Boletim mostra que Paraná acumula 409.499 casos de Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta dia 30, mais 3.870 diagnósticos confirmados de Covid-19 e 76 mortes em decorrência da doença. Com isso, os dados do monitoramento feito pela Saúde mostram que o Estado soma 409.499 casos e 7.824 mortos desde o início da pandemia.

 

Os casos divulgados nesta quarta-feira são de junho (4), julho (10), agosto (7), setembro (14), outubro (6), novembro (191) e dezembro (3.638).

 

INTERNADOS – Nesta quarta-feira há 1.582 pacientes com diagnóstico confirmado internados. São 1.236 pacientes em leitos SUS (628 em UTI e 608 em enfermaria) e 346 em leitos da rede particular (137 em UTI e 209 em enfermaria).

 

Há outros 1.114 pacientes internados, sendo 721 em UTI e 393 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

 

ÓBITOS – Os 76 falecimentos relatados no boletim são de 27 mulheres e 49 homens, com idades que variam de 35 a  96 anos. Os óbitos ocorreram entre 05 de julho a 30 de dezembro. 

 

Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (16), São José do Pinhais (5), Curitiba (4), Cascavel (4), Maringá (3), Pinhais (3), Almirante Tamandaré (2), Chopinzinho (2), Colombo (2), Paiçandu (2), Piraquara (2).

 

A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos municípios de Arapongas, Balsa Nova,  Boa Esperança, Bom Sucesso do Sul, Campo Mourão, Clevelândia, Coronel Vivida, Formosa do Oeste, Foz do Iguaçu, Itapejara D’Oeste, Ivaí, Jandaia do Sul, Loanda, Maria Helena, Missal, Nova Esperança, Novo Itacolomi, Palmital, Paraiso do Norte, Paranacity, Pato Branco, Pinhão, Ponta Grossa, Rolândia, Santa Fé, São João, Sarandi, Telêmaco Borba,  Tunas do Paraná, Umuarama e Ventania.

 

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Saúde registra 3.128 casos de residentes de fora, sendo que 62 pessoas foram a óbito. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Competições de jogos eletrônicos reúnem 3,3 mil competidores em 2020

A Liga Estudantil PR foi uma competição de e-sports organizada em 2020 pelo Governo do Estado, por meio da Paraná Esporte. Essa primeira edição foi exclusiva para estudantes de 14 a 18 anos matriculados em escola regular e com residência comprovada no Paraná. Foram 3.297 inscrições.

 

O projetp foi viabilizado em parceria com a RPC e patrocínio da Copel Telecom.

 

As disputas aconteceram nos finais de semana de julho em quatro diferentes jogos: Brawl Stars, Clash Royale, Pro Evolution Soccer (PES) – no PS4 e XBOX – e Fortnite. As finais foram narradas pelos casters conhecidos da cena game: Bruno Clash, Muuh Pro e Pai Também Joga (Fortinite).

 

O intuito foi criar alternativas inovadoras no mundo do esporte em meio à pandemia e ainda fomentar um mercado que tem crescido em todo o mundo.

 

“Essa iniciativa com os estudantes do Estado tornará o Paraná um grande polo brasileiro de evolução de e-sports, trazendo o desenvolvimento de esportes da mente com a participação de grandes talentos e, acima de tudo, incentivando um nicho de negócio, emprego e renda”.

 

Confira os campeões em cada jogo

 

Clash Royale: Rafael Adriano Zauza Menezes Zangaritem (nick: StangSand), de 16 anos, estudante no Colégio Loanda, da cidade de Loanda.

 

Brawl Stars: o time Dragon Heads, de Pato Branco, formado por Pedro Henrique Schenato (16 anos, Colégio Integral); Guilherme ComniskyMezzomo (15 anos, Colégio Alfa); Lucas Alexander Vera (15 anos, Colégio Estadual de Pato Branco).

