Guto Silva.
PARA 2021 – Ano da vacina, 2021 terá grande volume de obras no Estado, novas concessões de rodovias, substituindo os atuais contratos, e de aeroportos.
Guto Silva diz que o Estado já está organizado para vacinar a população contra a Covid-19 com a primeira vacina liberada no país. E prevê que no primeiro trimestre será possível ter um percentual elevado de paranaenses imunizados.
É o ano também da posse dos novos prefeitos. De janeiro a março a Casa Civil fará um trabalho com todos para assessorar e oferecer suporte do governo aos seus projetos. “O objetivo é acoplar a expectativa dos prefeitos com a realidade orçamentária que teremos. Mas o Governo do Estado vai dar todo apoio para que os prefeitos possam realizar um bom trabalho nos municípios”, afirma.
No cenário do próximo ano, Guto Silva destaca obras aguardadas há muito tempo que vão aumentar a competitividade do Estado, como o início da restauração e duplicação da BR-277 em Cascavel e Guarapuava, da PR-323 em Doutor Camargo e Umuarama, da PR-317 em Maringá, a implantação de terceiras faixas na PRC-280, no Sudoeste, e a revitalização da Orla de Matinhos.
Em conjunto com a Itaipu Binacional terão continuidade as obras da Ponte da Integração e da nova perimetral de Foz do Iguaçu, a duplicação da Avenida das Cataratas, o novo contorno de Guaíra e será concluída a Estrada Boiadeira (Porto Camargo a Umuarama). (Com AEN).
Quando o farmacêutico Miguel Krigsner abriu uma pequena farmácia de manipulação em 1977, em Curitiba, não imaginava que seu negócio se tornaria um dos mais importantes do País no segmento de beleza. Com a fundação de O Boticário, o Paraná começou a despontar como um importante produtor de cosméticos no País e hoje o Estado concentra cerca de 100 indústrias do segmento, de acordo com dados do Sindicosméticos.
A série de reportagens que está apresentando produtos feitos no Paraná mostra um pouco mais da indústria do setor no Estado. E é impossível contar esta história sem falar de O Boticário, hoje a segunda maior empresa do segmento de beleza no Brasil e uma das maiores redes varejistas do País.
São cerca de 4 mil lojas físicas e 12 mil funcionários diretos, somando as fábricas de São José dos Pinhais e Camaçari (Bahia).
Este ano, mesmo com a pandemia, o grupo bateu recorde de produção em apenas um trimestre. Foi a maior marca desde a sua fundação. Para dar vazão a esse volume e viabilizar a distribuição dos itens adquiridos por e-commerce nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o grupo inaugurou em agosto um novo centro de distribuição (CD) em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Foram R$ 8,5 milhões investidos na nova unidade.
Uma segunda estrutura com a mesma finalidade está prevista para Curitiba, na qual a empresa pretende investir R$ 75 milhões e que será responsável por todo o abastecimento das lojas próprias, franqueadas, multimarcas e também pela a venda direta (porta em porta) no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Juntos, os dois novos CDs devem gerar cerca de 800 empregos diretos no Estado.
De acordo com a presidente do Sindicosméticos, Mariane Zanetti Chabatura, o segmento é bastante importante para a economia paranaense. “Além das grandes empresas, temos muitas marcas e fábricas pequenas trabalhando para atender nichos e produtos específicos. É uma indústria que emprega muita gente e que sempre atinge bons índices de crescimento”.
O sindicato, acrescenta Mariane, apesar de novo, vem trabalhando para fomentar a qualificação do setor e servir como ponto de apoio para o cumprimento das normas e da legislação vigente para o setor.
Além de presidir o Sindicosméticos, Mariane é sócia e responsável técnica da Dicas Cosméticos, instalada em Curitiba e especializada em fabricar produtos para pequenas marcas. “Os investimentos e regras para se ter uma indústria neste segmento são grandes. Por isso, para muitos pequenos terceirizar a produção é o mais viável”, explica.
Hoje, a Dicas atende cerca de 30 clientes com tipo de produto do segmento de beleza e bem-estar.
HOTELARIA – Em Colombo, na Grande Curitiba, está instalada a maior produtora de cosméticos para hotelaria no Brasil. Com 31 anos de história, a RGMS Cosméticos se especializou em miniaturas de alta qualidade que são disponibilizados estabelecimentos de todo o Brasil e da América Latina.
