Homem é preso por Crimes Ambientais no interior de Toledo

Um homem foi preso pela Polícia Ambiental do Paraná, nesta quarta dia 09, na zona rural de Toledo; Linha Michelon.

 

Na propriedade do infrator foi constatado que dejetos suínos eram lançados diretamente ao solo e que o mesmo não tinha licença para a construção da esterqueira.

 

Além disso, a equipe encontrou carcaças de porcos em estado de decomposição jogados em buracos feitos na terra, a céu aberto e sem a utilização da composteira.

 

O IAT (Instituto Água e Terra) será oficiado para medidas cabíveis quanto à poluição. (Com Polícia Ambiental). 

 

Crimes Ambientais denuncie 181. 

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Huop e Unioeste realizam ações em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Suicídio

Os números do Ministério da Saúde evidenciam a preocupação com as taxas de suicídios no Brasil. São registrados cerca de 12 mil suicídios por ano no país. Falar sobre o tema ainda não é tão comum, porém necessário, por isso setembro se tornou o mês especial para falar sobre o assunto.

 

O dia 10 de setembro é lembrado mundialmente como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, e para marcar a data, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) mudou de cor. Balões amarelos foram colocados nos veículos estacionados e junto com eles frases sobre a importância do cuidado com a saúde mental. “A dor mental incomoda e não é uma dor que tem um protocolo de atendimento, precisa muito mais de envolvimento de profissionais e familiares. Precisamos falar sobre suicídio, e é dialogando que podemos evitar estas decisões. Se tem vida, tem jeito”, explica Monica Stelmach, psicóloga do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt).

 


O Sesmt tem como objetivo estar próximo do servidor, profissionais da saúde que muitas vezes se deparam com situações diárias que exigem muito do psicológico. “A saúde mental dos servidores precisa ser reforçada, pois eles estão sempre próximos de momentos difíceis dos pacientes. Falar da saúde mental é importante e nesse Dia de Prevenção ao Suicídio, ainda mais. O suicídio ainda é um tabu. Acreditamos que ações como estas levam o servidor a pensar e procurar ajuda”, ressalta o diretor geral, Rafael Muniz de Oliveira.

 

O Huop oferece atendimento psicológico e psiquiátrico ao servidor. A consulta pode ser online ou presencial, conforme a necessidade. O agendamento pode ser realizado pelo telefone 3321-5207.


Unioeste


A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) também aproveitou o dia para reforçar que está aberta ao servidor, professor e acadêmico. A reitoria cumpre o compromisso de oferecer apoio, sempre que necessário. “Desde quando ocupava o cargo de Diretor de Campus já havia esta preocupação e criamos o Pronto Atendimento Psicopedagógico e Saúde Integrada (PAPSI), para justamente dar atenção ao atendimento psicológico de quem compõe a Unioeste. Quando assumi a reitoria continuei com esse compromisso, junto com diretores, de possibilitar uma estrutura do PAPSI em todos os campi e hoje em cada campus existe pelo menos um psicólogo”, ratifica o reitor Unioeste, Alexandre Webber.


Mais Atividades

Mais ações estão programadas para levar informação sobre o tema aos servidores (agentes e docentes), discentes, estagiários e funcionários contratados. “Estamos elaborando um evento na Pró-Reitoria de Recursos Humanos (PRORH) tendo como público alvo todos da comunidade acadêmica, inclusive de todos os Campi, Reitoria e HUOP. O evento "SETEMBRO AMARELO", sob a coordenação da Sandra Regina, que é Assessora da PRORH, em conjunto com a Diretoria de Desenvolvimento Humano, terá palestras explicativas e motivadoras, para superação de momentos difíceis de modo a evitar depressão/suicídio”, explica a Prof. Dra. Joseane Rodrigues da Silva Nobre, Pró- Reitora de Recursos Humanos – PRORH.

O evento será on-line, até o dia 21/09/2020 (data ainda a ser definida) e vai abranger os estagiários, servidores, acadêmicos e contratados terceirizados. (Com Assessoria). 

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Agências do Trabalhador arrecadam 10 mil peças para a campanha

Mais de 10 mil peças foram arrecadadas até o momento pelas 216 Agências do Trabalhador, para a campanha Aquece Paraná, idealizada pela primeira-dama do Estado, Luciana Saito Massa, e pela Superintendência Geral de Ação Solidária. “O paranaense é um povo solidário, atendendo prontamente o chamado e doando agasalhos, calçados, cobertores e roupas de cama que serão destinadas à população mais vulnerável que sofre com o inverno”, disse o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Mauro Rockenbach.