 

Fortnite: Kevin Castro Pedroso Pinto (nick: Kevetro), de 17 anos, do Colégio Estadual Professor Teobaldo Leonardo Kletemberg, de Curitiba.

 

PES XBOX: Vitor Gabriel Mendes KeppeKonig (nick: Vitorkonig), de 14 anos, do Colégio Pichon, de Colombo.

 

PES PS4: Eduardo Spek de Freitas (nick: Eduardinho_pr), 15 anos, do Colégio Estadual Desembargador Clotário Portugal, de Campo Largo. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Paraná Turismo implementa ações para superar impactos da pandemia

O turismo foi um dos primeiros setores a sentir o forte impacto econômico da pandemia da Covid-19. Os indicadores que deveriam ser positivos para o setor, seguindo a tendência de 2019, tiveram queda significativa por conta das medidas de isolamento necessárias para conter a doença, incluindo a suspensão de serviços não essenciais.

 

Até outubro de 2019, o Paraná apresentava o segundo o maior crescimento turístico do Brasil (5,4%), superando, inclusive, a média nacional (1,5%). No período, o Estado também teve um aumento de 23% de empresas que aderiram ao cadastro de prestadores de serviços turísticos (Cadastur), o que representa mais 1.183 registradas. O Estado também marcou presença em pelo menos 30 eventos do setor.

 

Em março deste ano, a Paraná Turismo, autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, iniciou trabalhos específicos visando a retomada da atividade. A primeira iniciativa foi firmar parcerias com as principais instituições envolvidas com o setor no Estado.

 

Como a inicial perspectiva de volta à normalidade em 90 dias não se confirmou, uma das formas encontradas foi o desenvolvimento do Projeto de Retomada do Turismo, que tem como premissa o turismo regional, com o mote Paraná Para o Paranaense.

 

As experiências em países que entraram na pandemia antes do Brasil indicavam que o turismo em áreas naturais, a uma distância de 200 quilômetros do mercado emissor, seria por onde reiniciaria a atividade, com pessoas viajando com seu grupo social, família ou amigos.

 

O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, afirma que o Paraná tem muitas áreas que podem ser exploradas com o turismo de natureza. “Nós temos atrativos turísticos ligados ao meio ambiente e o que mais vai crescer no mundo é o turismo ligado aos grandes negócios da natureza”, disse.

 

Para o presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl, os obstáculos impostos pela pandemia servem de alicerce para a construção de um novo modo de se trabalhar. “Com a pandemia pudemos comprovar a força dos empresários ligados ao turismo. Enquanto algumas portas se fecharam, outras foram se abrindo, fortalecidas e enriquecidas com muita disposição e inovações”, destacou.

 

RETOMADA – O projeto de retomada do Turismo no Estado envolve também o apoio para o cadastramento junto ao Selo do Turismo Responsável; a elaboração conjunta dos Manuais de Conduta Segura para enfrentamento da Covid 19; a estruturação das campanhas de promoção e divulgação do turismo nos 12 polos emissores mapeados com base nas regiões turísticas do Estado.

 

Para a temporada de verão, os servidores da autarquia passaram por capacitações para atender os veranistas e moradores em sete pontos de apoio, com informações sobre o turismo do Estado, além de segurança e prevenção à Covid-19 nas praias do Litoral, parques estaduais e na Ilha do Mel. Ao todo, 63 estudantes de Turismo e Hotelaria incorporam o quadro de profissionais para esse atendimento. A secretaria encerrou a seleção dos interessados neste mês.

 

Uma pesquisa realizada pela Paraná Turismo, em parceria com o Conselho Paranaense de Turismo, aponta que, apesar do período de pandemia, 72% dos pesquisados pretendem viajar até março de 2021, sendo que 94% deles desejam fazer viagens pessoais.

 

TRABALHO REMOTO - O presidente da Paraná Turismo destacou, ainda, que o uso da tecnologia foi importante para a realização dos trabalhos a partir do momento em que o distanciamento pessoal passou a ser imperativo, além de ter confirmado que no ano que no próximo a autarquia estará em uma nova sede.