Proprietário da empresa, Mauro Carvalho de Oliveira conta que seus negócios foram diretamente impactados pela pandemia. “Nossas vendas despencaram de um mês para o outro com o fechamento dos hotéis de todo o País”.
Como já tinha um processo de registro para produção de álcool em gel, a empresa adiantou os trâmites e lançou o produto em abril para tentar equilibrar as contas. “Mesmo assim, cortamos nosso quadro funcional pela metade. Mas foi graças ao álcool que conseguimos manter nosso faturamento em cerca de 40% do que estávamos acostumados”.
Neste processo de reinvenção, a empresa foi buscar canais de venda para colocar a nova aposta no mercado. “Fechamos parceria com postos de gasolina, padarias, restaurantes. Tínhamos a certeza de ter um bom produto, mas precisávamos chegar no cliente final”, diz Oliveira.
As parcerias deram tão certo que um dos maiores restaurantes de Curitiba, que passou a colocar em suas mesas o álcool produzido pela empresa, começou a vendê-lo para os clientes, que depois de usarem o álcool queriam levá-lo para casa.
“Como tudo que fazemos, buscamos por no mercado itens diferenciados. O mesmo aconteceu com o álcool em gel. Com secamento rápido, aloe vera para não ressecar as mãos e uma fragrância que é nosso carro-chefe nos produtos hoteleiros, tínhamos certeza que agradaria”, afirma.
Com a pandemia veio também a motivação para explorar o mercado direto para o consumidor final. Foi criado, então, um e-commerce para atender esse público com os produtos que já faziam sucesso na rede hoteleira.
“Isso foi o que a pandemia nos trouxe de positivo. Os hóspedes consumiam nossos produtos sem pagar e gostavam. Então, ficou fácil lançar no mercado produtos que agradassem as pessoas. Atualmente, no nosso e-commerce temos o álcool e duas linhas que produzimos para hotéis. Nossa intenção é ir aumentando esta gama”, afirma Oliveira.
RASTREABILIDADE - Quando a socióloga Rose Bezecry deixou o Amazonas há 15 anos ela queria criar um produto sustentável e que tivesse rastreabilidade comprovada. “Curitiba sempre chamou a atenção e sempre foi referência. Surgiu na cidade o primeiro setor de orgânicos do Brasil dentro de um mercado municipal. Achei que era o lugar certo para sediar o modelo de negócios que eu queria construir”, conta.
Assim nasceu a Cativa Natureza, empresa de cosméticos orgânicos e veganos com 12 anos de mercado e a primeira a comercializar cosméticos veganos no Brasil. Com fábrica em Campo Magro, a marca orgulha-se da gestão sustentável dos negócios e que garante a rastreabilidade dos produtos, desde o cultivo dos princípios ativos até o produto final, sem esquecer das embalagens que não agridem o meio ambiente.
Dos insumos, 95% dos usados na fabricação dos cosméticos são orgânicos e 5% são componentes químicos não agressivos à saúde. Entre os componente químicos, por exemplo, figuram a erva-mate, um importante estimulante e antioxidante, e o pinhão, rico em vitamina C e também antioxidante.
Além da loja no Mercado Municipal de Curitiba, a empresa tem duas filiais: uma em Fortaleza, para atender o mercado do Norte e Nordeste, e outra em Santa Catarina, além do e-commerce.
Rose destaca que tenta ao máximo utilizar insumos locais. Para isso, firma parcerias diretas com produtores, como é o caso do óleo de tangeria usado nos cosméticos. Em conjunto com o Sebrae e a Copavale, cooperativa com 53 famílias de produtores da fruta em Cerro Azul, a empresa lançou o óleo essencial à base de tangerina verde ou, como é mais conhecida, ponkan.
A ideia partiu do aproveitamento máximo da fruta. O suco já estava no radar dos produtores e foi Rose quem sugeriu que a casca fosse transformada em óleo essencial para agregar valor à cadeia produtiva. “Quando você melhora a cadeia e agrega valor nos produtos potenciais, você está trazendo mais renda para os produtores, para o comércio local e para toda cadeia produtiva”, destaca Débora do Nascimento, presidente da Copavale.
Atualmente, a Cativa Natureza desenvolve produtos também com insumos como ponkan, abacate, pimenta rosa, óleo de girassol e muitos outros provenientes da agricultura familiar.
FEITO NO PARANÁ – Criado pelo Governo do Estado, e elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, o projeto busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses, movimentar a economia e promover a geração de emprego e renda. (Com AEN).

