 

A campanha vai até o dia 15 de setembro e as Agências do Trabalhador de todo o Paraná ainda estão recebendo doações, com o apoio dos 24 Escritórios Regionais da Secretaria.

 

APLICATIVO - As pessoas interessadas em aderir a campanha podem acessar a página www.aqueceparana.pr.gov.br, apontar a câmera do celular para o código QR Code que aparece na tela e fazer o download do aplicativo Paraná Solidário. Criado pela Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, com apoio técnico da Celepar, o aplicativo está disponível gratuitamente para os sistemas Android e iOS.

 

Ao abrir a ferramenta, é preciso fazer um cadastro de doador. Assim que fizer o login, o usuário é direcionado para as doações do Aquece Paraná, podendo escolher a categoria do produto a ser doado, entre agasalhos, cobertores ou outro item.

 

Os doadores devem descrever e adicionar fotos dos produtos e confirmar o envio. O aplicativo mostra então as instituições mais próximas que precisam daquela doação. O contato com a entidade para acertar os detalhes sobre a entrega é feito no aplicativo.

 

PARANÁ SOLIDÁRIO - A tecnologia do aplicativo é uma ponte entre empresas e pessoas físicas que queiram doar para instituições produtos como alimentos, roupas, móveis, eletrodomésticos, ração para animais. É o primeiro aplicativo do Brasil concebido especialmente para facilitar o processo de doações feitas pelos cidadãos. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Agosto mantém ritmo de recuperação de vendas no varejo

As vendas no comércio varejista paranaense mantiveram em agosto os níveis de recuperação observados em julho e junho, após as intensas quedas registradas em abril e maio. O boletim conjuntural elaborado pelas secretarias da Fazenda e do Planejamento e Projetos Estruturantes, divulgado nesta quinta dia 10, mostra que 6 dos 11 segmentos analisados fecharam o mês com altas nas vendas, em relação a agosto de 2019.

 

Pela primeira vez desde o início da pandemia o número de segmentos com aumento nas vendas superou o de grupos em baixa no fechamento do mês. Os setores em alta são áudio, vídeo e eletrodomésticos (50%), informática e telefonia (20%), materiais de construção e ferragens (15%), cama, mesa e banho (11%), hipermercados e supermercados (10%) e farmácias (4%).

 

Foram verificadas quedas nas vendas de restaurantes e lanchonetes (-40%), calçados (-25%), vestuário e acessórios (-16%) e veículos novos (-10%). Os percentuais de queda, contudo, são os mais baixos desde março, o que demonstra reação constante.

 

No acumulado do ano, cinco dos 11 segmentos avaliados registram altas na comparação com 2019. São eles: áudio, vídeo e eletrodomésticos (10%), hipermercados e supermercados (9%), farmácias (6%), materiais de construção e ferragens (3%) e informática e telefonia (2%). Outros 6 segmentos avaliados ainda registram perdas: restaurantes e lanchonetes (-36%), calçados (-34%), vestuário e acessórios (-28%), veículos novos (-17%), cama, mesa e banho (-13%) e cosméticos, perfumes e higiene pessoal (-8%).

 

O documento elaborado pelas secretarias estaduais traz quinzenalmente indicadores e dados coletados pela Receita Estadual e pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e serve para medir os impactos da crise da Covid-19 sobre as contas públicas e a sociedade.

 

PRODUTOS – No recorte de vendas totais por produto (que inclui as negociações de mercadorias entre empresas ao longo da cadeia produtiva e as exportações), vinte grupos tiveram altas em agosto, enquanto sete registraram perdas. Os principais destaques positivos no comparativo com o mesmo mês de 2019 foram a linha branca (59%); notebooks (53%); e telefones celulares (51%).

 

No acumulado de 2020, as maiores altas permanecem com o setor alimentício, espelhando comportamento da população durante a crise. Os destaques são: cereais, farinhas, sementes, chás e café (34%); frutas, verduras e raízes (23%); carnes, peixes e frutos do mar (20%); produtos químicos (20%); e notebooks (17%). Por outro lado, as maiores baixas no ano concentram-se em vestuário (-27%), automóveis (-27%), caminhões e ônibus (-23%), tratores (-15%) e motocicletas (-12%).