 

“A tecnologia nos permitiu um permanente encontro virtual, estivemos mais perto de todas as regiões ouvindo, sorrindo, ou ainda chorando. Nos recriamos para uma nova jornada, já que o ano de 2021 é promissor”, completou Jacob. (Com AEN)

 

 

 

 

 

Balneabilidade das águas do Paraná pode ser consultada pelo celular

As condições de balneabilidade de todos os pontos próprios e impróprios para banho no Paraná agora podem ser consultadas também pelo celular com sistema android. O aplicativo, chamado Balneabilidade Estado do Paraná, é gratuito e foi criado pelo Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

 

São disponibilizadas as informações da Costa Oeste e Litoral do Paraná. Com as informações da plataforma, os veranistas e banhistas podem aproveitar os locais de uma forma mais consciente e segura.

 

A diretora do Núcleo da Inteligência Geográfica e da Informação do IAT, Jaqueline Dorneles, explica que o aplicativo conta com um layout dinâmico, prático e intuitivo, onde o usuário pode navegar no mapa do Estado.

 

“O aplicativo é o primeiro de diversos que serão disponibilizados pelo IAT para facilitar o acesso às informações e interagir com o cidadão. Ele faz parte do processo de modernização do órgão”, afirmou.

 

A plataforma também possui o histórico de balneabilidade dos anos anteriores. Ela está disponível para download no Google Play dos aparelhos Android. É possível baixar o aplicativo pelo link: play.google.com/store/apps/details?id=balneabilidade.iat.

 

BALNEABILIDADE – O Boletim de balneabilidade é divulgado pelo IAT toda sexta-feira até o dia 12 de fevereiro de 2021. A ação é parte do projeto do Governo do Estado para a temporada de verão.

 

São 66 pontos monitorados: 59 rios e praias no Litoral, 16 praias artificiais no Reservatório de Itaipu e um rio em Primeiro de Maio. O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, ressalta que o Governo Estadual orienta o aproveitamento do verão de forma consciente.

 

“Estamos em uma pandemia e os municípios têm a autonomia de decidir as regras de visitação desses ambientes. É importante que se evite a aglomeração e que os veranistas façam uso da máscara e que o distanciamento social seja respeitado”, disse.

 

De acordo com o último boletim de balneabilidade, divulgado no dia 25 de dezembro, apenas dois pontos estão impróprios no Litoral: Ponta da Pita, em Antonina, e o Rio do Nunes, próximo à Ponte PR-340, em Morretes. Ambos no Litoral. Todos os locais no Interior (Costa Oeste e Norte) se mantêm balneáveis.

 

“Em pontos  com a vazão um pouco menor, as bactérias que indicam contaminação de origem fecal podem ser detectadas de forma mais abundante por não se dispersarem com facilidade”, explica a bióloga do Laboratório de Microbiologia do IAT em Curitiba, Beatriz Ern da Silveira. O próximo levantamento será divulgado nesta sexta-feira (01).

 

Os boletins também podem ser consultados no site www.iat.pr.gov.br/Pagina/Balneabilidade.

 

MONITORAMENTO - O monitoramento das águas verifica se há contaminação por esgoto sanitário clandestino e indica a possibilidade de uso dos espaços públicos para atividades de lazer, como natação, mergulho e esqui.

 

Para isso, utiliza-se o indicador Escherichia coli, uma bactéria existente no intestino dos seres humanos e dos animais de sangue quente. Quanto maior o número dessa bactéria na água, maior será a quantidade de esgoto e, consequentemente, maior a probabilidade da existência de organismos patogênicos (causadores de doenças).

 

As doenças mais comuns são gastroenterite, diarreia, doenças de pele e infecções nos olhos, ouvidos e garganta. Outras mais graves também podem ser transmitidas por meio da água, como hepatite A, cólera e febre tifoide.

 

A avaliação é feita seguindo determinações da Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) nº 274/2000(Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

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