 

NOTAS FISCAIS – O valor médio de emissão de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) em agosto, na comparação com os meses anteriores, confirma a tendência de recuperação. Houve crescimento nos comércios atacadista e varejista e na indústria de alimentos – a exceção foi a indústria de transformação, com pequena retração.

 

Na macrorregião Noroeste (região de Maringá e Umuarama) as quatro atividades examinadas registraram altas em agosto. Na macrorregião Leste (do Centro-Sul ao Litoral, passando por Curitiba, Campos Gerais e Região Metropolitana), apenas a indústria de alimentos já opera acima dos patamares observados antes da pandemia, em março.

 

A macrorregião Norte (Londrina e região) também registrou alta em três das quatro atividades avaliadas. A indústria de transformação é atualmente o segmento com índice mais elevado, superando o patamar de operação pré-pandêmico já pelo terceiro mês consecutivo. Na macrorregião Oeste o maior crescimento em agosto foi detectado no comércio atacadista: 11 pontos percentuais.

 

EMPRESAS EM ATIVIDADE – O estudo também aponta que 98% das empresas já estão em atividade no Paraná, em média. Considera-se ativa aquela que emitiu ao menos um documento fiscal no período analisado, de 31 de agosto a 04 de setembro. Alguns municípios já atingiram valor absoluto de 100%, que é uma referência ao começo da pandemia, como Maringá, Ponta Grossa, Colombo, Francisco Beltrão, Pato Branco, Araucária, Arapongas, Umuarama, Pinhais e Guarapuava.

 

ICMS – O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que reflete as vendas do mês anterior, voltou a registrar queda no consolidado do mês e ainda está longe de retomar os níveis pré-Covid. O montante arrecadado em agosto foi de R$ 2,9 bilhões, 3,2% menos do que no mesmo período de 2019. No acumulado de 2020, a queda na arrecadação do principal tributo do Estado se mantém na casa de R$ 1,5 bilhão (-7,3%).

 

A baixa é puxada principalmente pelo setor de combustíveis, cuja participação representa 22% de todo o total do ICMS arrecadado no Paraná. Em agosto, o segmento registrou variação negativa de R$ 173 milhões (-20%). O setor de energia, que tem 16% de participação na arrecadação do tributo, teve queda de 2,2%. O setor automotivo também perdeu em arrecadação (-15,6%), bem como o setor de serviços (-18%).

 

Por outro lado, segmentos significativos na composição do tributo tiveram alta este mês, como indústria (20%) e bebidas (8%).

 

O montante de ICMS apresentado no boletim é o total bruto arrecadado. A partir deste valor, 25% são repassados semanalmente para os municípios, de acordo com o índice para 2020 de cada um. Além disso, 20% são repassados para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

 

Ainda segundo a análise, as perspectivas para 2021 são de um Produto Interno Bruto (PIB) nacional 7% menor do que seria num cenário sem pandemia. Como a arrecadação de ICMS tem forte correlação com a atividade econômica, uma queda nesta ordem pode retirar R$ 2,3 bilhões dos cofres estaduais no próximo ano. Desta forma, reforça o estudo, não é provável que, em um prazo mais alongado, a arrecadação de ICMS retorne aos patamares esperados antes da crise.

 

CRÉDITO E EXPORTAÇÕES – Esta edição traz duas novidades: os indicadores sobre o saldo de operações de crédito para pessoas jurídicas e a variação das exportações por mercado de destino. No primeiro caso, o estudo mostra que nos sete primeiros meses deste ano o saldo do crédito concedido às pessoas jurídicas do Paraná cresceu mais de R$ 13 bilhões, totalizando R$ 107,3 bilhões. Os dados são do Banco Central.

 

Em relação ao comércio exterior, as exportações paranaenses somaram US$ 11,02 bilhões no acumulado de janeiro a agosto de 2020, praticamente o mesmo valor registrado em igual período de 2019 (acréscimo de 0,1%). Enquanto as vendas paranaenses para vários mercados tiveram queda, as exportações estaduais para a China e a Holanda avançaram significativamente, graças ao comércio das commodities agropecuárias. (Com AEN)

 

 

 

 

 

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